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Péssimo Custo/Benefício PRF

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  • Leprechaun
    • 09/02/15
    • 5

    Péssimo Custo/Benefício PRF

    Pessoal, peço desculpas pela mensagem com teor pessimista. Mas depois de muito ponderar (e estudar), cheguei à conclusão de que o nosso concurso tem péssimo Custo/Benefício. Se comparado com o cargo de Delegado da Polícia Civil, por exemplo, analiso que:

    1- Banca mais difícil. Nem se compara a Cespe com a Vunesp, vamos combinar. Alguns concurso para Delegado têm a CESPE como banca também, mas são exceções.
    2- Mais matérias. Praticamente o dobro de matéria a serem estudadas.
    3- TAF infinitamente mais pesado. Delegado só tem corrida branda, não existe o pulo na horizontal, por exemplo. E até o exame da corrida é mais brando.
    4- Pior remuneração. Sim amigos, seremos piores remunerados que todos os Delegados de qualquer Estado.

    Sendo assim, não gostaria de desanimar ninguém, pois eu mesmo vou continuar atrás desse sonho. Proponho apenas a reflexão do assunto neste tópico.

    Abraços
  • rafaelgcm
    • 31/03/15
    • 24

    #2
    Sem duvidas o salário da PRF é o mais defasado do Brasil, e olha que os Delegados estão para ter ajuste que vai colocar o salario la em cima rsrs.

    Comentário

    • Clahenberpin
      • 07/10/11
      • 1572

      #3
      Lá tá ruim? É para lá que vou.

      Comentário

      • koyotefreak
        • 08/01/07
        • 31

        #4
        Bem vindo ao mundo dos operacionais (q já sou ... só q d uma PC).... onde obtêm-se menor remuneração, mas não trabalho nenhum dia átras de uma mesa... .. é questão de opção... cpq delegado não sai pra prender o dedo na porta... salvo raras exceções q vão em dia d operação... agora cana e abordagem todo dia??? seja operacional ... (PRF, APF, Investigador, Inspetor, etc... )... nda d carteira vermelha (delpol)...

        Se for pensar dessa forma... concurso de ANAC, ICMS, Receita pagam bem melhor...menos responsabilidade q delegado..,. e também não prendem nem o dedo na porta... só assinam papel... feito delegado (raras exceções)...

        Comentário

        • Colin Sullivan
          • 27/09/12
          • 142

          #5
          Originally posted by Clahenberpin View Post
          Lá tá ruim? É para lá que vou.
          Vai pra lá, Cláudio Henrique? Eu ia, mas não fui não...​

          Comentário

          • FCVasconcelos
            • 03/12/14
            • 3

            #6
            Para quem é formado em direito e não tem o "operacional" correndo nas veias, delegado é a melhor opção, mesmo por quê, se não tiver realmente vocação não vai conseguir ficar na pista!!!!
            Tem muitos concursos que pagam mais policia é vocação não adianta vamos entrar, brigar por melhores salários e continuar ganhando menos que os outros cargos de nível superior não vou nem levar em conta as carreiras jurídicas e afins!!
            Cada qual corre atrás

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            • Todor Todorov
              • 01/02/13
              • 179

              #7
              Originally posted by koyotefreak View Post
              Bem vindo ao mundo dos operacionais (q já sou ... só q d uma PC).... onde obtêm-se menor remuneração, mas não trabalho nenhum dia átras de uma mesa... .. é questão de opção... cpq delegado não sai pra prender o dedo na porta... salvo raras exceções q vão em dia d operação... agora cana e abordagem todo dia??? seja operacional ... (PRF, APF, Investigador, Inspetor, etc... )... nda d carteira vermelha (delpol)...

              Se for pensar dessa forma... concurso de ANAC, ICMS, Receita pagam bem melhor...menos responsabilidade q delegado..,. e também não prendem nem o dedo na porta... só assinam papel... feito delegado (raras exceções)...
              Prezado koyotefreak, ouso discordar da sua afirmação. A questão que diferencia os agentes operacionais das autoridades (policial, fiscal, judiciária etc.) não se resume a "ficar atrás de uma mesa". À exceção da PRF, que é estruturada em carreira única, praticamente todo órgão governamental, policial ou não, é composto por duas "castas" de servidores. A casta superior, das autoridades, detém o poder de mando, as responsabilidades, as exigências e é quem, efetivamente, representa o órgão, seja internamente ou perante o público externo. Estamos falando de magistrados e membros do MP (no Judiciário e MP), Delegados de Polícia e, em menor escala, Peritos Criminais (nas Polícias Estaduais Civis e Científicas, quando existentes, e Federal), Auditores-Fiscais das Receitas (Municipais, Estaduais e Federal), Analistas do Banco Central, Auditores Federais da CGU e STN, Oficiais de Inteligência da ABIN, Especialistas das Agências Reguladoras etc. A segunda casta, composta por uma ou mais carreiras de servidores em cada órgão, possui atribuições menores e menos complexas, geralmente afetas a atividades mais braçais e menos intelectuais. Como exemplos, respectivamente, para os mesmos órgãos, temos: Analistas e Técnicos do Judiciário e do MP, Agentes, Investigadores, Escrivães, Papiloscopistas e outros cargos policiais operacionais (nas Políciais Civis e Federais), Analistas-Tributários (na RFB) e Agentes e Técnicos Tributários (nos estados e em alguns municípios), Técnicos do Banco Central, Técnicos da CGU e STN, Agentes de Inteligência da ABIN, Técnicos das Agências Reguladoras etc. São atividades relevantíssimas, pois os servidores atuam, de fato, como a "longa manus" das suas autoridades, executores de suas ordens, assim, sem eles, não teríamos nenhum serviço prestado à sociedade. Mas não dá pra afastar o fato de que quem efetivamente toma as decisões são os servidores que "ficam atrás das mesas", como você comentou, assim são eles que têm que ser melhor remunerados e valorizados e acaba-se por exigir deles muito mais capacitação para ingresso, em comparação aos cargos de apoio, mediante artifícios como formação superior diferenciada, concursos mais difíceis e com mais fases etc. Mesmo nos (poucos) casos em que as provas guardam certa similaridade, o próprio "mercado dos concurseiros" dá um jeito de regular a situação, com os cargos de maior "status" e remuneração sendo muito mais concorridos e com notas de cortes muito mais altas do que os demais. Por fim, não concordo de nenhuma forma com sua afirmação de que os Auditores-Fiscais das Receitas Federal (RFB) e Estaduais (ICMS) têm muito menos responsabilidade do que Delegados de Polícia (Estaduais e Federal). Após a redemocratização do país, o poder outrora concentrado nos Delegados de Polícia foi radicalmente transferido, em várias vertentes, para as autoridades judiciárias. Hoje, a autoridade policial atua muito mais como cumpridora de mandados expedidos pelo Judiciário e tem pouca autonomia de influenciar na esfera privada dos cidadãos. Tudo depende de ordem ou ratificação por um Juiz de Direito; nem mesmo uma prisão em flagrante fica mantida sem o aval da autoridade judiciária. Naturalmente, os Delegados conservam prerrogativas, como a atividade privativa de indiciamento, mas é fato que na Ditadura Militar possuíam muito mais poderes. Os Auditores-Fiscais, por outro lado, vêm em uma corrente de valorização, com o apetite sempre crescente do Estado em angariar recursos para custear os gastos públicos. São extremamente bem remunerados (principalmente nos estados) e realizam várias atividades que influenciam a sociedade sem precisar de mandado judicial para tanto, por exemplo, podendo quebrar sigilo bancário mediante procedimento administrativo, interno (coisa que Delegado nenhum pode fazer sem pedir a "benção" pra algum Juiz). Se localizam práticas que, em tese, são crimes (contra a ordem tributária ou não), formalizam representação para fins penais diretamente ao MP, sem nem passar por qualquer Polícia. Enfim, cada um fica em seu quadrado, mas as prerrogativas e responsabilidades das autoridades fiscais não são, de nenhuma forma, inferiores às das autoridades policiais.

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