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Postado Originalmente por DPF Franklin
Conselhos para uma redação nota máxima no concurso do CESPE
A dica a seguir é para uma redação de 30 a 60 linhas.
1) Não invente. Se não pedir para por o título, não ponha.
2) Não use, JAMAIS, a primeira pessoa do singular.
3) Para uma redação de 30 a 60 linhas, escreva, no máximo, 40 linhas (sempre faça isso).
O professor que for corrigir já vai começar *&¨%ç+ da cara a ter de corrigir redações longas. Além do que, quanto mais escrever maiores as chances de errar.
O corretor não quer saber de seus esdrúxulos pensamentos longos. Fale $@#%&, mas fale pouco.
4) Faça sempre a seguinte estrutura:
.....uma introdução, com 6 ou, no máximo, 7 linhas.
.....APENAS dois parágrafos de desenvolvimento, com 10 a 12 linhas.
.....uma conclusão, com 7 a, no máximo, 9 linhas.
Ou seja, sua redação terá 4 parágrafos apenas. Introdução+desenvolvimento 1+desenvolvimento2+conclusão.
Quanto ao conteúdo:
----na introdução, defina, de forma geral, o tema. Apenas defina. Mais nada.
Exemplo:
O tema é "a violência".
Então comece sua redação definindo:
" a violência é....." uma definição simples, concisa, sem palavras difíceis nem palavras excessivamente comuns.
Exemplo:
"A violência é um grave problema social. Ela destrói os valores....etc....etc..."
Vá assim até, no máximo 7 linhas. Não passe disso. faça frases pequenas. Não tenha medo de usar o ponto final bastante. Na dúvida, entre ponto, virgula e ponto e vírgula, use sempre o ponto.
Ainda na introdução, na última linha da introdução, faça uma chamada para os dois desenvolvimentos.
Ainda seguindo o exemplo acima, definindo violência, poderia usar a última frase como assim: "a violência destróis os valores da sociedade e colabora para a perpetuação das disparidades sociais".
Veja que esta frase possui dois núcleos:
”Destruir valores da sociedade” e “Perpetuação das disparidades sociais”.
Estes dois núcleos serão os núcleos de cada parágrafo dos desenvolvimentos.
No parágrafo dois (desenvolvimento 1), use o primeiro núcleo: destruir os valores da sociedade. Fale apenas sobre isso. Cite, se for o caso, exemplos. Explique o que é isso.
(não esqueça que o parágrafo, obrigatoriamente, deve ter de 10 a 12 linhas)
No terceiro parágrafo (desenvolvimento 2) use o outro núcleo: "perpetuar disparidades sociais". Fale sobre isso, defina isso. Cite exemplos. Não esqueça, também de 10 a 12 linhas.
Finalmente o 4º e último parágrafo, conclusão.
Volte ao tema inicial, agora dando a sua pessoa definição para isso, e mostrando uma possível solução para o problema. (com o máximo de 7 a 9 linhas).
Pronto...
Após fazer a redação dê uma lida novamente. Substitua palavras que você tem dúvida na ortografia por sinônimas.
Passe a limpo, respeitando alinhamento (deixe sua redação "justificada", usando uma linguagem de informática").
Cuide com a vírgula. Na dúvida em por ou não vírgula, insira uma expressão que assim você não terá dúvida.
Exemplo:
Você tem a frase "A violência destrói os valores com uma força insuperável" Você acha que pode haver uma vírgula "A violência destrói os valores, com uma força insuperável".
Pegue e desloque a expressão... "A violência, com uma força insuperável, destrói os valores" ou insira uma expressão estranha, "a violência destrói os valores, usando da própria natureza humana, com uma força insuperável".
copirght, gelak, todos os direitos reservados.
proibida a publicação ou cópias, salvo se citado a fonte e o autor.
Enfim, amigos e secadores, esta é uma sugestão de quem, em três redações seguidas tirou 5, pelo CESPE.
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Não me lembro exatamente onde perdi pontos (eram vários parâmetros – alguns subjetivos) mas sei que não tive erro algum de acentuação, gramática, concordância...
Levei o espelho da correção para o meu professor de português que achou muito injusta a nota. Segundo ele, a coesão e a coerência estavam perfeitas tb...
Deixei o espelho com ele, pois ele pediu para usar no CRED (Curso de Redação).
Fiz oficina de português com um professor muito bom, aqui do Rio, chamado Celso Aragão. Nunca mais vou esquecer de suas aulas: “Primeiro, faz a introdução (um parágrafo de preferência, no qual se apresentam o Tema, a Tese e os Argumentos), depois, parte-se para o desenvolvimento (onde se analisam os argumentos, cada qual em um parágrafo próprio, que se inicia pelo TÓPICO FRASAL e termina pela sua discusão); finalmente, faz-se a conclusão do texto (retorma-se o tema e/ou a tese e/ou os argumentos, acrescentando0se um juízo crítico qu realmente contribua com o que se quis deiscurtir.”
Na minha opinião – humilde – eu acho que a maneira mais fácil de se aprender a escrever é re-re-re-escrever-se um texto várias vezes...
EXEMPLO?????
Pegue um texto de jornal – jornalístico – e capture o tema principal e os argumentos mais interessantes. Use no máximo três argumentos – um em cada parágrafo, de de 6 a oito linhas. Faça sua redação a partir daí... Acredite. Para quem está começando é mais fácil!
Assim, já que esse tópico se propõe a ajudar com a redação vamos a um exemplo real que eu fiz.
Texto (folha de SP)
O professor do futuro
Numa pesquisa de opinião concluída na semana passada sobre o futuro do ensino superior, uma parcela expressiva de alunos da Universidade de São Paulo -18%- disse acreditar que o professor tem os dias contados. Não conseguiria sobreviver às novas tecnologias, perdendo a guerra contra as máquinas.
Essa visão radical, digna de filme de ficção científica, está ancorada na crença de que os novos meios de captação e transmissão de dados vão mudar o jeito como ocorre o aprendizado.
O levantamento foi conduzido pela Escola do Futuro, laboratório de tecnologia educacional da USP, com base numa amostragem de 280 alunos de comunicação, administração, economia, psicologia, engenharia, direito, medicina e educação. Nos cenários imaginados, a pesquisa revela, por tabela, medos, frustrações e esperanças da elite universitária brasileira.
É generalizada a convicção de que a aprendizagem será contínua ao longo da vida (98%); muitas das aulas serão dadas à distância (62%), o aluno poderá montar seu próprio curso (55%), ferramentas como TV, vídeo e teleconferência serão primordiais (55%). Por consequência, as salas de aula não teriam lugar físico específico (41%).
A partir dessas constatações, natural que uma fatia considerável suponha -e, diga-se, com uma boa dose de razão- que, no futuro, o diploma perderá importância. Afinal, o estudante iria aprender mesclando experiências profissionais, ajudado por múltiplos mecanismos espalhados pelos mais diversos locais.
"Há uma sensação de que tudo, ou quase tudo, vai ser diferente", afirma Oriana White, professora de marketing e responsável pelo levantamento.
O futuro, aliás, já é passado. Já está funcionando, baseada na USP e envolvendo várias universidades dentro e fora do Brasil, a chamada "Cidade do Conhecimento" - uma rede de comunicação on line que une estudantes e profissionais.
Independentemente de qualquer cenário que possa parecer ficcional, a imagem do professor tradicional, aquele das aulas expositivas, não é das melhores.
Os alunos foram indagados sobre qual a melhor forma de aprender: 31% apontaram as aulas expositivas. Empate com quem prefere "estudar sozinho em casa ou na biblioteca" (30%). Em seguida, deu "trabalhos em grupos/seminários" (20%), e, depois, "pesquisas práticas" (14%). Ou seja, a minoria vê no professor expositivo o melhor caminho para o saber.
São nítidas, na pesquisa, a insegurança diante da velocidade da produção do conhecimento e a percepção de defasagem da escola com a realidade. O principal anseio é que diminua ou desapareça a diferença entre a profissão, submetida a velozes mudanças, e a sala de aula.
No caso da USP, por exemplo, onde foi realizada a pesquisa, pode-se ver a educação do futuro não apenas dentro, mas, especialmente, fora de seus mais requintados laboratórios.
A universidade desenvolve uma fértil experiência de composição de seus programas de extensão para que os alunos atuem na comunidade, o que vai da alfabetização de adultos, apoio a escolas na periferia e assessoria tecnológica a pequenos e microempresários a incubadoras de empresas.
O papel da Coordenadoria Executiva de Cooperação Universitária e Atividades Especiais (Cecae) é fazer com que os alunos de diferentes faculdades trabalhem juntos, cada qual utilizando seus conhecimentos, nas mesmas tarefas. Ajudar uma escola da periferia pode envolver desde a Faculdade de Educação, passando pelos arquitetos, médicos, engenheiros, físicos, químicos, biólogos. Investe-se nas instalações, no currículo, na formação dos professores e na saúde dos estudantes e de seus familiares.
Um dos mais importantes cursos de administração do país, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo, montou um núcleo para aproximar prática e teoria. Esse núcleo tem como missão investigar casos concretos de administração e repassá-los aos alunos e professores. Investigam-se, ao mesmo tempo, novos mecanismos de transmissão de dados.
Nessa aproximação entre saber e fazer está o valor das chamadas empresas juniores das faculdades, que projetam os estudantes nos desafios profissionais. E também o valor das faculdades que conseguem atrair para suas fileiras professores bem-sucedidos em suas carreiras, capazes de compartilhar experiências.
É um equívoco imaginar que a universidade do futuro será aquela que melhor lidar com as máquinas. Bobagem. A boa escola será aquela que submeter seus alunos à maior quantidade possível de experimentações e pesquisas, nas quais o professor desempenhe o papel de facilitador.
Aulas expositivas, de fato, podem perfeitamente estar em um arquivo na internet, acessíveis a qualquer um.
O professor, portanto, passa a ser ainda mais importante na seleção das informações essenciais
Lendo o texto acima escrevi uma redação sobre a Faculdade do Futuro (Tema próximo)
1 Como será a Faculdade do Futuro?
O processo dinâmico, pelo qual a sociedade atravessa, refletirá na relação escola, professor e aluno (TEMA+TESE NO TÓPICO FRASAL). Novos meios de captação e transmissão de dados vão transformar o ensino superior, quanto à estrutura física, em algo não tão imprescindível (ARGUMENTO 1). Profissionais e alunos estarão mais próximos, diminuindo a defasagem entre a faculdade e a realidade (ARGUMENTO 2), não se esquecendo dos professores, ponto chave dessa questão, que serão bem mais do que simples expositores de aulas (ARGUMENTO 3).
(DESENVOLVIMENTO ARG. 1)Em recente pesquisa realizada dentre alunos da USP, constatou-se que a grande maioria acredita que, num futuro próximo, aulas serão ministradas à distância (REPARE O TÓPICO FRASAL – FRASE INTRODUTÓRIA, CURTA E COESA ABRINDO O PARÁGRAFO – SE REPETE EM TODOS OS PARÁGRAFOS). Há uma sensação coletiva de que o futuro será diferente. A escola, como espaço físico, dará lugar a uma estrutura mais maleável, podendo, dessa maneira, superar grandes barreiras. Assim, os avanços irão não só ratificar o nome de boas instituições de ensino, como também possibilitarão um maior número de alunos ter acesso ao ensino superior(DEBATE PLENO). Esses ingredientes agirão como um catalisador, sinérgico, de modo a aproximar realidades e incrementar a educação não apenas dentro, mas especialmente fora de requintados laboratórios (FINAL ENRIQUECEDOR, TB CURTO).
(DESENVOLVIMENTO ARG. 2)Ademais, aproximar pratica e teoria será um dos grandes avanços em termos de ensino. Trazer profissionais bem-sucedidos em suas áreas, partilhando experiências com alunos e professores possibilitará o exame de novos casos, novas experiências e novos aprendizados, de forma mais clara e objetiva. Da mesma forma, com uma faculdade de portas abertas, o profissional, que precisa dar continuidade em seus estudos, poderá estar sempre atualizado, na vanguarda, com novas tecnologias e estudos, aumentando ainda mais sua capacidade profissional.
(DESENVOLVIMENTO ARG. 3)No entanto, ao contrário do que parece, o papel do professor ganhará ainda mais importância, agora não mais como um expositor de matérias, apenas. Aulas expositivas podem ser alocadas em arquivos na internet, podendo ser acessados por qualquer um, de qualquer lugar. O professor atuará como um gerente de ensino, selecionando informações, submetendo aos alunos a maior quantidade de experiências possíveis, e, principalmente, orientará o melhor caminho a ser seguido: seu papel será o de facilitador.
(CONCLUSÃO RETOMANDO A TESE PROPOSTA)Desse modo, a faculdade do futuro será bem diferente da realidade atual. A tecnologia propiciará maior agilidade ao ligar, como uma ponte, a realidade ao núcleo de ensino. Os avanços tecnológicos serão imprescindíveis, mas a melhor instituição de ensino não será aquela que melhor lidar com máquinas. O ambiente de ensino, o convívio entre mestre e pupilo, assim como a melhor maneira de passar o conhecimento são características humanas, e somente humanas.
"amigos, malucos e demais..
redação é como regra de bolo.
um parágrafo inicial de no máximo sete ou oito linhas onde vc vai definir o tema.. apenas definir o tema..apenas definir o tema...apenas..
dois ou três parágrafros de desenvolvimento onde vc vai mostrar pontos diferentes acerca do tema que vc deveria ter definido no primeiro..
(cada parágrafo no máximo, no máximo no máximo no máximo..com 10, 11 linhas..)
finalmente uma conclusão, de no máximo no máximo, no máximo, 7 ou 8 linhas onde vc vai se posicionar (nao use a primeira pessoa, tá filhinho??) sobre o tema.
acabou...
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