Announcement

Collapse
No announcement yet.

Voz passiva analítica

Collapse
X
  • Filter
  • Hora
  • Mostrar
Limpar tudo
new posts
  • Eli lima
    • 10/05/18
    • 14

    Voz passiva analítica

    Na oração " nós seremos julgados pelos nossos atos" o "julgados" é particípio ou adjetivo , o "pela nossos atos" não seria complemento nominal ? Por que é adjunto adverbial?
  • henkkantebellum
    • 22/01/14
    • 945

    #2
    Originally posted by Eli lima View Post
    Na oração " nós seremos julgados pelos nossos atos" o "julgados" é particípio ou adjetivo , o "pela nossos atos" não seria complemento nominal ? Por que é adjunto adverbial?
    Primeiro: Não sei por qual motivo você colocou "voz passiva", sendo que o verbo "ser" está na voz ativa. Mas, tudo bem.

    Nós seremos julgados pelos nossos atos.
    Nós = Sujeito determinado e simples (possui apenas um núcleo). O "nós" é pronome pessoal do caso reto da primeira pessoa do plural.
    Seremos = Verbo "ser" conjugado na primeira pessoa do plural do Futuro do Presente do Modo Indicativo. "Ser" é Verbo de ligação.
    Julgados = É predicativo do sujeito, numa análise sintática. "julgados" funciona como termo qualificador de "nós".
    "Pelos nossos atos" é adjunto adverbial pq se refere ao adjetivo "julgados".

    https://www.todamateria.com.br/adjunto-adverbial/
    https://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint17.php (sobre CN)
    Pra vc ler sobre adjunto adverbial e CN. E leia!
    Tem uma parte sobre complemento nominal no artigo correspondente que vai esclarecer sua dúvida. Transcrevi abaixo.
    "O complemento nominal representa o recebedor, o paciente, o alvo da declaração expressa por um nome. É regido pelas mesmas preposições do objeto indireto. Difere deste apenas porque, em vez de complementar verbos, complementa nomes (substantivos, adjetivos) e alguns advérbios em -mente".
    Então "pelos nossos atos" NUNCA será CN!

    Comentrio

    • henkkantebellum
      • 22/01/14
      • 945

      #3
      Por fim, quando você se questionou sobre "julgados" ser particípio ou adjetivo, lembrei de mais uma coisa.

      https://www.todamateria.com.br/derivacao-impropria/

      Não sei se você conhece o conceito de derivação imprópria, mas leia o artigo para te esclarecer.
      A palavra "Julgados" é particípio ou adjetivo a depender da função que o termo exerce na oração.

      E, novamente, repetirei algo que já te falei antes aqui. E aparentemente não deve ter surtido efeito. Mas como vejo seu grande esforço, me sinto na obrigação de repetir quantas vezes forem necessárias.
      Você querer estudar através de exercícios ou ler texto de lei seca é excelente. Eu mesmo faço isso.
      Só que você fazer exercícios ou ler texto legal SEM ESTUDAR TEORIA ANTES não dá. E você não está estudando teoria colega, ou está estudando com um material muito ruim/deficiente.

      No meu entendimento, pare agora o que você está fazendo e pegue um material decente de teoria para estudar. E leve isso como um conselho de amigo, de alguém que reconhece seu esforço e quer ver você num bom emprego público futuramente.
      Não sei para qual cargo quer estudar, mas, se você procurar, tem bases de dados na net em geral (e mais especificadamente no fórum mesmo) com bibliografia e professores adequados para cada área de conhecimento em que você deseje se aprimorar.

      Primeiro: se você não sabe teoria, que tipo de base você terá para responder um exercício ou ler um texto legal?
      Segundo: sem teoria, vc não tem algum poder de argumentação em cima de uma resposta que eu ou um colega aqui poderia dar para algum questionamento seu. Você, simplesmente, teria que aceitar que o que foi dito para você é verdadeiro ou, pior, você não ia entender nada do que foi respondido para você.
      E eu realmente adoraria ver você poder argumentar, questionar. Jamais aceitar tão passivamente uma explicação que possa ser dada para ti.
      Terceiro: sem teoria, você não tem poder algum de retenção de conteúdos, sejam estes conteúdos tratados em exercícios ou lei seca. E aí, pode ficar quanto tempo for "achando que está estudando". Você sempre vai esquecer o que acabou de ler ou o exercício que acabou de realizar.
      E esquecimento para um concurseiro é a "morte". kkk

      Se quer ser funcionário público, ser um estudante "profissional" é indispensável. E para isso, tem formas corretas e eficazes de estudar.
      Não tente se enganar. Mas se negue veementemente a ser mais uma pessoa frustrada por nunca ter conseguido uma aprovação.
      Estude com método e mantenha a mesma perseverança nos estudos, como tenho observado que mantém.
      Se depender de mim, ajudo você a esclarecer dúvidas. E como disse, o que eu não souber, vou pesquisar para te ajudar.
      Mas uma parte dos seus estudos tem que ser feita por você. E as partes principais dos estudos: saber pesquisar e sempre priorizar sua "independência" e "autonomia" na condução dos seus próprios estudos.
      Você perceberá que os resultados são muito mais eficientes assim.

      Comentrio

      • Eli lima
        • 10/05/18
        • 14

        #4
        Originally posted by henkkantebellum View Post

        Primeiro: Não sei por qual motivo você colocou "voz passiva", sendo que o verbo "ser" está na voz ativa. Mas, tudo bem.

        Nós seremos julgados pelos nossos atos.
        Nós = Sujeito determinado e simples (possui apenas um núcleo). O "nós" é pronome pessoal do caso reto da primeira pessoa do plural.
        Seremos = Verbo "ser" conjugado na primeira pessoa do plural do Futuro do Presente do Modo Indicativo. "Ser" é Verbo de ligação.
        Julgados = É predicativo do sujeito, numa análise sintática. "julgados" funciona como termo qualificador de "nós".
        "Pelos nossos atos" é adjunto adverbial pq se refere ao adjetivo "julgados".

        https://www.todamateria.com.br/adjunto-adverbial/
        https://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint17.php (sobre CN)
        Pra vc ler sobre adjunto adverbial e CN. E leia!
        Tem uma parte sobre complemento nominal no artigo correspondente que vai esclarecer sua dúvida. Transcrevi abaixo.
        "O complemento nominal representa o recebedor, o paciente, o alvo da declaração expressa por um nome. É regido pelas mesmas preposições do objeto indireto. Difere deste apenas porque, em vez de complementar verbos, complementa nomes (substantivos, adjetivos) e alguns advérbios em -mente".
        Então "pelos nossos atos" NUNCA será CN!
        O professor falou que era voz passiva ,por isso,gerou a dúvida. Porque ali, parece que é adjetivo e pelo que eu sei, a voz passiva sempre aparece com o particípio.

        Comentrio

        • henkkantebellum
          • 22/01/14
          • 945

          #5
          Originally posted by Eli lima View Post

          O professor falou que era voz passiva ,por isso,gerou a dúvida. Porque ali, parece que é adjetivo e pelo que eu sei, a voz passiva sempre aparece com o particípio.
          Eu imaginei que era problema na "fonte do estudo".
          Escuta o que o colega aqui está falando pra ti pessoa. Não leve a mal não, certo?
          Pegue um material decente de estudo para teoria. Você não vai se arrepender. Pode ter certeza.

          Comentrio

          • henkkantebellum
            • 22/01/14
            • 945

            #6
            Originally posted by Eli lima View Post

            O professor falou que era voz passiva ,por isso,gerou a dúvida. Porque ali, parece que é adjetivo e pelo que eu sei, a voz passiva sempre aparece com o particípio.
            Outra coisa, voz passiva NEM SEMPRE tem particípio. Tome cuidado com as generalizações.
            A sua, neste caso, está incorreta.

            Ex:
            Vendem-se casas.
            Esta frase está na voz passiva e não tem particípio.

            Comentrio

            • Eli lima
              • 10/05/18
              • 14

              #7
              Originally posted by henkkantebellum View Post

              Outra coisa, voz passiva NEM SEMPRE tem particípio. Tome cuidado com as generalizações.
              A sua, neste caso, está incorreta.

              Ex:
              Vendem-se casas.
              Esta frase está na voz passiva e não tem particípio.
              Mas nesse exemplo, é voz passiva sintética.
              Eu me refiro a voz passiva analítica.
              Olha o vídeo aí do professor falando da questão : https://youtu.be/x3p_IueIWc4
              Em 9:34 segundos ,ele fala da questão.

              Comentrio

              • henkkantebellum
                • 22/01/14
                • 945

                #8
                Sim, e estando na voz passiva sintética, não tem participio.

                Vamos ao exemplo que o professor deu, de uma voz passiva analítica, que está absolutamente errado!

                (Eles) Julgar-no-ão pelos nossos erros (que foi o que ele colocou na lousa numa hipotética voz ativa)
                Coloquei o (Eles) entre parênteses porque é sujeito desinencial e o professor, na lousa, não colocou o (Eles) escrito.
                Vou colocar a frase reescrita de uma forma bem grosseira, mas que vai facilitar a visualização da resolução.
                (Eles) julgarão (nós) pelos nossos erros.

                Enfim, "julgarão" está conjugado no futuro do presente do modo indicativo. E, por isso, o pronome "nos" deve ser utilizado com mesóclise, resultando em "julgar-nos-ão".
                Por isso, então, o verbo de ligação "ser" (que é o que vamos usar como verbo auxiliar) deve ser utilizado no mesmo tempo do verbo na voz ativa. E o verbo da voz ativa "julgar", verbo principal na voz passiva, irá para o particípio.

                Considerando a ideia do professor, a voz passiva ficaria assim:
                Nós SEREMOS julgados (por eles) pelos nossos erros
                Tirando o (por eles)
                Nós seremos julgados pelos nossos erros

                Primeiro, quem falou que o ELES é sujeito da voz ativa?
                Onde está a referência de que eram "eles"?
                Ele inventou o "eles". A menos que tenha alguma referência a isso, em momento anterior ao que você especificou no vídeo.

                Vou colocar uma voz ativa fictícia e reescrever na voz passiva para você perceber o erro.
                (Vós) julgar-nos-eis pelos nossos erros (voz ativa)
                (Vós) julgareis (nós) pelos nossos erros
                Nós seremos julgados (por vós) pelos nossos erros (voz passiva)
                Tirando o (por vós)
                Nós seremos julgados pelos nossos erros

                Se você desconsiderar os agentes da passiva nos dois exemplos, você chega exatamente na mesma frase
                Como o agente da passiva não foi colocado na oração em pauta, não tem como afirmar qual o sujeito de uma "possível" voz ativa.
                Portanto, a afirmação do professor está bem errada.

                Mais um exemplo:
                (Eli Lima) julgar-nos-á pelos nossos erros (voz ativa)
                Nós seremos julgados (pela Eli Lima) pelos nossos erros (voz passiva)
                Tirando o (pela Eli Lima)
                Nós seremos julgados pelos nossos erros

                Três frases diferentes, na voz ativa, que resultam numa mesma voz passiva só pela inexistência do agente da passiva.

                Comentrio

                • henkkantebellum
                  • 22/01/14
                  • 945

                  #9
                  Eli lima
                  Marquei vc para que, quando tu entre novamente, venha ver a resolução realmente correta da questão.

                  Guria, pensei até agora a respeito da sua questão. Fiquei super encanado com ela.
                  Ambos estávamos errados. E o seu professor também. Como você disse, com base no seu professor, que "Pelos nossos atos" era adjunto adverbial, eu raciocinei a oração da forma errada.
                  Mas como o "erro" também é pedagógico, não vou apagar a forma como desenvolvi anteriormente meu raciocínio para esta questão. Vou deixar aqui o que fiz e me atentar melhor para situações como esta.
                  Mas que eu sentia que tinha algo errado com a expressão, ah isso sim. Tinha algo que não estava "batendo". kkk
                  Tinha que ter o "agente da passiva" em algum lugar...

                  "Pelos nossos atos" é o agente da passiva.

                  A voz ativa da sua expressão é:
                  NOSSOS ATOS NOS JULGARÃO.

                  "Pelos nossos atos" não é adjunto adverbial, tampouco complemento nominal. É agente da passiva!
                  Logo, o seu professor não poderia ter falado que "Pelos nossos atos" é adjunto adverbial. Tampouco falar que a voz ativa da expressão era "Julgar-nos-ão pelos nossos atos".
                  Logo, teu pensamento sobre "Pelos nossos atos" ser CN ou Adjunto adverbial sequer vinha ao caso.

                  Certo?
                  Agora posso dormir sossegado e em paz. kkkkk

                  Comentrio

                  • Eli lima
                    • 10/05/18
                    • 14

                    #10
                    Originally posted by henkkantebellum View Post
                    Eli lima
                    Marquei vc para que, quando tu entre novamente, venha ver a resolução realmente correta da questão.

                    Guria, pensei até agora a respeito da sua questão. Fiquei super encanado com ela.
                    Ambos estávamos errados. E o seu professor também. Como você disse, com base no seu professor, que "Pelos nossos atos" era adjunto adverbial, eu raciocinei a oração da forma errada.
                    Mas como o "erro" também é pedagógico, não vou apagar a forma como desenvolvi anteriormente meu raciocínio para esta questão. Vou deixar aqui o que fiz e me atentar melhor para situações como esta.
                    Mas que eu sentia que tinha algo errado com a expressão, ah isso sim. Tinha algo que não estava "batendo". kkk
                    Tinha que ter o "agente da passiva" em algum lugar...

                    "Pelos nossos atos" é o agente da passiva.

                    A voz ativa da sua expressão é:
                    NOSSOS ATOS NOS JULGARÃO.

                    "Pelos nossos atos" não é adjunto adverbial, tampouco complemento nominal. É agente da passiva!
                    Logo, o seu professor não poderia ter falado que "Pelos nossos atos" é adjunto adverbial. Tampouco falar que a voz ativa da expressão era "Julgar-nos-ão pelos nossos atos".
                    Logo, teu pensamento sobre "Pelos nossos atos" ser CN ou Adjunto adverbial sequer vinha ao caso.

                    Certo?
                    Agora posso dormir sossegado e em paz. kkkkk
                    O particípio pode ser confundido com o adjetivo , pois tem um artigo aqui mesmo na web que fala :Em se tratando dos verbos auxiliares “ser” e “estar”, o particípio, ora assumindo a função de adjetivo, concorda em gênero e número com o vocábulo ao qual faz referência – no caso, o sujeito. Recursos foram gastos com estas obras inacabadas.Fonte:https://m.brasilescola.uol.com.br/gr...es-verbais.htm
                    Isso acaba gerando dúvidas, porque o normal em uma locução verbal é que o verbo principal permaneça invariável. E mais, o verbo "ser"está parecendo verbo de ligação e o "julgados" predicativo do sujeito. De fato é uma locução verbal ,porque caso contrário não seria voz passiva analítica. Não entendo por que o professor falou que " Pelos nossos atos " não poderia ser o agente da passiva . Como você conseguiu concluir que o "pelos nossos atos" é o agente da passiva?

                    Comentrio

                    • henkkantebellum
                      • 22/01/14
                      • 945

                      #11
                      ;
                      Originally posted by Eli lima View Post

                      O particípio pode ser confundido com o adjetivo , pois tem um artigo aqui mesmo na web que fala :Em se tratando dos verbos auxiliares “ser” e “estar”, o particípio, ora assumindo a função de adjetivo, concorda em gênero e número com o vocábulo ao qual faz referência – no caso, o sujeito. Recursos foram gastos com estas obras inacabadas.
                      Isso acaba gerando dúvidas, porque o normal em uma locução verbal é que o verbo principal permaneça invariável. E mais, o verbo "ser"está parecendo verbo de ligação e o "julgados" predicativo do sujeito. De fato é uma locução verbal ,porque caso contrário não seria voz passiva analítica. Não entendo por que o professor falou que " Pelos nossos atos " não pode ser o agente da passiva . Como você chegou a conclusão que se trata de agente da passiva?
                      Eli lima
                      Pois é. Eu também me confundi pq levei a explicação do professor como "correta" sem maiores questionamentos. Eu sequer tinha realmente parado e raciocinado a questão como se deveria; porque, depois de ter me dado conta da resolução correta do exercício, era extremamente simples e lógico.
                      Você viu que inicialmente eu tinha cogitado "Nós" como sujeito, "seremos" como verbo de ligação, "julgados" como predicativo do sujeito e "pelos nossos atos" como adjunto adverbial. E neste caso não teria "voz passiva".
                      Quando você me mandou o vídeo com a explicação do professor, comecei a trabalhar em cima do que ele tinha dito e percebi que se "Nós seremos julgados pelos nossos erros" estivesse realmente na voz passiva como ele tinha dito, NUNCA que a voz ativa dessa frase seria "Julgar-nos-ão pelos nossos atos".
                      Logo, eu percebi que a frase tinha um problema fundamental: ONDE ESTAVA O AGENTE DA PASSIVA SE A FRASE REALMENTE ESTAVA NA VOZ PASSIVA?
                      O que me fez cogitar que realmente a frase estivesse na voz passiva era o verbo "julgar" ser transitivo direto. Portanto, cabível a voz passiva. Só que eu não estava percebendo quem era o agente da passiva.
                      Foi quando me dei conta que eram os ATOS que julgavam. Aí a frase fez sentido. E, aí, fazia sentido "Nós seremos julgados pelos nossos ATOS" estar na voz passiva. E, aí, fazia sentido "Nossos atos nos julgarão" ser a voz ativa da frase que nós estávamos analisando.
                      Então o correto era "Nós" como sujeito paciente, "seremos julgados" como verbo julgar na voz passiva e "pelos nossos ATOS" agente da passiva.
                      Mas, pelo que observei, vc concordou com a minha forma de pensar. Agora, porque o professor não falou que era agente da passiva, isso não sei te dizer.
                      Mas foi um baita vacilo dele, considerando que ele é professor e nós, reles estudantes.

                      Acredito que o erro do professor tenha sido motivado por isso:
                      Quando falamos "Nossos ATOS nos julgarão", vai na contramão de um pensamento lógico. De primeira, você jamais imaginaria que ATOS poderiam julgar.
                      Como a frase está no sentido conotativo (sentido figurado), fica meio complicado vislumbrar tão imediatamente que os ATOS poderiam julgar alguém.
                      Mas quando extraímos o significado da expressão, fica mais fácil conceber que "Nossos ATOS nos julgarão" é correto e possível.
                      No meu entendimento, nossos ATOS podem emitir juízos sobre nós mesmos. Juízos sobre nossas condutas, sobre nessas crenças e nossas falhas.
                      Enfim, acho que fica compreensível extrair um significado plausível da frase que estudamos.

                      E MTO MTO bem por ter estudado esses assuntos. É assim mesmo que se faz, é assim mesmo que se estuda. Continue assim guria.
                      Muito grato por ter me ajudado a melhorar neste tópico da matéria.

                      Comentrio

                      • diogodm14
                        • 02/09/14
                        • 102

                        #12
                        A explicação do professor está absolutamente correta: pelos nossos atos é adjunto adverbial.

                        Comentrio

                        • diogodm14
                          • 02/09/14
                          • 102

                          #13
                          Não existe regra que diz que a voz passiva sempre tem agente da passiva.

                          Comentrio

                          • henkkantebellum
                            • 22/01/14
                            • 945

                            #14
                            Originally posted by diogodm14 View Post
                            A explicação do professor está absolutamente correta: pelos nossos atos é adjunto adverbial.
                            diogodm14
                            Se o colega puder colaborar com a discussão ao invés de simplesmente jogar um comentário sem fontes; poste, por gentileza, um trecho doutrinário (ou mesmo um exemplo prático) que exemplifique a resolução dada por ti.

                            http://www.portaldalinguaportuguesa....ma&lemma=46594
                            Sobre a "transitividade" do verbo "julgar".

                            Que o agente da passiva é um termo facultativo, isto estou ciente.
                            Fonte: http://www.nilc.icmc.usp.br/nilc/min...edapassiva.htm
                            "A oração na voz passiva pode ser formada através do recurso de um verbo auxiliar (ser, estar). Nas construções com verbo auxiliar, costuma-se explicitar o agente da passiva, apesar de ser este um termo de presença facultativa na oração. Em orações cujo verbo está na terceira pessoa do plural, é muito comum ocultar-se o agente da passiva. Isso se justifica pelo fato de que, nessas situações, o sujeito pode ser indeterminado na voz ativa. Porém mesmo nesses casos, a ausência do agente é fruto da liberdade do falante".

                            Porém, não foi a este ponto que me referi quando respondi a questão da colega. Mas aí você retorna e relê minhas considerações, para entender porque cheguei à conclusão que cheguei.

                            Observe:
                            (Coloquei os termos elípticos entre parênteses apenas para conferir a eles efeitos didáticos).
                            1-Nós seremos julgados (por eles) pelos nossos atos = (Eles) julgar-nos-ão pelos nossos atos (Considerando que o verbo julgar tenha sujeito indeterminado e a voz passiva seja esta, conforme a resposta dada pelo professor)
                            No caso, podemos interpretar que ALGUÉM, que não se sabe exatamente quem é, nem quantos são; julgar-nos-á por conta dos nossos atos. No caso, nossos atos são o motivo/a causa do julgamento que será conduzido por uma ou mais pessoas. Logo, este sentido estaria de acordo com o que você também entende como correto.
                            2-Nós seremos julgados pelos nossos atos = Nossos atos nos julgarão (Considerando que o verbo julgar tenha sujeito determinado)
                            Neste caso, conforme já havia escrito antes, nossos atos são aqueles que nos julgarão. Serão os agentes da ação "julgar".

                            O "agente da passiva", pela simples supressão deste termo na oração, motivada pela faculdade conferida pela gramática a tal supressão; causa inadequações na estrutura oracional na medida que permite mais de uma interpretação ao excerto.
                            Logo, há ambiguidade. Logo, torna a resposta do professor incorreta.
                            Enfim, o que se questiona aqui não é a "simples" ausência do agente da passiva; mas, sim, a ausência do termo causar ambiguidade.
                            Por fim, sem contexto que defina elementos de coesão com a oração analisada, não tem como afirmar que a resposta do professor (e ratificada por você) é correta.
                            Considerei "pelos nossos atos" como agente da passiva por causa desses fatores: "pelos nossos atos" pode ser agente da passiva, verbo julgar é transitivo e não tem nenhum elemento coesivo (anafórico ou catafórico) que revele a marcação de "sujeito indeterminado".
                            A oração foi "deixada" isolada para análise.
                            Em suma, entre responder uma questão usando um termo que está ali na oração, no caso "pelos nossos atos", e um termo que você tem que "inventar" que está ali, no caso a marcação do sujeito indeterminado "por eles"; prefiro ficar com o termo mais "óbvio" a olho nu.

                            Mas se você entender diferente, vou aguardar sua resposta para debatermos. E espero que oportunize um debate para discutirmos teorias que caibam à análise do caso em concreto.
                            Bons estudos.

                            Outra coisa.
                            Você postou esta pergunta aqui umas semanas atrás:
                            http://www.forumconcurseiros.com/for...2397738-duvida
                            Verificou se a minha resolução estava correta?

                            Comentrio


                            Working...
                            X