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PERDAS ANORMAIS

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  • asdel
    • 25/11/06
    • 772

    PERDAS ANORMAIS

    (ESAF) No processo produtivo da empresa Desperdício S.A., no mês de julho de 2005, ocorreram perdas com rebarbas decorrentes do corte de tecidos da linha de produção. Em virtude da contratação de funcionário sem experiência houve a perda de 100 itens por mau uso de equipamentos. De acordo com os conceitos contábeis, devem ser registradas essas perdas:

    a) ambas como custo dos produtos vendidos.
    b) respectivamente, como despesa operacional e custo.
    c) ambas como despesas não-operacionais no resultado.
    d) ambas como despesas operacionais no resultado.
    e) respectivamente, como custo e despesa operacional

    (FCC) A empresa Albatroz tem em seu parque industrial capacidade instalada para processar o equivalente a 4 toneladas de fertilizantes agrícolas ao mês. Esta capacidade, ao longo dos últimos 5 anos, tem se mostrado superior em 10% ao que regularmente a empresa processa. No último exercício, em virtude de uma anormal crise econômica no país no qual a empresa opera, sua produção tem sido 25% abaixo de sua capacidade instalada. Se a empresa opera com uma ociosidade de 25% em relação a sua capacidade instalada, pode-se concluir que 10% é a sua ociosidade normal e os 15% restantes é a sua capacidade ociosa excedente.

    Levando em consideração o que anteriormente foi exposto, a capacidade ociosa deve sofrer o seguinte tratamento contábil:

    a) capacidade ociosa excedente deveria ser lançada diretamente ao resultado do período em uma despesa operacional.
    b) capacidade ociosa normal deve ser lançada aos estoques para, posteriormente, ser apropriada ao Custo do Produto Vendido; a ociosidade excedente deve ser lançada a uma despesa não operacional no período em que ocorrer.
    c) capacidade ociosa normal e capacidade ociosa excedente, por não estarem ligadas diretamente à produção de produtos, devem ser lançadas ao resultado do exercício, quando ocorrerem, em uma despesa não operacional.
    d) capacidade ociosa excedente e a capacidade ociosa normal devem ser transferidas aos estoques de produtos acabados, para posteriormente serem apropriadas ao custo da produção vendida.
    e) capacidade ociosa não é mensurada, não podendo ser lançada em estoques, custo da produção vendida ou despesas não operacionais.

    "Comentários: Para acertar a questão, deve-se aplicar o mesmo raciocínio que diferencia perdas normais de anormais. A capacidade ociosa Normal é tratada como Custo de Produção e, portanto, deve ser apropriada aos produtos fabricados. Já a capacidade ociosa Excedente, por ser anormal, deve ser lançada ao resultado como Despesa."


    "As perdas anormais são aquelas imprevisíveis, aleatórias e involuntárias decorrentes de acidentes ou extravio. As perdas normais, como fazem parte do processo normal de produção são consideradas Custo de Produção. Já as perdas anormais são lançadas ao resultado como Despesas não operacionais."


    Professor, afinal perdas anormais são despesas operacionais ou não operacionais?

    Obrigado...
  • Ricardo Chalhoub
    • 26/11/06
    • 1418

    #2
    As perdas normais durante o processo produtivo devem ter seus custos alocados ao Custo dos Produtos Fabricados.
    As perdas anormais durante o processo produtivo devem ser tratadas como perdas do período (despesas operacionais).

    As perdas com rebarbas decorrentes do corte de tecidos da linha de produção são perdas normais, logo deve ser alocada como custo.

    As perdas de 100 itens por mau uso de equipamentos devido a contratação de funcionarios sem experiencia são perdas anormais, logo devem ser alocadas como despesa operacional


    A opção certa é a letra E

    Comentário

    • Ricardo Chalhoub
      • 26/11/06
      • 1418

      #3
      Quanto a segunda eu acho que a ociosidade excedente deveria ser despesa operacional.

      Sugiro perguntar aos professores Oscar Lima e Sérgio Demolidor.

      Se souber algo me diga depois

      Comentário

      • asdel
        • 25/11/06
        • 772

        #4
        OK...VOU PERGUNTAR A ELE.

        EU RETORNO...

        Comentário

        • Ricardo Chalhoub
          • 26/11/06
          • 1418

          #5
          Fico aguardando

          Comentário

          • Demolidor
            • 29/11/06
            • 353

            #6
            Postado Originalmente por Ricardo Chalhoub
            Quanto a segunda eu acho que a ociosidade excedente deveria ser despesa operacional.

            Sugiro perguntar aos professores Oscar Lima e Sérgio Demolidor.

            Se souber algo me diga depois
            As despesas podem ser classificadas ou denominadas como segue:

            a. Custo -é o preço pelo qual se obtém um bem, direito ou serviço. Por extensão, é também o montante do preço da matéria-prima, mão-de-obra e outros encargos incorridos para a produção de bens ou serviços. Ele é, portanto, o preço pelo qual é adquirido um bem ou serviço, bem como o incorrido no processo interno da empresa para prestação de serviços ou obtenção de bens, para venda ou uso interno.

            b. Despesa -é o encargo necessário para comercializar os bens ou serviços, objetos da atividade, bem como para a manutenção da estrutura empresarial independentemente da sua freqüência. A despesa, embora direta ou indiretamente necessária para a geração da receita, não está associada à prestação do serviço ou à produção do bem, não sendo, pois, agregada ao custo.

            c. Despesa não operacional -corresponde ao evento econômico diminutivo ao patrimônio líquido, não associado com a atividade principal da empresa, independentemente da sua freqüência. Como casos comuns desse tipo de despesa temos as perdas de capital, correspondentes a transações com imobilizados ou com investimentos de natureza permanente, desde que não relacionadas com a atividade principal da empresa.

            d. Prejuízo ou perda -corresponde a evento econômico diminutivo ao patrimônio líquido, não associado com atividades relacionadas com a cessão ou aquisição de bens ou direitos, incluindo as baixas de bens ou direitos que perderam a utilidade para a empresa, mas não se limitando a elas. O conceito de prejuízo ou perda é de elemento líquido, ou seja, após redução das eventuais receitas dos correspondentes bens ou direitos.

            e. Prejuízo (ou perda) extraordinário (a) - é o evento econômico diminutivo do patrimônio líquido, que não resulta das operações típicas da empresa no período contábil, sendo, conseqüentemente, de natureza inusitada e apresentando alto grau de anormalidade. O conceito de prejuízo (ou perda) extraordinário (a) também é de elemento líquido, excluindo ainda a correspondente parcela de impostos aplicáveis.

            Comentário

            • asdel
              • 25/11/06
              • 772

              #7
              Obrigado demolidor...

              Entao a questão da ESAF está errada, pois considerou como despesa operacional. E nao foi anulada.

              Comentário

              • Ricardo Chalhoub
                • 26/11/06
                • 1418

                #8
                A questõ da ESAF considerou como despesa não operacional, por isso está errada. Qualquer perda anormal e qualquer ociosidade excedente estão associadas a atividade operacional da empresa. logo são despesas operacionais

                Comentário

                • asdel
                  • 25/11/06
                  • 772

                  #9
                  hehehe...

                  A ESAF considerou como despesa operacional e nao como despesa nao operacional. É a primeira questão lá encima. Eu até destaquei.

                  Abraço....

                  Comentário

                  • Ricardo Chalhoub
                    • 26/11/06
                    • 1418

                    #10
                    A primeira questão esta correto o gabarito, mas a segunda para mim está errada, pois seria despesa opercional também.

                    Comentário

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