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DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

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  • JocaAFRFB
    • 05/09/08
    • 98

    DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

    OLÁ FUTUROS COLEGAS!
    ESTOU COM UMA DÍVIDA ACERCA DO LANÇAMENTO DO AJUSTE À VALOR PRESENTE.
    VOU COLOCAR UM EXEMPLO QUE TIREI DO SITE DO PROFESSOR CLAUDIO ZORZO, AÍ FICA MAIS FÁCIL DE EXPLICAR:

    EXEMPLO:
    A empresa tem uma mercadoria com preço de venda a vista de 100,00 entretanto vendeu a prazo, para receber em 2 anos, por 124.00.
    O preço venda é 100,00 os 24,00 a mais estão relacionados com juros e taxas, referente ao prazo de 2 anos, não tem relação com a margem de lucro. Estes juros deverão ser reconhecidos como receita na medida em que o tempo for passando.
    Lançamento da venda:
    D – duplicata a receber LP – 124,00 (ARLP)
    D – dedução – ajuste ao valor presente – 24,00 (DRE)
    C – receita bruta de vendas – 124,00 (DRE)
    C – provisão para ajuste ao valor presente – 24,00 (redutora ARLP)

    Lançamento na apropriação mensal dos juros:
    D – provisão para ajuste ao valor presente – 1,00
    C – receita financeira – 1,00
    Lançamento na quitação da duplicata pelo cliente:
    D – caixa – 124,00
    C – duplicata a receber – 124,00


    MINHA DÚVIDA É A SEGUINTE:
    COMO O VALOR DA VENDA LÍQUIDA É DE $100,00 , QDO EU FAÇO O LANÇAMENTO NA DRE, O VALOR DA RECEITA QUE DEVE APARECER É LÍQUIDA DO JUROS? ESSE VALOR LÍQUIDO É QUE SERÁ A BASE DE CALCULO PARA O CALCULO DOS IMPOSTOS SOBRE VENDA? NO CASO DO EXEMPLO, A BASE DE CALCULO DO ICMS, POR EXEMPLO, SERIA $100,00 E NÃO $124,00???


    OBRIGADO PELA AJUDA!
  • bento xvii
    • 25/11/06
    • 580

    #2
    Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

    Postado Originalmente por JocaAFRFB
    OLÁ FUTUROS COLEGAS!
    ESTOU COM UMA DÍVIDA ACERCA DO LANÇAMENTO DO AJUSTE À VALOR PRESENTE.
    VOU COLOCAR UM EXEMPLO QUE TIREI DO SITE DO PROFESSOR CLAUDIO ZORZO, AÍ FICA MAIS FÁCIL DE EXPLICAR:

    EXEMPLO:
    A empresa tem uma mercadoria com preço de venda a vista de 100,00 entretanto vendeu a prazo, para receber em 2 anos, por 124.00.
    O preço venda é 100,00 os 24,00 a mais estão relacionados com juros e taxas, referente ao prazo de 2 anos, não tem relação com a margem de lucro. Estes juros deverão ser reconhecidos como receita na medida em que o tempo for passando.
    Lançamento da venda:
    D – duplicata a receber LP – 124,00 (ARLP)
    D – dedução – ajuste ao valor presente – 24,00 (DRE)
    C – receita bruta de vendas – 124,00 (DRE)
    C – provisão para ajuste ao valor presente – 24,00 (redutora ARLP)

    Lançamento na apropriação mensal dos juros:
    D – provisão para ajuste ao valor presente – 1,00
    C – receita financeira – 1,00
    Lançamento na quitação da duplicata pelo cliente:
    D – caixa – 124,00
    C – duplicata a receber – 124,00


    MINHA DÚVIDA É A SEGUINTE:
    COMO O VALOR DA VENDA LÍQUIDA É DE $100,00 , QDO EU FAÇO O LANÇAMENTO NA DRE, O VALOR DA RECEITA QUE DEVE APARECER É LÍQUIDA DO JUROS? ESSE VALOR LÍQUIDO É QUE SERÁ A BASE DE CALCULO PARA O CALCULO DOS IMPOSTOS SOBRE VENDA? NO CASO DO EXEMPLO, A BASE DE CALCULO DO ICMS, POR EXEMPLO, SERIA $100,00 E NÃO $124,00???


    OBRIGADO PELA AJUDA!
    Anexo da deliberação 564 da CVM:
    12. Como se contabilizam a compra e venda de bens a prazo cuja contrapartida requeira o ajuste a valor presente?

    No caso de venda, por exemplo, de imóvel a prazo, por valor nominal, sem especificação de juros, após os procedimentos de determinação do ajuste a valor presente dever esse ajuste retificar o ativo realizável e a receita de venda, podendo o ajuste ao ativo realizável ser feito em conta retificadora. Conta essa que deverá ser apropriada como receita financeira até o vencimento.

    No comprador o ajuste retifica o custo do ativo imobilizado que deve ser registrado pelo seu valor presente e a retificação do passivo pode também contar com conta redutora a gerar despesa financeira até o vencimento.

    Por exemplo, suponha-se uma venda de imóvel por $ 10.000 mil, pago com entrada de $ 4.000 mil em dinheiro e 3 (três) notas promissórias anuais de $ 2.000 mil cada uma, sem juros, efetuada num momento em que a taxa de juros, para o tipo de vendedor e comprador, seja, para ambos, de 18% ao ano (essas taxas podem ser diferentes para eles).

    O vendedor, na transação, registra:
    D – Caixa $ 4.000.000
    D – Notas Promissórias a Receber $ 6.000.000
    C – Juros a Apropriar $ 1.651.454
    C – Receita de Venda de Imóveis $ 8.348.546

    O comprador:
    D – Imóveis $ 8.348.546
    D – Juros a Apropriar $ 1.651.454
    C – Caixa $ 4.000.000
    C – Notas Promissórias a Pagar $ 6.000.000

    Em ambas as Notas Promissórias aparecerão (em um no seu ativo; no outro, no seu passivo) pelo seu saldo líquido constituído do valor nominal diminuído dos Juros a Apropriar, e esse saldo irá crescendo pela apropriação dos juros ao resultado, até que no vencimento essas contas retificadoras zerem.

    Dúvidas ?

    Comment

    • Lelezinha
      • 27/02/07
      • 83

      #3
      Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

      Oi, Joca, os meus "palpites" sobre a sua dúvida, de trás p/ frente:

      Postado Originalmente por bento xvii
      ESSE VALOR LÍQUIDO É QUE SERÁ A BASE DE CALCULO PARA O CALCULO DOS IMPOSTOS SOBRE VENDA? NO CASO DO EXEMPLO, A BASE DE CALCULO DO ICMS, POR EXEMPLO, SERIA $100,00 E NÃO $124,00???
      O Prof. Imbassahy disse em sala de aula que o ajuste a valor presente não influi no cálculo do ICMS; então, o ICMS devido seria sobre os R$124,00 da Nota Fiscal, mesmo. Mas precisaria ir atrás de alguma doutrina/disposição legal pra embasar isso 100%.

      Postado Originalmente por bento xvii
      QDO EU FAÇO O LANÇAMENTO NA DRE, O VALOR DA RECEITA QUE DEVE APARECER É LÍQUIDA DO JUROS?
      A idéia em contabilidade é sempre demonstrar todos os lançamentos o mais esmiuçado quanto possível, então, evita-se simplesmente lançar valores já líquidos. A resposta a sua pergunta já está no lançamento mesmo do Zorzo.

      No exemplo do Zorzo:
      Postado Originalmente por bento xvii
      Lançamento da venda:
      D – duplicata a receber LP – 124,00 (ARLP)
      D – dedução – ajuste ao valor presente – 24,00 (DRE)
      C – receita bruta de vendas – 124,00 (DRE)
      C – provisão para ajuste ao valor presente – 24,00 (redutora ARLP)
      Então, o lançamento da venda é duplicata a receber em contrapartida a receita de vendas (não se esqueça de dar baixa nos estoques em contrapartida a CMV rsrsrs).

      Só que como é necessário fazer o ajuste a valor presente, vc tem de registrar uma conta retificadora de Duplicata a Receber (que tem saldo devedor) que é a Provisão p/ Ajuste a Valor Presente (tem saldo credor): C – provisão para ajuste ao valor presente – 24,00 (redutora ARLP)

      Vc constitui essa Provisão em contrapartida a uma Despesa de ajuste ao valor presente: D – dedução – ajuste ao valor presente – 24,00 (DRE) que mais adiante aparece na DRE.

      Então, temos:

      ATIVO
      Duplicata a receber 124,00
      Provisão p/ ajuste a valor presente (24,00)
      Valor líquido de duplicata a receber 100,00

      DRE
      Receita bruta inicial 124,00
      Despesa de ajuste a valor presente (24,00)
      Receita bruta final 100,00

      PS: "chupei" esse modelinho acima da pág. 123 do livro Mudanças Contábeis na Lei Societária do Hugo Rocha Braga.

      Comment

      • JocaAFRFB
        • 05/09/08
        • 98

        #4
        Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

        Pessoal,
        Poderia considerar que na DRE o grupo das Receitas ficaria assim?

        Seria entao:

        Receita Bruta de Venda - 124,00
        icms(10% x 124,00) - (12,4)
        Dedução (Contra Partida)- (24,00)
        Receita Líquida de Venda - 87,60

        Está correto? ou essa deduçao seria feita no grupo de despesas financeiras?

        Obrigado pelo auxílio!
        Forte Abraço

        Comment

        • JocaAFRFB
          • 05/09/08
          • 98

          #5
          Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

          [quote=Lelezinha]Oi, Joca, os meus "palpites" sobre a sua dúvida, de trás p/ frente:

          Postado Originalmente por bento xvii
          ESSE VALOR LÍQUIDO É QUE SERÁ A BASE DE CALCULO PARA O CALCULO DOS IMPOSTOS SOBRE VENDA? NO CASO DO EXEMPLO, A BASE DE CALCULO DO ICMS, POR EXEMPLO, SERIA $100,00 E NÃO $124,00???
          O Prof. Imbassahy disse em sala de aula que o ajuste a valor presente não influi no cálculo do ICMS; então, o ICMS devido seria sobre os R$124,00 da Nota Fiscal, mesmo. Mas precisaria ir atrás de alguma doutrina/disposição legal pra embasar isso 100%.

          Postado Originalmente por "bento xvii":li021x6a
          QDO EU FAÇO O LANÇAMENTO NA DRE, O VALOR DA RECEITA QUE DEVE APARECER É LÍQUIDA DO JUROS?
          A idéia em contabilidade é sempre demonstrar todos os lançamentos o mais esmiuçado quanto possível, então, evita-se simplesmente lançar valores já líquidos. A resposta a sua pergunta já está no lançamento mesmo do Zorzo.


          Lelezinha,
          Obrigado pelo auxílio!
          Te pergunto, o livro do professor Prof. Imbassahy está atualizado? Vale a pena adquiri-lo? O livro do RF em alguns pontos deixa muito a desejar, estou sentindo falta de um livro mais completo.

          Muito Obrigado!
          O Abraço deixo pra dar qdo formos colegas na RF!
          No exemplo do Zorzo:
          Postado Originalmente por bento xvii
          Lançamento da venda:
          D – duplicata a receber LP – 124,00 (ARLP)
          D – dedução – ajuste ao valor presente – 24,00 (DRE)
          C – receita bruta de vendas – 124,00 (DRE)
          C – provisão para ajuste ao valor presente – 24,00 (redutora ARLP)
          Então, o lançamento da venda é duplicata a receber em contrapartida a receita de vendas (não se esqueça de dar baixa nos estoques em contrapartida a CMV rsrsrs).

          Só que como é necessário fazer o ajuste a valor presente, vc tem de registrar uma conta retificadora de Duplicata a Receber (que tem saldo devedor) que é a Provisão p/ Ajuste a Valor Presente (tem saldo credor): C – provisão para ajuste ao valor presente – 24,00 (redutora ARLP)

          Vc constitui essa Provisão em contrapartida a uma Despesa de ajuste ao valor presente: D – dedução – ajuste ao valor presente – 24,00 (DRE) que mais adiante aparece na DRE.

          Então, temos:

          ATIVO
          Duplicata a receber 124,00
          Provisão p/ ajuste a valor presente (24,00)
          Valor líquido de duplicata a receber 100,00

          DRE
          Receita bruta inicial 124,00
          Despesa de ajuste a valor presente (24,00)
          Receita bruta final 100,00

          PS: "chupei" esse modelinho acima da pág. 123 do livro Mudanças Contábeis na Lei Societária do Hugo Rocha Braga.[/quote:li021x6a]

          Comment

          • JocaAFRFB
            • 05/09/08
            • 98

            #6
            Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

            Postado Originalmente por bento xvii
            Postado Originalmente por JocaAFRFB
            OLÁ FUTUROS COLEGAS!
            ESTOU COM UMA DÍVIDA ACERCA DO LANÇAMENTO DO AJUSTE À VALOR PRESENTE.
            VOU COLOCAR UM EXEMPLO QUE TIREI DO SITE DO PROFESSOR CLAUDIO ZORZO, AÍ FICA MAIS FÁCIL DE EXPLICAR:

            EXEMPLO:
            A empresa tem uma mercadoria com preço de venda a vista de 100,00 entretanto vendeu a prazo, para receber em 2 anos, por 124.00.
            O preço venda é 100,00 os 24,00 a mais estão relacionados com juros e taxas, referente ao prazo de 2 anos, não tem relação com a margem de lucro. Estes juros deverão ser reconhecidos como receita na medida em que o tempo for passando.
            Lançamento da venda:
            D – duplicata a receber LP – 124,00 (ARLP)
            D – dedução – ajuste ao valor presente – 24,00 (DRE)
            C – receita bruta de vendas – 124,00 (DRE)
            C – provisão para ajuste ao valor presente – 24,00 (redutora ARLP)

            Lançamento na apropriação mensal dos juros:
            D – provisão para ajuste ao valor presente – 1,00
            C – receita financeira – 1,00
            Lançamento na quitação da duplicata pelo cliente:
            D – caixa – 124,00
            C – duplicata a receber – 124,00


            MINHA DÚVIDA É A SEGUINTE:
            COMO O VALOR DA VENDA LÍQUIDA É DE $100,00 , QDO EU FAÇO O LANÇAMENTO NA DRE, O VALOR DA RECEITA QUE DEVE APARECER É LÍQUIDA DO JUROS? ESSE VALOR LÍQUIDO É QUE SERÁ A BASE DE CALCULO PARA O CALCULO DOS IMPOSTOS SOBRE VENDA? NO CASO DO EXEMPLO, A BASE DE CALCULO DO ICMS, POR EXEMPLO, SERIA $100,00 E NÃO $124,00???


            OBRIGADO PELA AJUDA!
            Anexo da deliberação 564 da CVM:
            12. Como se contabilizam a compra e venda de bens a prazo cuja contrapartida requeira o ajuste a valor presente?

            No caso de venda, por exemplo, de imóvel a prazo, por valor nominal, sem especificação de juros, após os procedimentos de determinação do ajuste a valor presente dever esse ajuste retificar o ativo realizável e a receita de venda, podendo o ajuste ao ativo realizável ser feito em conta retificadora. Conta essa que deverá ser apropriada como receita financeira até o vencimento.

            No comprador o ajuste retifica o custo do ativo imobilizado que deve ser registrado pelo seu valor presente e a retificação do passivo pode também contar com conta redutora a gerar despesa financeira até o vencimento.

            Por exemplo, suponha-se uma venda de imóvel por $ 10.000 mil, pago com entrada de $ 4.000 mil em dinheiro e 3 (três) notas promissórias anuais de $ 2.000 mil cada uma, sem juros, efetuada num momento em que a taxa de juros, para o tipo de vendedor e comprador, seja, para ambos, de 18% ao ano (essas taxas podem ser diferentes para eles).

            O vendedor, na transação, registra:
            D – Caixa $ 4.000.000
            D – Notas Promissórias a Receber $ 6.000.000
            C – Juros a Apropriar $ 1.651.454
            C – Receita de Venda de Imóveis $ 8.348.546

            O comprador:
            D – Imóveis $ 8.348.546
            D – Juros a Apropriar $ 1.651.454
            C – Caixa $ 4.000.000
            C – Notas Promissórias a Pagar $ 6.000.000

            Em ambas as Notas Promissórias aparecerão (em um no seu ativo; no outro, no seu passivo) pelo seu saldo líquido constituído do valor nominal diminuído dos Juros a Apropriar, e esse saldo irá crescendo pela apropriação dos juros ao resultado, até que no vencimento essas contas retificadoras zerem.

            Dúvidas ?

            Bento,
            Estaria errado o seguinte lançamento:

            D- CLIENTES - 10.000
            C- RBV

            D- CAIXA - 4.000
            C- CLIENTES

            C- JUROS A TRANSCORRER - 1.651,45
            D- DEDUÇÃO

            ABRAÇOOOOOO!

            Comment

            • Mjlemes
              • 18/11/07
              • 112

              #7
              Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

              Postado Originalmente por JocaAFRFB
              Pessoal,
              Poderia considerar que na DRE o grupo das Receitas ficaria assim?

              Seria entao:

              Receita Bruta de Venda - 124,00
              icms(10% x 124,00) - (12,4)
              Dedução (Contra Partida)- (24,00)
              Receita Líquida de Venda - 87,60

              Está correto? ou essa deduçao seria feita no grupo de despesas financeiras?

              Obrigado pelo auxílio!
              Forte Abraço

              Joca, acredito que sua conclusão esteja certa pois, se o ajuste viesse na DRE antes da dedução do ICMS, não haveria pagamento de tal imposto em nenhum momento futuro sobre os R$24,00, ja que no ato das apropriações futuras, tais receitas (financeiras) entram um poucou mais abaixo na DRE, ou seja, depois que o ICMS já foi deduzido (após o RCM).

              Isso é só dedução, sem embasamento legal.

              Comment

              • Lelezinha
                • 27/02/07
                • 83

                #8
                Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

                Postado Originalmente por JocaAFRFB
                Pessoal,
                Poderia considerar que na DRE o grupo das Receitas ficaria assim?

                Seria entao:

                Receita Bruta de Venda - 124,00
                icms(10% x 124,00) - (12,4)
                Dedução (Contra Partida)- (24,00)
                Receita Líquida de Venda - 87,60

                Está correto? ou essa deduçao seria feita no grupo de despesas financeiras?
                Oi, Joca! Vi as considerações do colega bento xvii... E, ainda, sobre a sua dúvida inicial -- "QDO EU FAÇO O LANÇAMENTO NA DRE, O VALOR DA RECEITA QUE DEVE APARECER É LÍQUIDA DO JUROS?", parece que há um DISSENSO!!! Não entre bento vii e eu, óbvio, já que não sou nem ao menos formada em contabilidade para palpitar sobre

                Qdo digo DISSENSO me refiro a 2 FORMAS possíveis para se fazer os lançamentos de AJUSTE A VALOR PRESENTE tanto no Balanço Patrimonial quanto na DRE.

                Resumindo:

                - ainda antes da Lei 11.638, contabilistas de renome já defendiam a existência do Ajuste a Valor Presente e o Manual de Contabilidade das SA (FIPECAFI) já trazia um "modelinho" de como fazê-lo, tal qual o Prof. Zorzo que vc cita, e o Prof. Sérgio Adriano (Demolidor) que tb estuda no FIPECAFI tem feito nos seus exercícios avançados: utilizando-se de PROVISÕES PARA AJUSTE A VALOR PRESENTE (PAVP) e REVERSÕES DESSAS PROVISÕES.

                - já a CVM tem adotado os Pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) que NÃO se utiliza de Provisão nem de Reversão de Provisão, de modo que no Balanço Patrimonial o Ajuste a Valor Presente (AVP) aparece como conta retificadora (mas não como Provisão) e na DRE a Receita Bruta já aparece líquida desses juros embutidos que, a medida em que transcorrerem, são tão somente reconhecidos como receita financeira.

                Falando assim, sem ver os lançamentos, é um tanto abstrato, mas tomei a liberdade de selecionar um material sobre Ajuste a Valor Presente considerando-se os lançamentos feitos de uma e de outra forma e vou transcrevê-los a seguir...

                Comment

                • Lelezinha
                  • 27/02/07
                  • 83

                  #9
                  Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

                  Postado Originalmente por Lelezinha
                  Pessoal,
                  Poderia considerar que na DRE o grupo das Receitas ficaria assim?

                  Seria entao:

                  Receita Bruta de Venda - 124,00
                  icms(10% x 124,00) - (12,4)
                  Dedução (Contra Partida)- (24,00)
                  Receita Líquida de Venda - 87,60

                  Está correto? ou essa deduçao seria feita no grupo de despesas financeiras?
                  Antes disso, p/ exemplificar as posições, a DRE ficaria assim, conforme cada posicionamento:

                  DRE (método FIPECAFI/Demolidor):

                  Receita Bruta de Vendas 124,00
                  (-) Despesas com Provisão p/ Ajuste a Valor Presente (24,00)
                  (-) ICMS s/ Vendas (10%) (12,40)
                  (=) Vendas Líquidas 87,60

                  DRE (CVM/CPC)

                  Receita Bruta de Vendas 100,00
                  (-) ICMS s/ Vendas (10% x 124,00) (12,40)
                  (=) Vendas Líquidas 87,60

                  Na DRE, então, chega-se a um mesmo valor de Vendas Líquidas utilizando-se tanto da Provisão quanto lançando-se somente o valor das Vendas Brutas já descontadas do AVP; de qualquer modo o ICMS é calculado sobre o valor total da Nota Fiscal/valor da operação (10% x 124,00), mas do 2º modo ficaria mais difícil visualizar isso...

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                  • Lelezinha
                    • 27/02/07
                    • 83

                    #10
                    Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

                    AJUSTE A VALOR PRESENTE conforme as Deliberações CVM (que referendam os Pronunciamentos do CPC):

                    NOTA EXPLICATIVA À INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008:

                    Adicionalmente, nos itens não abrangidos pela Instrução e pelas Deliberações CVM nº 489, de 2005 e 527, de 2007, podem ser aplicadas as previsões contidas na Instrução CVM nº 191, de 1992, desde que não sejam conflitantes com a orientação básica acima, como por exemplo: (i) independente da taxa a ser utilizada, a quantificação do ajuste a valor presente deverá ser realizada em base exponencial "pro rata die", a partir da origem de cada transação; (ii) os ajustes a valor presente de créditos e obrigações deverão ser apropriados nas contas a que se vinculam, ou seja, os ajustes a valor presente de créditos retificarão os valores das respectivas receitas geradas; os ajustes a valor presente de obrigações retificarão os valores dos respectivos ativos e despesas incorridas; e (iii) as reversões dos ajustes a valor presente dos ativos e passivos monetários qualificáveis devem ser apropriadas como receitas ou despesas financeiras. Quando for utilizado o desconto a valor presente de provisões, seu valor contábil aumenta a cada período para refletir a passagem de tempo. Esse aumento é reconhecido, também, como uma despesa financeira.

                    PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 12 - Ajuste a Valor Presente (pág. 16 em diante)
                    http://www.cpc.org.br/pdf/CPC_12_Ajuste ... esente.pdf
                    Aprovado pela CVM – Deliberação CVM nº 564/08

                    4. Os arts. 183 e 184 da Lei das Sociedades por Ações, alterados pela Lei nº. 11.638/07 e Medida Provisória nº. 449/08, fazem referência a elementos de ativos e passivos da entidade. Como esses artigos interagem com a apuração do resultado de uma entidade?

                    Resposta - Embora a nova redação da Lei mencione claramente os ajustes para saldos de ativos e passivos, esses ajustes têm relação direta com as transações de compra e venda que envolvem, preponderantemente, as contas do resultado do exercício (por exemplo, AVP de transação de vendas e o respectivo saldo das contas a receber). Nesse caso, considerando que o reflexo do AVP de determinado saldo ativo ou passivo tenha contrapartida direta em conta do resultado do exercício, o AVP também afeta essas linhas do resultado (que é o caso específico da receita bruta versus o registro do saldo de contas a receber).
                    Para ilustrar essa questão, veja-se o cenário a seguir:
                    Cenário: operação de venda com prazo de seis meses para recebimento, com as seguintes características:
                    Venda com prazo de seis meses = $ 100, com ICMS de 10% = $ 10
                    Venda a vista = $ 80, com ICMS de 10% = $ 8
                    Observe-se que o AVP guarda relação com a operação de financiamento das contas a receber em seu todo ($ 100) e não somente sobre o saldo, depois de deduzidos os impostos a recuperar. A entidade, ao conceder prazo para o recebimento, está financiando o cliente. Nesse caso, a base para o cálculo do AVP é o valor que está sendo financiado, ou seja, o valor total da nota fiscal ($ 100).

                    No exemplo anterior, assumindo que uma boa referência do valor presente da transação seja o valor de venda a vista, a contabilização da transação a prazo ficaria da seguinte forma:

                    a) No vendedor:

                    Débito - Contas a receber - $ 80 => repare ser esse o valor já líquido dos juros
                    Crédito - Receita de vendas - $ 80
                    Débito - Despesa com ICMS - $ 10
                    Crédito - ICMS a pagar - $ 10 => 10% x 100 (e não 10% x 80)

                    Com o passar do tempo, a diferença ($ 20) entre o valor presente das contas a receber ($ 80) e o valor que será recebido no final de seis meses ($ 100) é apropriada ao resultado do período como receita financeira, utilizando o método da taxa efetiva de juros.

                    b) No comprador:

                    No lado do comprador, ao contrário do vendedor, a taxa de juros imputada pelos seus fornecedores não é conhecida e a tarefa de determinação de qual taxa utilizar se torna mais complexa, mas deve ser estimada tomando-se por base a carteira de fornecedores como um todo.

                    Débito - Estoques - $ 70
                    Débito - ICMS a recuperar - $ 10
                    Crédito - Contas a pagar - Fornecedores - $ 80

                    A diferença ($ 20) entre o valor presente das contas a pagar ($ 80) e o valor que será pago no final de seis meses ($ 100) é apropriada ao resultado do período como despesa financeira, utilizando o método da taxa efetiva de juros.

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                    • Lelezinha
                      • 27/02/07
                      • 83

                      #11
                      Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

                      "Método CPC/CVM", ainda, nas explicações do Prof. Moraes Jr:

                      http://www.euvoupassar.com.br/visao/adm ... 072008.pdf

                      Valor presente é aquele que expressa o montante ajustado em função do tempo a transcorrer entre as datas da operação e do vencimento, de crédito ou obrigação de financiamento, ou de outra transação usual da entidade, mediante dedução dos encargos financeiros respectivos, com base na taxa contratada ou na taxa média de encargos financeiros, praticada no mercado.

                      Vamos fazer um exemplo para entender melhor o ajuste a valor presente:

                      Exemplo: Suponha que a empresa J4M2 S/A vendeu mercadorias a prazo, por R$ 150.000,00, para pagamento, pelos clientes, daqui a dois anos (longo prazo).

                      I - Lançamento antes das alterações da Lei no 11.638/07 (até 31/12/2007):

                      Clientes (Ativo Realizável a Longo Prazo)
                      a Receita Bruta de Vendas (Receita) 150.000

                      II - Lançamentos após as alterações da Lei no 11.638/07 (após 01/01/2008):

                      suponhamos que este valor de R$ 150.000,00, trazido a valor presente considerando uma determinada taxa de juros, seja de R$ 126.000,00. Ou seja, R$ 24.000,00 corresponde ao ajuste a valor presente.

                      Clientes (Ativo Realizável a Longo Prazo) 150.000
                      a Diversos
                      a Ajuste a Valor Presente (Ativo Realizável a Longo Prazo - Retificadora) 24.000
                      a Receita Bruta de Vendas (Receita) 126.000

                      Mensalmente, pelo regime de competência, iríamos reconhecer a receita referente ao ajuste, da seguinte forma: como são 24 meses (2 anos) até o pagamento, seria reconhecido o valor de R$ 1.000,00 por mês (R$ 24.000,00/24 meses).

                      Ajuste a Valor Presente (Ativo Realizável a Longo Prazo - Retificadora)
                      a Receita Financeira (Receita) 1.000

                      Lançamento por ocasião do recebimento do pagamento antes ou após as alterações da Lei no 11.638/07 (até 31/12/2007):

                      Caixa (Ativo Circulante)
                      a Clientes (Ativo Circulante – já estaria no Ativo Circulante, pois o vencimento desta operação já seria antes do término do exercício seguinte) 150.000

                      obs: veja como o Prof. Moraes Jr. não consituiu Provisão; ele simplesmente trabalha com uma conta retificadora de Clientes e lança o valor das vendas já líquido na DRE...

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                      • Lelezinha
                        • 27/02/07
                        • 83

                        #12
                        Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

                        "Método FIPECAFI", explicado pelo Prof. Luciano Oliveira, utilizando-se de PROVISÃO e REVERSÃO de Provisão:

                        http://www.editoraferreira.com.br/publi ... _toq32.pdf
                        8) NOVA FORMA DE AVALIAÇÃO DE DIREITOS E OBRIGAÇÕES

                        A Lei 6.404/76 passa a prever, no art. 183, VIII, uma nova forma de avaliação dos elementos do Ativo Realizável a Longo Prazo (ARLP), que deverão, a partir de agora, ser ajustados a valor presente, sendo os demais (os de curto prazo) também ajustados quando houver efeito relevante. A mesma regra é prevista para as obrigações de longo prazo (PELP), no artigo 184, III.

                        A avaliação a valor presente surge quando o efeito do valor do dinheiro no tempo é relevante, o que a Lei presume ocorrer nos direitos e obrigações de longo prazo, devendo ser constituída a provisão para ajuste ao valor presente (PAVP), mediante a técnica de desconto, com base nas taxas de juros normais praticadas no mercado. É de se notar que, mesmo para os direitos e obrigações de curto prazo, deverá ser constituída a PAVP, sempre que o efeito da variação do valor do dinheiro no tempo for relevante.

                        Como nos ensina Sérgio de Iudícibus e Eliseu Martins (Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações – FIPECAFI) a redução a valor presente engloba dois fatores: a perda com a inflação esperada no período da venda até o recebimento e a taxa de juros reais do mesmo período. Até a Lei 11.638/07, a receita de uma venda deveria ser computada como tal no momento da entrega da mercadoria, mesmo que o respectivo valor só viesse a ser recebido futuramente. A lei ignorava que a mesma venda, se fosse feita à vista, seria contratada por um valor menor, já que as empresas embutem nas vendas a prazo a inflação esperada no período, além do custo dos juros reais do mesmo período.

                        Vejamos um exemplo para tornar o assunto mais claro. Seja uma venda a longo prazo cujo valor é composto pelo preço normal (digamos R$ 1.000), mais a inflação e os juros embutidos (digamos R$ 240) da data da venda até o prazo de vencimento, digamos 24 meses.

                        Pela sistemática anterior à Lei 11.638/07, teríamos:

                        Duplicatas a Receber de LP
                        a Vendas R$ 1.240

                        Balanço Patrimonial (ARLP):
                        Duplicatas a Receber R$ 1.240

                        DRE:
                        Vendas R$ 1.240

                        O reflexo contábil dessa forma de contabilização era que os juros embutidos de R$ 240 eram reconhecidos como receita de vendas no ato da venda, aumentando, nesse instante, o lucro indevidamente. Tais juros deveriam ser reconhecidos como receita financeira, ao longo dos 24 meses (pro rata temporis), e não no momento da venda.
                        A mudança efetuada pela Lei 11.638/07 corrige essa distorção. A forma exata de contabilizar a venda pela nova sistemática ainda será objeto de regulamentação infralegal, mas uma possibilidade de registro, com base no exemplo apresentado no Manual da FIPECAFI, seria:

                        Duplicatas a Receber de LP
                        a Vendas R$ 1.240

                        Despesa com PAVP
                        a PAVP R$ 240

                        Balanço Patrimonial (ARLP):
                        Duplicatas a Receber de LP R$ 1.240
                        (-) PAVP (R$ 240)

                        DRE:
                        Vendas Brutas R$ 1.240
                        (-) Despesa com PAVP (R$ 240)
                        (=) Vendas Líquidas R$ 1.000

                        A conta patrimonial de PAVP seria apropriada ao longo dos 24 meses, de forma proporcional ao tempo decorrido, segundo o regime de competência, gerando uma receita financeira nos exercícios seguintes. A apropriação mensal seria de R$ 10 (R$ 240 ÷ 24 meses):

                        PAVP
                        a Receita Financeira R$ 10


                        Sistemática semelhante pode ser adotada para as obrigações de longo prazo ou para as de curto prazo cujo efeito do valor presente seja relevante, sendo que, na constituição da PAVP do Passivo, gerar-se-á uma conta de receita em contrapartida; e na apropriação dessa provisão em exercícios futuros, uma despesa financeira.

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                        • Lelezinha
                          • 27/02/07
                          • 83

                          #13
                          Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

                          Ainda nesse "MODELO FIPECAFI", o Prof. Sérgio Adriano (Demolidor) tem se utilizado dele para a resolução de questões, como a que transcrevo a seguir.

                          QUESTÃO PROPOSTA PELO DEMOLIDOR:

                          09ª Questão: A empresa Celta SA vendeu mercadorias a prazo em 01/01/2008 no valor de R$ 150.000,00, ao custo de R$ 90.000,00. Sabe-se que o recebimento das vendas ocorrerá daqui a 2 anos e que a empresa cobrou uma taxa de juros simples implícita de 10% a.a. Assim, o valor contábil das referidas vendas registrado no dia 01/01/2008 e no dia 31/12/2008, será respectivamente de:

                          RESP: d) R$ 125.000,00 e R$ 137.500,00

                          Ajuste a valor presente em relação a ATIVO:

                          P/ encontrar o valor à vista é necessário descontar a taxa de juros implícita:

                          À vista = 150 000 / 1,20 = 125 000

                          Logo, 150 000 – 125 000 = 25 000 (juros a transcorrer em 2 anos); em 1 ano, 12 500.

                          Em 01.01.08:

                          Lançamentos:

                          Clientes
                          a Vendas 150 000

                          Despesas com Ajuste a Valor Presente (AVP)
                          a Provisão para Ajuste a Valor Presente (PAVP) 25 000


                          No Balanço Patrimonial:

                          ARLP
                          Clientes 150 000
                          (-) PAVP (25 000)

                          Logo, o valor contábil da Mercadoria em 01.01.08 é de 125 000.

                          Em 31.12.08, reconhece-se a receita financeira de 12 500:

                          Provisão para Ajuste a Valor Presente (PAVP)
                          a Receita Financeira 12 500


                          Obs: essa receita finaceira é receita operacional na DRE

                          No Balanço Patrimonial:

                          AC
                          Clientes 150 000
                          (-) PAVP (12 500)

                          Logo, o valor contábil da Mercadoria em 31.12.08 é de 137 500.


                          DRE:

                          Vendas Brutas 150 000
                          (-) Despesas com Ajuste a Valor Presente (AVP) (25 000)
                          (=) Vendas Líquidas 125 000

                          Obs1: o ICMS incide sobre os 150 000
                          Obs2: (-) Despesa c/ AVP (25 000) => é dedução de Vendas Brutas; como não tem previsão na legislação fiscal, tem de fazer Adição p/ calcular o IR no LALUR

                          A DRE, em um outro exercício "viajante" do Demolidor, que misturava Provisão p/ Ajuste a Valor Presente (PAVP) e Provisão p/ Ajuste de Estoques a Valor de Mercado (PAEVM), mas sem consideraros efeitos tributários, ficava assim:

                          DREx

                          Vendas Brutas
                          (-) Despesas com Provisão p/ Ajuste a Valor Presente de Clientes
                          (=) Vendas Líquidas
                          (-) CMV
                          (=) Lucro Bruto
                          (+) Receita financeira
                          (-) Despesa com Provisão p/ Ajuste a Valor de Mercado
                          (+) Receita de Ajuste a Valor Presente
                          (-) Despesa com Ajuste a Valor Presente de Fornecedores
                          (=) Lucro Líquido

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                          • Lelezinha
                            • 27/02/07
                            • 83

                            #14
                            Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

                            Ou seja, Joca, até então estava tranquila com a solução dada pelo Sérgio Adriano (cf. FIPECAFI)

                            Agora, vendo os exemplos dados pelo CPC/CVM (e Prof. Moraes), vi que seria possível fazer os tais lançamentos de forma a figurar na DRE somente o valor líquido (descontado dos juros) em Vendas Brutas, como vc inicialmente havia proposto e bem exemplificou o colega bento vii ...

                            Então, seria preciso saber dessas 2 possibilidades e aguardar o posicionamento das bancas em questões de prova efetivas

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                            • bento xvii
                              • 25/11/06
                              • 580

                              #15
                              Re: DÚVIDA AJUSTE À VALOR PRESENTE

                              Bom, a Lelezinha já deu uma aula sobre o assunto. Não há mais nada a acrescentar.

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