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SIMULADO IV TCE/TCU (gaba 30/09)

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  • Meklos
    • 26/10/06
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    SIMULADO IV TCE/TCU (gaba 30/09)

    GE – TCU/TCE - 2012
    Cargo: Analista de Controle Externo / Conselheiro-Substituto
    Simulado – OBRAS PÚBLICAS – IV
    (Aplicação: 26/09/2012) 22 questões


    Acerca de sistemas de custos rodoviários e do acompanhamento de obras, julgue os itens subsequentes.

    01 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) O fator de lucro e despesas indiretas (LDI), expresso em porcentagem, é expresso por LDI = (PV/CI - 1) × 100, em que PV é o preço de venda e CI representa o custo indireto.


    02 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Na determinação do preço da obra rodoviária, devem ser considerados os custos diretos dos serviços, os custos de administração local e central, os custos de mobilização e desmobilização, os custos de canteiro e acampamento, os custos eventuais, as despesas financeiras, os valores de margem e os impostos sobre o faturamento.


    03 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Segundo o DNIT, os custos de manutenção, os custos de propriedade e os custos de operação do equipamento devem ser considerados para o cálculo dos custos horários de um equipamento.


    A respeito de fiscalização e controle, julgue o item que se segue.

    04 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) As medições têm caráter cumulativo, ou seja, devem abranger todos os serviços executados desde o início dos trabalhos, objeto do contrato em causa.


    À luz da legislação vigente e da boa técnica relativas à auditoria de obras civis, julgue os próximos itens.

    05 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Caso a obra apresente problema de solidez ou funcionalidade, por erro de projeto, o construtor poderá ser responsabilizado para sanar as falhas apresentadas, mesmo que tenha alertado a fiscalização para esse possível erro.


    06 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Para o cálculo de reajustamento do preço de uma obra devido ao aumento da inflação, deve-se projetar a inflação para um período de um ano e aplicá-la preventivamente ao valor das parcelas a serem medidas.


    07 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Após a fiscalização confirmar que, no orçamento, o quantitativo de um serviço da obra está menor que o necessário, a contratada terá direito a um acréscimo de valor, mediante realização do termo aditivo contratual correspondente.


    08 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Após o fiscal de obra atestar que os serviços foram realizados, não há impedimentos a serem verificados para que a contratada receba o que foi medido.


    O auditor de obras públicas, ao verificar o orçamento da obra, deve ter condições de analisar e interpretar as informações disponíveis, para que se garanta preço justo pelos serviços contratados. Em relação à orçamentação da construção de edifícios públicos, julgue os itens subsequentes.

    09 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) O custo do transporte de pessoal do canteiro de obras até a frente de trabalho não pode ser incluído no cálculo das bonificações e despesas indiretas (BDI) nem na administração local, pois já consta nos encargos sociais da mão de obra dos custos diretos.


    10 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Na orçamentação de uma obra, o engenheiro não deve se preocupar com os custos fixos diretos expressos nas planilhas orçamentárias, pois eles não existem.


    11 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Na execução de uma obra civil, qualquer alteração com relação ao projeto inicialmente contratado deve ser registrada na ART original.


    12 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Uma das vantagens de se utilizar o projeto executivo para orçar uma obra é a garantia de erro nulo.


    13 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Para o cálculo da depreciação de um equipamento, deve-se dividir o valor de aquisição desse equipamento pelo seu tempo total de aplicação em uma obra.


    14 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) O método de orçamentação pelo processo de correlação múltipla, usado quando o método de quantificação não é viável, consiste em decompor o projeto em partes, de modo que o custo total seja a soma dos custos de cada parte.


    15 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) A redução do BDI de uma obra implica necessariamente a redução do preço global da obra.


    16 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Na realização de determinado serviço, quanto maiores forem os coeficientes de mão de obra e equipamentos, maior será a produtividade da equipe prevista para realizar este serviço.


    17 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) No cálculo de encargos sociais, o custo com auxílio-enfermidade pode variar de uma empresa para outra.


    Com relação à documentação técnica, à sua análise e interpretação, julgue os próximos itens.

    18 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Caso esteja prevista no contrato, a garantia contratual poderá ser utilizada pela contratante para fazer face a encargos comerciais que eventualmente não sejam honrados pela contratada.


    19 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) A medição poderá seguir um critério diferente do estipulado no contrato, desde que isso seja aprovado pela fiscalização no diário de obras e que não gere aumento de custos do empreendimento.


    20 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) O boletim de medição poderá conter serviços com quantidades superiores ao previsto no orçamento; entretanto, para que isso possa ocorrer, deverá haver uma compensação com outros serviços que não serão executados, mas cujo valor seja correspondente ao do acréscimo medido.


    21 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) Um auxílio da fiscalização, em relação à interpretação das especificações técnicas de determinado serviço, não é justificativa plenamente aceita para que a contratada se exima da responsabilidade da realização desse serviço, mesmo que seja comprovado o auxílio mediante registro no diário de obras ou em ata de reunião.


    22 (AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO: OBRAS PÚBLICAS/TCU/CESPE/2011) O livro de ordem é obrigatório em qualquer obra e deve registrar todas as ocorrências relevantes do empreendimento.
  • Meklos
    • 26/10/06
    • 2892

    #2
    Re: SIMULADO IV TCE/TCU (gaba 30/09)

    GABARITO:

    1. ERRADO. Sabendo-se que o Preço de venda de uma determinada obra é dado pela equação PV = CD x (1 + BDI/100), onde PV é o preço de venda, CD é o custo direto e BDI (ou LDI) são as bonificações (lucros) e despesas indiretas, temos:
    PV = CD x (1 + BDI/100)
    PV/CD = (1 + BDI/100)
    PV/CD – 1 = BDI/100
    BDI = [(PV/CD) – 1] x 100
    Ou seja, a fórmula da assertiva traz CI (custo indireto) quando, na verdade, deveria ser CD (custo direto).

    2. CERTO. Na determinação do preço da obra rodoviária, devem ser considerados os custos diretos (serviços, administração local, mobilização e desmobilização, custos de canteiros e acampamento), custos indiretos (administração central, os custos eventuais, as despesas financeiras) margem de lucro e os impostos sobre o faturamento.

    3. CERTO. O custo horário de um equipamento é a soma dos custos de propriedade, manutenção e operação referidos à unidade de tempo (hora). As despesas que são consideradas para o cálculo do custo horário de um equipamento são as seguintes: custo de propriedade (Depreciação / Custo de Oportunidade do Capital / Seguros e Impostos), custos de manutenção (Reparos em geral / Material rodante / pneus / Partes de desgaste (bordas cortantes, dentes de caçamba, ferramenta de penetração no solo, entre outras)) e custos de operação (Combustível / Filtros e lubrificantes / Mão-de-obra de Operação).

    4. CERTO. As medições são realizadas de forma cumulativa, sendo que cada medição abarca a medição anterior, até se chegar à medição final (100% da obra).

    5. CERTO. O recebimento provisório ou definitivo não exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança da obra ou do serviço, nem ético-profissional pela perfeita execução do contrato, dentro dos limites estabelecidos pela lei ou pelo contrato. (art. 73, § 2°, Lei n° 8.666/1993)

    6. ERRADO. O contrato administrativo de uma obra pode prever cláusula de reajustamento, que nada mais é do que a atualização dos valores do contrato em face de situações previsíveis, como expectativa de inflação, variação de salários e outros. O reajuste difere-se da recomposição de preços, que trata de novo equilíbrio econômico-financeiro do contrato por conta de ocorrência de fatos imprevisíveis – ou mesmo previsíveis mas de efeitos incalculáveis – que podem afetaram o equilíbrio do contrato. O reajuste, conforme determina a legislação que implantou o Plano Real, não pode ocorrer em períodos inferiores a um ano – contados da data da apresentação da proposta e não da assinatura do contrato ou do início de sua vigência. Assim, o reajuste não se aplica a parcelas a serem medidas/a vencer mas, sim, a parcelas já vencidas de um contrato.

    7. CERTO. Deverá ser promovido um aditamento ao contrato para que se possa adequar o quantitativo do serviço à nova realidade verificada pela fiscalização.

    8. ERRADO. A cada parcela medida, deve a fiscalização verificar se o contratado mantém as mesmas condicionantes de quando foi habilitado na licitação, através de emissão de novas certidões negativas do FGTS, da Receita Federal, do INSS, SICAF etc. Só após isso é que o contratado fará jus a receber o que foi medido.

    9. ERRADO. Em uma obra rodoviária, as distâncias entre o canteiro de obras e a frente de trabalho são significativas, justificando a inclusão do valor do custo do transporte de pessoal no BDI.

    10. ERRADO. É claro que existem custos fixos diretos em obras. Como exemplo, podemos citar os encargos com pessoal administrativo da administração local de um canteiro de obras.

    11. ERRRADO. Dependendo da alteração do projeto, teremos a ART complementar, que complementa os dados anotados na ART inicial (para alteração contratual que ampliar o objeto, o valor do contrato ou a atividade técnica contratada, ou prorrogar o prazo de execução; ou, ainda, houver a necessidade de detalhar as atividades técnicas, desde que não impliquem a modificação da caracterização do objeto ou da atividade técnica contratada) ou a ART de substituição, que substitui os dados anotados na ART inicial (quando houver a necessidade de corrigir dados que impliquem a modificação da caracterização do objeto ou da atividade técnica contratada; ou quando houver a necessidade de corrigir erro de preenchimento de ART).

    12. ERRADO. O projeto executivo para orçar uma obra tem uma precisão alta, mas tem marge de erro da grandeza de 5% (cinco por cento), para mais ou pra menos.

    13. CERTO. Esse é um método de cálculo de depreciação utilizável (linha reta), onde não se leva em conta o valor residual do equipamento (valor não depreciável).

    14. CERTO. A definição da assertiva está correta. Complementando, podemos dizer que a correlação pode ser de dois tipos: simples ou múltipla. Já a quantificação direta pode ser: quantificação de insumos ou composição do custo unitário.

    15. CERTO. Sabendo-se que o Preço de final de uma determinada obra é dado pela equação PV = CD x (1 + BDI/100), onde PV é o preço final, CD é o custo direto e BDI (ou LDI) são as bonificações (lucros) e despesas indiretas, temos que a redução do valor de BDI de uma obra implicará na redução do valor global da mesma.

    16. ERRADO. A multiplicação dos custos dos insumos (mão-de-obra, equipamentos) pelos coeficientes de consumo previsto na composição de custos resulta no custo unitário direto da produção de serviço. A produtividade de uma equipe (ex: assentamento de tantos metros quadrados de porcelanato por hora) não tem relação com esses coeficientes.

    17. CERTO. O auxílio-enfermidade (ou auxílio-doença) é calculado com base em 91% do salário de benefício do segurado. Desta feita, ele pode variar de uma empresa para outra, a depender do salário de benefício que se está considerando.

    18. ERRADO. A inadimplência do contratado, com referência aos encargos trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento, nem poderá onerar o objeto do contrato ou restringir a regularização e o uso das obras e edificações, inclusive perante o Registro de Imóveis.

    19. ERRADO. A obra foi objeto de uma licitação e de um contrato. Quaisquer alterações, sejam quantitativas, qualitativas ou do critério de medição (que é o caso da assertiva) deve ser objeto de aditamento do contrato.

    20. ERRADO. O orçamento foi objeto de uma licitação e de um contrato. Quaisquer alterações, sejam quantitativas, qualitativas ou do cronograma de execução (que é o caso da assertiva) deve ser objeto de aditamento do contrato.

    21. CERTO. A responsabilidade da realização de determinado serviço é sempre da contratada.

    22. CERTO. Esse é um dos objetivos do livro (diário) de obras.
    Last edited by Meklos; Sat, 13/10/12, 04:35 PM.

    Comentário

    • Trevisanfs
      • 15/03/11
      • 74

      #3
      Re: SIMULADO IV TCE/TCU (gaba 30/09)

      Originally posted by Meklos View Post
      GABARITO:
      2. CERTO. Na determinação do preço da obra rodoviária, devem ser considerados os custos diretos (serviços, administração local, mobilização e desmobilização, custos de canteiros e acampamento), custos indiretos (administração central, os custos eventuais, as despesas financeiras) margem de lucro e os impostos sobre o faturamento.
      Primeiro, meu muito obrigado por disponibilizar seu tempo para nos repassar questionários como esses. Além de filtrado por assunto, por banca, e no modelo da prova a ser aplicada, vc nos traz o gabarito comentado. Um trabalho como esse não vem somente para somar; ele faz a toda a diferença! É de muita qualidade, sem dúvida.

      Aproveito a oportunidade para perguntar sobre a questão n° 2. Lendo o manual do SICRO, na parte que trata da "caracterização dos custos de obras rodoviárias" (2.3), vi que o DNIT, por meio do citado manual, não computa, como parte da obra, despesas eventuais, custos financeiros e a desmobilização. Para este último, entende que "a desmobilização de equipamento, é, na realidade, a mobilização de uma nova obra e, como tal, seus custos não devem ser imputados à primeira".
      O manual ainda aponta que "Considerando que por determinação do TCU foi retirado do LDI o percentual destinado ao pagamento das Instalações, caberá ao projetista considerar na elaboração do orçamento de uma obra o valor a ser atribuído para o pagamento deste item, (...)"

      Então pergunto:
      - Esse entendimento do DNIT aplica-se apenas para fins de manuseio do sistema "SICRO"?

      Achei que essa era a questão mais fácil e fiquei preocupado com a respota.

      Valeu!!
      Abraços e bons estudos!

      Comentário

      • Meklos
        • 26/10/06
        • 2892

        #4
        Re: SIMULADO IV TCE/TCU (gaba 30/09)

        Beleza, Trevisan? Tudo ok contigo?

        Chapa, montei esse gabarito com o estudo contido na Revista TCU de 2001.

        Lá, eles colocam que mobilização/desmobilização entram no BDI.

        Só que, nesse meio tempo, o TCU já mandou acórdão/decisão revendo o seu posicionamento.

        Até acabei de confirmar tal fato, devido ao seu comentário: despesas relativas à administração local, mobilização e desmobilização e instalação e manutenção do canteiro, pelo fato de poderem ser quantificadas e discriminadas pela simples contabilização de seus componentes, devem constar da planilha orçamentária da obra como custo direto (Acórdão TCU n° 2029/2008 - Plenário).

        Assim, o SICRO apenas atende determinação do TCU no tocante às despesas de desmobilização.

        Muito obrigado pela intervenção!

        Foi de muita valia pra mim e, com certeza, para todos os outros!

        Inté!
        Last edited by Meklos; Tue, 02/10/12, 05:44 AM.

        Comentário

        • Trevisanfs
          • 15/03/11
          • 74

          #5
          Re: SIMULADO IV TCE/TCU (gaba 30/09)

          Originally posted by Meklos View Post
          Beleza, Trevisan? Tudo ok contigo?

          Chapa, montei esse gabarito com o estudo contido na Revista TCU de 2001.

          Lá, eles colocam que mobilização/desmobilização entram no BDI.

          Só que, nesse meio tempo, o TCU já mandou acórdão/decisão revendo o seu posicionamento.

          Até acabei de confirmar tal fato, devido ao seu comentário: despesas relativas à administração local, mobilização e desmobilização e instalação e manutenção do canteiro, pelo fato de poderem ser quantificadas e discriminadas pela simples contabilização de seus componentes, devem constar da planilha orçamentária da obra como custo direto (Acórdão TCU n° 2029/2008 - Plenário).

          Assim, o SICRO apenas atende determinação do TCU no tocante às despesas de desmobilização.

          Muito obrigado pela intervenção!

          Foi de muita valia pra mim e, com certeza, para todos os outros!

          Inté!
          Comigo tudo tranquilo e com vc? Preparativos finais para a prova, já estamos na curva e dá pra ver a chegada no dia 12... normal estar um pouco cansado, mas com disposição, como todos devem estar!!
          Eu que agradeço pelo comentário! Valeu pelas explicações! Ainda preciso papirar mais essas obras. Até mais!

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          • STEnge
            • 22/05/13
            • 6

            #6
            Re: SIMULADO IV TCE/TCU (gaba 30/09)

            Alguém sabe dizer se Vai sair concurso do tcu em 2013??

            Comentário


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