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Simulado III - TCE/TCU (gaba dia 26/09)

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  • Meklos
    • 26/10/06
    • 2892

    Simulado III - TCE/TCU (gaba dia 26/09)

    GE – TCU/TCE - 2012
    Cargo: Analista de Controle Externo / Conselheiro-Substituto
    Simulado – OBRAS PÚBLICAS – III
    (Aplicação: 22/09/2012) 36 questões


    No que diz respeito à lei específica acerca de licitações e contratos administrativos relativos a obras e serviços no âmbito dos Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, julgue os itens seguintes.

    01 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) Em igualdade de condições, como critério de desempate, é assegurada a preferência, em primeiro lugar, aos bens e serviços produzidos ou prestados por empresa brasileira, independentemente de seu capital ser ou não nacional.


    02 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) É facultado ao autor do projeto, básico ou executivo, seja ele pessoa física ou pessoa jurídica, participar, indiretamente, da licitação e da execução de obra ou serviço.


    03 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) As obras destinadas às mesmas finalidades devem sempre ter projetos padronizados por tipos, categorias ou classes.


    04 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) O pagamento ao licitante brasileiro contratado em virtude de licitação internacional deve ser efetuado em moeda brasileira à taxa de câmbio vigente na data do efetivo pagamento.


    05 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) No caso de não acudirem interessados a determinada licitação, esta deverá, necessariamente, ser repetida, mantendo-se todas as condições preestabelecidas.


    Para que a execução de uma obra civil seja legalizada, necessita-se de determinados documentos, tais como a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e o Diário de Obras (DO). A respeito desses documentos, julgue os tens abaixo.

    06 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) Na execução de uma obra civil, qualquer alteração com relação ao projeto inicialmente contratado deve ser registrada na ART original.


    07 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) O DO deve ser elaborado em formulário padrão fornecido pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) e assinado pelo responsável técnico da obra.


    08 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) Determinadas obras ou serviços podem ter início sem a competente ART, desde que tenha sido utilizada a ART múltipla.


    09 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) Quando a execução de um contrato contemplar diversas atividades ou especialidades de engenharia civil, haverá a necessidade de se elaborar um DO para cada uma delas.


    10 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) Cabe à comissão de fiscalização da obra providenciar o registro da ART no CREA, preenchida pelo profissional responsável.


    Na área da construção civil, a tarefa de elaborar orçamentos exige vários requisitos que não se limitam a aspectos técnicos, mas envolvem o conhecimento de materiais e mercado de mão de obra, por exemplo, e de legislação relativa à profissão, legislação tributária e fiscal. Acerca da elaboração de orçamentos em construção civil, julgue as afirmativas subsequentes.

    11 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) Os custos que compõem a infraestrutura da obra — como a instalação de canteiro de obras e o custo da administração local — devem compor o benefício e custo indireto (BDI).


    12 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) Na elaboração do orçamento, refeições, transporte e seguro de vida em grupo devem ser calculados e considerados como encargos complementares de mão de obra, sendo acrescentados àqueles previstos pelas leis sociais.


    13 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) Auxílio-enfermidade, licença-paternidade e 13.º salário são encargos sociais de mão de obra do tipo básico e obrigatórios.


    14 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) A mobilização e desmobilização são componentes do custo unitário indireto, constituído por despesas incorridas para a preparação da infraestrutura operacional da obra e sua retirada final.


    15 (ANALISTA CONTROLE EXTERNO: ENGENHARIA CIVIL/TCE AC/CESPE/2009) A taxa de risco do empreendimento aplica-se a empreitadas por preço unitário, para cobrir eventuais incertezas decorrentes de condições climáticas adversas.


    Julgue os próximos itens, relativos aos estudos de viabilidade técnico-financeira realizados na área de arquitetura.

    16 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) Para realizar o orçamento de uma construção, é essencial analisar os seguintes aspectos referentes aos materiais que serão utilizados na obra: padrão de qualidade; condições de fornecimento, pagamento, entrega, armazenamento e manuseio; e preço.


    17 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) Os custos de uma obra podem sofrer variações de origem externa ao projeto, tais como as decorrentes das condições de oferta e procura do mercado, que fazem que o preço da obra aumente conforme a procura diminui, e as decorrentes da ambiência inflacionária, responsável pela elevação dos preços dos insumos em face do aviltamento do valor da moeda.


    Acerca do levantamento de quantitativos e do planejamento e controle físico-financeiro, julgue os itens que se seguem.

    18 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) No cálculo de um orçamento de obra, o boletim de despesas indiretas (BDI) deve incluir os encargos sociais.


    19 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) Na execução do orçamento de uma obra, os custos diretos incluem as despesas com toda a mão de obra, incluindo até mesmo as com o pessoal administrativo, os salários, e as despesas com o abastecimento de água e o fornecimento de energia elétrica.


    20 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI), adotado na elaboração dos orçamentos do serviço público, é um sistema de pesquisa mensal que informa os custos e índices da construção civil. O Sindicato das Indústrias da Construção (SINDUSCON) e o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) são os responsáveis pela divulgação oficial dos resultados, manutenção, atualização e aperfeiçoamento do cadastro de referências técnicas, métodos de cálculo e do controle de qualidade dos dados disponibilizados pelo referido sistema.


    As irregularidades normalmente associadas à celebração e administração de contratos de execução de obras de arquitetura e engenharia incluem

    21 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) divergências entre a descrição do objeto no contrato e a constante do edital de licitação.


    22 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) a criação de aditivos a fim de contemplar alterações de projeto ou do cronograma físico-financeiro.


    23 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) supressões de serviço ou de materiais de construção na execução das obras.


    24 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) prorrogação do prazo de entrega da obra por um período superior a sessenta dias.


    25 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) alteração do contrato, unilateralmente pela administração, quando necessária a modificação do valor contratual em decorrência de acréscimo ou diminuição quantitativa de seu objeto.


    26 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) a não vinculação do contrato ao edital de licitação, ou ao termo que ocasionou a dispensa ou a inexigibilidade, e à proposta do licitante vencedor.


    Constitui irregularidade no recebimento de obras públicas a

    27 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) emissão do habite-se sem a realização de vistorias dos órgãos públicos competentes.


    28 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) omissão, nos relatórios do laudo de vistoria, dos defeitos construtivos, ainda que durante o período de responsabilidade legal da construtora pela obra.


    29 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) ausência de recebimento provisório da obra pelo responsável por seu acompanhamento e fiscalização, mediante termo circunstanciado assinado pelas partes em até quinze dias da comunicação escrita do contratado.


    30 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) ausência de recebimento definitivo da obra, por servidor ou comissão designada por autoridade competente, mediante termo circunstanciado, assinado pelas partes, após prazo de observação ou vistoria que comprove a adequação do objeto aos termos contratuais.


    31 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) reconstrução, exigida pelo contratado e às suas expensas, no total ou em parte, do objeto do contrato em que se verifiquem, a partir do laudo de vistoria, incorreções resultantes dos materiais empregados.


    O projeto básico para execução de obras públicas deve apresentar

    32 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) a identificação dos tipos de serviços a serem executados, a fim de assegurar os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução.


    33 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da ABNT.


    34 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou o serviço e ser elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento.


    35 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) o custo global da obra, indicadas as diretrizes gerais para subsidiar o detalhamento a ser apresentado no projeto executivo em que serão fundamentados os quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados.


    36 (ARQUITETO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/CESPE/2012) soluções técnicas localizadas com o objetivo de minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem.
  • eng.civil
    • 01/11/11
    • 80

    #2
    Re: Simulado III - TCE/TCU (gaba dia 26/09)

    1-E; 2-E; 3-E; 4-E; 5-E; 6-C; 7-E; 8-E; 9-E; 10-E; 11-E; 12-C; 13-E; 14-E; 15-E; 16-C; 17-E; 18-E; 19-C; 20-E; 21-C; 22-E; 23-E; 24-E; 25-E; 26-C; 27-C; 28-C; 29-C; 30-C; 31-E; 32-C; 33-E; 34-C; 35-E; 36-C

    Valeu, Meklos!

    Comentário

    • ÉNÓIS2012
      • 18/06/12
      • 2

      #3
      Re: Simulado III - TCE/TCU (gaba dia 26/09)

      1-e 2-c 3-e 4-e 5-e 6-e 7-e 8-c 9-c 10-e 11-e 12-c 13-e 14-e 15-e
      16-c 17-e 18-e 19-c 20-e 21-c 22-e 23-c 24-e 25-e 26-c 27-c 28-c
      29-c 30-c 31-e 32-c 33-e 34-c 35-e 36-e

      Comentário

      • Meklos
        • 26/10/06
        • 2892

        #4
        Re: Simulado III - TCE/TCU (gaba dia 26/09)

        GABARITO:

        1.ERRADO. Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços: produzidos no País; produzidos ou prestados por empresas brasileiras; produzidos ou prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País.

        2.ERRADO. Não poderá participar, direta ou indiretamente, da licitação ou da execução de obra ou serviço e do fornecimento de bens a eles necessários o autor do projeto, básico ou executivo, pessoa física ou jurídica.

        3.ERRADO. As obras e serviços destinados aos mesmos fins terão projetos padronizados por tipos, categorias ou classes, exceto quando o projeto-padrão não atender às condições peculiares do local ou às exigências específicas do empreendimento.

        4.ERRADO. O pagamento feito ao licitante brasileiro eventualmente contratado em virtude da licitação internacional será efetuado em moeda brasileira, à taxa de câmbio vigente no dia útil imediatamente anterior à data do efetivo pagamento (art. 42, § 2°, Lei n° 8.666/1993).

        5.ERRADO. No caso de não acudirem interessados a determinada licitação, esta poderá não ser repetida, desde que a Administração realize fundamentação pertinente para tanto.

        6.ERRADO. Não é qualquer alteração que será anotada na ART. Uma pontual observação feita pela fiscalização acerca da execução de determinada parte d obra, se não causar maiores problemas, não será registrada em ART.

        7.ERRADO. Não existe formulário padrão fornecido pelo CREA para confecção de Diário de Obra.

        8.CERTO. Conforme art. 35 da Resolução CNFEA n° 1.025/2009, a atividade técnica relacionada à obra ou ao serviço de rotina pode ser caracterizada como aquela que é executada em grande quantidade ou de forma repetitiva e continuada. Obras cujo prestação seja caracterizada como de rotina poderão ser objeto de ART múltipla.

        9.ERRADO. Uma obra que contemplará construção, fundação, elétrica, hidráulica etc não terá um diário de obra para cada atividades ou especialidade.

        10.ERRADO. Cabe ao profissional responsável ou à construtora providenciar o registro da ART no CREA.

        11.ERRADO. Os custos que compõem a infraestrutura da obra — como a instalação de canteiro de obras e o custo da administração local — não devem compor o benefício e custo indireto (BDI), pois são custos diretos do construtor.

        12.CERTO. Devido a sua grande variabilidade, as despesas com refeições, transporte e seguro de vida em grupo, se exigíveis, podem ser incluídas como itens da planilha orçamentária, ficando excluídas da taxa de encargos sociais.

        13.ERRADO. Auxílio-enfermidade, licença-paternidade e 13.º salário não são encargos sociais de mão de obra do tipo básico e obrigatórios.

        14.ERRADO. A mobilização e desmobilização são componentes do custo unitário direto, constituído por despesas incorridas para a preparação da infraestrutura operacional da obra e sua retirada final.

        15.ERRADO. A taxa de risco do empreendimento aplica-se todas as modalidades de construção civil, qualquer que seja o seu regime de execução (empreitadas por preço unitário ou empreitada por preço global).

        16.CERTO. Todas as variantes elencadas pela assertiva influenciarão no preço dos insumos da obra.

        17.ERRADO. O preço da obra reduz conforme a procura dos insumos diminui (diminuição dos preços dos materiais).

        18.ERRADO. Apenas os encargos sociais da mão-de-obra indireta é que constarão do BDI.

        19.ERRADO. Na execução do orçamento de uma obra, os custos diretos incluem as despesas com a mão de obra direta. Os custos do pessoal administrativo são considerados indiretos. Os salários podem ser custos diretos ou indiretos, a depender do pessoal ao qual se está referindo (pessoal ligado diretamente à obra ou pessoal administrativo). Despesas com o abastecimento de água e o fornecimento de energia elétrica podem ser custos diretos ou indiretos, também.

        20.ERRADO. O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil - SINAPI é um sistema de pesquisa mensal que informa os custos e índices da construção civil e tem a CAIXA e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE como responsáveis pela divulgação oficial dos resultados, manutenção, atualização e aperfeiçoamento do cadastro de referências técnicas, métodos de cálculo e do controle de qualidade dos dados disponibilizados pelo SINAPI.

        21.CERTO. As divergências entre a descrição do objeto no contrato e a constante do edital de licitação são um tipo de irregularidade associada à celebração e administração de contratos de execução de obras de arquitetura e engenharia.

        22.ERRADO. A criação de aditivos a fim de contemplar alterações de projeto ou do cronograma físico-financeiro é uma possibilidade de alteração de contrato prevista na Lei n° 8.666/1993.

        23.ERRADO. Supressões de serviço ou de materiais de construção na execução das obras podem sugerir sobrepreço na planilha orçamentária que fundamentou a licitação. Mas a banca considerou que tal supressão não é, exatamente, uma irregularidade na celebração do contrato.

        24.ERRADO. A prorrogação do prazo de entrega da obra por um período superior a sessenta dias, desde que embasada por laudo técnico, não é uma irregularidade de contrato de obra de arquitetura e/ou engenharia.

        25.ERRADO. A alteração do contrato, unilateralmente pela administração, quando necessária a modificação do valor contratual em decorrência de acréscimo ou diminuição quantitativa de seu objeto, desde que obedeça aos ditames da Lei de Licitações, não é irregularidade em contrato.

        26.CERTO. A não vinculação do contrato ao edital de licitação, ou ao termo que ocasionou a dispensa ou a inexigibilidade, e à proposta do licitante vencedor é uma irregularidade de contrato de obra de arquitetura e/ou engenharia.

        27.CERTO. Não existe emissão de habite-se sem a devida fiscalização pelo órgão específico da prefeitura.

        28.CERTO. Não se pode receber uma obra que possua omissão, no laudo de vistoria, dos defeitos construtivos, ainda que durante o período de responsabilidade legal da construtora pela obra.

        29.CERTO. A obra deve ser recebida provisoriamente pelo fiscal de obra, conforme determina o artigo 73, I, “a”, da Lei n° 8.666/1993.

        30.CERTO. A obra deve ser recebida definitivamente por servidor ou comissão, conforme determina o artigo 73, I, “b”, da Lei n° 8.666/1993.

        31.ERRADO. Se há incorreções na obra, deve-se, no ato de seu recebimento, cobrar do construtor as suas regularizações.

        32.CERTO. ART. 6°, IX, “a”, Lei n° 8.666/1993.

        33.ERRADO. Quem deve apresentar isso é o projeto executivo (art. 6°, X, Lei n° 8.666/1993).

        34.CERTO. ART. 6, IX, Lei n° 8.666/1993.

        35.ERRADO. O detalhamento em que serão fundamentados os quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados será apresentado no projeto básico (art. 6, IX, “f”, Lei n° 8.666/1993).

        36.CERTO. ART. 6°, IX, “b”, Lei n° 8.666/1993.
        Last edited by Meklos; Sat, 13/10/12, 04:23 PM.

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