PDA

Vizualizar Versão Completa : Recursos Analista Area 5



stallone
Mon, 01/02/10, 12:24 PM
A principio, vejo problemas nas questões:

Questão 14 - Mat Financeira - não deixou explicito se eram juros compostos ou simples
Questão 26 - Pregão - a resposta correta atesta que a segunda colocada deve apresentar garantia de proposta (no pregão é vedada a exigência de garantia de proposta). Letra A correta
Questão 32 - a meu ver a opção D também é correta

Vamos discutir...

GSBARROS
Mon, 01/02/10, 12:36 PM
RECURSOS P2:

QUESTÃO 14- concordo com o colega acima
QUESTÃO 26- concordo com o colega acima
QUESTÃO 31- acho q o correto seria perguntar: ACIMA DE QUE QTDE e não A PARTIR DE QUE QTDE....
QUESTÃO 32- um colega contador achou que a A e a B estão corretas.

fernandomy
Mon, 01/02/10, 12:38 PM
A principio, vejo problemas nas questões:

Questão 14 - Mat Financeira - não deixou explicito se eram juros compostos ou simples
Questão 26 - Pregão - a resposta correta atesta que a segunda colocada deve apresentar garantia de proposta (no pregão é vedada a exigência de garantia de proposta). Letra A correta
Questão 32 - a meu ver a opção D também é correta

Vamos discutir...

cONCORDO plenamente com as 14 e 26. Incluo a questao 36, pois considero o servente como um profissional tambem.
Ja a 32 eu nao sei dizer.Eu marquei E. Apenas acho que tem mais de uma certa.

idhaf84
Mon, 01/02/10, 12:49 PM
A principio, vejo problemas nas questões:

Questão 14 - Mat Financeira - não deixou explicito se eram juros compostos ou simples
Questão 26 - Pregão - a resposta correta atesta que a segunda colocada deve apresentar garantia de proposta (no pregão é vedada a exigência de garantia de proposta). Letra A correta
Questão 32 - a meu ver a opção D também é correta

Vamos discutir...

************************************************** ************
Questão 14 - Concordo.

Questão 26 - Concordo. Essa dá para embasar: Segunda a lei 10520:

XXIII - se o licitante vencedor, convocado dentro do prazo de validade da sua proposta, não celebrar o contrato, aplicar-se-á o disposto no inciso XVI.

XVI - se a oferta não for aceitável ou se o licitante desatender às exigências habilitatórias, o pregoeiro examinará as ofertas subseqüentes e a qualificação dos licitantes, na ordem de classificação, e assim sucessivamente, até a apuração de uma que atenda ao edital, sendo o respectivo licitante declarado vencedor;

Art. 5º É vedada a exigência de:

I - garantia de proposta;


Questão 32 - Concordo. A alternativa D é correta. Como embasar o recurso?

jagwar
Mon, 01/02/10, 12:49 PM
QUESTÃO 20 - Inscrição de RP processados.

A meu ver a questão não tem resposta. Apenas no BALANÇO FINANCEIRO, os RPs são colocados junto com as receitas extraorçamentárias, apenas para fins de compensação (por terem sido despesas e ainda não ter sido efetuado pagamento). A questão não trata de BF e ainda assim, jamais se pode dizer estamos diante de uma receita extraorçamentária, já que nem receita é.

fernandomy
Mon, 01/02/10, 12:50 PM
NA questao 45 nao da para dizer que os arquivos digitais tem rapida obsolescencia..Aguns tem, outros nao. CD, por exemplo, pode durar por decadas por exemplo.
Na questao 5 nao da para afirmar que Z esta insatisfeito com suas funcoes atuais. Nao existe nenhuma deducao logica que leve a isso...

jagwar
Mon, 01/02/10, 12:53 PM
Questão 26 - Concordo. Essa dá para embasar: Segunda a lei 10520:

XXIII - se o licitante vencedor, convocado dentro do prazo de validade da sua proposta, não celebrar o contrato, aplicar-se-á o disposto no inciso XVI.

XVI - se a oferta não for aceitável ou se o licitante desatender às exigências habilitatórias, o pregoeiro examinará as ofertas subseqüentes e a qualificação dos licitantes, na ordem de classificação, e assim sucessivamente, até a apuração de uma que atenda ao edital, sendo o respectivo licitante declarado vencedor;

Art. 5º É vedada a exigência de:

I - garantia de proposta;


Essa questão foi meio absurda mesmo. Acho que fica melhor embasada se considerar também o decreto (3555):

Art. 7º
XXII - quando o proponente vencedor não apresentar situação regular, no ato da assinatura do contrato, será convocado outro licitante, observada a ordem de classificação, para celebrar o contrato, e assim sucessivamente, sem prejuízo da aplicação das sanções cabíveis, observado o disposto nos incisos XV e XVI deste artigo;

XXIII - se o licitante vencedor recusar-se a assinar o contrato, injustificadamente, será aplicada a regra estabelecida no inciso XXII; (Redação dada pelo Decreto nº 3.693, de 2000)

Art. 15. É vedada a exigência de:

I - garantia de proposta;

fernandomy
Mon, 01/02/10, 12:53 PM
QUESTÃO 20 - Inscrição de RP processados.

A meu ver a questão não tem resposta. Apenas no BALANÇO FINANCEIRO, os RPs são colocados junto com as receitas extraorçamentárias, apenas para fins de compensação (por terem sido despesas e ainda não ter sido efetuado pagamento). A questão não trata de BF e ainda assim, jamais se pode dizer estamos diante de uma receita extraorçamentária, já que nem receita é.

A meu ver, quando existem restos a pagar processados no final do exercicio ele nao pode ser inscrito em restos a pagar para o proximo exercicio novamente. Ele deve constar como Despesas de Exercicio Anteriores. Tenho quase certeza disso. Alguem sabe com 100% de certeza??

idhaf84
Mon, 01/02/10, 12:57 PM
Qual o processo para entrar com os recursos nesse concurso?

jagwar
Mon, 01/02/10, 12:58 PM
A meu ver, quando existem restos a pagar processados no final do exercicio ele nao pode ser inscrito em restos a pagar para o proximo exercicio novamente. Ele deve constar como Despesas de Exercicio Anteriores. Tenho quase certeza disso. Alguem sabe com 100% de certeza??

Se a despesa foi liquidada e no final do exercício NÃO HOUVE a inscrição, nos próximos exercícios só é possível reconhecer essa despesa por DEA mesmo. Se houve a inscrição, não há que se falar em nova inscrição, já que no caso dos processados, não pode mais haver o cancelamento. Só se cancela a inscrição de RP processado por erro de lançamento. Em todo caso, o cancelamento da inscrição também é uma receita extraorçamentária, mas na questão não se fala em cancelamento.
Pelo gabarito dado, só faz sentido eles terem pensado no art. 103 da 4320.. mas é entende muito errado achar que por causa daquele parágrafo único a inscrição passa a ser considerada receita EO né..

Diego Prandino
Mon, 01/02/10, 01:11 PM
Pretendo recorrer:
GERAIS
1 - a meu ver, o correto é letra A

ESPECÍFICOS
1 - tanto a A quanto a C me parecem corretas (dá para fundamentar com o livro de gestão por competências da FGV)

14 - Não se sabe se o regime é simples ou composto

20 - Acho que eles queriam perguntar NÃO processados, ou a alternativa C deveria vir como "despesa liquidada". ANULAÇÃO.

26 - O correto é a letra A.

32 - Complicado. Eu marquei letra D, mas é complicado afirmar isso. Imaginem que todo o estoque foi comprado por 10, e daí eu vendi metate. Ainda tenho metade do estoque a 10. Se o preço do mercado ainda for 10, a letra D estaria errada. Mas eu vou lutar para mudar para D.

É isso. Errei 2 de arquivologia que eu não tenho nem idéia. Prefiro não opinar.

[]´s

marcos-bh
Mon, 01/02/10, 01:27 PM
Qual o processo para entrar com os recursos nesse concurso?

"16.1 - Recursos quanto aos conteúdos das questões objetivas e/ou aos gabaritos divulgados - o candidato poderá apresentar recursos, desde que devidamente fundamentados e apresentados no prazo máximo de dois dias úteis contados a partir da divulgação dos gabaritos das provas objetivas e encaminhados à FUNDAÇÃO CESGRANRIO, por meio do campo de Interposição de Recursos, na página referente a este concurso público no
endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br)."

Pelo edital, entendi que irão colocar um link na internet pra escrever e enviar o recurso.

Diego Prandino
Mon, 01/02/10, 01:29 PM
"16.1 - Recursos quanto aos conteúdos das questões objetivas e/ou aos gabaritos divulgados - o candidato poderá apresentar recursos, desde que devidamente fundamentados e apresentados no prazo máximo de dois dias úteis contados a partir da divulgação dos gabaritos das provas objetivas e encaminhados à FUNDAÇÃO CESGRANRIO, por meio do campo de Interposição de Recursos, na página referente a este concurso público no
endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br)."

Pelo edital, entendi que irão colocar um link na internet pra escrever e enviar o recurso.

É isso mesmo. MAs só estará disponível amanhã.

idhaf84
Mon, 01/02/10, 02:02 PM
UP.

Algum fundamento para os recursos? Vamos compartilhar gente boa!!

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 02:19 PM
RECURSOS P2:

QUESTÃO 14- concordo com o colega acima
QUESTÃO 26- concordo com o colega acima
QUESTÃO 31- acho q o correto seria perguntar: ACIMA DE QUE QTDE e não A PARTIR DE QUE QTDE....
QUESTÃO 32- um colega contador achou que a A e a B estão corretas.

Discordo da 31. Questão está bem clara!

PROF SBH CONTA
Mon, 01/02/10, 03:13 PM
Em Mat financeira, não é só a questao 14 que da margem a dupla interpretacao, por nao explicitar se o regime é de juros, compostos ou simples.

a 11, a 14 e a 15, foram mal redigidas, um bom recurso e uma boa dose de conciencia do examinador, poderiam anula-las.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 03:33 PM
Em Mat financeira, não é só a questao 14 que da margem a dupla interpretacao, por nao explicitar se o regime é de juros, compostos ou simples.

a 11, a 14 e a 15, foram mal redigidas, um bom recurso e uma boa dose de conciencia do examinador, poderiam anula-las.

É verdade!!! A 11 está errada!

(1+i) = (1+i/n)^k
(1+i) = (1+0,04/6)^1
i = (1+0,006667)-1
i = 0,006667 = 0,6667%

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 03:35 PM
Questões com recurso fácil

questão 11-
questão 14-
questão 26-
questão 32-

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 03:37 PM
Em Mat financeira, não é só a questao 14 que da margem a dupla interpretacao, por nao explicitar se o regime é de juros, compostos ou simples.

a 11, a 14 e a 15, foram mal redigidas, um bom recurso e uma boa dose de conciencia do examinador, poderiam anula-las.

A 15 não dá! Trata-se da aplicação direta da fórmula... sem chance! Nessa não compensa perder tempo.

idhaf84
Mon, 01/02/10, 03:47 PM
Acredito que a 32 também não dá (infelizmente). Está correta a alternativa A: se o primeiro que entra é também o primeiro que sai, o custo real do material realmente é próximo dos preços praticados no mercado, pois evita a manutenção de estoques muito "velhos" e com defasagem de preços em relação ao corrente no mercado.

Em todo caso, vou postar essa questão lá em Contabilidade neste Fórum. Vamos ver...


BACEN/Analista/2010/ Cesgranrio – Os registros dos sistemas de estoques têm, entre outras funções, a de informar o volume físico, o valor financeiro e contábil dos materiais. Do ponto de vista contábil, existem vários critérios para determinar o valor de um material, dentre eles o critério “primeiro a entrar, primeiro a sair” (PEPS) e o “último a entrar, primeiro a sair” (UEPS). Esses critérios têm conseqüências diferentes para as informações financeiras providas pelo sistema de estoques como, por exemplo, no
(A) PEPS, o custo real do material é um valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado.
(B) PEPS, o saldo em estoque é calculado por um valor mais atualizado com relação aos preços praticados no mercado.
(C) PEPS, os centros de custo requisitantes de materiais incorrem em custos maiores que os preços praticados no mercado.
(D) UEPS, o custo médio do saldo em estoque é menor que o valor atual do material praticado no mercado.
(E) UEPS, os centros de custo requisitantes incorrem em custos mais defasados em relação aos preços praticados no mercado.

Alternativa correta segundo o Cesgranrio : A

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 03:54 PM
Acredito que a 32 também não dá (infelizmente). Está correta a alternativa A: se o primeiro que entra é também o primeiro que sai, o custo real do material realmente é próximo dos preços praticados no mercado, pois evita a manutenção de estoques muito "velhos" e com defasagem de preços em relação ao corrente no mercado.

Em todo caso, vou postar essa questão lá em Contabilidade neste Fórum. Vamos ver...


BACEN/Analista/2010/ Cesgranrio – Os registros dos sistemas de estoques têm, entre outras funções, a de informar o volume físico, o valor financeiro e contábil dos materiais. Do ponto de vista contábil, existem vários critérios para determinar o valor de um material, dentre eles o critério “primeiro a entrar, primeiro a sair” (PEPS) e o “último a entrar, primeiro a sair” (UEPS). Esses critérios têm conseqüências diferentes para as informações financeiras providas pelo sistema de estoques como, por exemplo, no
(A) PEPS, o custo real do material é um valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado.
(B) PEPS, o saldo em estoque é calculado por um valor mais atualizado com relação aos preços praticados no mercado.
(C) PEPS, os centros de custo requisitantes de materiais incorrem em custos maiores que os preços praticados no mercado.
(D) UEPS, o custo médio do saldo em estoque é menor que o valor atual do material praticado no mercado.
(E) UEPS, os centros de custo requisitantes incorrem em custos mais defasados em relação aos preços praticados no mercado.

Alternativa correta segundo o Cesgranrio : A

Mas a letra D também está correta, visto que IR não aceita o UEPS. Ele aumenta o CMV, diminui o lucro e reduz o valor das mercadorias em estoque (Estoque inicial e final)

O que acha? Tem que pesquisar em livro a fundamentação, mas tenho quase certeza que o examinador vacilou.

jagwar
Mon, 01/02/10, 03:56 PM
É verdade!!! A 11 está errada!

(1+i) = (1+i/n)^k
(1+i) = (1+0,04/6)^1
i = (1+0,006667)-1
i = 0,006667 = 0,6667%

taxa composta...
(1+i)^6 = 1,04
i = 0,6558%

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 03:59 PM
taxa composta...
(1+i)^6 = 1,04
i = 0,6558%

Não entendi jaqwar... vc não está sugerindo que eu tire a raíz ou advinhe um logarítimo para resolver a questão?

idhaf84
Mon, 01/02/10, 04:03 PM
Mas a letra D também está correta, visto que IR não aceita o UEPS. Ele aumenta o CMV, diminui o lucro e reduz o valor das mercadorias em estoque (Estoque inicial e final)

O que acha? Tem que pesquisar em livro a fundamentação, mas tenho quase certeza que o examinador vacilou.

************************************************** ****************
Eu tb coloquei a D. Pensei como vc.

Mas como alguem aqui no Fórum comentou, se o preço de mercado estiver mais baixo, em um mercado em redução de preços, o custo médio do saldo em estoque é maior do que o praticado no mercado levando a afirmação da alternativa D ser falsa.

Coloquei a questão em Contabilidade aqui no Fórum, vamos ver o que dá...

lutador100
Mon, 01/02/10, 04:44 PM
Pessoal, eu acho que o gabarito da Q 32 P2 é B ao invés de A. Estou tentando entrar em contato com professores, mas não sei se vou conseguir devido ao tempo. É o saldo do inventário que fica com o valor mais próximo do mercado e não o custo do material. Se eu conseguir embasamento, postarei, mas entrarei com recurso de qualqur maneira.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 04:45 PM
************************************************** ****************
Eu tb coloquei a D. Pensei como vc.

Mas como alguem aqui no Fórum comentou, se o preço de mercado estiver mais baixo, em um mercado em redução de preços, o custo médio do saldo em estoque é maior do que o praticado no mercado levando a afirmação da alternativa D ser falsa.

Coloquei a questão em Contabilidade aqui no Fórum, vamos ver o que dá...

Mas nem se usarmos uma situação específica podemos aceitar este gabarito... Eu disse que o CMV mais alto é produzido pelo UEPS e vc concordou... A última mercadoria comprada por este sistema, que será a próxima a sair, não está no valor de mercado?

PEPS, o custo real do material é um valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado.

Se for para usar uma situação específica para invalidar a D, pode-se fazer o mesmo na A...

Sukkitta
Mon, 01/02/10, 05:14 PM
Vou fazer recurso para:
P2:
11 - taxa composta e fazer raiz sexta, sem calculadora, vou apelar para razoabilidade, proporcionalidade..
14 - não explicita se é juros compostos ou simples e há resposta para os dois levando o candidato ao erro.
26- tá errado pela lei do Pregão, já argumentado por outro colega
31 - a partir de 900 é considerado incluso o 900, e do ponto de vista
dos custos 900 operações a estrutura interna terá um custo superior ao da terceirização
35 - ?? eu não consegui chegar na resposta do gabarito. Alguém conseguiu??
36 - ?? idem

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 05:37 PM
Vou fazer recurso para:
P2:
11 - taxa composta e fazer raiz sexta, sem calculadora, vou apelar para razoabilidade, proporcionalidade..
14 - não explicita se é juros compostos ou simples e há resposta para os dois levando o candidato ao erro.
26- tá errado pela lei do Pregão, já argumentado por outro colega
31 - a partir de 900 é considerado incluso o 900, e do ponto de vista
dos custos 900 operações a estrutura interna terá um custo superior ao da terceirização
35 - ?? eu não consegui chegar na resposta do gabarito. Alguém conseguiu??
36 - ?? idem

Concordo com todas... acho que a 36 faltam dados que possibilitem o cálculo.

Schruder
Mon, 01/02/10, 05:42 PM
Mas a letra D também está correta, visto que IR não aceita o UEPS. Ele aumenta o CMV, diminui o lucro e reduz o valor das mercadorias em estoque (Estoque inicial e final)

O que acha? Tem que pesquisar em livro a fundamentação, mas tenho quase certeza que o examinador vacilou.

******************
Depende se o cenário é de inflação ou deflação de preços. Não dá pra afirmar pois a questão não menciona tal fato.
Se houver inflação CMV é menor com PEPS do que com UEPS, pois os ultimos preços são maiores que os primeiros.
Se houver deflação CMV é maior com PEPS do que com UEPS, pois os ultimos preços são menores que os primeiros.
O Ricardo Ferreira aborda este tema no livro dele.
Se não me engano é isso.
grande abraço

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 05:50 PM
******************
Depende se o cenário é de inflação ou deflação de preços. Não dá pra afirmar pois a questão não menciona tal fato.
Se houver inflação CMV é menor com PEPS do que com UEPS, pois os ultimos preços são maiores que os primeiros.
Se houver deflação CMV é maior com PEPS do que com UEPS, pois os ultimos preços são menores que os primeiros.
O Ricardo Ferreira aborda este tema no livro dele.
Se não me engano é isso.
grande abraço

Parece que a maioria concorda que está questão esta mal formulada e merece recurso pedindo anulação.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 05:53 PM
A Questão 17 - Prova de conhecimentos específicos - Está correta?

fernandomy
Mon, 01/02/10, 06:01 PM
Concordo com todas... acho que a 36 faltam dados que possibilitem o cálculo.
A 36 a Cesgranrio considerou que PROFISSIONAL SER DIFERENTE DE SERVENTE, o que acho errado, pois servente = profissional tambem.
Em relacao a 35, fiz e acertei. Totalmente possivel. So nao ponho aqui pois a explicacao e' longa e tou meio sem tempo agora.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 06:02 PM
A Questão 17 - Prova de conhecimentos específicos - Está correta?

Tá correta... esqueçam!

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 06:03 PM
A 36 a Cesgranrio considerou que PROFISSIONAL SER DIFERENTE DE SERVENTE, o que acho errado, pois servente = profissional tambem.
Em relacao a 35, fiz e acertei. Totalmente possivel. So nao ponho aqui pois a explicacao e' longa e tou meio sem tempo agora.

Pergunto no que se basearam para elaborar a questão? Vc tem a resolução? Precisamos achar a base de argumentação "deles"...

Sukkitta
Mon, 01/02/10, 06:21 PM
Quem acertou a 35 e a 36 poderia postar a solução das mesmas?? Pergunto isso porque vou entrar com recurso, e sei de mais 6 colegas que farão o mesmo. Logo, deve haver mais recurso ainda sobre essas questões. Então,se há solução plausível quem acertou poderia nos explicar. Pois, eu não sou a favor de fazer recurso sem ter convicção.

Diego Prandino
Mon, 01/02/10, 06:37 PM
Quem acertou a 35 e a 36 poderia postar a solução das mesmas?? Pergunto isso porque vou entrar com recurso, e sei de mais 6 colegas que farão o mesmo. Logo, deve haver mais recurso ainda sobre essas questões. Então,se há solução plausível quem acertou poderia nos explicar. Pois, eu não sou a favor de fazer recurso sem ter convicção.

A 36 até acho que caiba, apesar de ter acertado por cálculos aproximados. Um amigo postou a resolução em algum lugar aqui.

Quanto a 35, não cabe recurso. Vamos resolver:

As atividades 6 e 7 são assim distribuidas:
AT6 - Início no dia 132 e fim no dia 252
AT7 - Início no dia 151 e fim no dia 191

O mês 7 comprende os dias 181 a 210. Logo, temos 30 dias de AT6 e 10 dias de AT7 para faturar.

30 dias de AT6 = 300.000 *(30/120) = 75.000
10 dias de AT7 = 20.000*(10/40) = 5.000
TOTAL 80.000,00

O total do projeto é a soma das atividades, ou seja, 2.000.000.

Logo, as atividades AT6 e AT7 no mês 7, correspondem a 80.000/2.000.000 = 0,04, ou seja, 4% do total.

SRN.

stallone
Mon, 01/02/10, 06:42 PM
Questão 36:

São três equipes trabalhando separadamente com 440 horas de trabalho (50*8,8)

Forma - 1,0 m2
Serao produzidos 400m2 de formas: Carpinteiro (440 horas/1,1)
Auxiliar servente: 400m2 de formas * 1,25 = 500 horas de servente (1)

Armacao - 1 kg
Serao produzidos 4400 kg de aco: Armador (440 horas/0,1)
Auxiliar servente: 4400 kg * 0,1 = 440 horas de servente (2)

Concreto - m3
Serao produzidos 88 m3 de concreto: Pedreiro (440/5,0)
Auxiliar servente: 88m3 * 15 = 1320 horas de servente (3)

(1) + (2) +(3) = 2260 HORAS

futuroauditor
Mon, 01/02/10, 06:43 PM
Pessoal,
tambem vou entrar com recurso na 14, 20, 26, 32.
Em relação a 38 alguem discorda do gabarito?

Vejam:

Considere as seguintes especificações de material de revestimento composto de camadas de material fibroso celulósico:
I - intercaladas com películas de PVB - polivinil butinal;
II - impregnadas com resinas melamínicas e fenólicas;
III - prensadas sob alta pressão e temperatura;
IV - com camada decorativa em um ou nos dois lados.
Correspondem aos laminados decorativos de alta pressão as especificações

O item IV diz que a camada decorativa pode estar nos 2 lados.
COmo isso é possível?
Quando vc aplica um laminado precisa que um superficie seja adequada para aplicar a cola da outra superficie e ele possa aderir. Se os 2 lados tem camada decorativa como podemos aplicar a cola???


Quero entrar com recurso nesta, mas tenho que encontrar a Norma ABNT...

marcos-bh
Mon, 01/02/10, 06:45 PM
Questão 36:

São três equipes trabalhando separadamente com 440 horas de trabalho (50*8,8)

Forma - 1,0 m2
Serao produzidos 400m2 de formas: Carpinteiro (440 horas/1,1)
Auxiliar servente: 400m2 de formas * 1,25 = 500 horas de servente (1)

Armacao - 1 kg
Serao produzidos 4400 kg de aco: Armador (440 horas/0,1)
Auxiliar servente: 4400 kg * 0,1 = 440 horas de servente (2)

Concreto - m3
Serao produzidos 88 m3 de concreto: Pedreiro (440/5,0)
Auxiliar servente: 88m3 * 15 = 1320 horas de servente (3)

(1) + (2) +(3) = 2260 HORAS

Stallone, mas da onde você tirou esses valores de produção (400 m2 de formas, 4400kg de armação e 88 m3 de concreto)?

mau_sena
Mon, 01/02/10, 06:51 PM
Pessoal boa noite!!!
É meu primeiro post aqui no FC.
Na Engenharia carpinteiros, pintores, pedreiros, armadores, ou seja, todos aqueles que possuem um oficio definidos são considerados profissionais. E aqueles que não possuem oficio definido e auxiliam esses profissionais são serventes.
A questão está correta!!!!
sds a todos

stallone
Mon, 01/02/10, 06:51 PM
A questao pede para tomar como referencia a produtividade dos profissionais

O maximo que cada um pode produzir é a quantidade de horas disponivel (440 horas) dividido pelo indice de produtividade (1,1 no caso das formas) = quantidade total de produção. Tomando esse valor como referencia, voce dimensiona a equipe dos serventes (pau pra toda obra)

Abs

stallone
Mon, 01/02/10, 07:00 PM
Questão 38 também discordo do gabarito. Nunca vi um revestimento a ser aplicado com camada decorativa nos dois lados....

chinadf
Mon, 01/02/10, 07:04 PM
A meu ver, quando existem restos a pagar processados no final do exercicio ele nao pode ser inscrito em restos a pagar para o proximo exercicio novamente. Ele deve constar como Despesas de Exercicio Anteriores. Tenho quase certeza disso. Alguem sabe com 100% de certeza??

Fernandomy,


Este é o meu primeiro contato aqui depois de muito tempo. Errei essa questao tb, coloque DEA..perguntei para um amigo que esta estudado pro TCU e ele me falou que como a questao esta falando em contabilizacao, ai segundo a lei entra como receita extraorcamentaria para fechar o balanco. A pegadinha é que fala em contabilizacao.

chinadf
Mon, 01/02/10, 07:06 PM
o site da cesgranrio esta fora do ar...
a questao 26 tem q ter a troca de gabarito

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 07:17 PM
Fernandomy,


Este é o meu primeiro contato aqui depois de muito tempo. Errei essa questao tb, coloque DEA..perguntei para um amigo que esta estudado pro TCU e ele me falou que como a questao esta falando em contabilizacao, ai segundo a lei entra como receita extraorcamentaria para fechar o balanco. A pegadinha é que fala em contabilizacao.

Acho que está questão deve ser solicitado anulação. Restos à Pagar Não-Processados NUNCA SERÁ RECEITA! VEJAM:

2.2.2.1 - No encerramento do exercicio devem ser consideradas despesas realizadas, e, portanto, registrada a liquidacao no sistema, todas aquelas em que o credor, de posse do empenho correspondente, forneceu o material, prestou o servico ou ainda executou a obra e que tenha sido devidamente atestada ou encontra-se em fase de analise e conferencia. Nesses casos, independente do ateste, a despesa orcamentaria, pelo principio da prudencia, considera-se realizada.

2.2.3 - O Pagamento e o terceiro estagio da despesa e resulta na extincao da obrigacao, apos o respectivo ateste. Quando o pagamento deixa de ser efetuado no proprio exercicio, procede-se, entao, a inscricao em Restos a Pagar.

2.2.4 - A Inscricao em Restos a Pagar decorre da observancia do Regime de Competencia para as despesas. Portanto, as despesas empenhadas, nao pagas ate o dia 31 de dezembro, nao canceladas pelo processo de analise e depuracao e, que atendam os requisitos previstos em legislacao especifica, podem ser inscritas em Restos a Pagar, pois referem-se a despesas incorridas e/ou a incorrer no proprio exercicio.

2.2.5 - Serao considerados Restos a Pagar Processados e Nao Processados, respectivamente, as inscricoes de despesas liquidadas e as despesas nao liquidadas.

2.2.6 - A caracterizacao dos Restos a pagar como processados ou nao processados e feita no momento de sua inscricao. Assim, uma despesa que no momento do processo de inscricao nao estava liquidada sera inscrita em restos a pagar nao processados. Ocorrendo sua liquidacao efetiva no exercicio seguinte ao da inscricao (inclusao do documento habil no ATUCPR) ela passa a ser restos a pagar nao processados liquidados, com tratamento similar aos processados.

Ou seja, ela nunca será receita. Será uma DESPESA LIQUIDADA.

TCU ENG MEC
Mon, 01/02/10, 07:24 PM
Qual a fonte?


Acho que está questão deve ser solicitado alteração de gabarito para letra "B". Restos à Pagar Não-Processados NUNCA SERÁ RECEITA! VEJAM:

2.2.2.1 - No encerramento do exercicio devem ser consideradas despesas realizadas, e, portanto, registrada a liquidacao no sistema, todas aquelas em que o credor, de posse do empenho correspondente, forneceu o material, prestou o servico ou ainda executou a obra e que tenha sido devidamente atestada ou encontra-se em fase de analise e conferencia. Nesses casos, independente do ateste, a despesa orcamentaria, pelo principio da prudencia, considera-se realizada.

2.2.3 - O Pagamento e o terceiro estagio da despesa e resulta na extincao da obrigacao, apos o respectivo ateste. Quando o pagamento deixa de ser efetuado no proprio exercicio, procede-se, entao, a inscricao em Restos a Pagar.

2.2.4 - A Inscricao em Restos a Pagar decorre da observancia do Regime de Competencia para as despesas. Portanto, as despesas empenhadas, nao pagas ate o dia 31 de dezembro, nao canceladas pelo processo de analise e depuracao e, que atendam os requisitos previstos em legislacao especifica, podem ser inscritas em Restos a Pagar, pois referem-se a despesas incorridas e/ou a incorrer no proprio exercicio.

2.2.5 - Serao considerados Restos a Pagar Processados e Nao Processados, respectivamente, as inscricoes de despesas liquidadas e as despesas nao liquidadas.

2.2.6 - A caracterizacao dos Restos a pagar como processados ou nao processados e feita no momento de sua inscricao. Assim, uma despesa que no momento do processo de inscricao nao estava liquidada sera inscrita em restos a pagar nao processados. Ocorrendo sua liquidacao efetiva no exercicio seguinte ao da inscricao (inclusao do documento habil no ATUCPR) ela passa a ser restos a pagar nao processados liquidados, com tratamento similar aos processados.

Ou seja, ela nunca será receita. Será uma DESPESA NÃO LIQUIDADA, ALTERNATIVA "B".

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 07:42 PM
Questão 20- Ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN
deve concluir, de acordo com a Lei no 4.320/64, estar diante de uma
(A) despesa extraorçamentária.
(B) despesa não liquidada.
(C) despesa de exercícios anteriores.
(D) receita extraorçamentária.
(E) receita corrente.

Gabarito Oficial: D

Solicito que sejam considerados os argumentos apresentados para anulação da questão em tela. Estes baseiam-se, integralmente, em documentos oficiais e manuais do Ministério da Fazenda.

Segundo Nota Técnica nº 397/2004 – GEANC/ CCONT, do Ministério da Fazenda, Tesouro Nacional, encontrada no site: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/contabilidade_governamental/procedimentos_contabeis/CON_397.pdf


Assunto: Esclarecimentos sobre Restos a Pagar.

Senhora Coordenadora,

1. Refere-se à solicitação de esclarecimentos sobre Restos a Pagar, de 31/03/2004, da Representação do Governo do Estado do Pará em Brasília, encaminhada a este Órgão Central de Contabilidade, por meio de e-mail, solicitando definição de conceitos de Restos a Pagar.
2. Conforme o Art. 36 da Lei 4.320/64, consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Entendem-se por processadas e não processadas, respectivamente, as despesas liquidadas e as não liquidadas conforme § 9º do Decreto nº 93.872/86. O registro dos Restos a Pagar far-se-á por exercício e por credor. O Art. 63 da lei citada estabelece que a liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
§ 1º Essa verificação tem por fim apenas:
I – a origem e o objeto do que se deve pagar,
II – a importância exata a pagar,
III – a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.
§ 2º A liquidação da despesa, por fornecimentos feitos ou serviços prestados,terá por base:
I – o contrato, o ajuste ou acordo respectivo,
II – a nota de empenho,
III – os comprovantes da entrega do material ou da prestação do serviço.
3. Ademais, o Art. 68 do Decreto nº 93.872/86 dispõe que a inscrição de despesas como Restos a Pagar será automática, no encerramento do exercício financeiro de emissão da Nota de Empenho, e terá validade até 31 de dezembro do ano subseqüente.
4. Por fim, a Portaria nº 441, de 27 de agosto de 2003, que aprova a 3ª edição do Manual de Elaboração do Relatório Resumido da Execução Orçamentária, em seu item 3.9 Anexo IX – Demonstrativo Dos Restos a Pagar por Poder e Órgão, estabelece as seguintes definições acerca do assunto:
4.1 RP Inscritos - Processados – São as despesas que já tiveram sua efetiva liquidação constatada. Não-processados – São as despesas que ainda não tiveram sua efetiva liquidação constatada.
4.2 RP Pagos - São os valores dos Restos a Pagar inscritos que já foram pagos durante o exercício corrente.
4.3 RP a Pagar - São os valores totais dos Restos a Pagar Processados e Não-Processados inscritos, pendentes de pagamento.
4.4 RP Processado Liquidado - São os valores da inscrição de Restos a Pagar Processados liquidados e ainda não pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.5 RP Processado Pago - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos e que já foram pagos, durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.6 Canc. RP Processado - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos, que por algum motivo, tiveram de ser cancelados durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Cancelados do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.


TODAS AS FONTES E ARGUMENTAÇÕES PARA O ASSUNTO ESTÃO NO TEXTO!!! USEM-OS COMO QUISEREM!

mau_sena
Mon, 01/02/10, 07:48 PM
Sobre a questão 49 de RL (da balança)...
Se das 15 bolas eu colocar 7 de um lado da balança e 7 do outro equilibrando-a, significa que a 15ª bola que esta fora é a que possui peso diferente.
Logo com uma única pesada eu poderia identificá-la.
O que vc´s acham?

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 07:53 PM
Questão 20- Ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN
deve concluir, de acordo com a Lei no 4.320/64, estar diante de uma
(A) despesa extraorçamentária.
(B) despesa não liquidada.
(C) despesa de exercícios anteriores.
(D) receita extraorçamentária.
(E) receita corrente.

Gabarito Oficial: D

Solicito que sejam considerados os argumentos apresentados para anulação da questão em tela. Estes baseiam-se, integralmente, em documentos oficiais e manuais do Ministério da Fazenda.

Segundo Nota Técnica nº 397/2004 – GEANC/ CCONT, do Ministério da Fazenda, Tesouro Nacional, encontrada no site: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/contabilidade_governamental/procedimentos_contabeis/CON_397.pdf


Assunto: Esclarecimentos sobre Restos a Pagar.

Senhora Coordenadora,

1. Refere-se à solicitação de esclarecimentos sobre Restos a Pagar, de 31/03/2004, da Representação do Governo do Estado do Pará em Brasília, encaminhada a este Órgão Central de Contabilidade, por meio de e-mail, solicitando definição de conceitos de Restos a Pagar.
2. Conforme o Art. 36 da Lei 4.320/64, consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Entendem-se por processadas e não processadas, respectivamente, as despesas liquidadas e as não liquidadas conforme § 9º do Decreto nº 93.872/86. O registro dos Restos a Pagar far-se-á por exercício e por credor. O Art. 63 da lei citada estabelece que a liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
§ 1º Essa verificação tem por fim apenas:
I – a origem e o objeto do que se deve pagar,
II – a importância exata a pagar,
III – a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.
§ 2º A liquidação da despesa, por fornecimentos feitos ou serviços prestados,terá por base:
I – o contrato, o ajuste ou acordo respectivo,
II – a nota de empenho,
III – os comprovantes da entrega do material ou da prestação do serviço.
3. Ademais, o Art. 68 do Decreto nº 93.872/86 dispõe que a inscrição de despesas como Restos a Pagar será automática, no encerramento do exercício financeiro de emissão da Nota de Empenho, e terá validade até 31 de dezembro do ano subseqüente.
4. Por fim, a Portaria nº 441, de 27 de agosto de 2003, que aprova a 3ª edição do Manual de Elaboração do Relatório Resumido da Execução Orçamentária, em seu item 3.9 Anexo IX – Demonstrativo Dos Restos a Pagar por Poder e Órgão, estabelece as seguintes definições acerca do assunto:
4.1 RP Inscritos - Processados – São as despesas que já tiveram sua efetiva liquidação constatada. Não-processados – São as despesas que ainda não tiveram sua efetiva liquidação constatada.
4.2 RP Pagos - São os valores dos Restos a Pagar inscritos que já foram pagos durante o exercício corrente.
4.3 RP a Pagar - São os valores totais dos Restos a Pagar Processados e Não-Processados inscritos, pendentes de pagamento.
4.4 RP Processado Liquidado - São os valores da inscrição de Restos a Pagar Processados liquidados e ainda não pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.5 RP Processado Pago - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos e que já foram pagos, durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.6 Canc. RP Processado - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos, que por algum motivo, tiveram de ser cancelados durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Cancelados do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.


TODAS AS FONTES E ARGUMENTAÇÕES PARA O ASSUNTO ESTÃO NO TEXTO!!! USEM-OS COMO QUISEREM!

Se considerarmos que, na questão em tela, o Analista verifica a necessidade do registro contábil da inscrição, poderíamos considerar que se tratavam de DESPESAS NÃO LIQUIDADAS, as quais o Analista liquidará com o registro. NESTE CASO CABERÍA O ARGUMENTO DE ALTERAÇÃO DO GABARITO PARA ALTERNATIVA "B".

faqmoura
Mon, 01/02/10, 07:55 PM
Cara, essa questão está certa.

Ela perguntava o mínimo de pessagens para ter absoluta certeza. Pra ser apenas 1, o cara tinha que acertar no chute (uma chance de 1/15=6,67%).



Sobre a questão 49 de RL (da balança)...
Se das 15 bolas eu colocar 7 de um lado da balança e 7 do outro equilibrando-a, significa que a 15ª bola que esta fora é a que possui peso diferente.
Logo com uma única pesada eu poderia identificá-la.
O que vc´s acham?

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 07:56 PM
Sobre a questão 49 de RL (da balança)...
Se das 15 bolas eu colocar 7 de um lado da balança e 7 do outro equilibrando-a, significa que a 15ª bola que esta fora é a que possui peso diferente.
Logo com uma única pesada eu poderia identificá-la.
O que vc´s acham?

Neste caso, segundo a sua solução, observando o descrito na questão, o gabarito seria "2". Veja que vc usou dedução na resolução e a questão diz: "o número de pesagens que deverão ser feitas para que se POSSA GARANTIR que a bola que destoa quanto ao peso será identificada". Logo, para GARANTIR, vc tem que pesá-la.

Sukkitta
Mon, 01/02/10, 08:02 PM
Questão 20- Ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN
deve concluir, de acordo com a Lei no 4.320/64, estar diante de uma
(A) despesa extraorçamentária.
(B) despesa não liquidada.
(C) despesa de exercícios anteriores.
(D) receita extraorçamentária.
(E) receita corrente.

Gabarito Oficial: D

Solicito que sejam considerados os argumentos apresentados para anulação da questão em tela. Estes baseiam-se, integralmente, em documentos oficiais e manuais do Ministério da Fazenda.

Segundo Nota Técnica nº 397/2004 – GEANC/ CCONT, do Ministério da Fazenda, Tesouro Nacional, encontrada no site: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/contabilidade_governamental/procedimentos_contabeis/CON_397.pdf


Assunto: Esclarecimentos sobre Restos a Pagar.

Senhora Coordenadora,

1. Refere-se à solicitação de esclarecimentos sobre Restos a Pagar, de 31/03/2004, da Representação do Governo do Estado do Pará em Brasília, encaminhada a este Órgão Central de Contabilidade, por meio de e-mail, solicitando definição de conceitos de Restos a Pagar.
2. Conforme o Art. 36 da Lei 4.320/64, consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Entendem-se por processadas e não processadas, respectivamente, as despesas liquidadas e as não liquidadas conforme § 9º do Decreto nº 93.872/86. O registro dos Restos a Pagar far-se-á por exercício e por credor. O Art. 63 da lei citada estabelece que a liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
§ 1º Essa verificação tem por fim apenas:
I – a origem e o objeto do que se deve pagar,
II – a importância exata a pagar,
III – a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.
§ 2º A liquidação da despesa, por fornecimentos feitos ou serviços prestados,terá por base:
I – o contrato, o ajuste ou acordo respectivo,
II – a nota de empenho,
III – os comprovantes da entrega do material ou da prestação do serviço.
3. Ademais, o Art. 68 do Decreto nº 93.872/86 dispõe que a inscrição de despesas como Restos a Pagar será automática, no encerramento do exercício financeiro de emissão da Nota de Empenho, e terá validade até 31 de dezembro do ano subseqüente.
4. Por fim, a Portaria nº 441, de 27 de agosto de 2003, que aprova a 3ª edição do Manual de Elaboração do Relatório Resumido da Execução Orçamentária, em seu item 3.9 Anexo IX – Demonstrativo Dos Restos a Pagar por Poder e Órgão, estabelece as seguintes definições acerca do assunto:
4.1 RP Inscritos - Processados – São as despesas que já tiveram sua efetiva liquidação constatada. Não-processados – São as despesas que ainda não tiveram sua efetiva liquidação constatada.
4.2 RP Pagos - São os valores dos Restos a Pagar inscritos que já foram pagos durante o exercício corrente.
4.3 RP a Pagar - São os valores totais dos Restos a Pagar Processados e Não-Processados inscritos, pendentes de pagamento.
4.4 RP Processado Liquidado - São os valores da inscrição de Restos a Pagar Processados liquidados e ainda não pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.5 RP Processado Pago - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos e que já foram pagos, durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.6 Canc. RP Processado - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos, que por algum motivo, tiveram de ser cancelados durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Cancelados do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.


TODAS AS FONTES E ARGUMENTAÇÕES PARA O ASSUNTO ESTÃO NO TEXTO!!! USEM-OS COMO QUISEREM!

Desculpe, mas não concordo. Não sou da área contabil, mas a questão fala no encerramento do exercício e pela regra das partidas dobradas, a despesa empenhada não paga no exercício se torna receita extraorçamentária (isso é feito contabilmente para encerrar o exercício). E no inicio do próximo ano se abre a conta resto a pagar de exercícios anteriores, conforme essa Nota Técnica que vc colocou. Tem uma aula (Orçamento Público) sobre isso no site do EVP dada pela prof. Ana Paula. Eu tb fiquei com dúvida na hora pensando o que esse examinador queria e depois lembrei dessa aula.

mau_sena
Mon, 01/02/10, 08:05 PM
Cara, essa questão está certa.

Ela perguntava o mínimo de pessagens para ter absoluta certeza. Pra ser apenas 1, o cara tinha que acertar no chute (uma chance de 1/15=6,67%).

Pois é,
mas essa possibilidade existe e deveria ser considerada.
Não to querendo forçar a barra, mas o enunciado permite essa interpretação.
sds

Sukkitta
Mon, 01/02/10, 08:12 PM
Valeu Stallone e Diegopalves pela solução da 35 e 36. Vi que fiz algumas considerações erradas. Realmente, não cabe recurso.

Diego Prandino
Mon, 01/02/10, 08:15 PM
Se considerarmos que, na questão em tela, o Analista verifica a necessidade do registro contábil da inscrição, poderíamos considerar que se tratavam de DESPESAS NÃO LIQUIDADAS, as quais o Analista liquidará com o registro. NESTE CASO CABERÍA O ARGUMENTO DE ALTERAÇÃO DO GABARITO PARA ALTERNATIVA "B".


Cara, não tem hipótese. Sério mesmo. Ele fala claramente no enunciado que é RP processado. RP processo é despesa empenhada e liquidada. Não há possibilidade de se alterar para a letra B.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 08:17 PM
Desculpe, mas não concordo. Não sou da área contabil, mas a questão fala no encerramento do exercício e pela regra das partidas dobradas, a despesa empenhada não paga no exercício se torna receita extraorçamentária (isso é feito contabilmente para encerrar o exercício). E no inicio do próximo ano se abre a conta resto a pagar de exercícios anteriores, conforme essa Nota Técnica que vc colocou. Tem uma aula (Orçamento Público) sobre isso no site do EVP dada pela prof. Ana Paula. Eu tb fiquei com dúvida na hora pensando o que esse examinador queria e depois lembrei dessa aula.

Sukkitta, você fala da conta de contrapartida... não confunda! A questão menciona a conta Restos a Pagar, que é despesa em qualquer hipótese.

Sukkitta
Mon, 01/02/10, 08:18 PM
Pois é,
mas essa possibilidade existe e deveria ser considerada.
Não to querendo forçar a barra, mas o enunciado permite essa interpretação.
sds

Essa questão da balança e a do quadrado foram muito mal feitas. Para a balança, eu considerei 2 pesagens (letra A). Bastava pesar uma vez a bola maior em separado e depois as outras 14. Para mim, isso é o mínimo..

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 08:18 PM
Cara, não tem hipótese. Sério mesmo. Ele fala claramente no enunciado que é RP processado. RP processo é despesa empenhada e liquidada. Não há possibilidade de se alterar para a letra B.

Através deste documento, e todas as fontes que são citadas, percebe-se que um Analista do Banco Central do Brasil (BACEN), ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício, deverá concluir, diante da lei 4.320/64 e outros documentos, que se trata de um despesa não liquidada.

Contudo, visando manter uma visão ampla a respeito do assunto, pode o examinador entender que a despesa será liquidada com o registro contábil do Analista. Portanto, será uma despesa não liquidada, alternativa “B”. Sob está ótica, o Analista, ao se deparar com a NECESSIDADE DE REGISTRO de restos a pagar processados (ainda não registrados), deverá concluir que se trata de um DESPESA NÃO LIQUIDADA, que passará aquela categoria a partir do registro efetuado pelo Analista do BACEN. Segundo esta hipótese restaria ao examinador a alteração do gabarito para alternativa “B”.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 08:23 PM
Essa questão da balança e a do quadrado foram muito mal feitas. Para a balança, eu considerei 2 pesagens (letra A). Bastava pesar uma vez a bola maior em separado e depois as outras 14. Para mim, isso é o mínimo..

Eu tb vou argumentar que devido as falhas na elaboração da questão, pode o candidato entender uma situação com duas pesagens

Sukkitta
Mon, 01/02/10, 08:48 PM
Sukkitta, quando se dá a liquidação da despesa?


Essa questão foi tirada da lei 4320
Art. 103. O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

Parágrafo único. Os Restos a Pagar do exercício serão computados na receita extra-orçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária.

Não vejo como vc consegui argumentar, doidodoido.
E sobre a sua outra pergunta (liquidação da despesa), eu não tenho certeza da resposta. Como disse não sou da area Contábil.

Diego Prandino
Mon, 01/02/10, 08:53 PM
Essa questão foi tirada da lei 4320
Art. 103. O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

Parágrafo único. Os Restos a Pagar do exercício serão computados na receita extra-orçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária.

Não vejo como vc consegui argumentar, doidodoido.
E sobre a sua outra pergunta (liquidação da despesa), eu não tenho certeza da resposta. Como disse não sou da area Contábil.

Sukkitta, obrigado pelos esclarecimentos. De fato, matou nossa possibilidade de recurso, mas pelo menos esclareceu a questão.

Quanto à liquidação, ela ocorre com o implemento de condição por parte do credor.

4.320:

Art. 63. A liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.

§ 1° Essa verificação tem por fim apurar:

I - a origem e o objeto do que se deve pagar;

II - a importância exata a pagar;

III - a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.

§ 2º A liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base:

I - o contrato, ajuste ou acôrdo respectivo;

II - a nota de empenho;

III - os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 09:15 PM
Sukkitta, obrigado pelos esclarecimentos. De fato, matou nossa possibilidade de recurso, mas pelo menos esclareceu a questão.

Quanto à liquidação, ela ocorre com o implemento de condição por parte do credor.

4.320:

Art. 63. A liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.

§ 1° Essa verificação tem por fim apurar:

I - a origem e o objeto do que se deve pagar;

II - a importância exata a pagar;

III - a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.

§ 2º A liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base:

I - o contrato, ajuste ou acôrdo respectivo;

II - a nota de empenho;

III - os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço.

Obrigado, diante da informação sobre liquidação, cabe anulação! Vou apresentar recurso...

jagwar
Mon, 01/02/10, 09:16 PM
Não entendi jaqwar... vc não está sugerindo que eu tire a raíz ou advinhe um logarítimo para resolver a questão?

Não, estou apenas mostrando que a resposta está correta. Quanto a forma de solução, é possível, eu fiz. Bastava vc calcular o valor para juros simples, e vc ja vai saber que o valor da resposta é um pouco abaixo, restam duas opções. Vc só precisava elevar um numero a sexta pra conferir se a resposta era ela ou o outro número.

jagwar

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 09:33 PM
Questão 20- Ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN
deve concluir, de acordo com a Lei no 4.320/64, estar diante de uma
(A) despesa extraorçamentária.
(B) despesa não liquidada.
(C) despesa de exercícios anteriores.
(D) receita extraorçamentária.
(E) receita corrente.

Gabarito Oficial: D

Solicito que sejam considerados os argumentos apresentados para anulação da questão em tela. Estes baseiam-se, integralmente, em documentos oficiais e manuais do Ministério da Fazenda.

Segundo Nota Técnica nº 397/2004 – GEANC/ CCONT, do Ministério da Fazenda, Tesouro Nacional, transcrita na íntegra, encontrada no site:
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/contabilidade_governamental/procedimentos_contabeis/CON_397.pdf

1. Refere-se à solicitação de esclarecimentos sobre Restos a Pagar, de 31/03/2004, da Representação do Governo do Estado do Pará em Brasília, encaminhada a este Órgão Central de Contabilidade, por meio de e-mail, solicitando definição de conceitos de Restos a Pagar.

2. Conforme o Art. 36 da Lei 4.320/64, consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Entendem-se por processadas e não processadas, respectivamente, as despesas liquidadas e as não liquidadas conforme § 9º do Decreto nº 93.872/86. O registro dos Restos a Pagar far-se-á por exercício e por credor. O Art. 63 da lei citada estabelece que a liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
§ 1º Essa verificação tem por fim apenas:
I – a origem e o objeto do que se deve pagar,
II – a importância exata a pagar,
III – a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.
§ 2º A liquidação da despesa, por fornecimentos feitos ou serviços prestados,terá por base:
I – o contrato, o ajuste ou acordo respectivo,
II – a nota de empenho,
III – os comprovantes da entrega do material ou da prestação do serviço.

3. Ademais, o Art. 68 do Decreto nº 93.872/86 dispõe que a inscrição de despesas como Restos a Pagar será automática, no encerramento do exercício financeiro de emissão da Nota de Empenho, e terá validade até 31 de dezembro do ano subseqüente.

4. Por fim, a Portaria nº 441, de 27 de agosto de 2003, que aprova a 3ª edição do Manual de Elaboração do Relatório Resumido da Execução Orçamentária, em seu item 3.9 Anexo IX – Demonstrativo Dos Restos a Pagar por Poder e Órgão, estabelece as seguintes definições acerca do assunto:
4.1 RP Inscritos - Processados – São as despesas que já tiveram sua efetiva liquidação constatada. Não-processados – São as despesas que ainda não tiveram sua efetiva liquidação constatada.
4.2 RP Pagos - São os valores dos Restos a Pagar inscritos que já foram pagos durante o exercício corrente.
4.3 RP a Pagar - São os valores totais dos Restos a Pagar Processados e Não-Processados inscritos, pendentes de pagamento.
4.4 RP Processado Liquidado - São os valores da inscrição de Restos a Pagar Processados liquidados e ainda não pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.5 RP Processado Pago - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos e que já foram pagos, durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.6 Canc. RP Processado - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos, que por algum motivo, tiveram de ser cancelados durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Cancelados do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.

Através deste documento, e todas as fontes que são citadas, percebe-se que um Analista do Banco Central do Brasil (BACEN), ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício, deverá concluir, diante da lei 4.320/64 e outros documentos, que se trata de um despesa liquidada (conforme artigo 63 da 4.320), resposta que não consta no gabarito.

O gabarito oficial incorre em erro ao confundir o TRATAMENTO A SER DADO À SITUAÇÃO (descrito no parágrafo único do artigo 103, da lei 4.320) com o que o Analista deve entender de fato.

Portanto, ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN deve concluir, de acordo com a Lei n 4.320/64, estar diante de uma DESPESA LIQUIDADA, que deverá ser contabilizada como receita extraorçamentária PARA COMPENSAR sua inclusão na despesa orçamentária. Ou seja, em último caso, além de uma DESPESA LIQUIDADA, é uma DESPESA ORÇAMENTÁRIA.

Diante dos argumentos, solicita-se anulação da questão.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 09:37 PM
Não, estou apenas mostrando que a resposta está correta. Quanto a forma de solução, é possível, eu fiz. Bastava vc calcular o valor para juros simples, e vc ja vai saber que o valor da resposta é um pouco abaixo, restam duas opções. Vc só precisava elevar um numero a sexta pra conferir se a resposta era ela ou o outro número.

jagwar

Espera que estou terminando o rec dessa...

Zizi MG
Mon, 01/02/10, 09:51 PM
Obrigado, diante da informação sobre liquidação, cabe anulação! Vou apresentar recurso...
Doidodoido,

Acho que você está mais que certo em buscar todas as formas possíveis de ganhar um pontinho...

Mas sinceramente acho difícil anularem essa questão. Explico o porquê: apesar de não ser da área contábil, trabalho justamente com orçamento público. Quando o exercício é encerrado, todas as depesas ainda não PAGAS são inscritas em restos a pagar. Elas são divididas em 2 parcelas: as liquidadas ( ou processadas) e as não liquidadas (não processadas). Despesa liquidada é aquela que foi devidamente empenhada, o serviço foi prestado/ o bem fornecido a contento, a nota fiscal foi emitida e atestada pelo servidor público. Já a não liquidada significa que o empenho foi realizado, mas não houve a liquidação, ou seja , não houve o ateste por parte do servidor; seja porque o serviço/bem ainda não tenha sido prestado ou porque, apesar de prestado, não houve emissão de Nota Fiscal e/ou ateste.

Enfim, no final das contas, em 31 de dezembro, todas as depesas que se encontram numa dessas situações são inscritas em Restos A Pagar. No caso das liquidadas, falta apenas pagar, pois neste ponto já se criou para o Estado a obrigação de pagar, uma vez que foi satisfeito o implemento de condição. Em relação às não liquidadas, não é tão simples assim. Elas podem até ser canceladas após inscritas, ou em casos excepcionais, dependendo do que dispuser a LDO, nem mesmo serem inscritas. Mas, SE forem inscritas, neste momento, para fins contábeis elas são tidas como liquidadas, apesar da liquidação não ter ocorrido realmente.

E finalmente, no fechamento do exercício, para efeito de compensação, o valor de despesas inscritas em restos a pagar são aferidos como receitas extra-orçamentárias.


Abração!

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 09:54 PM
Doidodoido,

Acho que você está mais que certo em buscar todas as formas possíveis de ganhar um pontinho...

Mas sinceramente acho difícil anularem essa questão. Explico o porquê: apesar de não ser da área contábil, trabalho justamente com orçamento público. Quando o exercício é encerrado, todas as depesas ainda não PAGAS são inscritas em restos a pagar. Elas são divididas em 2 parcelas: as liquidadas ( ou processadas) e as não liquidadas (não processadas). Despesa liquidada é aquela que foi devidamente empenhada, o serviço foi prestado/ o bem fornecido a contento, a nota fiscal foi emitida e atestada pelo servidor público. Já a não liquidada significa que o empenho foi realizado, mas não houve a liquidação, ou seja , não houve o ateste por parte do servidor; seja porque o serviço/bem ainda não tenha sido prestado ou porque, apesar de prestado, não houve emissão de Nota Fiscal e/ou ateste.

Enfim, no final das contas, em 31 de dezembro, todas as depesas que se encontram numa dessas situações são inscritas em Restos A Pagar. No caso das liquidadas, falta apenas pagar, pois neste ponto já se criou para o Estado a obrigação de pagar, uma vez que foi satisfeito o implemento de condição. Em relação às não liquidadas, não é tão simples assim. Elas podem até ser canceladas após inscritas, ou em casos excepcionais, dependendo do que dispuser a LDO, nem mesmo serem inscritas. Mas, SE forem inscritas, neste momento, para fins contábeis elas são tidas como liquidadas, apesar da liquidação não ter ocorrido realmente.

E finalmente, no fechamento do exercício, para efeito de compensação, o valor de despesas inscritas em restos a pagar são aferidos como receitas extra-orçamentárias.


Abração!

Apenas apresentei o que penso estar correto, e justo de acordo com a isonomia entre candidatos. Se a questão foi mal elaborada, não se presta para avaliar. É o que penso...

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 09:55 PM
Questão 11- A taxa composta de 4% ao semestre equivale, ao mês, a
(Nota: efetue as operações com 6 casas decimais)
(A) 0,5000% (B) 0,6444%
(C) 0,6558% (D) 0,6667%
(E) 0,9853%

Gabarito Oficial: C

A resolução da presente questão pode ser feita de duas formas, porém, solicita-se a anulação tendo em vista que não foram disponibilizadas informações essenciais a qualquer dos caminhos demonstrados.

1º forma: Taxas equivalentes

(1+I) = (1+i)^n , onde i é a taxa no período menos
I é a taxa equivalente no período maior
n é o período
(1+0,04) = (1+i)^6
i = 1,04^(1/6) – 1
i = 0,006558

Neste contexto, necessário se faz calcular a raiz sexta de 1,04, informação que deveria vir descrita no enunciado se este fosse o caminho desejado pelo examinador.

A segunda forma de resolução utiliza logaritmos, contudo, não há nenhuma menção, informação ou tabela da qual se possa retirar o valor. Concluí-se, assim, que não se pode chegar ao resultado por meio do enunciado e respectivo conteúdo que respalda o EDITAL BACEN ANALISTA Nº 1, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 (RETIFICADO), vale citar:

MATEMÁTICA FINANCEIRA
1. Taxas de juros: taxas nominais, efetivas e equivalentes. 2. Juros simples: montante, capital, prazo e taxa; desconto simples racional e comercial; equivalência de capitais, fluxos de caixa e de taxas. 3. Juros compostos: montante, capital, prazo e taxa; desconto composto racional e comercial; equivalência de capitais, fluxos de caixa e de taxas. 4. Séries de pagamento (rendas certas ou anuidades): estrutura, fluxos de caixa e classificação; taxas de juro, prestações, prazos, capitais e montantes. 5. Sistema de amortização misto – SAM.

Percebe-se que, em momento algum, a matérias necessárias para o cálculo, tampouco os dados que possibilitassem a execução dos cálculos foram mencionados. A questão em tela falha, portanto, na descrição de dados para resolução e por fugir ao conteúdo do edital.

Diante do exposto, solicita-se a anulação da questão.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 09:56 PM
Questão 26- Um órgão municipal instaurou procedimento de pregão presencial visando à aquisição de material de escritório. A licitante declarada vencedora, embora devidamente convocada, não celebrou o contrato. Nessa hipótese, pode o Município celebrar o contrato com a licitante que se classificou em segundo lugar?
(A) Sim, desde que a licitante classificada em segundo lugar venha a ser devidamente habilitada.
(B) Sim, desde que a licitante classificada em segundo lugar concorde em oferecer uma garantia da proposta.
(C) Sim, desde que o procedimento do pregão presencial não tenha adotado o menor preço como critério seletivo das propostas.
(D) Não, pois essa possibilidade dependeria da adoção da modalidade tomada de preços no procedimento licitatório.
(E) Não, pois essa possibilidade dependeria da adoção da modalidade leilão no procedimento licitatório.

Gabarito Oficial: B

Segundo a lei 10.520, que institui modalidade de licitação pregão:

XXIII - se o licitante vencedor, convocado dentro do prazo de validade da sua proposta, não celebrar o contrato, aplicar-se-á o disposto no inciso XVI.

XVI - se a oferta não for aceitável ou se o licitante desatender às exigências habilitatórias, o pregoeiro examinará as ofertas subseqüentes e a qualificação dos licitantes, na ordem de classificação, e assim sucessivamente, até a apuração de uma que atenda ao edital, sendo o respectivo licitante declarado vencedor;

Art. 5º É vedada a exigência de:

I - garantia de proposta;

E Para melhor embasar o pedido pode-se justificar alteração do gabarito para alternativa “A” pelo Decreto 3.555:

Art. 7º - XXII - quando o proponente vencedor não apresentar situação regular, no ato da assinatura do contrato, será convocado outro licitante, observada a ordem de classificação, para celebrar o contrato, e assim sucessivamente, sem prejuízo da aplicação das sanções cabíveis, observado o disposto nos incisos XV e XVI deste artigo;

XXIII - se o licitante vencedor recusar-se a assinar o contrato, injustificadamente, será aplicada a regra estabelecida no inciso XXII; (Redação dada pelo Decreto nº 3.693, de 2000)

Art. 15. É vedada a exigência de:

I - garantia de proposta;

Diante do exposto, solicita-se alteração para alternativa “A”, devidamente justificada pelo trecho da lei transcrito.

Zizi MG
Mon, 01/02/10, 10:01 PM
Apenas apresentei o que penso estar correto, e justo de acordo com a isonomia entre candidatos. Se a questão foi mal elaborada, não se presta para avaliar. É o que penso...
Exatamente!

Por isso mesmo disse que você está corretíssimo em expor seus questionamentos...
Tem que correr atrás sim!

Só quis postar meu entendimento sobre a questão, que creio ser o que a banca intencionou buscar...

Abraços!!!

fmalmeida
Mon, 01/02/10, 10:14 PM
Eu tb vou argumentar que devido as falhas na elaboração da questão, pode o candidato entender uma situação com duas pesagens

Gente, pra mim é muito claro que precisa de 3 pesagens para que a bola seja encontrada INEQUIVOCAMENTE. Para uma ou duas pesagens seria necessário contar com a sorte para que a bola mais pesada ficasse de fora, agora no pior caso, com tres pesagens conseguimos chegar ao resultado:

1a pesagem = 7 bolas de um lado + 7 bolas do outro lado - uma bola de fora
Nesse caso, considerando que a bola mais pesada ficou em um dos conjuntos de 7 bolas, a balança vai pender para um dos lados. A segunda pesagem será feita utilizando-se o conjunto mais pesado.

2a pesagem = 3 bolas de um lado + 3 bolas do outro lado - uma bola de fora
Considerando que a bola mais pesada ficou em um dos conjuntos de 3 bolas, a balança vai pender para um dos lados. A terceira pesagem será feita utilizando-se o conjunto mais pesado.

3a pesagem = 1 bola de um lado + 1 bola do outro lado
Agora se a balança equilibrar, certamente a bola mais pesada é a que ficou de fora... se pender para um dos lados, aquela bola que pesou mais obviamente é a mais pesada. Lembrem-se que o enunciado já falou que existe uma bola mais pesada, então não precisamos de uma quarta pesagem com a bola que ficou de fora, caso a balança equilibre nesse último passo.

Boa sorte.

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 11:11 PM
Gente, pra mim é muito claro que precisa de 3 pesagens para que a bola seja encontrada INEQUIVOCAMENTE. Para uma ou duas pesagens seria necessário contar com a sorte para que a bola mais pesada ficasse de fora, agora no pior caso, com tres pesagens conseguimos chegar ao resultado:

1a pesagem = 7 bolas de um lado + 7 bolas do outro lado - uma bola de fora
Nesse caso, considerando que a bola mais pesada ficou em um dos conjuntos de 7 bolas, a balança vai pender para um dos lados. A segunda pesagem será feita utilizando-se o conjunto mais pesado.

2a pesagem = 3 bolas de um lado + 3 bolas do outro lado - uma bola de fora
Considerando que a bola mais pesada ficou em um dos conjuntos de 3 bolas, a balança vai pender para um dos lados. A terceira pesagem será feita utilizando-se o conjunto mais pesado.

3a pesagem = 1 bola de um lado + 1 bola do outro lado
Agora se a balança equilibrar, certamente a bola mais pesada é a que ficou de fora... se pender para um dos lados, aquela bola que pesou mais obviamente é a mais pesada. Lembrem-se que o enunciado já falou que existe uma bola mais pesada, então não precisamos de uma quarta pesagem com a bola que ficou de fora, caso a balança equilibre nesse último passo.

Boa sorte.

Pensando dessa forma é necessário contar com a sorte de não retirar a bola mais pesada durante pesagens, ou seja, se vc retira ela "sem querer", descobre antes!

Doidodoido
Mon, 01/02/10, 11:37 PM
Questão 32- Os registros dos sistemas de estoques têm, entre outras funções, a de informar o volume físico, o valor financeiro e contábil dos materiais. Do ponto vista contábil, existem vários critérios para determinar o valor de um material, dentre eles o critério “primeiro a entrar, primeiro a sair” (PEPS) e o “último a entrar, primeiro a sair” (UEPS). Esses critérios têm consequências diferentes para as informações financeiras providas pelo sistema de estoques como, por exemplo, no
(A) PEPS, o custo real do material é um valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado.
(B) PEPS, o saldo em estoque é calculado por um valor mais atualizado com relação aos preços praticados no mercado.
(C) PEPS, os centros de custo requisitantes de materiais incorrem em custos maiores que os preços praticados no mercado.
(D) UEPS, o custo médio do saldo em estoque é menor que o valor atual do material praticado no mercado.
(E) UEPS, os centros de custo requisitantes incorrem em custos mais defasados em relação aos preços praticados no mercado.

Gabarito Oficial: A

Solicito anulação da questão tendo em vista o descrito no livro Contabilidade Básica, página 258, 3ª Edição, Ricardo J. Ferreira, Editora Ferreira:

“1- PEPS – Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair. A sigla PEPS tem origem no inglês: FIFO – First In, First Out. Neste método, o CMV é apurado com base no custo de aquisição das mercadorias mais antigas em estoque (primeiras a entrar). Logo, o estoque final é correspondente ao valor das unidades mais recentes;

2- UEPS – Últimas a Entrar, Primeiras a Sair. A sigla UEPS tem origem no inglês: LIFO – Last In, Last Out. Neste método, o CVM é apurado com base no custo de aquisição das mercadorias mais recentes em estoque (últimas a entrar). Portanto, o estoque final é correspondente ao valor das unidades mais antigas. O método UEPS não é admitido pela legislação do Imposto de Renda.”

Percebe-se do exposto que nenhuma alternativa proposta na questão é geral o suficiente para ser considerada totalmente correta.

A afirmação feita na alternativa “A” é falsa diante da citação “1” do livro e, também, será falsa quando se considerada uma situação de estabilidade de preços, na qual o valor não seria “aproximado”, mas igual. Ainda invalida a alternativa o seguinte argumento: a afirmação “custo real do material”, entendido como preço de aquisição, no PEPS, terá a referência do preço das mercadorias mais ANTIGAS e não os preços atuais praticados no mercado.

A alternativa “B” vai totalmente contra o disposto no livro e, portanto, está flagrantemente errada.

A alternativa “D” está incorreta. O custo médio é calculado da seguinte forma:

(Estoque Inicial + Estoque Final)/ 2, considerando um determinado período.

Diante disto, a assertiva está incorreta, pois só vale em uma situação inflacionária.




Para as alternativas “C” e “E”, além de estarem incorretas, tratam de disciplina que não está disposta no edital BACEN ANALISTA Nº 1, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 (RETIFICADO), a Contabilidade Gerencial, vale citar:

CONTABILIDADE AUDITORIA
Contabilidade: conceito, objeto, fins, campo de aplicação, usuários. 2. Métodos de avaliação de estoques, segundo a legislação societária e fiscal. 3. Avaliação dos componentes patrimoniais. 4. Fatos contábeis. 5. Princípios fundamentais de contabilidade: conceito e aplicação segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). 6. Inventário. 7. Escrituração. 8. Demonstrações contábeis: conceito, finalidade, importância, época e forma de elaboração, estruturação e consolidação. 9. Estrutura do ativo, do passivo, patrimônio líquido e de resultados, para fins de análise. 10. Contabilidade pública, administração orçamentária e financeira: 11. Necessidades e serviços públicos. 12. Patrimônio das entidades públicas. 13. Bens públicos. 14. Avaliação dos componentes patrimoniais. 15. A gestão das entidades públicas. 16. Período administrativo e exercício financeiro. 17. Regimes contábeis. 18. Receita pública e despesa pública. 19. Fases administrativas da receita e da despesa orçamentária. 20. O regime de adiantamento de numerário. 21. A escrituração das operações típicas das entidades públicas. 22. A determinação dos resultados do exercício. 23. Balanços orçamentários, financeiro e patrimonial. 24. Demonstração das variações patrimoniais. 25. Prestação e julgamento de contas governamentais. 26. Controle na administração pública. 27. Auditoria. 28. Diferenças entre auditoria externa e interna. 29. Auditoria interna - conceito, funções, objetivos e atribuições. 30. Avaliação dos controles internos, revisão analítica, conferência de cálculos, inspeção de documentos, programas de trabalho, segregação de funções, análise do custo dos controles x benefícios, confronto dos ativos com os registros contábeis e auxiliares e acompanhamento de inventários.


De acordo com o livro Contabilidade Gerencial, de Ray Garrison e Eric Noreen, Editora LTC, 2001, p.387, editora Pavarato, Rio de Janeiro, tradução José Luiz, centro de custos “é um segmento cujo gerente tem controle sobre os custos, mas não sobre a receita ou recursos para investimento”. Sua responsabilidade financeira é controlar custos.

Segundo o livro Contabilidade Gerencial, dos autores Charles T. Horngren, Gary Sundem e Willian Stratton , p. 302, editora Prentice Hall, 2004, São Paulo, “um departamento pode ser considerado um único centro de custos, ou um departamento pode conter diversos centros de custos”.

Logo, da forma como as assertivas foram descritas, utilizando valor e preço como referência, é impossível descrever as conseqüências financeiras sem considerar o cenário econômico, ainda que os métodos contábeis sirvam apenas para um atribuição de valor. Ou seja, esses critérios têm consequências diferentes para as informações financeiras providas pelo sistema de estoques descritos na questão, de acordo com a variação de preços e valores ditados pelo mercado e pela economia.

Solicita-se a anulação da questão.

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 12:33 AM
Questão 38 - Considere as seguintes especificações de material de revestimento composto de camadas de material fibroso celulósico:
I - intercaladas com películas de PVB - polivinil butinal;
II - impregnadas com resinas melamínicas e fenólicas;
III - prensadas sob alta pressão e temperatura;
IV - com camada decorativa em um ou nos dois lados.
Correspondem aos laminados decorativos de alta pressão as especificações

(A) I e III, apenas. (B) II e IV, apenas.
(C) I, III e IV, apenas. (D) II, III e IV, apenas.
(E) I, II, III e IV.

Para mim essa questão esta fora do edital. Além disso, a assertiva IV (com camada decorativa dos dois lados????), PQ UM REVESTIMENTO TERIA CAMADA DECORATIVA DOS DOIS LADOS???

ALGUÉM DE ENGENHARIA CIVIL PODE RESPONDER?

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 12:41 AM
Enfim, questões recorríveis: 11,14,20,26,32 e, quem sabe, 38.

Abraço galera!

stallone
Tue, 02/02/10, 06:41 AM
Questão 38: tem que procurar nas normas ABNT...

Silvio L F
Tue, 02/02/10, 06:42 AM
Era muito simples resolver esta questão elevando a sexta cada uma das alternativas.....



Questão 11- A taxa composta de 4% ao semestre equivale, ao mês, a
(Nota: efetue as operações com 6 casas decimais)
(A) 0,5000% (B) 0,6444%
(C) 0,6558% (D) 0,6667%
(E) 0,9853%

Gabarito Oficial: C

A resolução da presente questão pode ser feita de duas formas, porém, solicita-se a anulação tendo em vista que não foram disponibilizadas informações essenciais a qualquer dos caminhos demonstrados.

1º forma: Taxas equivalentes

(1+I) = (1+i)^n , onde i é a taxa no período menos
I é a taxa equivalente no período maior
n é o período
(1+0,04) = (1+i)^6
i = 1,04^(1/6) – 1
i = 0,006558

Neste contexto, necessário se faz calcular a raiz sexta de 1,04, informação que deveria vir descrita no enunciado se este fosse o caminho desejado pelo examinador.

A segunda forma de resolução utiliza logaritmos, contudo, não há nenhuma menção, informação ou tabela da qual se possa retirar o valor. Concluí-se, assim, que não se pode chegar ao resultado por meio do enunciado e respectivo conteúdo que respalda o EDITAL BACEN ANALISTA Nº 1, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 (RETIFICADO), vale citar:

MATEMÁTICA FINANCEIRA
1. Taxas de juros: taxas nominais, efetivas e equivalentes. 2. Juros simples: montante, capital, prazo e taxa; desconto simples racional e comercial; equivalência de capitais, fluxos de caixa e de taxas. 3. Juros compostos: montante, capital, prazo e taxa; desconto composto racional e comercial; equivalência de capitais, fluxos de caixa e de taxas. 4. Séries de pagamento (rendas certas ou anuidades): estrutura, fluxos de caixa e classificação; taxas de juro, prestações, prazos, capitais e montantes. 5. Sistema de amortização misto – SAM.

Percebe-se que, em momento algum, a matérias necessárias para o cálculo, tampouco os dados que possibilitassem a execução dos cálculos foram mencionados. A questão em tela falha, portanto, na descrição de dados para resolução e por fugir ao conteúdo do edital.

Diante do exposto, solicita-se a anulação da questão.

Silvio L F
Tue, 02/02/10, 06:45 AM
A alternativa A está correta independente da inflação ou deflação.
Afinal, PEPS significa que os últimos adquiridos estão no estoque e portanto possuem valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado, conforme escrito na alternativa.


Questão 32- Os registros dos sistemas de estoques têm, entre outras funções, a de informar o volume físico, o valor financeiro e contábil dos materiais. Do ponto vista contábil, existem vários critérios para determinar o valor de um material, dentre eles o critério “primeiro a entrar, primeiro a sair” (PEPS) e o “último a entrar, primeiro a sair” (UEPS). Esses critérios têm consequências diferentes para as informações financeiras providas pelo sistema de estoques como, por exemplo, no
(A) PEPS, o custo real do material é um valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado.
(B) PEPS, o saldo em estoque é calculado por um valor mais atualizado com relação aos preços praticados no mercado.
(C) PEPS, os centros de custo requisitantes de materiais incorrem em custos maiores que os preços praticados no mercado.
(D) UEPS, o custo médio do saldo em estoque é menor que o valor atual do material praticado no mercado.
(E) UEPS, os centros de custo requisitantes incorrem em custos mais defasados em relação aos preços praticados no mercado.

Gabarito Oficial: A

Solicito anulação da questão tendo em vista o descrito no livro Contabilidade Básica, página 258, 3ª Edição, Ricardo J. Ferreira, Editora Ferreira:

“1- PEPS – Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair. A sigla PEPS tem origem no inglês: FIFO – First In, First Out. Neste método, o CMV é apurado com base no custo de aquisição das mercadorias mais antigas em estoque (primeiras a entrar). Logo, o estoque final é correspondente ao valor das unidades mais recentes;

2- UEPS – Últimas a Entrar, Primeiras a Sair. A sigla UEPS tem origem no inglês: LIFO – Last In, Last Out. Neste método, o CVM é apurado com base no custo de aquisição das mercadorias mais recentes em estoque (últimas a entrar). Portanto, o estoque final é correspondente ao valor das unidades mais antigas. O método UEPS não é admitido pela legislação do Imposto de Renda.”

Percebe-se do exposto que nenhuma alternativa proposta na questão é geral o suficiente para ser considerada totalmente correta.

A afirmação feita na alternativa “A” é falsa diante da citação “1” do livro e, também, será falsa quando se considerada uma situação de estabilidade de preços, na qual o valor não seria “aproximado”, mas igual. Ainda invalida a alternativa o seguinte argumento: a afirmação “custo real do material”, entendido como preço de aquisição, no PEPS, terá a referência do preço das mercadorias mais ANTIGAS e não os preços atuais praticados no mercado.

A alternativa “B” vai totalmente contra o disposto no livro e, portanto, está flagrantemente errada.

A alternativa “D” está incorreta. O custo médio é calculado da seguinte forma:

(Estoque Inicial + Estoque Final)/ 2, considerando um determinado período.

Diante disto, a assertiva está incorreta, pois só vale em uma situação inflacionária.




Para as alternativas “C” e “E”, além de estarem incorretas, tratam de disciplina que não está disposta no edital BACEN ANALISTA Nº 1, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 (RETIFICADO), a Contabilidade Gerencial, vale citar:

CONTABILIDADE AUDITORIA
Contabilidade: conceito, objeto, fins, campo de aplicação, usuários. 2. Métodos de avaliação de estoques, segundo a legislação societária e fiscal. 3. Avaliação dos componentes patrimoniais. 4. Fatos contábeis. 5. Princípios fundamentais de contabilidade: conceito e aplicação segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). 6. Inventário. 7. Escrituração. 8. Demonstrações contábeis: conceito, finalidade, importância, época e forma de elaboração, estruturação e consolidação. 9. Estrutura do ativo, do passivo, patrimônio líquido e de resultados, para fins de análise. 10. Contabilidade pública, administração orçamentária e financeira: 11. Necessidades e serviços públicos. 12. Patrimônio das entidades públicas. 13. Bens públicos. 14. Avaliação dos componentes patrimoniais. 15. A gestão das entidades públicas. 16. Período administrativo e exercício financeiro. 17. Regimes contábeis. 18. Receita pública e despesa pública. 19. Fases administrativas da receita e da despesa orçamentária. 20. O regime de adiantamento de numerário. 21. A escrituração das operações típicas das entidades públicas. 22. A determinação dos resultados do exercício. 23. Balanços orçamentários, financeiro e patrimonial. 24. Demonstração das variações patrimoniais. 25. Prestação e julgamento de contas governamentais. 26. Controle na administração pública. 27. Auditoria. 28. Diferenças entre auditoria externa e interna. 29. Auditoria interna - conceito, funções, objetivos e atribuições. 30. Avaliação dos controles internos, revisão analítica, conferência de cálculos, inspeção de documentos, programas de trabalho, segregação de funções, análise do custo dos controles x benefícios, confronto dos ativos com os registros contábeis e auxiliares e acompanhamento de inventários.


De acordo com o livro Contabilidade Gerencial, de Ray Garrison e Eric Noreen, Editora LTC, 2001, p.387, editora Pavarato, Rio de Janeiro, tradução José Luiz, centro de custos “é um segmento cujo gerente tem controle sobre os custos, mas não sobre a receita ou recursos para investimento”. Sua responsabilidade financeira é controlar custos.

Segundo o livro Contabilidade Gerencial, dos autores Charles T. Horngren, Gary Sundem e Willian Stratton , p. 302, editora Prentice Hall, 2004, São Paulo, “um departamento pode ser considerado um único centro de custos, ou um departamento pode conter diversos centros de custos”.

Logo, da forma como as assertivas foram descritas, utilizando valor e preço como referência, é impossível descrever as conseqüências financeiras sem considerar o cenário econômico, ainda que os métodos contábeis sirvam apenas para um atribuição de valor. Ou seja, esses critérios têm consequências diferentes para as informações financeiras providas pelo sistema de estoques descritos na questão, de acordo com a variação de preços e valores ditados pelo mercado e pela economia.

Solicita-se a anulação da questão.

faqmoura
Tue, 02/02/10, 06:47 AM
Cara, acho que a letra "B" está correta. Compara com o livro:

(B) PEPS, o saldo em estoque é calculado por um valor mais atualizado com relação aos preços praticados no mercado.

Livro: PEPS - Logo, o estoque final é correspondente ao valor das unidades mais recentes;

A letra "D" está certa APENAS nos casos de uma economia com inflação. Se houver deflação, a mesma estaria incorreta.

A letra "B" é a única que está sempre correta.

Abs


Questão 32- Os registros dos sistemas de estoques têm, entre outras funções, a de informar o volume físico, o valor financeiro e contábil dos materiais. Do ponto vista contábil, existem vários critérios para determinar o valor de um material, dentre eles o critério “primeiro a entrar, primeiro a sair” (PEPS) e o “último a entrar, primeiro a sair” (UEPS). Esses critérios têm consequências diferentes para as informações financeiras providas pelo sistema de estoques como, por exemplo, no
(A) PEPS, o custo real do material é um valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado.
(B) PEPS, o saldo em estoque é calculado por um valor mais atualizado com relação aos preços praticados no mercado.
(C) PEPS, os centros de custo requisitantes de materiais incorrem em custos maiores que os preços praticados no mercado.
(D) UEPS, o custo médio do saldo em estoque é menor que o valor atual do material praticado no mercado.
(E) UEPS, os centros de custo requisitantes incorrem em custos mais defasados em relação aos preços praticados no mercado.

Gabarito Oficial: A

Solicito anulação da questão tendo em vista o descrito no livro Contabilidade Básica, página 258, 3ª Edição, Ricardo J. Ferreira, Editora Ferreira:

“1- PEPS – Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair. A sigla PEPS tem origem no inglês: FIFO – First In, First Out. Neste método, o CMV é apurado com base no custo de aquisição das mercadorias mais antigas em estoque (primeiras a entrar). Logo, o estoque final é correspondente ao valor das unidades mais recentes;

2- UEPS – Últimas a Entrar, Primeiras a Sair. A sigla UEPS tem origem no inglês: LIFO – Last In, Last Out. Neste método, o CVM é apurado com base no custo de aquisição das mercadorias mais recentes em estoque (últimas a entrar). Portanto, o estoque final é correspondente ao valor das unidades mais antigas. O método UEPS não é admitido pela legislação do Imposto de Renda.”

Percebe-se do exposto que nenhuma alternativa proposta na questão é geral o suficiente para ser considerada totalmente correta.

A afirmação feita na alternativa “A” é falsa diante da citação “1” do livro e, também, será falsa quando se considerada uma situação de estabilidade de preços, na qual o valor não seria “aproximado”, mas igual. Ainda invalida a alternativa o seguinte argumento: a afirmação “custo real do material”, entendido como preço de aquisição, no PEPS, terá a referência do preço das mercadorias mais ANTIGAS e não os preços atuais praticados no mercado.

A alternativa “B” vai totalmente contra o disposto no livro e, portanto, está flagrantemente errada.

A alternativa “D” está incorreta. O custo médio é calculado da seguinte forma:

(Estoque Inicial + Estoque Final)/ 2, considerando um determinado período.

Diante disto, a assertiva está incorreta, pois só vale em uma situação inflacionária.




Para as alternativas “C” e “E”, além de estarem incorretas, tratam de disciplina que não está disposta no edital BACEN ANALISTA Nº 1, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 (RETIFICADO), a Contabilidade Gerencial, vale citar:

CONTABILIDADE AUDITORIA
Contabilidade: conceito, objeto, fins, campo de aplicação, usuários. 2. Métodos de avaliação de estoques, segundo a legislação societária e fiscal. 3. Avaliação dos componentes patrimoniais. 4. Fatos contábeis. 5. Princípios fundamentais de contabilidade: conceito e aplicação segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). 6. Inventário. 7. Escrituração. 8. Demonstrações contábeis: conceito, finalidade, importância, época e forma de elaboração, estruturação e consolidação. 9. Estrutura do ativo, do passivo, patrimônio líquido e de resultados, para fins de análise. 10. Contabilidade pública, administração orçamentária e financeira: 11. Necessidades e serviços públicos. 12. Patrimônio das entidades públicas. 13. Bens públicos. 14. Avaliação dos componentes patrimoniais. 15. A gestão das entidades públicas. 16. Período administrativo e exercício financeiro. 17. Regimes contábeis. 18. Receita pública e despesa pública. 19. Fases administrativas da receita e da despesa orçamentária. 20. O regime de adiantamento de numerário. 21. A escrituração das operações típicas das entidades públicas. 22. A determinação dos resultados do exercício. 23. Balanços orçamentários, financeiro e patrimonial. 24. Demonstração das variações patrimoniais. 25. Prestação e julgamento de contas governamentais. 26. Controle na administração pública. 27. Auditoria. 28. Diferenças entre auditoria externa e interna. 29. Auditoria interna - conceito, funções, objetivos e atribuições. 30. Avaliação dos controles internos, revisão analítica, conferência de cálculos, inspeção de documentos, programas de trabalho, segregação de funções, análise do custo dos controles x benefícios, confronto dos ativos com os registros contábeis e auxiliares e acompanhamento de inventários.


De acordo com o livro Contabilidade Gerencial, de Ray Garrison e Eric Noreen, Editora LTC, 2001, p.387, editora Pavarato, Rio de Janeiro, tradução José Luiz, centro de custos “é um segmento cujo gerente tem controle sobre os custos, mas não sobre a receita ou recursos para investimento”. Sua responsabilidade financeira é controlar custos.

Segundo o livro Contabilidade Gerencial, dos autores Charles T. Horngren, Gary Sundem e Willian Stratton , p. 302, editora Prentice Hall, 2004, São Paulo, “um departamento pode ser considerado um único centro de custos, ou um departamento pode conter diversos centros de custos”.

Logo, da forma como as assertivas foram descritas, utilizando valor e preço como referência, é impossível descrever as conseqüências financeiras sem considerar o cenário econômico, ainda que os métodos contábeis sirvam apenas para um atribuição de valor. Ou seja, esses critérios têm consequências diferentes para as informações financeiras providas pelo sistema de estoques descritos na questão, de acordo com a variação de preços e valores ditados pelo mercado e pela economia.

Solicita-se a anulação da questão.

Silvio L F
Tue, 02/02/10, 06:48 AM
Concordo plenamente. A questão está perfeita!


Gente, pra mim é muito claro que precisa de 3 pesagens para que a bola seja encontrada INEQUIVOCAMENTE. Para uma ou duas pesagens seria necessário contar com a sorte para que a bola mais pesada ficasse de fora, agora no pior caso, com tres pesagens conseguimos chegar ao resultado:

1a pesagem = 7 bolas de um lado + 7 bolas do outro lado - uma bola de fora
Nesse caso, considerando que a bola mais pesada ficou em um dos conjuntos de 7 bolas, a balança vai pender para um dos lados. A segunda pesagem será feita utilizando-se o conjunto mais pesado.

2a pesagem = 3 bolas de um lado + 3 bolas do outro lado - uma bola de fora
Considerando que a bola mais pesada ficou em um dos conjuntos de 3 bolas, a balança vai pender para um dos lados. A terceira pesagem será feita utilizando-se o conjunto mais pesado.

3a pesagem = 1 bola de um lado + 1 bola do outro lado
Agora se a balança equilibrar, certamente a bola mais pesada é a que ficou de fora... se pender para um dos lados, aquela bola que pesou mais obviamente é a mais pesada. Lembrem-se que o enunciado já falou que existe uma bola mais pesada, então não precisamos de uma quarta pesagem com a bola que ficou de fora, caso a balança equilibre nesse último passo.

Boa sorte.

BetoFonsecaRS
Tue, 02/02/10, 06:50 AM
Questão 11- A taxa composta de 4% ao semestre equivale, ao mês, a
(Nota: efetue as operações com 6 casas decimais)
(A) 0,5000% (B) 0,6444%
(C) 0,6558% (D) 0,6667%
(E) 0,9853%

Gabarito Oficial: C

A resolução da presente questão pode ser feita de duas formas, porém, solicita-se a anulação tendo em vista que não foram disponibilizadas informações essenciais a qualquer dos caminhos demonstrados.

1º forma: Taxas equivalentes

(1+I) = (1+i)^n , onde i é a taxa no período menos
I é a taxa equivalente no período maior
n é o período
(1+0,04) = (1+i)^6
i = 1,04^(1/6) – 1
i = 0,006558

Neste contexto, necessário se faz calcular a raiz sexta de 1,04, informação que deveria vir descrita no enunciado se este fosse o caminho desejado pelo examinador.

A segunda forma de resolução utiliza logaritmos, contudo, não há nenhuma menção, informação ou tabela da qual se possa retirar o valor. Concluí-se, assim, que não se pode chegar ao resultado por meio do enunciado e respectivo conteúdo que respalda o EDITAL BACEN ANALISTA Nº 1, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 (RETIFICADO), vale citar:

MATEMÁTICA FINANCEIRA
1. Taxas de juros: taxas nominais, efetivas e equivalentes. 2. Juros simples: montante, capital, prazo e taxa; desconto simples racional e comercial; equivalência de capitais, fluxos de caixa e de taxas. 3. Juros compostos: montante, capital, prazo e taxa; desconto composto racional e comercial; equivalência de capitais, fluxos de caixa e de taxas. 4. Séries de pagamento (rendas certas ou anuidades): estrutura, fluxos de caixa e classificação; taxas de juro, prestações, prazos, capitais e montantes. 5. Sistema de amortização misto – SAM.

Percebe-se que, em momento algum, a matérias necessárias para o cálculo, tampouco os dados que possibilitassem a execução dos cálculos foram mencionados. A questão em tela falha, portanto, na descrição de dados para resolução e por fugir ao conteúdo do edital.

Diante do exposto, solicita-se a anulação da questão.

Colega, mandei uma MP pra voce sobre essa questão, favor analisar se também não poderia constar do recurso! Abraço

Silvio L F
Tue, 02/02/10, 06:53 AM
Cara, que viagem! É óbvio que os restos a pagar são contabilizados como receita extraorçamentária.
Dica: assista ao curso de orçamento do professor gama no EVP.



Questão 20- Ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN
deve concluir, de acordo com a Lei no 4.320/64, estar diante de uma
(A) despesa extraorçamentária.
(B) despesa não liquidada.
(C) despesa de exercícios anteriores.
(D) receita extraorçamentária.
(E) receita corrente.

Gabarito Oficial: D

Solicito que sejam considerados os argumentos apresentados para anulação da questão em tela. Estes baseiam-se, integralmente, em documentos oficiais e manuais do Ministério da Fazenda.

Segundo Nota Técnica nº 397/2004 – GEANC/ CCONT, do Ministério da Fazenda, Tesouro Nacional, transcrita na íntegra, encontrada no site:
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/contabilidade_governamental/procedimentos_contabeis/CON_397.pdf

1. Refere-se à solicitação de esclarecimentos sobre Restos a Pagar, de 31/03/2004, da Representação do Governo do Estado do Pará em Brasília, encaminhada a este Órgão Central de Contabilidade, por meio de e-mail, solicitando definição de conceitos de Restos a Pagar.

2. Conforme o Art. 36 da Lei 4.320/64, consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Entendem-se por processadas e não processadas, respectivamente, as despesas liquidadas e as não liquidadas conforme § 9º do Decreto nº 93.872/86. O registro dos Restos a Pagar far-se-á por exercício e por credor. O Art. 63 da lei citada estabelece que a liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
§ 1º Essa verificação tem por fim apenas:
I – a origem e o objeto do que se deve pagar,
II – a importância exata a pagar,
III – a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.
§ 2º A liquidação da despesa, por fornecimentos feitos ou serviços prestados,terá por base:
I – o contrato, o ajuste ou acordo respectivo,
II – a nota de empenho,
III – os comprovantes da entrega do material ou da prestação do serviço.

3. Ademais, o Art. 68 do Decreto nº 93.872/86 dispõe que a inscrição de despesas como Restos a Pagar será automática, no encerramento do exercício financeiro de emissão da Nota de Empenho, e terá validade até 31 de dezembro do ano subseqüente.

4. Por fim, a Portaria nº 441, de 27 de agosto de 2003, que aprova a 3ª edição do Manual de Elaboração do Relatório Resumido da Execução Orçamentária, em seu item 3.9 Anexo IX – Demonstrativo Dos Restos a Pagar por Poder e Órgão, estabelece as seguintes definições acerca do assunto:
4.1 RP Inscritos - Processados – São as despesas que já tiveram sua efetiva liquidação constatada. Não-processados – São as despesas que ainda não tiveram sua efetiva liquidação constatada.
4.2 RP Pagos - São os valores dos Restos a Pagar inscritos que já foram pagos durante o exercício corrente.
4.3 RP a Pagar - São os valores totais dos Restos a Pagar Processados e Não-Processados inscritos, pendentes de pagamento.
4.4 RP Processado Liquidado - São os valores da inscrição de Restos a Pagar Processados liquidados e ainda não pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.5 RP Processado Pago - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos e que já foram pagos, durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Pagos do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.
4.6 Canc. RP Processado - São os valores dos Restos a Pagar Processados inscritos, que por algum motivo, tiveram de ser cancelados durante o exercício em curso, podendo conter RP Processados Cancelados do exercício de referência e/ou dos exercícios anteriores.

Através deste documento, e todas as fontes que são citadas, percebe-se que um Analista do Banco Central do Brasil (BACEN), ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício, deverá concluir, diante da lei 4.320/64 e outros documentos, que se trata de um despesa liquidada (conforme artigo 63 da 4.320), resposta que não consta no gabarito.

O gabarito oficial incorre em erro ao confundir o TRATAMENTO A SER DADO À SITUAÇÃO (descrito no parágrafo único do artigo 103, da lei 4.320) com o que o Analista deve entender de fato.

Portanto, ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN deve concluir, de acordo com a Lei n 4.320/64, estar diante de uma DESPESA LIQUIDADA, que deverá ser contabilizada como receita extraorçamentária PARA COMPENSAR sua inclusão na despesa orçamentária. Ou seja, em último caso, além de uma DESPESA LIQUIDADA, é uma DESPESA ORÇAMENTÁRIA.

Diante dos argumentos, solicita-se anulação da questão.

Silvio L F
Tue, 02/02/10, 06:58 AM
E aí Stallone! Blz!
Nos encontramos na dissertativa da receita.
Parabéns pela nota!
Estou pouco abaixo, mas estou achando que tenho chance.

E a questão 36, sobre o total de horas de servente. Não faltava dados? Tipo, como vamos calcular o total de horas se não foi dado na questão qual seria a obra a ser feita?



Questão 38: tem que procurar nas normas ABNT...

idhaf84
Tue, 02/02/10, 07:08 AM
O link para recursos já tá no site!!

ATRFB 2006
Tue, 02/02/10, 07:55 AM
Concordo plenamente. A questão está perfeita!

Sem dúvida a questão está correta. Mas como os recursos serão via internet, portanto, pra quem errou vale a tentativa.

idhaf84
Tue, 02/02/10, 08:02 AM
Pronto!
Enviei recurso para a Q1 (de D para C) de CG e Q26 (de B para A) de CE. Alteração de gabarito.

Diego Prandino
Tue, 02/02/10, 08:58 AM
Pessoal, quanto à questão 14 de MATFIN, li em dois livros meus que, quando o enunciado é omisso, usa-se o regime simples de desconto. Entretanto, meus livros são direcionados para concurso (livro do BRUNI e do Sérgio CArvalho).

O idela é que alguém pudesse fundamentar baseado em um livro acadêmico, como o Samanês.

marcos-bh
Tue, 02/02/10, 09:10 AM
Pessoal, quanto à questão 14 de MATFIN, li em dois livros meus que, quando o enunciado é omisso, usa-se o regime simples de desconto. Entretanto, meus livros são direcionados para concurso (livro do BRUNI e do Sérgio CArvalho).

O idela é que alguém pudesse fundamentar baseado em um livro acadêmico, como o Samanês.

Eu também fiz essa suposição, e aí que é pra anular mesmo, porque com regime simples dá outro resultado. O examinador quis subentender regime composto quando colocou pra fazer as operações com mais casas decimais, o que não tem nada a ver...

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 09:21 AM
Era muito simples resolver esta questão elevando a sexta cada uma das alternativas.....

Então coloca a sua resolução... espertão!

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 09:25 AM
A alternativa A está correta independente da inflação ou deflação.
Afinal, PEPS significa que os últimos adquiridos estão no estoque e portanto possuem valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado, conforme escrito na alternativa.

Silvio, observe a crítica que fiz à expressão "custo real do material". Vc consegue me dizer a que custo se refere? Custo das mercadorias Vendidas ou Saldo da conta mercadorias?

lutador100
Tue, 02/02/10, 09:26 AM
Fagmoura, você tem razão. O gabarito da 32 tem que ser trocada para B).

Estou postando meu recurso abaixo.

MAS PEÇO A TODOS QUE NÃO COPIEM IPSIS LITERIS O QUE ESTÁ ESCRITO PARA QUE AUMENTEMOS A CHANCE DA QUESTÃO SER MODIFICADA (OU, NA PIOR DAS HIPÓTESES, ANULADA).

Tentei explicar através de uma tabela, mas perde-se a formatação...

Q32

A alternativa A não responde ao comando da questão. Ao referir-se a CUSTO REAL DO MATERIAL, a Banca incorreu no seguinte equívoco: Não se deve confundir o SALDO DO ESTOQUE com o custo do material.

Por exemplo, suponha que numa determinada empresa foram efetuadas duas compras consecutivas em dias diferentes: a primeira, 20 unidades a $5/un e a segunda, 15 unidades a R$10/un. O saldo do inventário após a 2a compra é, portanto, R$ 250 (R$100+150$). O custo médio unitário é, portanto, R$ 7,14/un (250/35).

Esta empresa utiliza o PEPS. Ao final do mês vendeu-se tudo o que foi comprado na última compra (15 unidades). O custo desta venda (CUSTO DO MATERIAL) foi R$ 5/un (custo da 1a compra, ou seja, os primeiros que entraram sairam). Aqui já se percebe que o custo real do material é bem distante do custo de mercado (o preço da última compra é o mais próximo do mercado). Como foram vendidas unidades da 1a compra, houve uma baixa no estoque de R$ 75 (15*5).

Já o SALDO DO INVENTÄRIO após a venda ficou em R$ 175 (250-75). O custo médio ficou valorizado a R$ 8,75/un por causa do PEPS, já que sobraram 20 unidades. Este valor sim é MAIS APROXIMADO DOS PREÇOS ATUAIS DE MERCADO (que nesse caso é R$10/un, que é o valor da última compra).

Portanto a alternativa A) está errada. O custo real do material não é SEMPRE o aproximado do mercado no PEPS. Isto só é válido para o SALDO DO INVENTÄRIO. Se uma 3a. venda fosse efetuada, aí sim o custo real do material seria mais próximo do mercado . Mas, depreende-se pelo exposto acima que isto só é sempre válido para o SALDO DO ESTOQUE.

Já a alternativa B deve ser a correta porque menciona exatamente o SALDO DO ESTOQUE como sendo o mais atualizado com relação aos preços praticados no mercado quando a empresa utilize o PEPS.

Solicito, pelo exposto acima que o gabarito seja trocado de A para B.

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 09:28 AM
Cara, que viagem! É óbvio que os restos a pagar são contabilizados como receita extraorçamentária.
Dica: assista ao curso de orçamento do professor gama no EVP.

rs... é isso que estou dizendo! Trata-se de um procedimento PARA COMPENSAR A INCLUSÃO COMO DESPESA ORÇAMENTÁRIA, ou seja, eles não são, de fato, RECEITA e nunca serão!!!! SÃO DESPESAS E PODE PROCURAR EM QUALQUER DOS MANUAIS E DOCUMENTOS DO GOVERNO, ALÉM DA PRÓPRIA LEI.

Zizi MG
Tue, 02/02/10, 09:30 AM
Eu também fiz essa suposição, e aí que é pra anular mesmo, porque com regime simples dá outro resultado. O examinador quis subentender regime composto quando colocou pra fazer as operações com mais casas decimais, o que não tem nada a ver...
Pois é...tbm cheguei a pensar nisso.

Porém, o problema é que a questão TEM RESPOSTA para as duas possibilidades: juros simples e compostos. Aí precisaríamos ter estudado tbm "poderes paranormais" para advinhar o que o examinador queria.

Vi no site do ponto o prof Moraes Júnior dizendo que não há possibilidade de recurssos em Mat. Financeira. Ouso ter posição diferente. Justamente pq, a questão até poderia não explicitar o regime de juros, mas daí a não explicitar e fornecer dentre as alternativas 2 respostas possíveis, é pura arbitrariedade...

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 09:38 AM
Cara, acho que a letra "B" está correta. Compara com o livro:

(B) PEPS, o saldo em estoque é calculado por um valor mais atualizado com relação aos preços praticados no mercado.

Livro: PEPS - Logo, o estoque final é correspondente ao valor das unidades mais recentes;

A letra "D" está certa APENAS nos casos de uma economia com inflação. Se houver deflação, a mesma estaria incorreta.

A letra "B" é a única que está sempre correta.

Abs

A alternativa "B" fala exatamento o oposto do descrito no livro do Ricardo... não adianta forçar... usei a sinceridade, os caras não são bobos e só vão anular se ficarem convencidos que fizeram c...

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 09:40 AM
a alternativa a está correta independente da inflação ou deflação.
Afinal, peps significa que os últimos adquiridos estão no estoque e portanto possuem valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado, conforme escrito na alternativa.

opa opa para tudo!!! Vc falou o descrito na "b"!!!! Blz

lutador100
Tue, 02/02/10, 09:42 AM
Po, que mancada do professor do ponto no caso de Matemática Financeira. Nem o conheço, mas colocar isto num site QUE PODE INFLUENCIAR A BANCA é uma puta irresponsabilidade.

Dizer que a Cesgranrio sempre considera assim ou assado não é argumento.

Afinal, a Cesgranrio está selecionando o candidato pela capacidade de adivinhação ou pelos seus conhecimentos?

PESSOAL, NÀO É PORQUE ELE DISSE QUE NÃO CABE RECURSO QUE VAMOS DESISTIR!!!
O " NÃO" NÓS JÁ TEMOS SEM ESTRAR COM O RECURSO!!!!

RECURSO NELES, CARAMBA!

Diego Prandino
Tue, 02/02/10, 09:49 AM
Eu também fiz essa suposição, e aí que é pra anular mesmo, porque com regime simples dá outro resultado. O examinador quis subentender regime composto quando colocou pra fazer as operações com mais casas decimais, o que não tem nada a ver...

Dá sim, letra A

1435 / (1-2*0,02) = 35875.

marcos-bh
Tue, 02/02/10, 09:57 AM
Dá sim, letra A

1435 / (1-2*0,02) = 35875.

Exatamente, por regim simples dá letra "a" e composto "b". Como o examinador não mencionou o regime de juros, e havendo resposta para ambos os casos, vou entrar com recurso sim para anulação.

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 09:58 AM
Recurso 11... enviado!

Zizi MG
Tue, 02/02/10, 10:00 AM
Dá sim, letra A

1435 / (1-2*0,02) = 35875.
Pois é, pois é, pois é... rsrs

Vamos ao recurso!!!!!!! Como você tá pensando em fundamentar a questão?

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 10:01 AM
Recurso 14... enviado!

marcos-bh
Tue, 02/02/10, 10:02 AM
Tem pouca nota da área 5 no superconcurseiros.com.br não acham? Apenas 150 notas. A área 4 e 1 tem mais que o dobro... Divulguem o site pra galera cadastrar. Qto mais gente lá, mesmo que com notas baixas, melhor a representativadade do ranking.

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 10:06 AM
Recurso 20... enviado!

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 10:09 AM
Recurso 26... enviado!

idhaf84
Tue, 02/02/10, 10:13 AM
Tem pouca nota da área 5 no superconcurseiros.com.br não acham? Apenas 150 notas. A área 4 e 1 tem mais que o dobro... Divulguem o site pra galera cadastrar. Qto mais gente lá, mesmo que com notas baixas, melhor a representativadade do ranking.

************************************************** **************
Eram 5700 candidatos. Se a abstenção foi de 20% (só estimativa, não sei se foi isso mesmo), teriamos 4560 candidatos. Os 150 representam 3,3% dos que fizeram a prova.
Qual seria um percentual representativo?
Alguem tem idéia?

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 10:17 AM
Questão 32... enviado!

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 10:18 AM
************************************************** **************
Eram 5700 candidatos. Se a abstenção foi de 20% (só estimativa, não sei se foi isso mesmo), teriamos 4560 candidatos. Os 150 representam 3,3% dos que fizeram a prova.
Qual seria um percentual representativo?
Alguem tem idéia?

Umas 400 pessoas

lutador100
Tue, 02/02/10, 10:21 AM
Alguém aí resolveu com convicção a questão 32 (do servente)?

Com os dados informado dava pra resolver a questão?
Obrigado!!

lutador100
Tue, 02/02/10, 10:35 AM
Questão 3 - Orgnizações

3
Tina é coordenadora da unidade responsável pela
elaboração e implementação de normas técnicas de
uma organização financeira. Apesar de gerenciar apenas
uma unidade, ela tem uma visão holística da organização.
Ela enxerga a sua unidade como um dos muitos elementos
da organização, e esta, como integrante de sistemas
maiores, como o sistema financeiro brasileiro. Tina
reconhece a interdependência das partes e defende
que a realidade, devido à sua complexidade, deve ser
vista de forma integrada. Conclui-se que Tina enxerga a
organização de uma forma
(A) global. (B) contingente.
(C) funcional. (D) sistêmica.
(E) burocrática.

O enunciado, tanto pelo contexto quanto pela terminologia utilizada, aponta para uma visão sistêmica de Tina, como apropriadamente aponta o gabarito oficial.

No entanto, note que, segundo o enunciado, ‘ela tem uma visão holística da organização’

Ora, se Tina tem uma “visão holística da organização” ela enxerga a organização de forma global. Visão holística e visão global são sinônimos fartamente explicados pela literatura sobre organizações.

Chiavenato (Administração Geral e Pública, p.77), citando Bertalanffy (Teoria Geral dos Sistemas), de fato cita duas características básicas do sistema: Propósito (ou Objetivo) e Globalismo ou Totalidade. Portanto, a visão sistêmica implica numa visão global das organizações.

Assim, quer seja pelo próprio enunciado que se utiliza de um sinônimo de visão global (visão holística) quer seja pela literatura, a alternativa A) também se apresenta correta.

Como somente seria possível 1 alternativa correta, solicito a anulação da questão.

Nestes termos, peço deferimento.

Diego Prandino
Tue, 02/02/10, 11:21 AM
Pois é, pois é, pois é... rsrs

Vamos ao recurso!!!!!!! Como você tá pensando em fundamentar a questão?

Os livros que eu tenho dizem que, havendo omissão do enunciado, o regime a ser adotado é o SIMPLES.

Eu vou tentar trocar o gabarito, claro, pois marquei A. Mas, colocarei uma ressalva no meu recurso para que, alternativamente, eles anulem a questão.

Os livros de que falo é o do Sério Carvalho e do Bruni. Vou dar uma olhada no Samanês amanhã pela manhã.

Diego Prandino
Tue, 02/02/10, 11:23 AM
Alguém aí resolveu com convicção a questão 32 (do servente)?

Com os dados informado dava pra resolver a questão?
Obrigado!!

Dá sim. Vc calcula a produção dos serviços pela carpinteiro, e depois, baseado na produtividade do servente, calcula as horas necessárias. O ATRF2006 já postou a resolução.

lutador100
Tue, 02/02/10, 12:41 PM
Pessoal,

Eu vi a resolução da questão 36. Basicamente era para achar a quantidade de forma, armação e concreto COM BASE NA PRODUÇÃO DOS PROFISSIONAIS, que para a Cesgranrio são o carpinteiro, o armador e o pedreiro (exclui-se o servente). Por exemplo, a quantidae de forma seria 440/1.1= 400 horas.

A partir das quantidades calculadas, bastava calcular as horas do servente para cada atividade (paracada atividade havia uma carga horária de servente). No caso da forma era 400 x 1.25.

Mas, a minha ergunta é: servente não é profissional??? Deve ser praxe de quem trabalha com obras calcular as horas de servente baseado na dos outros profissionais. Se tiver alguém da área aí, confirme.

Mas eu acho o enunciado falho. Vou argumentar no recurso que servente também é profissional, o que inviabilizaria a solução da questão.

Ou a Cesgranrio acha que a profissão de servente é tão menos nobre que não possa ser chamada de profissão????

Se vai colar eu não sei, mas perdi um bom tempo nessa questão, nao consegui resolver. Pelo enunciado não havia solução. Se a Cesgranrio queria que nós fechássemos os olhos para o enunciado, eu não sei. Só sei que servente é um profissional mo qualquer outro.

Se ela tivesse sido mais direta pedindo "com base nas horas do carpiteiro, do armador e do pedreiro, calcule as horas totais do servente", eu não estaria aqui perdendo meu tempo.

Alguém tem opinião diferente?

lutador100
Tue, 02/02/10, 02:32 PM
Nessa a banca pisou feio na bola, colocando 2 alternativas corretas:
DE NOVO: FAVOR NÃO COPIAR E COLAR!!

Linda Wachner, em 1987, se tornou presidente da
Warnaco, uma empresa de confecções com receita anual
de 425 milhões de dólares. O estilo de liderança de
Wachner, orientado para a produção, foi eficaz para a
empresa enquanto ela atravessava um período de robustez
econômica. De fato,em 1993, a revista Fortune apontou-a
como a mais bem-sucedida mulher de negócios dos EUA.
Mas os tempos mudaram e Wachner permaneceu a
mesma. No início de 1998, os negócios da empresa
começaram a enfrentar dificuldades com a redução da
demanda de seus produtos e uma perda acelerada de sua
participação de mercado. O estilo de liderança de Wachner,
com sua abordagem truculenta e táticas agressivas, nesse
novo contexto organizacional, tornou-se um aspecto
negativo. Em 2001, após a concordata da empresa, o
comitê de reestruturação do conselho de administração
decidiu demitir Wachner.
Esse caso ilustra que
(A) quanto melhor a relação líder/liderados, mais baixo o
grau da estrutura da tarefa e mais forte o poder da
posição, menos controle o líder tem.
(B) o comportamento do líder será eficaz quando for
redundante em relação às fontes da estrutura ambiental
ou incongruente com as características do funcionário.
(C) quanto maior o grau de controle que a situação
proporciona ao líder, mais alto o grau de eficácia do
desempenho do grupo.
(D) para a compreensão da liderança foi fundamental o
reconhecimento das necessidades de desenvolvimento
de teorias de contingência que incluíssem fatores
situacionais.
(E) em situações de alta tensão, é difícil para o líder
pensar de forma lógica e analítica; assim sendo,
indivíduos brilhantes têm um desempenho de liderança
melhor do que aqueles menos inteligentes.

O gabarito apresenta como resposta correta a alternativa D. No entanto, a alternativa C também responde ao comando da questão, já que explicita um modelo conhecido da teoria contingenciais: o Modelo de Fiedler.
• No Modelo de Contingência de Fiedler a eficácia do desempenho do grupo depende da adequação entre o estilo do líder e quanto de controle a situação proporciona a ele.

É justamente o que a alternativa C menciona. Na verdade, a alternativa C explica o cerne da teoria de Fiedler. A alternativa D, do gabarito, expõe de forma genérica e conclusiva a importância das várias teorias de contingência. O caso em questão é ilustrativo da necessidade do conhecimento destas teorias para o entendimento dos estilos de liderança e os aspectos situacionais.

Fonte: Fundamentos do Comportamento Organizacional (JAMES G. HUNT,RICHARD N. OSBORN, pág 228),

As Pessoas na Organização, Maria Tereza Leme Fleury, pág 265.

Como o gabarito pede apenas 1 alternativa correta, solicito a anulação da questão 9.

fernandomy
Tue, 02/02/10, 02:40 PM
Pessoal,

Eu vi a resolução da questão 36. Basicamente era para achar a quantidade de forma, armação e concreto COM BASE NA PRODUÇÃO DOS PROFISSIONAIS, que para a Cesgranrio são o carpinteiro, o armador e o pedreiro (exclui-se o servente). Por exemplo, a quantidae de forma seria 440/1.1= 400 horas.

A partir das quantidades calculadas, bastava calcular as horas do servente para cada atividade (paracada atividade havia uma carga horária de servente). No caso da forma era 400 x 1.25.

Mas, a minha ergunta é: servente não é profissional??? Deve ser praxe de quem trabalha com obras calcular as horas de servente baseado na dos outros profissionais. Se tiver alguém da área aí, confirme.

Mas eu acho o enunciado falho. Vou argumentar no recurso que servente também é profissional, o que inviabilizaria a solução da questão.

Ou a Cesgranrio acha que a profissão de servente é tão menos nobre que não possa ser chamada de profissão????

Se vai colar eu não sei, mas perdi um bom tempo nessa questão, nao consegui resolver. Pelo enunciado não havia solução. Se a Cesgranrio queria que nós fechássemos os olhos para o enunciado, eu não sei. Só sei que servente é um profissional mo qualquer outro.

Se ela tivesse sido mais direta pedindo "com base nas horas do carpiteiro, do armador e do pedreiro, calcule as horas totais do servente", eu não estaria aqui perdendo meu tempo.

Alguém tem opinião diferente?

É isso que venho falando há horas: É claro que SERVENTE = PROSSIFIONAL. Questão 36 deve ser anulada!

Diego Prandino
Tue, 02/02/10, 02:44 PM
Pessoal,

Lembrando de uma estratégia muito utilizada pelos candidatos em concursos grandes como receita e TCU: o RECURSO DEFENSIVO.

Aqueles que acham que determinada questão deve ter seu gabarito mantido, podem enviar recurso defensivo, sempre com a devida fundamentação bibliográfica.

Isso dá suporte aos membros da banca para indeferirem recursos procrastinatórios, sem sentido ou sem uma base consistente.

fernandomy
Tue, 02/02/10, 02:52 PM
Questão 38 - Considere as seguintes especificações de material de revestimento composto de camadas de material fibroso celulósico:
I - intercaladas com películas de PVB - polivinil butinal;
II - impregnadas com resinas melamínicas e fenólicas;
III - prensadas sob alta pressão e temperatura;
IV - com camada decorativa em um ou nos dois lados.
Correspondem aos laminados decorativos de alta pressão as especificações

(A) I e III, apenas. (B) II e IV, apenas.
(C) I, III e IV, apenas. (D) II, III e IV, apenas.
(E) I, II, III e IV.

Para mim essa questão esta fora do edital. Além disso, a assertiva IV (com camada decorativa dos dois lados????), PQ UM REVESTIMENTO TERIA CAMADA DECORATIVA DOS DOIS LADOS???

ALGUÉM DE ENGENHARIA CIVIL PODE RESPONDER?


Sou engenheiro civil e errei esta: Errei esta e não faço a menor idéia. Chutei na A, pois era a única que não tinha a alternativa IV. A meu ver a alternativa IV só confere DECORAÇÃO e não ALTA PRESSÃO. Outra questão é: o que são de ALTA PRESSÃO? Os laminados ou a Decoração?
Peço ajuda também!

fernandomy
Tue, 02/02/10, 03:10 PM
Sou engenheiro civil e errei esta: Errei esta e não faço a menor idéia. Chutei na A, pois era a única que não tinha a alternativa IV. A meu ver a alternativa IV só confere DECORAÇÃO e não ALTA PRESSÃO. Outra questão é: o que são de ALTA PRESSÃO? Os laminados ou a Decoração?
Peço ajuda também!

Pedi recurso assim:

Não dá para dizer que a camada decorativa confere ao material ALTA PRESSÃO. Por outro lado, se o material fibroso e celulósico já é de alta pressão então ao intercalar com películas de PVB não retira do material a alta pressão.
Solicito, pois, anulação da referida questão.

lutador100
Tue, 02/02/10, 03:21 PM
Pedi recurso assim:

Não dá para dizer que a camada decorativa confere ao material ALTA PRESSÃO. Por outro lado, se o material fibroso e celulósico já é de alta pressão então ao intercalar com películas de PVB não retira do material a alta pressão.
Solicito, pois, anulação da referida questão.

Cara, eu também errei esta questão. Mas depois que entreguei a prova lembrei: PVB é material prima que vai em VIDRO. Não tem nada a ver com madeira. Por isso a especificação não era para considerar. Acho que nao cabe anulação, infelizmente…

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 03:26 PM
Pedi recurso assim:

Não dá para dizer que a camada decorativa confere ao material ALTA PRESSÃO. Por outro lado, se o material fibroso e celulósico já é de alta pressão então ao intercalar com películas de PVB não retira do material a alta pressão.
Solicito, pois, anulação da referida questão.

Sem ter pelo menos uma bibliografia de referência não dá pra ganhar essa! Temos que fundamentar melhor!:smt075

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 03:28 PM
Sou engenheiro civil e errei esta: Errei esta e não faço a menor idéia. Chutei na A, pois era a única que não tinha a alternativa IV. A meu ver a alternativa IV só confere DECORAÇÃO e não ALTA PRESSÃO. Outra questão é: o que são de ALTA PRESSÃO? Os laminados ou a Decoração?
Peço ajuda também!

Fernando, se vc puder fundamentar com algum livro da área de materiais aplicados na Eng. Civil...

Doidodoido
Tue, 02/02/10, 03:34 PM
Questão 3 - Orgnizações

3
Tina é coordenadora da unidade responsável pela
elaboração e implementação de normas técnicas de
uma organização financeira. Apesar de gerenciar apenas
uma unidade, ela tem uma visão holística da organização.
Ela enxerga a sua unidade como um dos muitos elementos
da organização, e esta, como integrante de sistemas
maiores, como o sistema financeiro brasileiro. Tina
reconhece a interdependência das partes e defende
que a realidade, devido à sua complexidade, deve ser
vista de forma integrada. Conclui-se que Tina enxerga a
organização de uma forma
(A) global. (B) contingente.
(C) funcional. (D) sistêmica.
(E) burocrática.

O enunciado, tanto pelo contexto quanto pela terminologia utilizada, aponta para uma visão sistêmica de Tina, como apropriadamente aponta o gabarito oficial.

No entanto, note que, segundo o enunciado, ‘ela tem uma visão holística da organização’

Ora, se Tina tem uma “visão holística da organização” ela enxerga a organização de forma global. Visão holística e visão global são sinônimos fartamente explicados pela literatura sobre organizações.

Chiavenato (Administração Geral e Pública, p.77), citando Bertalanffy (Teoria Geral dos Sistemas), de fato cita duas características básicas do sistema: Propósito (ou Objetivo) e Globalismo ou Totalidade. Portanto, a visão sistêmica implica numa visão global das organizações.

Assim, quer seja pelo próprio enunciado que se utiliza de um sinônimo de visão global (visão holística) quer seja pela literatura, a alternativa A) também se apresenta correta.

Como somente seria possível 1 alternativa correta, solicito a anulação da questão.

Nestes termos, peço deferimento.

Lamento...

PROF SBH CONTA
Tue, 02/02/10, 04:54 PM
Galera, nessas questoes de mat financeira, onde o principal argumento é a possibilidade de dupla interpretacao, ( o que é verdade)

quanto mais recursos melhor, o melhor medidor que uma questao dava margem a mais de uma interpretacao, e a quantidade de recursos.

por isso, mesmo que algum colega já tenha encaminhado o recurso, por mais bem embasado que estivesse, encaminhem tambem.

Sukkitta
Tue, 02/02/10, 06:10 PM
Fiz recursos para as questões 11, 14, 26, 31 e 36. Quem concordar com esses recursos deverá também fazê-los, pois as bancas geralmente examinam aqueles que geram mais controvérsias. Todos esses recursos foram embasados nas discussões deste tópico.

Diego Prandino
Tue, 02/02/10, 08:12 PM
Pessoal,

não sei se trago informação já disseminada, mas quanto à questão 38, procurem no Google sobre

LDAP - Laminado Decorativo de Alta Pressão.

Infelizmente, me parece que a questão está correta. Veja essa aula de um processor da UEPG (item 2.3.7):
www.uepg.br/denge/aulas/revestimentos/Revestimentos.doc

"Produtos de alta tecnologia, são pouco usados, mais apresentam grandes vantagens sobre outros materiais de revestimentos impermeáveis. Destacam-se as chapas de PVC coloridas e as chapas de Laminado Decorativo de Alta Pressão (LDAP), compostas de camadas de material fibroso, celulósico (papel, por exemplo), impregnada com resinas termoestáveis, amínicas (melamínicas) e fenólicas, montadas, prensadas sob condições de calor e alta pressão, em que as camadas de superfície, em ambos os lados, são decorativas (exemplo: chapas fórmicas). No mercado encontra-se 14 tipos de LDPA, com características especiais quanto ao uso."

Outrosa links sobre o assunto:
www.uniplac.com.br/Arq_pdf/formicaestrutural.pdf
www.formica.com.br/produtos/datasheets/Estrutural.pdf

http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=1&ved=0CA4QFjAA&url=http%3A%2F%2Fpcc2436.pcc.usp.br%2Ftransp%2520a ulas%2Frevest%2520p%25C3%25A9treos%2520e%2520melam %25C3%25ADnicos%2FPCC%25202436%2520-%25202003%2520-%2520aula%252013%2520rev%2520melam%25C3%25ADnicos. pdf&ei=prtoS6hQhrW2B_KY7eYG&usg=AFQjCNGnwAviUzbkDw1idMmOHlbchmDivw&sig2=Ve1Cb84r1TZ4HtVwtVaJ0g

gero
Tue, 02/02/10, 08:17 PM
Pra mim as questões 14, 20, 26, 32 e 37 da P2 merecem recurso.

Diego Prandino
Tue, 02/02/10, 08:20 PM
Questão 41.

Queria muito anular esta, mas acho nãos er possível. Para que os amigos não percam tempo correndo atrás de embasamentos, compartilho com vcs:

A Tipologia Documental é a ampliação da Diplomática em direção à gênese documental, perseguindo a contextualização nas atribuições, competências, funções e atividades da entidade geradora/acumuladora. Assim, o objeto da Diplomática é a configuração interna do documento, o estudo jurídico de suas partes e dos seus caracteres para atingir sua autenticidade, enquanto o objeto da Tipologia, além disso, é estudá-lo enquanto componente de conjuntos orgânicos, isto é, como integrante da mesma série documental, advinda da junção de documentos correspondentes à mesma atividade. Nesse sentido, o conjunto homogêneo de atos está expresso em um conjunto homogêneo de documentos, com uniformidade de vigência (BELLOTTO, 1989).

http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=1&ved=0CAcQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.arquivoestado.sp.gov.br%2Fsae sp%2Ftexto_pdf_17_Como%2520fazer%2520analise%2520d iplomatica%2520e%2520analise%2520tipologica.pdf&ei=SsBoS5HhO5CXtgeY8YTjBg&usg=AFQjCNGB-sfKKuGuI3_iHpxZxpAtiupUiA&sig2=K8movgAvUYzVWAU-Ra38zA

Diego Prandino
Tue, 02/02/10, 08:33 PM
Pra mim as questões 14, 20, 26, 32 e 37 da P2 merecem recurso.

Amigo, me perdoe, mas como Engenheiro Eletricista devo discordar veementemente da possibilidade de recurso na questão 37. A questão está perfeita, assim como o gabrito.

Silvio L F
Tue, 02/02/10, 08:53 PM
A questão 4 merece recurso dado que era pedido um exemplo de alta assertividade e baixa colaboração e o gabarito traz um exemplo de uma rede colaborativa, o que é o oposto do pedido no enunciado.

Sukkitta
Tue, 02/02/10, 09:01 PM
Amigo, me perdoe, mas como Engenheiro Eletricista devo discordar veementemente da possibilidade de recurso na questão 37. A questão está perfeita, assim como o gabrito.

Diegopalves, enviei uma MP para vc.

dodf20
Tue, 02/02/10, 09:02 PM
Amigo, me perdoe, mas como Engenheiro Eletricista devo discordar veementemente da possibilidade de recurso na questão 37. A questão está perfeita, assim como o gabrito.
Como Eng. Civil, assino embaixo.

stallone
Tue, 02/02/10, 09:08 PM
Ratifico, como engenheiro sofrido tbm, que a questão está correta.

stallone
Tue, 02/02/10, 09:10 PM
Silvio, te mandei uma MP
Bom te ver por aqui...

Essa normalização das notas vai virar tudo do avesso...
Tudo depende dos paraquedistas... eles serão o fiel da balança, pois deles depende a média geral e o desvio padrão...

Abção

Stallone

acsouza
Tue, 02/02/10, 09:11 PM
Questão 32... enviado!

Também enviei recurso para esta questão.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 05:13 AM
A questão 4 merece recurso dado que era pedido um exemplo de alta assertividade e baixa colaboração e o gabarito traz um exemplo de uma rede colaborativa, o que é o oposto do pedido no enunciado.

Silvio, vc mandou recurso? Com qual fundamento? Queria mandar também. Grato.

marcos-bh
Wed, 03/02/10, 07:59 AM
Silvio, te mandei uma MP
Bom te ver por aqui...

Essa normalização das notas vai virar tudo do avesso...
Tudo depende dos paraquedistas... eles serão o fiel da balança, pois deles depende a média geral e o desvio padrão...

Abção

Stallone

Concordo, mas a redação vai mudar mais ainda.. Mas sinceramente, você com a nota que tá no superconcurseiros, a não ser que tenha feito uma redação muito ruim mesmo, tá dentro. E vamos aguardar enquanto isso!

Silvio L F
Wed, 03/02/10, 08:12 AM
http://www.canaldosconcursos.com.br/bacen/benjamin.pdf

idhaf84
Wed, 03/02/10, 08:26 AM
Valeu!!

bsbgyn
Wed, 03/02/10, 08:32 AM
Pessoal, segue recurso para a questão 14, com o referencial teórico:

Referente à questão sobre o conteúdo de matemática financeira, transcrita abaixo:
Um título com 2 meses a vencer foi descontado à taxa de 2% ao mês, produzindo um desconto de R$ 1.435,00. O valor nominal do título era, em reais, de
(Nota: efetue as operações com 4 casas decimais)
(A) 35.875,00 (B) 36.237,37
(C) 36.500,00 (D) 37.760,67
(E) 37.980,77

No gabarito oficial, divulgado no site da Banca Examinadora, consta que a opção correta para a supracitada questão é a “letra b”, cujo valor é 36.237,37.

Para se chegar ao valor considerado como correto é necessário ao candidato supor que a questão trata de uma situação relativa a um Desconto Comercial Composto, baseado no Regime de Juros Compostos, cuja fórmula é: D = FV [1 – ( 1 – d)ⁿ]; onde D = Desconto Comercial Composto; FV= Valor Futuro ou Nominal do Título; n = número de períodos e i = taxa de juros por período.

Porém, no comando da questão não há especificação do regime de juros utilizado: simples ou composto. Além disso, a alternativa de letra “A” fornece exatamente o resultado do cálculo utilizando-se da fórmula do Desconto Composto Simples: A) 35.875,00. A fórmula do Desconto Comercial Simples é: D = FV.i.n, onde D = Desconto Comercial Simples; FV= Valor Futuro ou Nominal do Título; n = número de períodos e i = taxa de juros por período.

Diante disso, considerando que a questão não especifica qual é o regime de juros, ou seja, se simples ou composto, e que os dois regimes de juros estão contidos no edital, cabe ao candidato bem preparado assinalar a letra “A” como correta, já que esta é a alternativa que está de acordo com o referencial teórico de matemática financeira e com as práticas dominantes no mercado. A seguir são apresentadas as referências bibliográficas que colocam que o regime de juros simples é o predominante e, portanto, a resposta correta para essa questão.

Segundo Vieira Sobrinho (2000), no capítulo 3 de sua obra, o Desconto Simples “É utilizado no Brasil de maneira ampla e generalizada, principalmente nas operações de desconto de duplicatas realizadas pelos bancos” (Vieira Sobrinho 2000, p. 47). O mesmo autor, afirma que o Desconto Composto:
“É obtido em função de cálculos exponenciais e praticamente não é utilizado em nenhum país do mundo. Raramente se toma conhecimento de um caso em que esse critério tenha sido aplicado. Tem importância meramente teórica.” (Vieira Sobrinho 2000, p. 54).
Logo, conforme Vieira Sobrinho, a prática dominante é o Desconto Simples, o que faz com que alternativa de letra “A” da questão seja a correta.

Para Assaf Neto (2003), a utilização de um ou outro regime de juros no desconto de títulos está baseada no prazo da operação.

“As operações de desconto podem ser realizadas tanto sob o regime de juros simples como no de juros compostos. O uso do desconto simples é amplamente adotado em operações de curto prazo, restringindo-se o desconto composto para as operações de longo prazo.” (Assaf Neto 2003, p.80).

Utilizando-se a definição de Assaf Neto (2003), ainda sim a resposta da questão será a alternativa de letra “A”, já que se trata de uma operação de curto prazo (2 meses).
Ainda existem autores que afirmam que o regime de juros compostos só é adotado para o desconto racional ou por dentro, e não para o desconto comercial ou por fora.

Puccini (2004) trata na sua obra, especificamente no capítulo 4 – “Juros Compostos: Capitalização e Desconto”, da questão do desconto composto. Ao final do capítulo, o autor afirma que “A taxa d (“por fora”, ou comercial) praticamente não é utilizada pelo mercado nesse regime de juros” (Puccini 2004, p. 59). O regime de juros que o autor se refere é o regime de juros compostos.

Silva (2005) faz a seguinte afirmação sobre a operação de desconto e os regimes de juros:

“Em tese, os descontos comercial e racional podem ser calculados nos regimes de juros simples e compostos. A prática ampla e generalizada no Brasil é utilizar o desconto comercial no regime de juros simples e o desconto racional no regime de juros compostos. Assim, praticamente inexistem aplicações práticas de desconto racional simples e desconto comercial composto.” (Silva 2005, p. 57).

Essa afirmação também é defendida por Mechede (2001): “no caso do desconto simples, somente o desconto comercial ou por fora é comumente utilizado. Já no caso do desconto composto ocorre o inverso. Normalmente utiliza-se mais o desconto por dentro.” (Mechede 2001, p. 159).

Dessa forma, considerando as obras de Puccini (2004), Silva (2005) e Mechede (2001), a utilização do regime de juros compostos tem maior aplicação para o Desconto Racional ou por dentro. Para essa situação, a resposta da questão em tela seria R$ 36.954,80, que é o cálculo para o desconto racional composto. Como não há esse valor entre as alternativas apresentadas na questão, conclui-se que a única resposta correta é relativa ao desconto comercial simples, ou seja, a alternativa de letra “A”.

Diante do referencial teórico apresentado, e considerando que a questão foi omissa quanto ao regime de juros utilizado, a única resposta correta é a alternativa de letra “A”, que é o resultado do cálculo do desconto comercial simples para os valores apresentados na questão.

O gabarito da questão, a alternativa de letra “B”, é o resultado do cálculo do desconto comercial composto, que conforme o referencial teórico, não possui aplicação prática.
Diante do exposto, estando evidenciado o erro no gabarito da questão, conforme o referencial teórico de matemática financeira, solicito que seja alterado a questão para a alternativa de letra “A”, que representa a resposta correta.

Bibliografia
Assaf Neto, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. 8ª Edição, São Paulo: Atlas, 2003.
Merchede, Alberto. Matemática Financeira: para usuários do Excel e da calculadora HP 12 C, São Paulo: Atlas, 2001
Puccini, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 7ª Edição. São Paulo: Saraiva, 2004.
Silva, André Luiz Carvalhal da. Matemática financeira aplicada. São Paulo: Atlas, 2005 (Coleção Coppead de Administração)
Vieira Dutra, José Dutra. Matemática Financeira. São Paulo: Atlas, 7ª edição, 2000.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 08:43 AM
Gostei desse!!
Aquela justificativa da n° 11 do prof. do Canal, não gostei não...estou procurando outra.

Diego Prandino
Wed, 03/02/10, 08:51 AM
Pessoal, segue recurso para a questão 14, com o referencial teórico:

Referente à questão sobre o conteúdo de matemática financeira, transcrita abaixo:
Um título com 2 meses a vencer foi descontado à taxa de 2% ao mês, produzindo um desconto de R$ 1.435,00. O valor nominal do título era, em reais, de
(Nota: efetue as operações com 4 casas decimais)
(A) 35.875,00 (B) 36.237,37
(C) 36.500,00 (D) 37.760,67
(E) 37.980,77

No gabarito oficial, divulgado no site da Banca Examinadora, consta que a opção correta para a supracitada questão é a “letra b”, cujo valor é 36.237,37.

Para se chegar ao valor considerado como correto é necessário ao candidato supor que a questão trata de uma situação relativa a um Desconto Comercial Composto, baseado no Regime de Juros Compostos, cuja fórmula é: D = FV [1 – ( 1 – d)ⁿ]; onde D = Desconto Comercial Composto; FV= Valor Futuro ou Nominal do Título; n = número de períodos e i = taxa de juros por período.

Porém, no comando da questão não há especificação do regime de juros utilizado: simples ou composto. Além disso, a alternativa de letra “A” fornece exatamente o resultado do cálculo utilizando-se da fórmula do Desconto Composto Simples: A) 35.875,00. A fórmula do Desconto Comercial Simples é: D = FV.i.n, onde D = Desconto Comercial Simples; FV= Valor Futuro ou Nominal do Título; n = número de períodos e i = taxa de juros por período.

Diante disso, considerando que a questão não especifica qual é o regime de juros, ou seja, se simples ou composto, e que os dois regimes de juros estão contidos no edital, cabe ao candidato bem preparado assinalar a letra “A” como correta, já que esta é a alternativa que está de acordo com o referencial teórico de matemática financeira e com as práticas dominantes no mercado. A seguir são apresentadas as referências bibliográficas que colocam que o regime de juros simples é o predominante e, portanto, a resposta correta para essa questão.

Segundo Vieira Sobrinho (2000), no capítulo 3 de sua obra, o Desconto Simples “É utilizado no Brasil de maneira ampla e generalizada, principalmente nas operações de desconto de duplicatas realizadas pelos bancos” (Vieira Sobrinho 2000, p. 47). O mesmo autor, afirma que o Desconto Composto:
“É obtido em função de cálculos exponenciais e praticamente não é utilizado em nenhum país do mundo. Raramente se toma conhecimento de um caso em que esse critério tenha sido aplicado. Tem importância meramente teórica.” (Vieira Sobrinho 2000, p. 54).
Logo, conforme Vieira Sobrinho, a prática dominante é o Desconto Simples, o que faz com que alternativa de letra “A” da questão seja a correta.

Para Assaf Neto (2003), a utilização de um ou outro regime de juros no desconto de títulos está baseada no prazo da operação.

“As operações de desconto podem ser realizadas tanto sob o regime de juros simples como no de juros compostos. O uso do desconto simples é amplamente adotado em operações de curto prazo, restringindo-se o desconto composto para as operações de longo prazo.” (Assaf Neto 2003, p.80).

Utilizando-se a definição de Assaf Neto (2003), ainda sim a resposta da questão será a alternativa de letra “A”, já que se trata de uma operação de curto prazo (2 meses).
Ainda existem autores que afirmam que o regime de juros compostos só é adotado para o desconto racional ou por dentro, e não para o desconto comercial ou por fora.

Puccini (2004) trata na sua obra, especificamente no capítulo 4 – “Juros Compostos: Capitalização e Desconto”, da questão do desconto composto. Ao final do capítulo, o autor afirma que “A taxa d (“por fora”, ou comercial) praticamente não é utilizada pelo mercado nesse regime de juros” (Puccini 2004, p. 59). O regime de juros que o autor se refere é o regime de juros compostos.

Silva (2005) faz a seguinte afirmação sobre a operação de desconto e os regimes de juros:

“Em tese, os descontos comercial e racional podem ser calculados nos regimes de juros simples e compostos. A prática ampla e generalizada no Brasil é utilizar o desconto comercial no regime de juros simples e o desconto racional no regime de juros compostos. Assim, praticamente inexistem aplicações práticas de desconto racional simples e desconto comercial composto.” (Silva 2005, p. 57).

Essa afirmação também é defendida por Mechede (2001): “no caso do desconto simples, somente o desconto comercial ou por fora é comumente utilizado. Já no caso do desconto composto ocorre o inverso. Normalmente utiliza-se mais o desconto por dentro.” (Mechede 2001, p. 159).

Dessa forma, considerando as obras de Puccini (2004), Silva (2005) e Mechede (2001), a utilização do regime de juros compostos tem maior aplicação para o Desconto Racional ou por dentro. Para essa situação, a resposta da questão em tela seria R$ 36.954,80, que é o cálculo para o desconto racional composto. Como não há esse valor entre as alternativas apresentadas na questão, conclui-se que a única resposta correta é relativa ao desconto comercial simples, ou seja, a alternativa de letra “A”.

Diante do referencial teórico apresentado, e considerando que a questão foi omissa quanto ao regime de juros utilizado, a única resposta correta é a alternativa de letra “A”, que é o resultado do cálculo do desconto comercial simples para os valores apresentados na questão.

O gabarito da questão, a alternativa de letra “B”, é o resultado do cálculo do desconto comercial composto, que conforme o referencial teórico, não possui aplicação prática.
Diante do exposto, estando evidenciado o erro no gabarito da questão, conforme o referencial teórico de matemática financeira, solicito que seja alterado a questão para a alternativa de letra “A”, que representa a resposta correta.

Bibliografia
Assaf Neto, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. 8ª Edição, São Paulo: Atlas, 2003.
Merchede, Alberto. Matemática Financeira: para usuários do Excel e da calculadora HP 12 C, São Paulo: Atlas, 2001
Puccini, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 7ª Edição. São Paulo: Saraiva, 2004.
Silva, André Luiz Carvalhal da. Matemática financeira aplicada. São Paulo: Atlas, 2005 (Coleção Coppead de Administração)
Vieira Dutra, José Dutra. Matemática Financeira. São Paulo: Atlas, 7ª edição, 2000.

Perfeito. 100 vezes melhor do que o que eu fiz.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 09:01 AM
Para a 11 de MAFIN usei como base a justificativa do Doidodoido.

Ô Silvio, aquela que vc mencionou, a 4 de Organizações, vc tem o fundamento? Coloca aeh para gente mandar recurso também.

lutador100
Wed, 03/02/10, 09:18 AM
Em organizações pelo menos a 9 tem que ser anulada.

Uma da principais teorias de contingência é a de um camarada chamado Fiedler, que diz o seguinte:

•No Modelo de Contingência de Fiedler a eficácia do desempenho do grupo depende da adequação entre o estilo do líder e quanto de controle a situação proporciona a ele.

É justamente o que diz a alternativa C. A alternativa D também está correta, o que anula a questão.

Podem pesquisar. A Maria Tereza Fleury e outros nomes do meio acadêmico tem livros sobre o assunto.

Abraço

Diego Prandino
Wed, 03/02/10, 09:20 AM
http://www.canaldosconcursos.com.br/bacen/benjamin.pdf

A 11 é perfeitamente resolvível, apesar de trabalhosa.

O que se deve fazer é pegar a alternativa que tem o valor mediano e elevar a 6. Se o valore fosse maior que 1,04, era só refazer o cálculo com a A ou a B. Se fizesse com a B e continuasse dando maior que 1,04, a resposta seria A.

O método de resolução é reverso. Caso contrário, de fato, fica inviável a resolução.

Aliás, eu acho que foi pensando nisso que a CESGRANRIO já colocou a resposta na letra C, ara o candidato achar de cara.

lutador100
Wed, 03/02/10, 10:37 AM
A 11 é perfeitamente resolvível, apesar de trabalhosa.

O que se deve fazer é pegar a alternativa que tem o valor mediano e elevar a 6. Se o valore fosse maior que 1,04, era só refazer o cálculo com a A ou a B. Se fizesse com a B e continuasse dando maior que 1,04, a resposta seria A.

O método de resolução é reverso. Caso contrário, de fato, fica inviável a resolução.

Aliás, eu acho que foi pensando nisso que a CESGRANRIO já colocou a resposta na letra C, ara o candidato achar de cara.

Mas a 14 tb é resolvível: vc calcula com juros simples depois calcula com juros compostos, faz unidunitê e escolhe 1 com 50% de chance de acertar! Isto tudo depois de passar 15 min multiplicando 1.006558*1.006558*1.006558 e depois achar o quadrado do resultado para resolver a questão 11.

Brincadeiras a parte, acho que essa Cesgranrio ta zoando com a nossa cara. Iguala um candidato que estudou e que sabe que o resultado é 1.04^1/6-1 (mas que não vai ter tempo de multiplicar n números) com um para-quedista que chuta com 20% de chance de acertar.
Depois dessa da questão 1 de português, eu fico pensando: o futuro de muita gente ta nas mãos desses imbecis...E não duvido que eles anulem somente essa de Português pelo acinte que é. Mas vamos ver.

Eu até vi outros fóruns de outros concursos pra ver se rolava a mesma coisa com outras bancas. Parece que, com a ESAF, o lance é a "jurispridência esafiana". Apesar das provas serem mais inteligentes, eles não admitem erro. Ou seja, dá praticamente no mesmo.

Eu sou novo nesse lance de concurso. Acho que pra vcs isso não é novidade. O que nào diminui a indignação de vocês (acho).

marcos-bh
Wed, 03/02/10, 10:52 AM
A 11 é perfeitamente resolvível, apesar de trabalhosa.

O que se deve fazer é pegar a alternativa que tem o valor mediano e elevar a 6. Se o valore fosse maior que 1,04, era só refazer o cálculo com a A ou a B. Se fizesse com a B e continuasse dando maior que 1,04, a resposta seria A.

O método de resolução é reverso. Caso contrário, de fato, fica inviável a resolução.

Aliás, eu acho que foi pensando nisso que a CESGRANRIO já colocou a resposta na letra C, ara o candidato achar de cara.

Esse recurso da 11 de pedir anulação porque cai numa conta imensa é ridículo. Já fiz provas da ESAF onde tinha bastante conta também, claro que a CESGRANRIO exagerou na dose, mas mesmo assim, a 11 acho quase impossível anularem. A 15 discordo que caiba recurso também.

Já a 14 pode ser que dê, já que não mencionou o regime de juros, mas mesmo assim depende da dose de razoabilidade da banca (se eles colocaram pra fazer conta com 4 casas decimais é porque tinha que ter conta complicada) Pra quem é acostumado com a ESAF e já viu questões que ridicularmente não foram anuladas sabe que esse negócio de acatar ou não os recursos, em algumas vezes, é bem arbitrário. De qquer forma eu entrei com recurso na 14. A 11, apesar de eu ter errado, não tem argumento pra fazer recurso embasando em conta difícil de fazer.

lutador100
Wed, 03/02/10, 11:38 AM
Esse recurso da 11 de pedir anulação porque cai numa conta imensa é ridículo. Já fiz provas da ESAF onde tinha bastante conta também, claro que a CESGRANRIO exagerou na dose, mas mesmo assim, a 11 acho quase impossível anularem. A 15 discordo que caiba recurso também.

Já a 14 pode ser que dê, já que não mencionou o regime de juros, mas mesmo assim depende da dose de razoabilidade da banca (se eles colocaram pra fazer conta com 4 casas decimais é porque tinha que ter conta complicada) Pra quem é acostumado com a ESAF e já viu questões que ridicularmente não foram anuladas sabe que esse negócio de acatar ou não os recursos, em algumas vezes, é bem arbitrário. De qquer forma eu entrei com recurso na 14. A 11, apesar de eu ter errado, não tem argumento pra fazer recurso embasando em conta difícil de fazer.

A questão 15 de MAFIN pede que sejam utilizadas 4 casas decimais no cálculo.
Eu fiz e refiz quinheitas vezes com as 4 casas decimais e sempre chego nesse número: R$ 9074,5913. O gabarito não tem esse número. A resposta C) é R$ 9076,95. Refiz no Excel, só para desencargo:
Parcelas Fator Vr At Parcela
2500 1.0400 2403.8462
2500 1.0816 2311.3905
2500 1.1249 2222.4198
2500 1.1699 2136.9348
Total 9074.5913





O enunciado não pede números aproximados...Não tem problema aqui? Qual o limite aceitável para um erro desse tipo? Porque na questão 11 o candidato não podia errar por 0.01. A banca pode errar por 2? Em se tratando de Cesgranrio, com tanta cagada, não duvido que tenham errado...
To ficando louco? Por favor, somem vocês mesmos e me ajudem!!
Obrigado.

Diego Prandino
Wed, 03/02/10, 11:42 AM
Esse recurso da 11 de pedir anulação porque cai numa conta imensa é ridículo. Já fiz provas da ESAF onde tinha bastante conta também, claro que a CESGRANRIO exagerou na dose, mas mesmo assim, a 11 acho quase impossível anularem. A 15 discordo que caiba recurso também.

Já a 14 pode ser que dê, já que não mencionou o regime de juros, mas mesmo assim depende da dose de razoabilidade da banca (se eles colocaram pra fazer conta com 4 casas decimais é porque tinha que ter conta complicada) Pra quem é acostumado com a ESAF e já viu questões que ridicularmente não foram anuladas sabe que esse negócio de acatar ou não os recursos, em algumas vezes, é bem arbitrário. De qquer forma eu entrei com recurso na 14. A 11, apesar de eu ter errado, não tem argumento pra fazer recurso embasando em conta difícil de fazer.

Concordo com o amigo.

Nos ficamos aqui, tentando convencer um ao outro dos nossos pontos de vista, mas a verdade é que cada um deve redorrer daquilo que acha plausível. Entretanto, a maioria sabe que, às vezes, nem o que está errado a banca anula. Que dirá o que tem chances de estar certo.

Eu, estudando para a CVM e para o BACEN, resolvi uma questão do CESPE que considerou como CERTA uma questão que dizia que a competência para emitir moeda era do Banco do Brasil... Não, a questão não alterada, muito menos anulada.

Recurso é isso aí... E mais loteria do que chutar questões na prova. É por isso que depois chovem mandados de segurança no judiciário.

dodf20
Wed, 03/02/10, 11:46 AM
Lutador,
Acho que você tem razão.
Quando eu fiz a conta (sim, fiz na mão na hora da prova feito um burro de carga, como a Cesgranrio queria), joguei tudo pra falor futuro depois trouxe de volta pra valor presente pra fechar o cálculo.
A situação prática da minha última conta foi a seguinte: Apareceu o número 9, aí olhei as alternativas e vi que tinha 2 começando com "9". Estafado de tanto fazer contas, prossegui, quando apareceu o "0" e eu imediatamente marquei "C" sem continuar a conta.
Se eu tivesse prosseguido, a resposta daria exatamente esse valor que você encontrou e eu ficaria com a pulga atrás da orelha se não tinha errado nada.
Nesse caso, a PREGUIÇA foi minha salvação!

lutador100
Wed, 03/02/10, 11:58 AM
Lutador,
Acho que você tem razão.
Quando eu fiz a conta (sim, fiz na mão na hora da prova feito um burro de carga, como a Cesgranrio queria), joguei tudo pra falor futuro depois trouxe de volta pra valor presente pra fechar o cálculo.
A situação prática da minha última conta foi a seguinte: Apareceu o número 9, aí olhei as alternativas e vi que tinha 2 começando com "9". Estafado de tanto fazer contas, prossegui, quando apareceu o "0" e eu imediatamente marquei "C" sem continuar a conta.
Se eu tivesse prosseguido, a resposta daria exatamente esse valor que você encontrou e eu ficaria com a pulga atrás da orelha se não tinha errado nada.
Nesse caso, a PREGUIÇA foi minha salvação!

Caramba...

Pessoal, o negócio tá ficando sério. Acho que precisamos fazer um relatório com TODOS OS PROBLEMAS DA PROVA, que não foram poucos.
Imagina nas provas específicas...
Num outro tópico já descobriram outros casos de plágio. Mais esse “errinho besta” da banca de MAFIN só pra tentar te f*. Pra que pedir cálculo com 4 casas decimais se no gabarito não vai aparecer a resposta correta???? Não faz diferença? E porque na 11 faz???
Quantos erros mais haverá??? Ninguém tem tempo pra ficar procurando, mas seria bom se alguém consolidasse todas as reclamações e fazer uma reclamação no MP...
Tem algum advogado aí que se proporia a isto?

marcos-bh
Wed, 03/02/10, 12:45 PM
Caramba...

Pessoal, o negócio tá ficando sério. Acho que precisamos fazer um relatório com TODOS OS PROBLEMAS DA PROVA, que não foram poucos.
Imagina nas provas específicas...
Num outro tópico já descobriram outros casos de plágio. Mais esse “errinho besta” da banca de MAFIN só pra tentar te f*. Pra que pedir cálculo com 4 casas decimais se no gabarito não vai aparecer a resposta correta???? Não faz diferença? E porque na 11 faz???
Quantos erros mais haverá??? Ninguém tem tempo pra ficar procurando, mas seria bom se alguém consolidasse todas as reclamações e fazer uma reclamação no MP...
Tem algum advogado aí que se proporia a isto?

Esse negócio de plágio também é uma bobeira. Na prova da receita em 2005 a ESAF literalmente copiou e colou umas 10 questões de dir. administrativo, se não me falha a memória. Na época o Deme, que era frequentador aqui e fez uma pontuação monstruosa, postou todas as questõees repetidas dos outros concursos. E não aconteceu nada... O negócio é recorrer naquelas que eles tem que considerar, e aí quanto mais recursos, melhor.

stallone
Wed, 03/02/10, 01:03 PM
Concordo também que a alegação de plagio nunca foi considerada...
A prova de Contabilidade do ICMS 2009 foi inteiramente copiada do concurso anterior, apenas mudando alguns números.... não deu em nada...

Em relação às anulações, a triste constatação é que as bancas geralmente só anulam as questões flagrantemente erradas... aquelas fora do edital, etc... se eles puderem salvar a questão, eles farão....

enquanto isso ficamos à mercê das bancas....

abs

gero
Wed, 03/02/10, 01:07 PM
Com relação a q.32 eu busquei provar que a regra, quando nada for dito, é considerar uma economia inflacionária. Minha ideia era mudar o gabarito da questão de A para D.
Para isso é peguei um trecho maior do livro do Ricardo Ferreiro que diz:

Conforme nos ensina o professor Ricardo J. Ferreira em seu livro Contabilidade Básica, página 258, 3ª Edição, Editora Ferreira:

“No Brasil, em função dos efeitos da inflação, os métodos mais usualmente adotados no controle permanente de estoque são:
******
Já o professor Ed Luiz Ferrari em seu livro Contabilidade Geral, página 366, 3. Edição, Editora Impetus, nos esclarece:

“.....num regime inflacionário o RCM (=Lucro) pelo método UEPS é o menor possível, fazendo com que o Imposto de Renda sobre o lucro também o seja. Daí, o Regulamento do Imposto de Renda não permite que as empresas no Brasil, que sejam obrigadas a declararem tal imposto com base no lucro fiscal, utilizem o método UEPS.”

Conclui se o proprio regulamento do IR considera como regra a situação inflacionária, daí não considerar o UEPS, então se a questão não especificar deveria se considerar isso também.

Com estes dois posicionamentos criei 2 exemplos. Um para provar que a letra A estava errada e outro para provar que a D estava certa, já que a situação inflacionária é a regra.

Bye,

lutador100
Wed, 03/02/10, 01:36 PM
Com relação a q.32 eu busquei provar que a regra, quando nada for dito, é considerar uma economia inflacionária. Minha ideia era mudar o gabarito da questão de A para D.
Para isso é peguei um trecho maior do livro do Ricardo Ferreiro que diz:

Conforme nos ensina o professor Ricardo J. Ferreira em seu livro Contabilidade Básica, página 258, 3ª Edição, Editora Ferreira:

“No Brasil, em função dos efeitos da inflação, os métodos mais usualmente adotados no controle permanente de estoque são:
******
Já o professor Ed Luiz Ferrari em seu livro Contabilidade Geral, página 366, 3. Edição, Editora Impetus, nos esclarece:

“.....num regime inflacionário o RCM (=Lucro) pelo método UEPS é o menor possível, fazendo com que o Imposto de Renda sobre o lucro também o seja. Daí, o Regulamento do Imposto de Renda não permite que as empresas no Brasil, que sejam obrigadas a declararem tal imposto com base no lucro fiscal, utilizem o método UEPS.”

Conclui se o proprio regulamento do IR considera como regra a situação inflacionária, daí não considerar o UEPS, então se a questão não especificar deveria se considerar isso também.

Com estes dois posicionamentos criei 2 exemplos. Um para provar que a letra A estava errada e outro para provar que a D estava certa, já que a situação inflacionária é a regra.

Bye,

Esta tem que ser trocada pela letra B. É o saldo do inventário que fica mais próximo do custo de reposição (valor de mercado) qdo o PEPS é utlizado. O professor Alexandre Americo (EVP) ficou de me mandar um parecer sobre esta questão, mas tenho certeza do que falo.

É só levar o nome do método ao pé da letra:

O primeiro a entrar=>as compras mais antigas
é o primeiro a sair=> são as primeiras a sairem do estoque

Ou seja, na venda (saída) os materiais que entraram primeiro (mais antigos) vão sair do estoque. O que resta no estoque é material recém comprado, mais novo. Se é o recém comprado que fica no estoque, este é o mais próximo do preço de mercado (custo de reposição).

gero
Wed, 03/02/10, 01:46 PM
Pessoal,
Alguem conseguiu um bom recurso para a q20? Eu pesquisei e estou concluindo que realmente Restos a Pagar são sim despesa correntes, mas que no Balanço Financeiro, a inscrição é feita como receita extraorçamentária.
Fiz o recurso esquecendo que se quer "inscrição no Balanç Financeiro" e me apeguei a literalidade da lei 4320 (como a questão pede) e lá, art 36, restos a Pagar são DESPESAS e ponto.
Se alguem tiver mais algum argumento, coloque aqui. Vou deixar para mandar este recurso no final.

faqmoura
Wed, 03/02/10, 01:53 PM
Concordo plenamente! A resposta é B.

A letra D só está certa em uma economia inflacionária, enquanto que a B está certa sempre.


Esta tem que ser trocada pela letra B. É o saldo do inventário que fica mais próximo do custo de reposição (valor de mercado) qdo o PEPS é utlizado. O professor Alexandre Americo (EVP) ficou de me mandar um parecer sobre esta questão, mas tenho certeza do que falo.

É só levar o nome do método ao pé da letra:

O primeiro a entrar=>as compras mais antigas
é o primeiro a sair=> são as primeiras a sairem do estoque

Ou seja, na venda (saída) os materiais que entraram primeiro (mais antigos) vão sair do estoque. O que resta no estoque é material recém comprado, mais novo. Se é o recém comprado que fica no estoque, este é o mais próximo do preço de mercado (custo de reposição).

faqmoura
Wed, 03/02/10, 01:56 PM
Marcos,

Uma coisa é banca utilizar de suas próprias questões para fazer outras novas, e parecidas.

Outra é copiar uma questão do Vestibular da Fuvest, UFMG, etc.




Esse negócio de plágio também é uma bobeira. Na prova da receita em 2005 a ESAF literalmente copiou e colou umas 10 questões de dir. administrativo, se não me falha a memória. Na época o Deme, que era frequentador aqui e fez uma pontuação monstruosa, postou todas as questõees repetidas dos outros concursos. E não aconteceu nada... O negócio é recorrer naquelas que eles tem que considerar, e aí quanto mais recursos, melhor.

Diego Prandino
Wed, 03/02/10, 01:56 PM
Pessoal,
Alguem conseguiu um bom recurso para a q20? Eu pesquisei e estou concluindo que realmente Restos a Pagar são sim despesa correntes, mas que no Balanço Financeiro, a inscrição é feita como receita extraorçamentária.
Fiz o recurso esquecendo que se quer "inscrição no Balanç Financeiro" e me apeguei a literalidade da lei 4320 (como a questão pede) e lá, art 36, restos a Pagar são DESPESAS e ponto.
Se alguem tiver mais algum argumento, coloque aqui. Vou deixar para mandar este recurso no final.


Esquece. Não tem jogo. Olha a 4.320

Art. 103. O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

Parágrafo único. Os Restos a Pagar do exercício serão computados na receita extra-orçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária.

Diego Prandino
Wed, 03/02/10, 01:57 PM
Marcos,

Uma coisa é banca utilizar de suas próprias questões para fazer outras novas, e parecidas.

Outra é copiar uma questão do Vestibular da Fuvest, UFMG, etc.

Não vejo diferença alguma, mesmo porque as provas são públicas e não constituem direito intelectual de nenhuma banca ou autor. Se fosse assim, deveriam processar o PCI.

Diego Prandino
Wed, 03/02/10, 02:07 PM
Esquece. Não tem jogo. Olha a 4.320

Art. 103. O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

Parágrafo único. Os Restos a Pagar do exercício serão computados na receita extra-orçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária.

Cara, na verdade, eu errei essa tb. Tava pensando aqui. O que podemos fazer é bater na tecla de que a redação da questão está falha, confusa.

Os restos a pagar são despesas orçamentárias de X0, mas são contabilizados em X1como receita extraoçamentária, nos termos do parágrafo único do art. 103. Assim, quando vc está diante de um RPP, vc está diante de uma despesa orçamentária, que deverá ser inscrita como receita extraorç. O fato de ela ter que ser contabilizada como rec. extraorç. não a torna uma receita extraorç. de fato (como uma caução ou um depósito, por exemplo). Entederam o feeling?

Eu tinha desistido de fazer recurso, mas vou fazer. Acho uma boa que todos sigamos essa linha, ou pelo menos algo parecido. Quando muitos recursos pedem a mesma coisa, é mais provável de serem deferidos. Quando cada um pede uma coisa, a banca acha que é um bando de desesperados tentando anular uma questão difícil (o que tb não é tão mentira assim, hahahaha)

SDS

idhaf84
Wed, 03/02/10, 02:07 PM
Essa questão 20 realmente está correta. Sem chance.

Quanto a copiar questão de outra banca é problema entre elas, isso se houver algum problema.

Com relação ao princípio da isonomia, que alguns acham que foi ferido, as questões, como disse o colega, são públicas e estiveram/estão disponíveis a qualquer um na internet, entre outros meios.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 02:18 PM
Minha impressão de tudo que vi aqui é que as questões passíveis de terem os recursos deferidos são:

CG

Questão 1 - alteração de D para C. Praticamente certo, só se a banca quiser esafiar.

CE

Questão 14 - anulação. Pouco provável.
Questão 26 - alteração de B para A. Praticamente certo também.
Questão 32 - alteração de A para B. Muito provável.

Na minha opinião as outras não vingam. Só uma opinião.

gero
Wed, 03/02/10, 02:44 PM
Eu continuo acreditando que a melhor opção para a questão 32 é letra "D". Como o sistema de recursos é democrático vamos postar lá da forma que melhor pensamos e torcer que pelo menos a Cesgrario ANULE a questão, para que todos fiquem felizes.

Para quem acredita que a q 32 deve mudar de "A" para "D" segue, além dos trechos do livro do Ricardo Ferreira que mandei antes, explicando que a regra geral é considerar o Brasil um país inflacionário, segue mais uma parte do recurso que elaborei.
__________________________________________________ __
O gabarito apresentado pela banca foi a letra “A” conforme seguir:

(A) PEPS, o custo real do material é um valor aproximado dos preços atuais praticados no mercado.

A alternativa apresenta incorreção, pois, pelo método PEPS, o custo do material será o valor da primeira compra e não o da última. A última compra é que apresentará valores mais próximos dos praticados no mercado. Veja exemplo a seguir:
01/09/2009: Compra 10 unidades por R$ 100,00
01/01/2010: Compra 10 unidades por R$ 130,00

Se uma venda de 5 unidades for feita no dia 15/01/2010 o custo unitário real do material será de R$ 100,00, embora o praticado no mercado se aproxime de R$ 130,00.

A alternativa “D” porém apresenta afirmação correta, conforme a seguir:

(D) UEPS, o custo médio do saldo em estoque é menor que o valor atual do material praticado no mercado.

Considerando o mesmo exemplo acima, mas agora pelo método UEPS, teremos que as 5 unidades vendidas no dia 15/01/2010 apresentarão valor unitário de R$ 130,00 e que no estoque teremos:

10 unidades por R$ 100,00
5 unidades pó R$ 130,00
-------------------------------
Saldo Médio das 15 unidades R$ 110,00. Observe que R$ 110,00 é MENOR que o valor praticado no mercado, pois para um país inflacionário este será igual ou maior que R$ 130,00.

Portanto, considerando o exposto acima, o candidato solicita alteração do gabarito de “A” para “D”.

gero
Wed, 03/02/10, 02:48 PM
Questão 20:


Esquece. Não tem jogo. Olha a 4.320

Art. 103. O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

Parágrafo único. Os Restos a Pagar do exercício serão computados na receita extra-orçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária.

Esta realmente tá difícil, mas o fato é que literalmente pela lei 4320/64 restos a pagar é uma despesa, conforme art 36. Mandar um recurso sempre vale a pena, desistir é que não dá nê amigo?!

veja meu recurso:
_______________________________________________
Pelo art. 36 da Lei 4.320/64, observamos literalmente:
“Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.”

O gabarito apresentado pela banca foi a letra “D” conforme a seguir:

(D) receita extraorçamentária.

Seguindo o conceito expresso da lei 4320/64, observamos que Restos a Pagar são despesas e não receitas, e que, portanto, a alternativa “D” está incorreta.
__________________________________________________ _____________________

idhaf84
Wed, 03/02/10, 02:48 PM
Gero,

Coloquei D também. Vamos lá então, vou mandar um baseado no seu fundamento.

lutador100
Wed, 03/02/10, 03:03 PM
Gero,

Coloquei D também. Vamos lá então, vou mandar um baseado no seu fundamento.

Olha, eu tenho certeza que a resposta correta é B. Trabalho com custos há 8 anos e sou contador...Mas em se tratando de Cesgranrio, posso esperar de tudo. Por isso vocês têm mais é que ir pelas suas convicções. Peçam a troca para D, se é isso que vai lhes ajudar. Vai ser ridículo se a banca fizer isso, mas o "não" vcs já têm...rs

Sukkitta
Wed, 03/02/10, 03:04 PM
COMUNICADO
A Fundação Cesgranrio esclarece que, nos próximos dias, publicará
edital com a anulação das questões 1, 2, 4 e 5 da prova de Conhecimentos
Gerais / Língua Portuguesa, para o cargo de Analista (todas as áreas), e das
questões 9 da prova de Língua Portuguesa e 36 da prova de Raciocínio Lógico
Quantitativo, para o cargo de Técnico (todas as áreas), dos Concursos do
Banco Central, em virtude de terem sido aplicadas em outros certames.
A Fundação apurou que a responsabilidade coube a membros das
Bancas Elaboradoras e está tomando as medidas cabíveis.
Rio de Janeiro, 3 de fevereiro de 2010.
Fundação Cesgranrio.

Diego Prandino
Wed, 03/02/10, 03:07 PM
Meu recurso para a questão 20 de CE:

Sr. Presidente da Banca Examinadora

A banca, ao atribuir o gabarito final à alternativa D, validou a seguinte afirmação:

"Ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN deve concluir, de acordo com a Lei no 4.320/64, estar diante de uma receita extraorçamentária.

O que demonstrarei é que os Restos a Pagar são DESPESAS, e que o fato de serem contabilizadas como receitas extraorçamentária não os torna, efetivamente, receita extraorçamentária.

A questão não foi clara, pois leva o candidato a concluir, pela sua leitura em conjunto com a alternativa considerada correta, que os "os restos a pagar processados são receitas extraorçamentárias", o que, de acordo com a lei 4.320/64, é conceitualmente incorreto, senão vejamos:

Conforme o art. 36 da lei 4.320/64 Os Restos a Pagar são DESPESAS, como transcrito abaixo:
"Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas."

Fica claro pelo dispositivo acima que os restos a pagar são DESPESAS.

O art. 103 da mesma lei, em seu parágrafo único, estabelece O CRITÉRIO DE CONTABILIZAÇÃO dos restos a pagar, como descrito abaixo:
"Os Restos a Pagar do exercício serão computados na receita extra-orçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária".

Entretanto, deve-se atentar que o fato de serem contabilizados como receita extraorçamentária (em uma manobra contábil instruída pela lei 4.320) não torna os restos a pagar uma receita extraorçamentária. Os restos a pagar continuam sendo uma despesa orçamentária, mas que, por uma manobra contábil, são inscritos em receitas extraorçamentárias.

O Manual da Despesa Nacional, em seu item 9.2, assim conceitua os restos a pagar:
"No final do exercício, as despesas orçamentárias empenhadas e não pagas serão inscritas em Restos a Pagar e constituirão a Dívida Flutuante. Podem-se distinguir dois tipos de Restos a Pagar, os Processados e os Não-processados."

O Manual da Receita Nacional assim conceitua ingressos extraorçamentários:
"Entradas compensatórias no ativo e no passivo financeiro – representam ingressos de recursos de terceiros em poder do ente público."

Assim, a mera inscrição compensatória dos restos a pagar como receita extraorçamentária não os torna uma receita extraorçamentária, pois os mesmos continuam sendo uma DESPESA.

Deve-se atentar que são os recursos financeiros destinados ao pagamento dos restos a pagar que são inscritos no exercício seguinte como receita extraorçamentária. Os restos a pagar, em si, continuam sendo itens de DESPESA.

Desta forma, dada a imprecisão do enunciado, e a ausência de alternativa que responda corretamente à questão, solicito a ANULAÇÂO DA QUESTÃO.

gero
Wed, 03/02/10, 03:07 PM
idhaf84,

Que bom. Quanto mais recurso sobre a mesma defesa, mais forte esta fica.

Só para lembrar:

1) Eu tentei mostrar que no Brasil a regra geral é considerar uma economia inflacionária quando na análise de inventários (trechos livros Ricardo fererira e Ed Luiz - coloquei aqui no Forum).
2) Fortaleço esta posição quando falo que até o regulamento do IR desconsidera o UEPS, já que a economia é inflacionária.
3) Fiz um probleminha (mude os valores, ok?!) onde demonstro que a "D" apresenta-se correta.

Estou online aqui. Qq coisa vamos trocando ideias.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 03:12 PM
OK! Tô terminando o recurso aqui.

lutador100
Wed, 03/02/10, 03:16 PM
idhaf84,

Que bom. Quanto mais recurso sobre a mesma defesa, mais forte esta fica.

Só para lembrar:

1) Eu tentei mostrar que no Brasil a regra geral é considerar uma economia inflacionária quando na análise de inventários (trechos livros Ricardo fererira e Ed Luiz - coloquei aqui no Forum).
2) Fortaleço esta posição quando falo que até o regulamento do IR desconsidera o UEPS, já que a economia é inflacionária.
3) Fiz um probleminha (mude os valores, ok?!) onde demonstro que a "D" apresenta-se correta.

Estou online aqui. Qq coisa vamos trocando ideias.

Gero,
Falo não como quem concorre com vc, mas como quem quer ajudar. Eu nem tenho chance nesse concurso. Como já foi exposto, a D só funciona num mercado de alta de preços. Nem precisa ser inflacionário.
Se o produto for uma commodity, como o petróleo e derivados, que mudam de preço a toda hora, sua teoria já fura.
Faça o recurso, mas na próxima prova que cair esta questão (já que ta na moda cair a mesma questão em vários), lembre-se disso.
Abraço

gero
Wed, 03/02/10, 03:27 PM
Valeu Lutador100,

Vou pesquisar mais sobre o assunto, mas eu aprendi assim, ou seja, que a regra é considerar inflacionário quando a questão nada falar (ou citar produtos específicos).

A hora agora é de lutar e torcer para que seja pelo menos anulada, já que todos concordamos que o gabarito oficial está errado.

gero
Wed, 03/02/10, 03:53 PM
Considerando a questão 4, vou fazer um recurso sabendo que:

Segundo ANDRADE (2007)," na relação entre assertividade e cooperação surgem quatro estilos de comportamento, descritos a seguir:

• Uso da força: estilo que se utiliza da imposição quando está em um conflito, e tende a uma postura “eu ganho e você perde”. Em seu grau máximo, é uma postura extremamente assertiva, no entanto, com baixo grau de colaboração.

• Colaboração: é a postura ganha/ganha, que mais se aproxima dos conceitos que combinam assertividade e colaboração.

• Acomodação: Em seu extremo, é a postura mais próxima dos conceitos de colaboração, mas de baixa assertividade, e que pode levar a conduta “prefiro perder para você ganhar”.

• Compromisso: estilo voltado para a ação e para a solução rápida do conflito podendo assumir qualquer papel que se impõe no momento do conflito, combinando a intensidade necessária de assertividade e colaboração."

Como a questão solicita a alternativa que demonstre o uso de alta assertividade e baixa colaboração, ela busca o estilo “uso da força”.

Como a alternativa "A" apresenta exatamente o aposto, ou seja, alta colaboração o candidadto solicita ANULAÇÃO da questão.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 04:00 PM
Vai em frente...que tô indo junto!!!rsrsrs

Estou alterando o texto para não ficar igual.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 04:30 PM
Feito! Pedi a alteração de A para C.

gero
Wed, 03/02/10, 05:05 PM
Feito! Pedi a alteração de A para C.

Qual a questão ???

gero
Wed, 03/02/10, 05:07 PM
Com relação q questão 3, além do recurso já postado aqui, achei mais estes trechos do livro do Chiavenato, Administração Geral e Pública, editora Campus, pág.: 67,

“A Teoria Geral dos Sistemas (TGS) é essencialmente totalizante: os sistemas não podem ser compreendidos apenas pela análise separada e exclusiva de cada uma de suas partes. A TGS se baseia na compreensão da dependência recíproca de todas as disciplinas e da necessidade de sua integração. Os vários ramos do conhecimento _até então estranhos uns aos outros pela especialização e consequente isolamento _ passaram a tratar os seus objetivos de estudos como sistemas.

Com advento da TGS, os princípios do reducionismo, do pensamento analítico e do mecanismo passam a ser substituídos pelos princípios opostos do expansionismo, do pensamento sintético e da teleologia.

a. Expansionismo. É o princípio que sustenta que todo fenômeno é parte de um fenômeno maior. O desempenho de um sistema depende de como ele se relaciona com o todo maior que o envolve e do que faz parte. O expansionismo não nega que cada fenômeno seja constituído de partes, mas a sua ênfase reside na focalização do todo do qual aquele fenômeno faz parte. Essa transferência da visão focada nos elementos fundamentais para uma visão focada no todo denomina-se abordagem sistêmica.”

E solicitei anulação por haver duas questões corretas.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 05:08 PM
A 4. Coloquei a C na prova.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 05:09 PM
Epa!!! na 3 eu tô fora!! Sorry!!rsrsrs
Abraço

jackmmiranda
Wed, 03/02/10, 05:15 PM
Sei que posso estar viajando, mas foi o que pensei na hora da prova na questão 20, então ai segue meu recurso (vou só dar uma arrumada no texto):

Analisando a prova de conhecimentos específicos aplicada no concurso para Analista – Área 5, verifica-se que a questão n° 20 merece ter seu gabarito alterado para letra “C”, o que ficará demonstrado nas linhas vindouras.

A questão impugnada contém o seguinte enunciado: “20 Ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN deve concluir, de acordo com a Lei no 4.320/64, estar diante de uma”

O gabarito fornecido pela CESGRANRIO indicou como alternativa correta a letra “D” que expressa o seguinte: “receita extraorçamentária”.

De acordo com art. 103 da Lei 4320/64 “O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

Parágrafo único. Os Restos a Pagar do exercício serão computados na receita extra-orçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária.” (negritou-se).

Dessa forma verifica-se que quando um Analista do Banco Central vai fazer o registro contábil da inscrição de restos a pagar processados ele computa o restos a pagar na receita extra-orçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária.

Contudo, o enunciado da questão não solicita a conta na qual os restos a pagar vai ser computado. Ele questiona qual conta deve existir no encerramento do exercício financeiro para que possa ser efetuado o registro de resto a pagar processado, o que se pode verificar na leitura da questão:

“Ao verificar a necessidade do registro contábil da inscrição de restos a pagar processados, no encerramento de determinado exercício financeiro, um analista do BACEN deve concluir, de acordo com a Lei no 4.320/64, estar diante de uma” (negritou-se)

Portanto, a alternativa “D” (receita extraorçamentária) não responde o que foi perguntado no enunciado, devendo ser considerada ERRADA.

Outrossim, conforme art. 36 da Lei 4320/64 “Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas”.

E segundo o Conselheiro do Tribunal de Contas de Pernambuco Valdecir Pascoal no seu livro de Direito Financeiro e Controle Externo (Ed.Campus,5ª Edição, pag.73) “Restos a Pagar Processados – despesas empenhadas e liquidadas, mas não pagas até 31/12. Nesse caso, já foram cumpridos integralmente os dois primeiros estágios da despesa, restando apenas o efetivo pagamento”.

Logo, a alternativa a ser considerada correta deverá apresentar uma despesa liquidada.

Por outro lado, reza no art. 37 da referida lei, que “As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente poderão ser pagos à conta de dotação específica consignada no orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possível, a ordem cronológica.”

Ademais, o Professor Francisco Glauber Lima Mota, no seu livro Contabilidade Aplicada ao Setor Público (Coleção Gestão Pública, 1ª Edição, pag.157), ressalta que a “despesa do exercício anterior compete (realizou-se) em exercício financeiro anterior, mas o empenho e a liquidação ocorrem no exercício de seu reconhecimento.”

Posto isso, depreende-se que a Despesa de Exercício Anterior(DEA) apesar de ter sido realizada em exercício financeiro anterior, ela foi empenhada e liquidada no exercício em que foi reconhecida. Logo, se ao final do exercício (em que foi reconhecida) ela não tiver sido paga, o Analista do BACEN deverá inscrevê-la em Restos a Pagar Processados, pois a DEA será uma despesa empenhada e liquidada e segundo a Lei 4320/64 consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas, mas não pagas até o fim do exercício, distinguindo-se as processadas (empenhadas e liquidadas) das não processada.

Por todo o exposto, constatando-se que a alternativa “C” satisfaz ao requerido no enunciado, deve-se ALTERAR o gabarito da questão nº 20.

gero
Wed, 03/02/10, 05:16 PM
A 4. Coloquei a C na prova.

Eu acho, mas por favor faça o que você achar melhor, que a letra "C" está errada. voltemos a qlternativa:

(C) A empresa W evitou conflitos ao se recusar a fazer negócios em países
que admitem o suborno de funcionários públicos, deixando de lado tanto
as suas reivindicações quanto as reivindicações destes países.

Para mim ela mostra baixa assertividade (é quando a pessoa não toma uam posição ou quando não defende suas ideias -> vi isso nas pesquisas que fiz a pouco).

Como a questão pede alta assertividade a C está também errada.

Talvez o melhor fosse pedir anulação.

idhaf84
Wed, 03/02/10, 05:43 PM
Gero,

Pode ser, mas quando leio o texto tenho a impressão que a empresa W tomou uma posição firme, forte, intransigente e radical de não fazer negócios (alta assertividade) muito embora todos saiam perdendo (baixa colaboração).
Poderia ser tomada uma atitude mais colaborativa.
Bem, foi assim que pensei na hora da prova e ainda agora quando leio. Claro que posso estar interpretando errado.

gero
Wed, 03/02/10, 06:04 PM
Fiz recurso para a q 5.

Para mim a letra "B" está também correta, pois Y se identifica psicologicamente com seu trabalho e inclusive este é um fator de valorização pessoal, isso poderá provocar absenteísmo (faltas) e até demissão voluntária, caso alguma mudança aconteça na empresa que afete as noções de valor que para Y eram fundamentais.

Pedi anulação por entender que há 2 qs certas

jackmmiranda
Wed, 03/02/10, 06:09 PM
Fiz recurso para a q 5.

Para mim a letra "B" está também correta, pois Y se identifica psicologicamente com seu trabalho e inclusive este é um fator de valorização pessoal, isso poderá provocar absenteísmo (faltas) e até demissão voluntária, caso alguma mudança aconteça na empresa que afete as noções de valor que para Y eram fundamentais.

Pedi anulação por entender que há 2 qs certas

Gero,

Como vc fundamentou esse recurso?
Pois tb tenho interesse nessa questão.

marcos-bh
Thu, 04/02/10, 07:22 AM
Esse negócio de plágio também é uma bobeira. Na prova da receita em 2005 a ESAF literalmente copiou e colou umas 10 questões de dir. administrativo, se não me falha a memória. Na época o Deme, que era frequentador aqui e fez uma pontuação monstruosa, postou todas as questõees repetidas dos outros concursos. E não aconteceu nada... O negócio é recorrer naquelas que eles tem que considerar, e aí quanto mais recursos, melhor.

É, mordi a língua nas questões de português, mas dos vários anos que tenho de concurseiro, primeira vez que vejo questões anuladas por cópia de outras.. Vamo q vamo!

lutador100
Thu, 04/02/10, 11:59 AM
Alguém aí concorda com o gabarito da Q 25 de Auditoria? Eu gostaria de saber se alguém entrou com recurso para anular esta. Não achei isto na NBC (gabarito E):

(E) cálculo para aferir a exatidão de rendimentos de aplicações
financeiras de longo prazo, confrontando se as
receitas auferidas com estas aplicações atendiam ao
regime de competência.

Eu coloquei D:
(D) inspeção no intuito de verificar o comportamento de
valores significativos mediante índices, quocientes,
quantidades absolutas e outros meios.

Não dá mais tempo, eu sei, mas só pra saber se alguém entrou com recurso ou tem como justificar o gabarito.

Zizi
Thu, 04/02/10, 12:05 PM
Alguém aí concorda com o gabarito da Q 25 de Auditoria? Eu gostaria de saber se alguém entrou com recurso para anular esta. Não achei isto na NBC (gabarito E):

(E) cálculo para aferir a exatidão de rendimentos de aplicações
financeiras de longo prazo, confrontando se as
receitas auferidas com estas aplicações atendiam ao
regime de competência.

Eu coloquei D:
(D) inspeção no intuito de verificar o comportamento de
valores significativos mediante índices, quocientes,
quantidades absolutas e outros meios.

Não dá mais tempo, eu sei, mas só pra saber se alguém entrou com recurso ou tem como justificar o gabarito.
Lutador,

Essa letra D estava errada pelo seguinte motivo:

O procedimento descrito nela refere-se à "revisão analítica", e não à "inspeção", que é um dos exames adotados pelos testes de observância.

Inspeção é a verificação de registros, documentos e informações.

É só você conferir na NBC 11.

Abraços!!!

lutador100
Thu, 04/02/10, 12:22 PM
Lutador,

Essa letra D estava errada pelo seguinte motivo:

O procedimento descrito nela refere-se à "revisão analítica", e não à "inspeção", que é um dos exames adotados pelos testes de observância.

Inspeção é a verificação de registros, documentos e informações.

É só você conferir na NBC 11.

Abraços!!!

Poxa, é verdade!
Obrigado!