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Vizualizar Versão Completa : OBRAS Possíveis Recursos - AOE


Beinha
Tue, 14/07/09, 11:41 PM
Vamos postar aqui as questões que considerem passíveis de recurso de AOE..
Vamos nos organizar galera!

Abcs!

LostHighway
Tue, 14/07/09, 11:47 PM
Eu vou entrar naquela do tubo de PVC do cespe que aguenta 5 Mpa de pressão.

Alguém achou norma para fundamentar o recurso nela?

Beinha
Tue, 14/07/09, 11:47 PM
145. Para que tubos de chumbo sejam utilizados, estes devem ser perfeitamente maleáveis, permitir dobramentos em ângulos de 180º, sem fissuras, e, entre outras características, não apresentar bolhas.

O que já foi comentado:
Essa questão 146 deve estar errada.

Nunca vi nenhuma referência sobre tubulação de chumbo.
Não tem sentido usar uma tubulação de chumbo, visto o preço, o risco de contaminação e outras variáveis.E atualmente possui alternativa mais viáveis economicamente tipo o PVC.

Se não me engano, a norma que trata disso é a NBR 5648 - Sistemas prediais de água fria - Tubos e conexões de PVC 6,3, PN 750 kPa, com junta soldável - Requisitos.

Tem só que ter certeza.... Eu tenho o livro do Alves Azeredo, mas ele não aborda a pressão suportável. Talvez o Hélio Creder fale alguma coisa. vou na Saraiva amanhã ver!

Também discordo do gabarito.. Alguém conseguiu essa NBR?

Eng senior
Wed, 15/07/09, 12:09 AM
Eu vou entrar naquela do tubo de PVC do cespe que aguenta 5 Mpa de pressão.

Alguém achou norma para fundamentar o recurso nela?

Achei no livro do Léo Heller, Abastecimento de água para consumo humano, p.703
Principais normas relativas tubos PVC NBR 5647-1, 5647-2, 5647-3, 5647-4, 7665.

Na pagina 706 ele apresenta características do tubo PVC DEFoFo,que eu acho, o mais resistente dos tubos de PVC e a Pressão máxima de serviço é de 1 MPA tabela 15.10. O teste hidróstatico dessa tubulação é com 1,5 MPA.

Diego Prandino
Wed, 15/07/09, 12:31 AM
Sobre tubos de chumbo:

DECRETO N° 5.631, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1980
(Com as alterações do Dec. 18.328, de 18/06/97)
Aprova o novo Regulamento para Instalações Prediais de Esgotos Sanitários no Distrito Federal, que com este baixa, e dá outras providências.
Art. 25 - Os tubos de chumbo poderão ser usados na instalação de esgoto secundário, em tubos ventiladores e em ramais de descargas de ralos sifonados, sendo vedado, no entanto, seu emprego em tubos de queda. A utilização desse material exigirá, porém, os seguintes cuidados:
a) deverá ser perfeitamente desamassado;
b) nas emendas não deverá subsistir saliência interna; e
c) quando embutido, deverá ser protegido contra a ação dos materiais de construção, mediante revestimento adequado (tinta betuminosa, tinta à base de óleo, etc.).

MAIS:
http://books.google.com.br/books?id=8xE ... +de+chumbo (http://books.google.com.br/books?id=8xEPOq2aykAC&pg=PA71&dq=tubos+de+chumbo)

Tá complicado achar coisas... Não consegui nada no site da ABNT.

GiBaDaGu
Wed, 15/07/09, 12:32 AM
125) cabe recurso, pois no edital não estava falando do SINCTRAN, este é o SICRO3 qye nem aprovado está ainda.

GiBaDaGu
Wed, 15/07/09, 12:36 AM
149) todas as empresas estão obrigadas a depositar, em conta bancária vinculada, a importância ..... incluindo-se o 13º salário. Não conseguir achar o erro até agora.

filho de Jaweh
Wed, 15/07/09, 01:01 AM
A questão 131 'Em estruturas aparentes,... ' a palavra obrigatoriamente não está bem empregada. Os aços patináveis não necessitam de nenhum revestimento protetor, quando em ambientes não muito agressivos.

Pesquisem aí sobre os aços patináveis

O gabarito então é 'ERRADO' e não CERTO como está no gabarito.

filho de Jaweh
Wed, 15/07/09, 01:15 AM
A questão 133, 'As ações consideradas no projeto estrutural devem ser definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as forças devidas ao vento', a meu ver também está equivocada. O vento deve ser sim levado em consideração sempre, pelo menos em uma etapa inicial, podendo, depois ser desconsiderá-lo, se chegar a conclusão de que sua importância não é significativa (no caso estudado). A nova norma de concreto exige a verificação do vento.

Estou elaborando um recurso

De acordo com o item 4.7 da NBR 8800:2008 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, na análise estrutural deve ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os estados-limites últimos e de serviço. Além disso, conforme Bellei (2000), a ação do vento nas estruturas metálicas é uma das mais importantes a considerar, não podendo ser negligenciada, sob o risco de colocar a estrutura em colapso. Sendo assim, este a afirmativa é verdadeira. Caso seja provado que o efeito do vento não é significativo, isto já demonstra que ele foi contemplado, mas desprezado para efeito de cálculo.

Bellei, I.H., Edifícios Industriais em Aço – Projeto e cálculo, São Paulo, 3ª Edição, Pini, 2000 (p.86).
ABNT NBR 8800 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, 2008.

Beinha
Wed, 15/07/09, 01:39 AM
A questão 133, 'As ações consideradas no projeto estrutural devem ser definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as forças devidas ao vento', a meu ver também está equivocada. O vento deve ser sim levado em consideração sempre, pelo menos em uma etapa inicial, podendo, depois ser desconsiderá-lo, se chegar a conclusão de que sua importância não é significativa (no caso estudado). A nova norma de concreto exige a verificação do vento.

Estou elaborando um recurso

De acordo com o item 4.7 da NBR 8800:2008 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, na análise estrutural deve ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os estados-limites últimos e de serviço. Além disso, conforme Bellei (2000), a ação do vento nas estruturas metálicas é uma das mais importantes a considerar, não podendo ser negligenciada, sob o risco de colocar a estrutura em colapso. Sendo assim, este a afirmativa é verdadeira. Caso seja provado que o efeito do vento não é significativo, isto já demonstra que ele foi contemplado, mas desprezado para efeito de cálculo.

Bellei, I.H., Edifícios Industriais em Aço – Projeto e cálculo, São Paulo, 3ª Edição, Pini, 2000 (p.86).
ABNT NBR 8800 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, 2008.


Lembrava do meu professor de estruturas dizendo que nós a consideraríamos de fato caso fossem desfavoráveis..
Uma coisa assim.. amanhã dou uma ligadinha pra ele e te passo mais informações=)

Abcs!

Vamo que vamo!

Diego Prandino
Wed, 15/07/09, 01:41 AM
A questão 133, 'As ações consideradas no projeto estrutural devem ser definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as forças devidas ao vento', a meu ver também está equivocada. O vento deve ser sim levado em consideração sempre, pelo menos em uma etapa inicial, podendo, depois ser desconsiderá-lo, se chegar a conclusão de que sua importância não é significativa (no caso estudado). A nova norma de concreto exige a verificação do vento.

Estou elaborando um recurso

De acordo com o item 4.7 da NBR 8800:2008 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, na análise estrutural deve ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os estados-limites últimos e de serviço. Além disso, conforme Bellei (2000), a ação do vento nas estruturas metálicas é uma das mais importantes a considerar, não podendo ser negligenciada, sob o risco de colocar a estrutura em colapso. Sendo assim, este a afirmativa é verdadeira. Caso seja provado que o efeito do vento não é significativo, isto já demonstra que ele foi contemplado, mas desprezado para efeito de cálculo.

Bellei, I.H., Edifícios Industriais em Aço – Projeto e cálculo, São Paulo, 3ª Edição, Pini, 2000 (p.86).
ABNT NBR 8800 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, 2008.

Muito bom!!! Um dos maiores limitantes para elaborar os recursos é ter bibliografias conceituadas... Muito obrigado pela colaboração!

moraesag
Wed, 15/07/09, 02:23 AM
Recurso para a questão 149 - Todas as empresas estão obrigadas a depositar........

Lei 8036/1990
Art. 15. Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965.

O gabarito tem que ser alterado de ERRADO para CERTO.

asterix
Wed, 15/07/09, 02:40 AM
Por pior que possa parecer (inclusive para mim que errei), a pega está na parte que coloquei em vermelho...
A questão fala em remuneração básica (FDP de examinador...)

Recurso para a questão 149 - Todas as empresas estão obrigadas a depositar........

Lei 8036/1990
Art. 15. Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965.

O gabarito tem que ser alterado de ERRADO para CERTO.

moraesag
Wed, 15/07/09, 03:01 AM
Não havia me atentado para esse detalhe, mas mesmo assim vou entrar com recurso e vários colegas estão fazendo o mesmo. A palavra remuneração é mais ampla (para servidor envolve o vencimento padrão + gratificações, etc) ou seja, ele limitar ou restringir a questão em "...remuneração básica..." não justifica, cria duplo sentido (palavra remuneração e ampla e a palavra básica restringe).
Valeu pela dica, vou reforçar o recurso.

Por pior que possa parecer (inclusive para mim que errei), a pega está na parte que coloquei em vermelho...
A questão fala em remuneração básica (FDP de examinador...)

Recurso para a questão 149 - Todas as empresas estão obrigadas a depositar........

Lei 8036/1990
Art. 15. Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965.

O gabarito tem que ser alterado de ERRADO para CERTO.

Jovemm
Wed, 15/07/09, 04:22 AM
Q as ações consideradas no projeto estrutural (vento)...
R acredito que o vento, apesar de ser importante consideração em projeto, não pode ser considerado "necessariamente" pois uma edificação térrea ou de 1 andar dispensam a consideração dessas cargas, sendo obrigatórias no entanto, ao meu ver, em edificações de elevada altitude (edificios) ou regiões onde esta ação é predominante (o que não foi dito nesta questão)

Q Em estruturas aparentes, devem ser obrigatoriamente...
R Discordo desse gabarito por causa do obrigatoriamente... a nao ser que o aço patinável... citado acima... tenha uma pintura tambem... vou pesquisar mais...

Q as lajes integradas às estruturas de aço são executadas de forma convencional, independentemente...
R bom, para quem conhece uma laje sabe quantos tipos diferentes de execução, agora afirmar que independentemente do tipo que se utilize, as estruturas metálicas serão executadas de forma convencional? estranho ne, no meu entender o tipo de laje utilizada influencia na integração da estrutura-aço. A laje pode ser moldada in loco junto à estrutura metálica, mas e se a laje for pre-moldadada, não teria um processo de integração com o aço diferente? através de apoio ou viga de transição... algum palpite?

Q Para que tubos de chumbo...
R o chumbo que eu conheco e meio dificil de dobrar hein... especialmente em 180º (a não ser no estado líquido no caso de bateria de carro antiga)... mais pesquisa...

Q Todas as empresas... 13º...
R me lembro muito bem quando era empregado a "chiadeira" que era fim do ano... pra pagar o tal 13º... logo isso pesa no bolso do empregador... agora seria o trecho "todas as empresas" o motivo da incorreção? haveria ME ou EPP, isentas ou sujeitas a uma aliquota diferente de 8%? algum contador pode dar uma luz?

Q As paredes de gesso acartonado são compativeis com diferentes tipos de estrutura portante...
R entendo estrutura portante como aquela que difere das reticuladas (em concreto armado, vigas pilares), logo seu emprego é limitado à alvenaria de vedação (quem não se lembra das brigas de filme americano onde os caras atravessam paredes, pois é, gesso acartonado, e não força brutal que se via alí). Com toda essa resistencia, como imaginar que as paredes de gesso são compativeis com estrutura portante? ainda mais compativel com diferentes tipos de estrutura portante? discordo totalmente do gabarito

RECURSO NELES !

Eng senior
Wed, 15/07/09, 07:05 AM
Sobre tubos de chumbo:

DECRETO N° 5.631, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1980
(Com as alterações do Dec. 18.328, de 18/06/97)
Aprova o novo Regulamento para Instalações Prediais de Esgotos Sanitários no Distrito Federal, que com este baixa, e dá outras providências.
Art. 25 - Os tubos de chumbo poderão ser usados na instalação de esgoto secundário, em tubos ventiladores e em ramais de descargas de ralos sifonados, sendo vedado, no entanto, seu emprego em tubos de queda. A utilização desse material exigirá, porém, os seguintes cuidados:
a) deverá ser perfeitamente desamassado;
b) nas emendas não deverá subsistir saliência interna; e
c) quando embutido, deverá ser protegido contra a ação dos materiais de construção, mediante revestimento adequado (tinta betuminosa, tinta à base de óleo, etc.).

MAIS:
http://books.google.com.br/books?id=8xE ... +de+chumbo (http://books.google.com.br/books?id=8xEPOq2aykAC&pg=PA71&dq=tubos+de+chumbo)

Tá complicado achar coisas... Não consegui nada no site da ABNT.

Caramba, estive lendo o material que você referenciou.
Vai ser dificil derrubar essa questão.
Talvez, a única alternativa seria verificar se é possível a curva de 180 graus ou demais detalhes técnicos da questão.

concur-study
Wed, 15/07/09, 09:13 AM
A referência para os tubos de chumbo que temos até aqui não serve...
Pois limitada ao DISTRITO FEDERAL (Instalações Prediais de Esgotos Sanitários no Distrito Federal)
Temos que achar de onde o "nobre" examinador conseguiu obter esta perola.

Eng senior
Wed, 15/07/09, 10:19 AM
A referência para os tubos de chumbo que temos até aqui não serve...
Pois limitada ao DISTRITO FEDERAL (Instalações Prediais de Esgotos Sanitários no Distrito Federal)
Temos que achar de onde o "nobre" examinador conseguiu obter esta perola.

Prezado Concur-study

A referência ao qual citei, não foi do GDF.
Foi do livro Projeto e Instalações Hidráulicas - Carlos Gabri que está no link acima.
Infelizmente, para nós que erramos a questão, o livro descreve a utilização e técnicas para uso do tubo de chumbo.
Eu desconhecia completamente esse fato.
Acredito que, para instalações de esgoto, no qual ele se refere, não são mais utilizadas atualmente.
De qualquer forma, a referência bibliográfica comprova o uso. Talvez, possamos tentar anular nos pontos referente a dobra de 180º. Não sei se é viável esse procedimento.

Nabis
Wed, 15/07/09, 10:25 AM
[quote="concur-study":o2qvpzjp]A referência para os tubos de chumbo que temos até aqui não serve...
Pois limitada ao DISTRITO FEDERAL (Instalações Prediais de Esgotos Sanitários no Distrito Federal)
Temos que achar de onde o "nobre" examinador conseguiu obter esta perola.

Prezado Concur-study

A referência ao qual citei, não foi do GDF.
Foi do livro Projeto e Instalações Hidráulicas - Carlos Gabri que está no link acima.
Infelizmente, para nós que erramos a questão, o livro descreve a utilização e técnicas para uso do tubo de chumbo.
Eu desconhecia completamente esse fato.
Acredito que, para instalações de esgoto, no qual ele se refere, não são mais utilizadas atualmente.
De qualquer forma, a referência bibliográfica comprova o uso. Talvez, possamos tentar anular nos pontos referente a dobra de 180º. Não sei se é viável esse procedimento.[/quote:o2qvpzjp]

O enunciado da questão fala de "instalações hidráulicas" e não de esgoto. Isso pode ser usado a nosso favor.

estudante2009
Wed, 15/07/09, 10:44 AM
encontrei em um manual de abastecimento de agua que fala que a pressão interna mínima é 5 Mpa, portanto, os tubos de pvc teriam que suportar essa pressão.

Eng senior
Wed, 15/07/09, 10:46 AM
encontrei em um manual de abastecimento de agua que fala que a pressão interna mínima é 5 Mpa, portanto, os tubos de pvc teriam que suportar essa pressão.

Caro estudante

Você poderia nos citar a fonte completa: título, autor, página.

asterix
Wed, 15/07/09, 10:54 AM
O detalhe é que errei todas estas aí também. Mas vou falar o que já vi para ajudar na discussão e nos possíveis recursos.

Q as ações consideradas no projeto estrutural (vento)...
R acredito que o vento, apesar de ser importante consideração em projeto, não pode ser considerado "necessariamente" pois uma edificação térrea ou de 1 andar dispensam a consideração dessas cargas, sendo obrigatórias no entanto, ao meu ver, em edificações de elevada altitude (edificios) ou regiões onde esta ação é predominante (o que não foi dito nesta questão)
Algum colega já comentou aqui que o simples fato de "desconsiderar o vento para fins de cálculo, por ser desprezível em determinado contexto, já seria uma forma de considerá-lo". Acho que dá para montarmos algo por esta linha. O importante seria achar a NBR onde está escrito da forma que veio a questão, para podermos atacar citando o contexto da norma.

Q Em estruturas aparentes, devem ser obrigatoriamente...
R Discordo desse gabarito por causa do obrigatoriamente... a nao ser que o aço patinável... citado acima... tenha uma pintura tambem... vou pesquisar mais...
Parece que em determinadas situações o patinável tem que ser pintado. Porém há também o aço inox. Seria importante procurarmos algo sobre isto. Daí o "obrigatoriamente" cairia por terra.


Q as lajes integradas às estruturas de aço são executadas de forma convencional, independentemente...
R bom, para quem conhece uma laje sabe quantos tipos diferentes de execução, agora afirmar que independentemente do tipo que se utilize, as estruturas metálicas serão executadas de forma convencional? estranho ne, no meu entender o tipo de laje utilizada influencia na integração da estrutura-aço. A laje pode ser moldada in loco junto à estrutura metálica, mas e se a laje for pre-moldadada, não teria um processo de integração com o aço diferente? através de apoio ou viga de transição... algum palpite?
Concordo em tentarmos algo também. Vamos procurar coisas bem malucas como lajes muito especiais.

Q Para que tubos de chumbo...
R o chumbo que eu conheco e meio dificil de dobrar hein... especialmente em 180º (a não ser no estado líquido no caso de bateria de carro antiga)... mais pesquisa...
Vejam o Setor de Conformação neste site: http://aplicweb.feevale.br/site/interna ... nteudo=603 (http://aplicweb.feevale.br/site/internas/default.asp?intIdSecao=140&intIdConteudo=603) é dureza. Marquei errado por causa destes 180 graus malditos.


Q Todas as empresas... 13º...
R me lembro muito bem quando era empregado a "chiadeira" que era fim do ano... pra pagar o tal 13º... logo isso pesa no bolso do empregador... agora seria o trecho "todas as empresas" o motivo da incorreção? haveria ME ou EPP, isentas ou sujeitas a uma aliquota diferente de 8%? algum contador pode dar uma luz?
Nesta o problema está na questão dizer que é sobre a remuneração básica, enquanto a lei fala em remuneração paga ou devida. Acho difícil mudarem.


Q As paredes de gesso acartonado são compativeis com diferentes tipos de estrutura portante...
R entendo estrutura portante como aquela que difere das reticuladas (em concreto armado, vigas pilares), logo seu emprego é limitado à alvenaria de vedação (quem não se lembra das brigas de filme americano onde os caras atravessam paredes, pois é, gesso acartonado, e não força brutal que se via alí). Com toda essa resistencia, como imaginar que as paredes de gesso são compativeis com estrutura portante? ainda mais compativel com diferentes tipos de estrutura portante? discordo totalmente do gabarito
Nesta eu já me xinguei muito. Pensei igual a você na hora da prova. Acontece que "compatível", neste contexto, significa que pode ser instalado junto, e não que tenha a mesma resistência. Neste caso seria "equivalente".

RECURSO NELES !

Beinha
Wed, 15/07/09, 11:10 AM
Pessoal,

Ignorância de alguém que nunca fez um recurso: na página do CESPE, o número da questão que eu tenho que indicar é o da minha prova ou da numeração da prova exemplo?
Alguém sabe?

Grata.

asterix
Wed, 15/07/09, 11:21 AM
Coloque o número da sua questão e a transcreva no início do recurso (copie do arquivo PDF). Pelo menos eu faço assim.

Pessoal,

Ignorância de alguém que nunca fez um recurso: na página do CESPE, o número da questão que eu tenho que indicar é o da minha prova ou da numeração da prova exemplo?
Alguém sabe?

Grata.

Beinha
Wed, 15/07/09, 11:39 AM
Obrigada, Asterix! Farei o mesmo!

Beinha
Wed, 15/07/09, 11:41 AM
Pessoal,

Outra que não me desce é aquela:

164. Os tubos e conexões de ferro fundido não necessitam de revestimento interno. GAB E

Para mim, o revestimento não é obrigatório.. Alguém está procurando alguma coisa?
Vou procurar sobre essa também..

Beinha
Wed, 15/07/09, 11:58 AM
E essa:

166. Entre as características de resistência mecânica dos produtos
empregados em áreas de caldeiras, destaca-se a de
resistência ao choque térmico.

Ela está errada por causa da resistência mecânica? Pois já trabalhei em indústria que tinha caldeira, e lá um dos maiores cuidados era justamente com isso.. Uso de piso, portas etc que suportassem as grandes variações de temperatura..

DROCA
Wed, 15/07/09, 12:26 PM
Achei um material na internet que pode servir de rumo pra embasar um recurso pra questão
143-Em instalações industriais, podem ser utilizados condutores
de alumínio, desde que a seção nominal destes seja maior
ou igual a 16 mm2, e a potência instalada, de, pelo menos,
50 kW.

O material fala que "(c) Em instalações industriais podem ser utilizados condutores de
alumínio, desde que sejam obedecidas simultaneamente as
seguintes condições:
– Seção nominal dos condutores seja  10 mm2;
– Potência instalada seja  50 kW;
– Instalação e manutenção qualificadas."
Vamos tentar achar um bibliografia mais forte.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Prof. JORGE LUIZ MORETTI DE SOUZA
http://www.moretti.agrarias.ufpr.br/ele ... alacao.pdf (http://www.moretti.agrarias.ufpr.br/eletrificacao_rural/U06_condutores_eletricos_dimensionamento_instalaca o.pdf)

DROCA
Wed, 15/07/09, 12:30 PM
Achei um material na internet que pode servir de rumo pra embasar um recurso pra questão
143-Em instalações industriais, podem ser utilizados condutores
de alumínio, desde que a seção nominal destes seja maior
ou igual a 16 mm2, e a potência instalada, de, pelo menos,
50 kW.

O material fala que "(c) Em instalações industriais podem ser utilizados condutores de
alumínio, desde que sejam obedecidas simultaneamente as
seguintes condições:
– Seção nominal dos condutores seja >= 10 mm2;
– Potência instalada seja >= 50 kW;
– Instalação e manutenção qualificadas."
Vamos tentar achar um bibliografia mais forte.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Prof. JORGE LUIZ MORETTI DE SOUZA
http://www.moretti.agrarias.ufpr.br/ele ... alacao.pdf (http://www.moretti.agrarias.ufpr.br/eletrificacao_rural/U06_condutores_eletricos_dimensionamento_instalaca o.pdf)

pulo_do_gato
Wed, 15/07/09, 01:11 PM
Preparei um recurso para essa questão:

Questão 165 – sequencial 15 – “Entre as características de resistência mecânica dos produtos empregados em áreas de caldeiras destaca-se a característica de resistência ao choque térmico”. Esta questão pode muito bem ser reescrita da seguinte forma: “Entre as características de resistência mecânica dos produtos empregados em áreas de caldeiras destaca-se a característica de resistência mecânica ao choque térmico”. Ou seja, há uma elipse na frase, em que fica subentendida a palavra mecânica antes de ao choque térmico. Pois bem, imagine-se, por exemplo uma cerâmica revestindo uma caldeira (E. ANGIOLETTO et al. 2006), esta cerâmica é um produto empregado ná área da caldeira que deve ter a característica de resistência ao choque térmico, ou resistência mecânica ao choque térmico. Sendo assim, solicito que o gabarito desta questão seja alterado de ERRADO para CERTO.

E. Angioletto et al., Desenvolvimento de Cerâmica Resistente à Abrasão e ao Choque Térmico para Uso em Caldeiras a Carvão, 17° CBECIMat – Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais, disponível em>> http://www.metallum.com.br/17cbecimat/r ... 10-002.pdf (http://www.metallum.com.br/17cbecimat/resumos/17cbecimat-110-002.pdf)>> , Foz do Iguaçu, 2006.


E essa:

166. Entre as características de resistência mecânica dos produtos
empregados em áreas de caldeiras, destaca-se a de
resistência ao choque térmico.

Ela está errada por causa da resistência mecânica? Pois já trabalhei em indústria que tinha caldeira, e lá um dos maiores cuidados era justamente com isso.. Uso de piso, portas etc que suportassem as grandes variações de temperatura..

Bandeirinha
Wed, 15/07/09, 01:25 PM
Galera, copiei a norma abaixo lá do CW... Deliciem-se!!!

QUESTÃO 144 ESTÁ ERRADA

Segundo a NBR 5626/92

"4.3.3 Chumbo
4.3.3.1 O chumbo não deve ser utilizado nas instalações
prediais de água fria, ressalvado o disposto em 4.3.5.3.
Reparos realizados em instalações existentes devem prever
a substituição desse material.
4.3.5.3 Recomenda-se o uso de solda sem chumbo ou
uma orientação ao usuário n"

PSL
Wed, 15/07/09, 02:02 PM
RECURSO: "Em estruturas aparentes..."

O item comete ERRO ao aplicar o conceito e estruturas APARENTES em relação a edificações projetadas em aço. O conceito adequado é o de ambiente: interno, externo, fechado ou aberto. De sorte que uma estrutura de aço aparente pode estar em um ambiente: fechado, livre de ações corrosivas; pode estar em um ambiente fechado sob ação de agentes corrosivos, pdoe estar em locoais onde tem-se caldeiras; pode estar em um ambiente aberto, com pouca ação corroziva, entre váriadas outras combinações. Nesse sentido a obra de LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS – ESTRUTURAS DE AÇO – CONCEITOS TÉCNICAS E LINGUAGEM – Editora Zigurate, 5ª ed., 2006, págs. 121-122, esclarece: “(...) Em termos práticos, o combate à corrosão traduz-se na redução do tempo de umidificação ou no impedimento do contato da água com a superfície metálica. Na maioria dos casos, a PARTE INTERNA das edificações da estrutura metálica não sofre os efeitos da corrosão. Nas áreas internas secas e aquecidas (escritórios, hospitais e escolas) praticamente não há corrosão. Mesmo nas áreas sem aquecimento interno, o tempo de umidificação por condensação é tão pequeno que o aço sem permanece inalterado durante a vida da estrutura. (...) Nas partes em que a estrutura metálica é visível, A PINTURA SÓ SE FAZ NECESSÁRIA, só por razões meramente estéticas e decorativas e não para previnir a agressão corrosiva. Somente uma pequena parte de ambientes fechados requer tratamento de proteção contra corrosão: aqueles em que a umidade seja significativa ou nos quais haja o desenvolvimento de processos químicos, tais como cozinhas, áreas de psicinas, laboratórios, áreas de estocagem de corantes, etc. Nesses casos e sem dúvida nos de estruturas EXTERNAS sujeitas à umidade pela exposição ao tempo, ALGUMA forma de proteção por pintura será necessária para evitar o contato da água e do oxigênio com a superfície metálica, como ALTERNATIVA à utilização de aços resistentes à corrosão atmosférica(...)”. (Sem destaques no original). Pela análise sistemáticas dos argumentos apresentados concluí-se pela não OBRIGATORIEDADE da pintura de estrutura aparentes de aço, implicando necessário ERRO do item. Outro ERRO do item é CONDICIONAR a pintura àqueles aços “resistentes à corrosão atmosférica,aços zincados ou aços com revestimento de alumínio-zinco”, que, conforme preconizado por LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS, a pintura seria uma alternativa ao emprego daqueles aços resistentes. Em face do exposto, requeiro à digníssima BANCA que altere o gabarito do Item para ERRADO.

A questão 131 'Em estruturas aparentes,... ' a palavra obrigatoriamente não está bem empregada. Os aços patináveis não necessitam de nenhum revestimento protetor, quando em ambientes não muito agressivos.

Pesquisem aí sobre os aços patináveis

O gabarito então é 'ERRADO' e não CERTO como está no gabarito.

DROCA
Wed, 15/07/09, 03:51 PM
QUESTÃO 153 - As paredes-guias construídas em alvenaria facilitam a
definição do alinhamento da obra.
O CESPE deu essa questão como errada, mas acho que pode ser feito recurso. Coloco o embasamento abaixo, retirado do site de uma empresa chamada Franki Fundações:

4 – Fases de Execução

Para a execução da parede diafragma são realizadas várias operações que interligam-se entre si e cada uma deve ser planejada com antecedência para que não haja imprevistos.
Podemos destacar as seguintes fases bem definidas, a saber:

a) - Execução da mureta guia;
b) - Fabricação da lama;
c) - Escavação;
d) - Troca da lama;
e) - Colocação da armadura;
f) - Concretagem.

Execução da mureta guia

A execução da parede diafragma é precedida pela execução de muretas guias, que tem por objetivo:
- definir o caminhamento da parede, servindo de guia para a ferramenta de escavação “clamshell”
- impedir o desmoronamento do terreno próximo a superfície devido a grande e permanente variação do nível de lama; devido a entrada e saída do clamshell na escavação
- garantir uma altura de lama compatível com o nível do lençol freático ( h > ou = 2,00m ).

Bandeirinha
Wed, 15/07/09, 04:01 PM
Gostei dessa, mas será que conseguimos norma que contenha o assunto?
Porque só isso é pouco...
Vou buscar e, se achar, posto aqui
Abrax

QUESTÃO 153 - As paredes-guias construídas em alvenaria facilitam a
definição do alinhamento da obra.
O CESPE deu essa questão como errada, mas acho que pode ser feito recurso. Coloco o embasamento abaixo, retirado do site de uma empresa chamada Franki Fundações:

4 – Fases de Execução

Para a execução da parede diafragma são realizadas várias operações que interligam-se entre si e cada uma deve ser planejada com antecedência para que não haja imprevistos.
Podemos destacar as seguintes fases bem definidas, a saber:

a) - Execução da mureta guia;
b) - Fabricação da lama;
c) - Escavação;
d) - Troca da lama;
e) - Colocação da armadura;
f) - Concretagem.

Execução da mureta guia

A execução da parede diafragma é precedida pela execução de muretas guias, que tem por objetivo:
- definir o caminhamento da parede, servindo de guia para a ferramenta de escavação “clamshell”
- impedir o desmoronamento do terreno próximo a superfície devido a grande e permanente variação do nível de lama; devido a entrada e saída do clamshell na escavação
- garantir uma altura de lama compatível com o nível do lençol freático ( h > ou = 2,00m ).

INSIDE-TCU
Wed, 15/07/09, 04:02 PM
123 - AS lajes integradas as estruturas...
A questão está erra quyando diz INDEPENDENTEMENTE do tipo de laje, conforme norma NBR 8800 "Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios" e seus anexos.

3.4.2. Lajes
As lajes integradas às estruturas de aço são executadas de forma convencional, respeitando-se as indicações do projeto quanto às dimensões,tipos, armaduras, resistência do concreto e sua interação com as vigas.Podem ser utilizadas quaisquer tipos de lajes: fundidas no local, pré fabricadas,pré-lajes, com fôrma de aço incorporada ("steel-deck") , painéis protendidos etc..

O Vencedor
Wed, 15/07/09, 04:05 PM
Esta pressão de 5 MPa é um absurdo. Alguém já encontrou a norma relativa a este caso?

Eu vou entrar naquela do tubo de PVC do cespe que aguenta 5 Mpa de pressão.

Alguém achou norma para fundamentar o recurso nela?

Achei no livro do Léo Heller, Abastecimento de água para consumo humano, p.703
Principais normas relativas tubos PVC NBR 5647-1, 5647-2, 5647-3, 5647-4, 7665.

Na pagina 706 ele apresenta características do tubo PVC DEFoFo,que eu acho, o mais resistente dos tubos de PVC e a Pressão máxima de serviço é de 1 MPA tabela 15.10. O teste hidróstatico dessa tubulação é com 1,5 MPA.

PSL
Wed, 15/07/09, 04:14 PM
"As lajes integradas às estruturas..."

Nesse sentido da norma:

O item comete ERRO ao realizar as seguintes afirmações: CONVENCIONAL e INDEPENDENTEMENTE. Nesse sentido referenciamos a obra de LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS – ESTRUTURAS DE AÇO – CONCEITOS TÉCNICAS E LINGUAGEM – Editora Zigurate, 5ª ed., 2006, págs. 95 a 100. Será feito uma síntese de alguns tipos de lajes descritas pelo Autor, que são específicas para trablhos em estruturas de aço e, cujas execuções nada têm de convencionais, quando comparadas à lajes executadas sobre estruturas de concreto, a saber: 6.1 – Lajes de concreto moldadas na obra – (...) Em alguns casos, para o cimbramento das fôrmas, podem ser empregados sistemas de treliças telescópicas telescópicas como aopio dos caibros dos caibros e dos compensados. Essas treliças apóiam-se diretamente sobre as vigas de aço da laje a ser concretada, DISPENSANDO o uso de pontaletes, muitos comuns na SOLUÇÃO CONVENCIONAL de concretagem. 5.2 – Lajes com entrepiso de aço e madeira prensada – (...) São constituídas pela ssociação de chapas OSB – Capítulo 7 (pág. 108) e estruturas leves de aço galvanizado. As chapas de madeira prensadas são fixadas por meio de parafusos a uma malha estrutural de piso formada por perfis leves de seção transversal tipo U de chapa dobrada de aço galvanizado. A associação das chapas com perfis de aço, espaçados entre si por pequena distância, forma um diafragma horizontal rígido, configurando um sistema caracterizado pela distribuição de carga de piso para o maior número de elementos estruturais. 6.3- Lajes de paínéis armados de concreto celular autoclavado – (...) Este sistema (...). NORMALMENTE, essas lajes trabalham SIMPLESMENTE APOIADAS SOBRE OS VIGAMENTOS DE AÇO (...). 6.4 – Lajes pré-fabricadas protendidas alveolares – (...) Esses painéis apresentam (...) Para maior garantia , recomenda-se que o aopio mínimo SOBRE A VIGA DE AÇO seja da ordem de metade da altura da laje.(...). 6.5 – Lajes mistas – (...). 6.6 – Lajes de painéis treliçados de concreto – (...) A argamassa é feita com uma mistura de cimento e areia (...) e utiliza uma tela de aço como elemento de sustentação, sendo geralmente executada com auxílio de fôrmas de aço (...) 6.8 – Lajes steel deck – (...) O deck de aço consiste em uma fôrma metálica que suporta o concreto e trabaha também como armadura positiva. (...) Para que o steel deck e concreto possam trabalhar de forma solidária e conjunta, sem que se destaquem um do outro, são introduzidas na chapa de aço pequenas dobras e mossas durante o processo de conformação do perfil da fôrma. (...) Basicamente, são três os materias que formam a placa ou steel deck: as chapas de aço galvanizadas; a tela eletro-soldada; e o concreto (...). Conceito de viga mista – (...) As vigas mistas resultam da associação de uma viga de aço com uma laje de concreto, sendo a ligação laje-viga realizada por meio de conectores. Esse trabalho solidário proporciona grande economia no peso das vigass de aço, principalmente quando se tratar de vigas simplesmente apoiadas (...)”. Exaustiva desrição fez-se necessário para evidenciar que apenas o item 6.3 - Lajes de paínéis armados de concreto celular autoclavado poderia ser enquadrado no sentido empregado pelo Item. Todas as demais, são trabalhos especícos a serem realizados sobre estruturas metálicas. O item 6.1, enfatiza que tal método dispensa (...) o uso de pontaletes, muitos comuns na SOLUÇÃO CONVENCIONAL de concretagem(...). Dessa forma resta demonstrato o ERRO do Item ao afirmar que “As lajes integradas às estruturas de aço são executadas de forma CONVENCIONAL, INDEPENDENTEMENTE do tipo de laje que se utilize”. Em face dos argumentos apresentados e sistematizados, requeiro a digníssima BANCA que altere o gabarito do Item para ERRADO

123 - AS lajes integradas as estruturas...
A questão está erra quyando diz INDEPENDENTEMENTE do tipo de laje, conforme norma NBR 8800 "Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios" e seus anexos.

3.4.2. Lajes
As lajes integradas às estruturas de aço são executadas de forma convencional, respeitando-se as indicações do projeto quanto às dimensões,tipos, armaduras, resistência do concreto e sua interação com as vigas.Podem ser utilizadas quaisquer tipos de lajes: fundidas no local, pré fabricadas,pré-lajes, com fôrma de aço incorporada ("steel-deck") , painéis protendidos etc..

INSIDE-TCU
Wed, 15/07/09, 04:15 PM
A norma ABNT NBR 8800 - Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, prevê execução de laje sem armadura, em que a própria forma funcionará como armadura da laje e neste caso a execução não é de forma convencional:

Lajes mistas de aço e concreto
S.1.2 Comportamento S.1.2.1 Para efeito deste anexo, laje mista de aço e concreto, também chamada de laje com fôrma de aço incorporada, é aquela em que, na fase final, o concreto atua estruturalmente em conjunto com a fôrma de aço, funcionando como parte ou como toda a armadura de tração da laje. Na fase inicial, ou seja, antes de o concreto atingir 75% da resistência à compressão especificada, a fôrma de aço suporta isoladamente as ações permanentes e a sobrecarga de construção. S.1.2.2 Nas lajes mistas, a fôrma de aço deve ser capaz de transmitir o cisalhamento longitudinal na interface entre o aço e o concreto.

Bandeirinha
Wed, 15/07/09, 04:37 PM
Inside, infelizmente, por enquanto ainda estou achando a questão correta. Veja que, pelo português, vc respeita o tipo, mas ainda assim executa na forma convencional... Estou buscando algo também...



123 - AS lajes integradas as estruturas...
A questão está erra quyando diz INDEPENDENTEMENTE do tipo de laje, conforme norma NBR 8800 "Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios" e seus anexos.

3.4.2. Lajes
As lajes integradas às estruturas de aço são executadas de forma convencional, respeitando-se as indicações do projeto quanto às dimensões,tipos, armaduras, resistência do concreto e sua interação com as vigas.Podem ser utilizadas quaisquer tipos de lajes: fundidas no local, pré fabricadas,pré-lajes, com fôrma de aço incorporada ("steel-deck") , painéis protendidos etc..

concur-study
Wed, 15/07/09, 04:55 PM
NBR 5683. Determinação da pressão interna instantânea de ruptura em tubos de PVC rígido.

Acho que é esta a norma a ser buscada...
Mas o "OU SUPERIOR" é o caminho...

LordBlack
Wed, 15/07/09, 04:59 PM
Quanto à questão 133... Em estruturas aparentes, devem ser obrigatoriamente utilizados aços ...
Achei um trabalho técnico que indica um tipo de aço (AÇO LIGA) que não precisaria ser pintado, zincado ou com revestimento de alumínio-zinco, o que tornaria a questão ERRADA.

link: http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/ ... id_pag=159 (http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php?id_pag=159)

Que acham?

Abraço

evanbal
Wed, 15/07/09, 05:26 PM
Segue recurso da questão 133

133 As ações consideradas no projeto estrutural devem ser
definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as
forças devidas ao vento.


NBR 8800:2008 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios
4.7 Ações

4.7.1 Ações a considerar e classificação

4.7.1.1 Na análise estrutural DEVE ser considerada a influência de TODAS as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os estados limites últimos e de serviço.
4.7.1.2 As ações a considerar classificam-se, de acordo com a ABNT NBR 8681, em permanentes, VARIÁVEIS e excepcionais.
...
4.7.3 Ações variáveis
Ações variáveis são as que ocorrem com valores que apresentam variações significativas durante a vida útil da construção.
As ações variáveis comumente existentes são constituídas pelas cargas acidentais previstas para o uso da construção (ações decorrentes de sobrecargas em pisos e coberturas, de equipamentos, de divisórias móveis, etc.), pela ação do VENTO e pela variação da temperatura da estrutura.

Com base na norma acima exposta, solicitos a alteração do gabarito da referida questão, de modo que essa Banca Examidora a considerem como CORRETA.

asterix
Wed, 15/07/09, 05:42 PM
A NBR é esta mesmo? A 8800 que achei é de 2003 e não fala nada disto.

[]'s


Segue recurso da questão 133

133 As ações consideradas no projeto estrutural devem ser
definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as
forças devidas ao vento.


NBR 8800:2008 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios
4.7 Ações

4.7.1 Ações a considerar e classificação

4.7.1.1 Na análise estrutural DEVE ser considerada a influência de TODAS as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os estados limites últimos e de serviço.
4.7.1.2 As ações a considerar classificam-se, de acordo com a ABNT NBR 8681, em permanentes, VARIÁVEIS e excepcionais.
...
4.7.3 Ações variáveis
Ações variáveis são as que ocorrem com valores que apresentam variações significativas durante a vida útil da construção.
As ações variáveis comumente existentes são constituídas pelas cargas acidentais previstas para o uso da construção (ações decorrentes de sobrecargas em pisos e coberturas, de equipamentos, de divisórias móveis, etc.), pela ação do VENTO e pela variação da temperatura da estrutura.

Com base na norma acima exposta, solicitos a alteração do gabarito da referida questão, de modo que essa Banca Examidora a considerem como CORRETA.

mguimaraes
Wed, 15/07/09, 06:09 PM
Nessa questão do vento, o caminho deve ser o seguinte:

A norma “NBR 8800 - Projeto e execução de estruturas de aço e de estruturas mistas aço-concreto de edifícios” em seu item B.4.2, afirma o seguinte: Nas estruturas cuja altura não ultrapassa 5 vezes a menor dimensão horizontal nem 50 m, pode-se supor que o vento é uma ação estática. Nos demais casos e nos casos de dúvida, devem ser levados em conta os efeitos dinâmicos do vento.

Assim, fica claro que para se dimensionar uma estrutura de aço de uma edificação é necessário levar em consideração o efeito do vento, em qualquer caso. O que a norma faz é considerá-lo como uma ação estática ou dinâmica, conforme as dimensões da estrutura. Mas ele será sempre considerado.

asterix
Wed, 15/07/09, 06:20 PM
Beleza. Isto eu havia encontrado na norma. Como não batia com o que já estava aqui, boiei...

[]'s

Nessa questão do vento, o caminho deve ser o seguinte:

A norma “NBR 8800 - Projeto e execução de estruturas de aço e de estruturas mistas aço-concreto de edifícios” em seu item B.4.2, afirma o seguinte: Nas estruturas cuja altura não ultrapassa 5 vezes a menor dimensão horizontal nem 50 m, pode-se supor que o vento é uma ação estática. Nos demais casos e nos casos de dúvida, devem ser levados em conta os efeitos dinâmicos do vento.

Assim, fica claro que para se dimensionar uma estrutura de aço de uma edificação é necessário levar em consideração o efeito do vento, em qualquer caso. O que a norma faz é considerá-lo como uma ação estática ou dinâmica, conforme as dimensões da estrutura. Mas ele será sempre considerado.

INSIDE-TCU
Wed, 15/07/09, 06:21 PM
158 – A cabeça do tirante transfere, para a estrutura...
A questão está errada por estar em desacordo com a norma NBR 5629 - Execução de tirantes ancorados no terreno.
A referida norma traz a definição de cabeça do tirante como sendo:
“3.11 Cabeça do tirante
Dispositivo que transfere a carga do tirante à estrutura a ser ancorada, constituído de placas de apoio, cunhas, cones, porcas, etc.”

A questão estaria correta se parasse aí. No entanto ela afirma no final que a carga a ser transferida é a que ele suporta.

Incorreto, pois o item 3.6 da mesma norma difine:
“3.6 Carga aplicada ao tirante
Aquela que, aplicada na cabeça do tirante, é transmitida AO SOLO pelo bulbo de ancoragem.”

Portanto, a questão falha ao afirmar que a cabeça do tirante transfere para a ESTRUTURA a ser ancorada A CARGA QUE ELE SUPORTA. Se assim fosse, qual a finalidade do tirante? Obviamente que a carga será transferida ao solo.
Desta forma, solicito alteração do gabarito para ERRADA.

DeboraMPC
Wed, 15/07/09, 06:48 PM
A questão 133, 'As ações consideradas no projeto estrutural devem ser definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as forças devidas ao vento', a meu ver também está equivocada. O vento deve ser sim levado em consideração sempre, pelo menos em uma etapa inicial, podendo, depois ser desconsiderá-lo, se chegar a conclusão de que sua importância não é significativa (no caso estudado). A nova norma de concreto exige a verificação do vento.

Estou elaborando um recurso

De acordo com o item 4.7 da NBR 8800:2008 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, na análise estrutural deve ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os estados-limites últimos e de serviço. Além disso, conforme Bellei (2000), a ação do vento nas estruturas metálicas é uma das mais importantes a considerar, não podendo ser negligenciada, sob o risco de colocar a estrutura em colapso. Sendo assim, este a afirmativa é verdadeira. Caso seja provado que o efeito do vento não é significativo, isto já demonstra que ele foi contemplado, mas desprezado para efeito de cálculo.

Bellei, I.H., Edifícios Industriais em Aço – Projeto e cálculo, São Paulo, 3ª Edição, Pini, 2000 (p.86).
ABNT NBR 8800 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, 2008.

Muito bom!!! Um dos maiores limitantes para elaborar os recursos é ter bibliografias conceituadas... Muito obrigado pela colaboração!

Eu concordo com o gabarito do cespe pq nao NECESSARIAMENTE se deve considerar a açao do vento. Se a açao do vento for desprezivel, vc nao considera no calculo e ponto. O fato de verificar antes se a açao é desprezivel ou nao, nao quer dizer que seja uma consideracao de calculo..... se o projetista contempla as acoes devidas ao vento, ele vai dimensionar para que a estrutura resista àquela parcela de vento, logicamente, se ela for relevante. Se ela nao é relevante, nao tem pq considera-la....

asterix
Wed, 15/07/09, 11:17 PM
Pessoal.

Nas duas do tirante protendido (basear na NBR 5629).

1) A da cabeça do tirante: da forma como está escrita, dá a entender que "a estrutura a ser ancorada é que é composta de placas de apoio". Mas olhando na NBR temos que:
“3.11 Cabeça do tirante: dispositivo que transfere a carga do tirante à estrutura a ser ancorada, CONSTITUÍDO de placas de apoio, cunhas, cones, porcas, etc. (ver Figura 1-c) do Anexo A).”

2) A do equipamento elétrico: a norma prevê somente equipamento hidráulico. Portanto, ainda que exista elétrico (e pelo que vimos existe), a norma não o prevê.
“5.7.1.5.1 As cargas devem ser aplicadas através do conjunto manômetro-macaco-bomba HIDRÁULICO, com atestado de aferição cuja data seja igual ou inferior a um ano. As forças de tração devem ser coincidentes com a direção do eixo do tirante.”

O que acham?

Diego Prandino
Wed, 15/07/09, 11:30 PM
158 – A cabeça do tirante transfere, para a estrutura...
A questão está errada por estar em desacordo com a norma NBR 5629 - Execução de tirantes ancorados no terreno.
A referida norma traz a definição de cabeça do tirante como sendo:
“3.11 Cabeça do tirante
Dispositivo que transfere a carga do tirante à estrutura a ser ancorada, constituído de placas de apoio, cunhas, cones, porcas, etc.”

A questão estaria correta se parasse aí. No entanto ela afirma no final que a carga a ser transferida é a que ele suporta.

Incorreto, pois o item 3.6 da mesma norma difine:
“3.6 Carga aplicada ao tirante
Aquela que, aplicada na cabeça do tirante, é transmitida AO SOLO pelo bulbo de ancoragem.”

Portanto, a questão falha ao afirmar que a cabeça do tirante transfere para a ESTRUTURA a ser ancorada A CARGA QUE ELE SUPORTA. Se assim fosse, qual a finalidade do tirante? Obviamente que a carga será transferida ao solo.
Desta forma, solicito alteração do gabarito para ERRADA.

Eu errei essa tb... Na prova, entendi que não fazia sentido transmitir ao objeto ancorado a carga que o tirante suporta, pois a carga é justamente o objeto ancorado!!! A carga é transmitida ao solo! Bem observado!

ADSiqueira
Wed, 15/07/09, 11:47 PM
Pessoal,

Errei uma questão que ainda não concordo:

163 - Os tubos e conexões de ferro fundido não necessitam de revestimento interno.
Gabarito preliminar: ERRADO

Não achei bibliografia com relação ao assunto, mas em obras de edificações não lembro que os tubos ou conexões de ferro fundido tenham revestimentos. Somente em tubos de adutoras os tubos de ferro fundido possuem revestimento. Nas edificações os tubos podem ter uma pintura, mas que não considero como um revestimento interno.

Se alguém tiver alguma informação gostaria de saber.

Beinha
Wed, 15/07/09, 11:52 PM
Pessoal,

Errei uma questão que ainda não concordo:

163 - Os tubos e conexões de ferro fundido não necessitam de revestimento interno.
Gabarito preliminar: ERRADO

Não achei bibliografia com relação ao assunto, mas em obras de edificações não lembro que os tubos ou conexões de ferro fundido tenham revestimentos. Somente em tubos de adutoras os tubos de ferro fundido possuem revestimento. Nas edificações os tubos podem ter uma pintura, mas que não considero como um revestimento interno.

Se alguém tiver alguma informação gostaria de saber.

Oi ADSiqueira,

Também errei essa e vou recorrer.. Falei com meu professor da faculdade e ele está procurando a NBR que trata do assunto para mim, mas me garantiu de antemão que isso está incorreto.
Eu encontrei uma bibliografia em que, em uma passagem sobre materiais de instalações hidráulicas, diz-se algo como "pode ter revestimento interno", o que é mais um indicativo de que PODE, não sendo isso uma obrigatoriedade..

Assim que tiver um posicionamento, posto aqui.

Jovemm
Wed, 15/07/09, 11:57 PM
Q As paredes-guias construídas em alvenaria...

não sei se ajuda, mas dei errado nesta questão por causa da palavra "alvenaria", para ser guia (como se fosse uma fôrma para escavação da clan-shell e posterior concretagem) a tal parede-guia deve ser de concreto armado, senão como vai suportar os esforços durante o enchimento, sendo apenas de alvenaria?

Q ação do vento...

me desculpem o entendimento contrário, mas estruturas térreas dispensam definitivamente a consideração do vento, lembro do professor dizendo isso... anos atras...


abração

INSIDE-TCU
Wed, 15/07/09, 11:59 PM
164 – Os tubos de PVC devem resistir a pressão ...
A questão está em desacordo com as normas brasileiras NBR 5648 e NBR 5626. A pressão estática máxima seria 500 kPa ou 0,5 MPa.

Conforme especificações da NBR 5648 - Sistemas prediais de água fria - Tubos e conexões de PVC 6,3, PN 750 kPa, com junta soldável – Requisitos.
Esta norma “fixa condições exigíveis para tubos e conexões de PVC 6,3, com juntas soldáveis, a serem empregados na execução de sistemas prediais de água fria, com pressão de serviço de 750 kPa à temperatura de 20 graus Celsius, sendo 500 kPa de pressão estática disponível máxima e 250 kPa de sobrepressão máxima.”

Além disso a NBR 5626 - Instalação predial de água fria. Determina que:
“5.3.5.3 Em condições estáticas (sem escoamento), a pressão da água em qualquer ponto de utilização da rede predial de distribuição não deve ser superior a 400 kPa.”
Desta forma, solicito alteração do gabarito para ERRADA por estar incompatível com as normas NBR 5626 e 5648.

INSIDE-TCU
Thu, 16/07/09, 12:16 AM
Pessoal acredito que a melhor opção é a anulação porque tem site de empresa que uso equipamento elétrico como já vimos inclusive com 1,25 vezes a carga mas a norma é silente:

159 – A Utilização de equipamento...
Solicito ANULAÇÃO da questão vez que a NBR 5629 - Execução de tirantes ancorados no terreno, não menciona nada sobre a possibilidade ou não de utilização de equipamento elétrico de protensão apenas diz que deve-se utilizar macaco-bomba hidráulico, mas o motor de acionamento não está claro de elétrico ou a combustão, por exemplo:
“5.7.1.5 Aplicação das cargas
5.7.1.5.1 As cargas devem ser aplicadas através do conjunto manômetro-macaco-bomba hidráulico, com atestado de aferição cuja data seja igual ou inferior a um ano. As forças de tração devem ser coincidentes com a direção
do eixo do tirante.”
Desta forma, não há como fazer um julgamento objetivo da assertiva com base nos normativos técnicos correspondentes e solicito a ANULAÇÃO.

Nabis
Thu, 16/07/09, 01:36 AM
Questão da Manta Asfáltica

161 - a sobreposição entre duas mantas deve ser de 10cm, com aderência entre ambas.

NBR 9952/98

5.3.1.1 As emendas devem ter uma sobreposição mínima de 100 mm nos sentidos longitudinal e transversal.

Mínimo de 10 = deve ser 10 ou pode ser 10?

O que acham?

alexsaboya
Thu, 16/07/09, 01:50 AM
Pessoal, segue minha contribuição nos recursos:

Questão 164 – Os tubos e conexões de PVC devem resistir a pressão interna igual ou superior a 5 MPa.

O gabarito da questão deveria ser ERRADO, senão vejamos:

ARGUMENTAÇÃO:
Uma pressão interna de 1000 MPa ou até mesmo de 10.000 MPa é superior à pressão de 5 MPa. O enunciado diz que os tubos e conexões de PVC devem resistir a uma pressão interna IGUAL OU SUPERIOR a essas? Isso é Impossível !
Não é do conhecimento técnico que exista tubulação de PVC que resista a uma pressão interna tão elevada! Não existe tubulação de PVC ou outro tipo de material que suporte tal pressão.
O que houve, claramente, foi um erro na elaboração da questão. O texto não traz coerência com a NORMA BRASILEIRA.

Portanto, solicito à banca a mudança do gabarito, de CERTO para ERRADO.


Questão 150; Questão 151 e Questão 152
Enunciado:
A respeito do cálculo dos Benefícios e Despesas Indevidas (BDI), julgue os próximos itens.
As questões (150, 151 e 152) que se seguem ao enunciado devem ser ANULADAS, senão vejamos:

ARGUMENTAÇÃO:
“Benefícios e despesas INDEVIDAS? BDI não é isso! NÃO HÁ REFERÊNCIA DE BENEFÍCIOS E DESPESAS INDEVIDAS NA LITERATURA TÉCNICA DA ENGENHARIA.
Como na engenharia não existe cálculo de Benefícios e Despesas Indevidas, todos os itens ficam impossibilitados de serem julgados, portanto devem ser anulados.

Portanto, solicito à banca a ANULAÇÃO do gabarito das questões 150, 151 e 152.


Questão 133 – As ações consideradas no projeto estrutural devem ser definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as forças devidas ao vento.

O gabarito da questão deveria ser CERTO, senão vejamos:

ARGUMENTAÇÃO:
Vejamos o que diz o livro “Estruturas Metálicas de Pequeno Porte – Dimensionamento Prático, F. A. de Lacerda, 1ª edição, 2004”: http://estruturasmetalicas.vilabol.uol.com.br/
C Á L C U L O D A S F O R Ç A S
As forças em uma estrutura metálica originam-se de muitas causas e possuem variadas orientações e intensidades; as aplicações ocorrem em diversos pontos. As decorrentes das ventanias ou de corpos móveis denominam-se cargas dinâmicas. O peso próprio da estrutura, das telhas e de corpos sustentados ou fixados são cargas estáticas.
As cargas dinâmicas soem atingir intensidades preocupantes; por isto é indicado um acréscimo de 50% nos valores das isopletas eólicas da NB 6123.
Em vista do exposto, o cálculo começa pelas solicitações externas; continua pela determinação das telhas; do suporte das telhas, as terças; do apoio para as terças; etc. até chegar às fundações.
C Á L C U L O D A S S O L I C I T A Ç Õ E S
Qualquer causa exterior atuando na estrutura, ou em uma peça, é denominada solicitação: forças externas, ventos, recalques do terreno, ações de variação de temperatura são alguns exemplos de solicitações.
Se duas ou mais atuam simultaneamente, são chamadas solicitações compostas. A estrutura deve ser capaz de suportar, sem ruir, todas e quaisquer solicitações.
C Á L C U L O D O M A T E R I A L
No cálculo do material de uma estrutura é essencial que se determine que as cargas impostas, permanentes ou transitórias, e o efeito do envelhecimento não façam a estrutura ruir. Não se deve construir sem um bom projeto e um competente cálculo.

Portanto, solicito à banca a mudança do gabarito, de ERRADO para CERTO.


Enunciado: Com relação às especificações a aos tipos de tubulações que podem ser utilizados nas INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS DE UM PRÉDIO, julgue os seguintes itens.

Questão 146 – Para que os tubos de chumbo sejam utilizados, estes devem ser perfeitamente maleáveis, permitir dobramentos em ângulos de 180º, sem fissuras, e, entre outras características, não apresentar bolhas.

O gabarito da questão deveria ser ERRADO, senão vejamos:

Segundo a Norma NBR 5626/1998 - Instalação predial de água fria, vigente, como pode se ver no site http://www.abntnet.com.br/ cita o seguinte:

1 Objetivo
1.1 Esta Norma estabelece exigências e recomendações relativas ao projeto, execução e manutenção da instalação predial de água fria. As exigências e recomendações aqui estabelecidas emanam fundamentalmente do respeito aos princípios de bom desempenho da instalação e da garantia de potabilidade da água no caso de instalação de água potável.
1.1.1 As exigências e recomendações estabelecidas nesta Norma devem ser observadas pelos projetistas, assim como pelos construtores, instaladores, fabricantes de componentes, concessionárias e pelos próprios usuários.

1.2 Esta Norma é aplicável à instalação predial que possibilita o uso doméstico da água em qualquer tipo de edifício, residencial ou não. O uso doméstico da água prevê a possibilidade de uso de água potável e de água não potável.

4. MATERIAIS E COMPONENTES
4.3.3 Chumbo
4.3.3.1 O chumbo não deve ser utilizado nas instalações prediais de água fria, ressalvado o disposto em 4.3.5.3. Reparos realizados em instalações existentes devem prever a substituição desse material.
4.3.5.3 Recomenda-se o uso de solda sem chumbo ou uma orientação ao usuário no início da utilização da instalação predial de água fria (somente solda e com restrições).

Além disso, o chumbo é um metal venenoso, de ação cumulativa, ou seja, se acumula diretamente no organismo. É contaminante do meio ambiente, o que ferirá o descrito no item 1.2.1 da NBR 5626/1998, senão vejamos:

1.2.1 No que se refere aos usos não domésticos, esta Norma aponta as exigências a serem observadas quando tais usos se dão associados ao uso doméstico, tendo em vista resguardar a segurança sanitária e o desempenho da instalação. Ou seja, também não é permissível para uso não doméstico.

Como se vê, o uso de tubos de chumbo em instalações hidráulicas em prédios não é permitido na Norma Brasileira. Seria aceito, sim, para uso em tubulações de esgotos e mesmo assim, com restrições (não utilizar em tubos de queda), o que não é o caso da questão 146.

Portanto, solicito à banca a mudança do gabarito, de CERTO para ERRADO.


"Estou postando mais recursos em AOR e AOH"

Diego Prandino
Thu, 16/07/09, 02:29 AM
Amigos...

Segundo a NBR 5626:
4.4.4 PVC rígido
4.4.4.1 Os tubos fabricados em cloreto de polivinila (PVC rígido), utilizados nas instalações prediais de água fria, devem obedecer às NBR 5648 e NBR 5680. As juntas podem ser feitas através de soldagem ou por rosqueamento.

Segundo a NBR 5648
1 Objetivo
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos e conexões de PVC 6,3, com juntas soldáveis, a serem empregados na execução de sistemas prediais de água fria, com pressão de serviço de 750 kPa à temperatura de 20°C, sendo 500 kPa de pressão estática disponível máxima e 250 kPa de sobrepressão máxima.

A questão é a seguinte: a NBR 5648 informa que, nos ensaios, os tubos tem que suportar a pressões hidrostáticas da ordem de 10MPa para ensaios de longa duração e a pressões da ordem de 35 MPa (37,4MPa para 6 minutos e 33,4MPa para 1h) para ensaios de curta duração.

A questão não explicitou se se é pressão de de serviço ou pressão máxima suportável. Reparem tb que, na norma, não há a necessidade de se garantir que eles não rompam, por exemplo, a uma pressão de 50MPa, 100MPa, 600MPa, 45000000000MPa. A questão está no limite superior, que é um intervalo aberto, indo até o infinito!

alexsaboya
Thu, 16/07/09, 02:43 AM
Segue mais um recurso de AOE:

Questão 131 – Em estruturas aparentes, devem ser obrigatoriamente utilizados aços pintados resistentes à corrosão atmosférica, aços zincados ou aços com revestimento de alumínio-zinco.

O gabarito da questão deveria ser ERRADO, pois não há essa obrigatoriedade, senão vejamos:

ARGUMENTAÇÃO:
A USIMINAS vêm desenvolvendo tecnologias de fabricação de aços estruturais para a construção civil, cujos materiais permitem a utilização desses perfis metálicos sem qualquer revestimento. Aços Patináveis são os aços com as seguintes nomenclaturas:
USI-SAC 300 e USI-SAC 350 COS.AR.COR 400G e COS.AR.COR 500
Normas Técnicas Brasileiras que regulamentam:
NBR-5921-CFR-400 / CFR-500 NBR-5008-CGR-400 / CFR-500

O uso do aço patinável sem revestimento é recomendado em locais em que o material fique submetido a ciclos alternados de umidificação, chuva, orvalho, etc. e secagem, que permitirá a formação da camada de óxidos com característica protetora, denominada pátina.
É recomendável que, frente a atmosfera marinha, o aço patinável seja utilizado revestido por pintura.

Cuidados especiais nas aplicações sem revestimento
Na aplicação do aço patinável, sem revestimento, de forma a permitir a formação de uma pátina uniforme, compacta e aderente, com característica protetora, tornam-se necessários alguns cuidados, quais sejam:
• A carepa de laminação, presente na chapa laminada a quente, deve ser eliminada normalmente até obter-se o padrão 'metal comercial', conforme especificação SIS-SA2 da norma sueca SIS055900-67 equivalente a Norma ISO 8501-1:1988;
• A região em torno das juntas soldadas deve ser limpada adequadamente, com a eliminação, inclusive, dos respingos de solda. Da mesma forma, devem ser totalmente removidos os resíduos de óleo, graxa, argamassa e concreto, marcações com tinta e/ou lápis de cera, entre outros;
• Regiões de possível retenção de água e/ou resíduos sólidos, que não puderem ser eliminadas no projeto, devem ser adequadamente protegidas por pintura;
• As partes não expostas a ação do intemperismo, tais como juntas de expansão, articulações, regiões sobrepostas e frestas, onde há a possibilidade do acúmulo de resíduos sólidos e retenção de umidade, devem ser devidamente protegidas;
• As obras construídas com aço patinável, não revestido, precisam ter um acompanhamento periódico, para se verificar o bom desenvolvimento da camada de óxidos protetora. Caso não ocorra a formação adequada de pátina, a aplicação de uma pintura se tornará necessária.
Fonte: Site da USIMINAS
http://www.usiminas.com/irj/portal/anon ... I3_0_0_0_5 (http://www.usiminas.com/irj/portal/anonymous?NavigationTarget=navext(ROLES://portal_content/usiminas/internet/usiminas/estrutura/roles/br.com.us.e.role.us_e_navegacaopt/br.com.us.e.workset.us_e_navegacao/usiminas|wpcnavigation:///wpccontent/Sites/E_Usiminas/Site%20Navigation/navigation.wpc/~/3/I3_0/II3_0_0/III3_0_0_0/IIII3_0_0_0_5))

Portanto, solicito à banca a mudança do gabarito, de CERTO para ERRADO.

alexsaboya
Thu, 16/07/09, 02:49 AM
Amigos...

Segundo a NBR 5626:
4.4.4 PVC rígido
4.4.4.1 Os tubos fabricados em cloreto de polivinila (PVC rígido), utilizados nas instalações prediais de água fria, devem obedecer às NBR 5648 e NBR 5680. As juntas podem ser feitas através de soldagem ou por rosqueamento.

Segundo a NBR 5648
1 Objetivo
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos e conexões de PVC 6,3, com juntas soldáveis, a serem empregados na execução de sistemas prediais de água fria, com pressão de serviço de 750 kPa à temperatura de 20°C, sendo 500 kPa de pressão estática disponível máxima e 250 kPa de sobrepressão máxima.

A questão é a seguinte: a NBR 5648 informa que, nos ensaios, os tubos tem que suportar a pressões hidrostáticas da ordem de 10MPa para ensaios de longa duração e a pressões da ordem de 35 MPa (37,4MPa para 6 minutos e 33,4MPa para 1h) para ensaios de curta duração.

A questão não explicitou se se é pressão de de serviço ou pressão máxima suportável. Reparem tb que, na norma, não há a necessidade de se garantir que eles não rompam, por exemplo, a uma pressão de 50MPa, 100MPa, 600MPa, 45000000000MPa. A questão está no limite superior, que é um intervalo aberto, indo até o infinito!



Caro Diego,

O que acontece é que a norma não prevê pressão mínima igual ou superior a 5 MPa. Da forma como está o enunciado, incorre em um erro grotesco, pois dessa forma os tubos deveriam suportar pressões de milhares de MPa. IMPOSSÍVEL !!

E, com relação ao chumbo, este é proibido para tubulações hidráulicas em prédios. No uso em soldas é de aplicação controlada.
O CHUMBO é um metal contaminante e nocivo aos seres vivos.

Eng senior
Thu, 16/07/09, 07:13 AM
Amigos...

Segundo a NBR 5626:
4.4.4 PVC rígido
4.4.4.1 Os tubos fabricados em cloreto de polivinila (PVC rígido), utilizados nas instalações prediais de água fria, devem obedecer às NBR 5648 e NBR 5680. As juntas podem ser feitas através de soldagem ou por rosqueamento.

Segundo a NBR 5648
1 Objetivo
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos e conexões de PVC 6,3, com juntas soldáveis, a serem empregados na execução de sistemas prediais de água fria, com pressão de serviço de 750 kPa à temperatura de 20°C, sendo 500 kPa de pressão estática disponível máxima e 250 kPa de sobrepressão máxima.

A questão é a seguinte: a NBR 5648 informa que, nos ensaios, os tubos tem que suportar a pressões hidrostáticas da ordem de 10MPa para ensaios de longa duração e a pressões da ordem de 35 MPa (37,4MPa para 6 minutos e 33,4MPa para 1h) para ensaios de curta duração.

A questão não explicitou se se é pressão de de serviço ou pressão máxima suportável. Reparem tb que, na norma, não há a necessidade de se garantir que eles não rompam, por exemplo, a uma pressão de 50MPa, 100MPa, 600MPa, 45000000000MPa. A questão está no limite superior, que é um intervalo aberto, indo até o infinito!



Caro Diego,

O que acontece é que a norma não prevê pressão mínima igual ou superior a 5 MPa. Da forma como está o enunciado, incorre em um erro grotesco, pois dessa forma os tubos deveriam suportar pressões de milhares de MPa. IMPOSSÍVEL !!

E, com relação ao chumbo, este é proibido para tubulações hidráulicas em prédios. No uso em soldas é de aplicação controlada.
O CHUMBO é um metal contaminante e nocivo aos seres vivos.


Desde ontem estou procurando referencias bibliográficas para contra argumentar contra essa questão da pressão de 5 Mpa para o PVC. E se existisse, qual seria a espessura das paredes desse tubo?
Porém, não encontra nada substancial, somente referências.

Essa do chumbo é complicado. Onde será que o examinador tirou uma questão dessas. Um colega do fórum postou um link de um livro, que mostra que o chumbo é usado em tubulações de esgoto. Acho que o caminho´é tentar contra argumentar contra a impossilidade de fazer uma curva de 180 graus. Qual seria a aplicação de uma curva de 180?

Eng senior
Thu, 16/07/09, 07:16 AM
Questão da Manta Asfáltica

161 - a sobreposição entre duas mantas deve ser de 10cm, com aderência entre ambas.

NBR 9952/98

5.3.1.1 As emendas devem ter uma sobreposição mínima de 100 mm nos sentidos longitudinal e transversal.

Mínimo de 10 = deve ser 10 ou pode ser 10?

O que acham?

Alô NABIS

Igual a dez é diferente de no mínimo dez.
Você pode postar os dados dessa norma. (página, nome norma, nº, texto referente a essa questao).
Caso seja escrito dessa forma na NBR é possível reverter esse gabarito.

Eng senior
Thu, 16/07/09, 07:56 AM
Questão da Manta Asfáltica

161 - a sobreposição entre duas mantas deve ser de 10cm, com aderência entre ambas.

NBR 9952/98

5.3.1.1 As emendas devem ter uma sobreposição mínima de 100 mm nos sentidos longitudinal e transversal.

Mínimo de 10 = deve ser 10 ou pode ser 10?

O que acham?

Alô NABIS

Igual a dez é diferente de no mínimo dez.
Você pode postar os dados dessa norma. (página, nome norma, nº, texto referente a essa questao).
Caso seja escrito dessa forma na NBR é possível reverter esse gabarito.

_Vitória_
Thu, 16/07/09, 08:18 AM
Amigos...



E, com relação ao chumbo, este é proibido para tubulações hidráulicas em prédios. No uso em soldas é de aplicação controlada.
O CHUMBO é um metal contaminante e nocivo aos seres vivos.



Essa do chumbo é complicado. Onde será que o examinador tirou uma questão dessas. Um colega do fórum postou um link de um livro, que mostra que o chumbo é usado em tubulações de esgoto. Acho que o caminho´é tentar contra argumentar contra a impossilidade de fazer uma curva de 180 graus. Qual seria a aplicação de uma curva de 180?

Também errei a do chumbo, mas creio que possa ter sido tirada do livro Caderno de Encargos, do Milber Fernandes:
"INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
Tubos e conexões de chumbo
Características
Fabricados com chumbo de 99% de pureza, perfeitamente maleáveis, suportando dobramento a 180° sem apresentar fendas (...).
Os tubos de chumbo serão fornecidos em rolos ou toras, conforme a seguir:
1.2.1 Tipo "gás" em rolos de 30kg.
1.2.2 Tipos "água" e "reforçado" para diâmetro até 50 mm, inclusive rolos de 50kg."

Acredito que se achássemos algum lugar que proíba a utilização devido à toxidade à saúde humana conseguiríamos derrubar a questão (ou mesmo que simplesmente prove que faça mal à saúde...). Acredito ser a única saída...

Eng senior
Thu, 16/07/09, 09:16 AM
[quote=diegopalves]Amigos...



E, com relação ao chumbo, este é proibido para tubulações hidráulicas em prédios. No uso em soldas é de aplicação controlada.
O CHUMBO é um metal contaminante e nocivo aos seres vivos.



Essa do chumbo é complicado. Onde será que o examinador tirou uma questão dessas. Um colega do fórum postou um link de um livro, que mostra que o chumbo é usado em tubulações de esgoto. Acho que o caminho´é tentar contra argumentar contra a impossilidade de fazer uma curva de 180 graus. Qual seria a aplicação de uma curva de 180?

Também errei a do chumbo, mas creio que possa ter sido tirada do livro Caderno de Encargos, do Milber Fernandes:
"INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
Tubos e conexões de chumbo
Características
Fabricados com chumbo de 99% de pureza, perfeitamente maleáveis, suportando dobramento a 180° sem apresentar fendas (...).
Os tubos de chumbo serão fornecidos em rolos ou toras, conforme a seguir:
1.2.1 Tipo "gás" em rolos de 30kg.
1.2.2 Tipos "água" e "reforçado" para diâmetro até 50 mm, inclusive rolos de 50kg."

Acredito que se achássemos algum lugar que proíba a utilização devido à toxidade à saúde humana conseguiríamos derrubar a questão (ou mesmo que simplesmente prove que faça mal à saúde...). Acredito ser a única saída...[/quote:mvpop6va]

Achei esse comentário abaixo no fórum do Correio WEB:

Não é bibliografia fajuta, mas sim muito antiga. Chumbo é do tempo do meu avô, que deve ser a idade do examinador, hehehe.

Era usado para instalações de água fria e quente. Esgoto era cerâmico.

Ainda não achei livro algum com isso.
fer_engciv escreveu:
Ou é esgoto, água fria ou quente ou pluvial, já que é instalação predial.

Só a NBR5626 cita o chumbo, nas outras não tem nada. O CESPE deve ter pego alguma bibliografia fajuta para essa questão.

polari escreveu:
É, a NBR 8160 é omissa nesse sentido. Sendo assim, a questão estaria falando de forma genérica (água fria e esgoto) e essa afirmação não caberia para a de água fria.
No barato, essa questão seria, no mínimo, anulada!
caso1979 escreveu:
Sobre a questão do chumbo...
A questão fala em ...instalações hidráulicas...e não água fria!
Não poderia se usar chumbo na parte de esgoto?
Acredito q sim.


O nosso colega MJ talvez tenha nos informado o ponto principal dessa questão: livros antigos de engenharia.
Por acaso, nenhum colega tem acesso ao Manual de Engenharia - GLOBO, se não me engano é uma enciclopédia de mais de 10 volumes, um tijolão com mais de 1000 páginas cada, a bíblia do engenheiro da década de 60, quando ainda não tinha internet e outras facilidades para consultar?

souzacuiaba
Thu, 16/07/09, 09:29 AM
Acho que ele tirou esta questão -tubos de chumbo- dos rascunho de Leonardo da Vince, mas foi uma idéia que não vingou.

Eng senior
Thu, 16/07/09, 09:36 AM
Acho que ele tirou esta questão -tubos de chumbo- dos rascunho de Leonardo da Vince, mas foi uma idéia que não vingou.

kkkkkkkkkkkkkk :badgrin: :lol: :lol: :lol:

Estou rindo até agora.......

Nabis
Thu, 16/07/09, 11:15 AM
Pronto, o que vcs acham do recurso da questão 161 - da sobreposição da manta:

"Proponho que a questão tenha seu gabarito alterado para ERRADO.

Ocorre que a norma NBR 9952/1998 - Manta asfáltica com armadura para impermeabilização - Requisitos e métodos de ensaio, no seu item 5.3.1.1, página 3, recomenda o seguinte:

5.3 Emendas:

5.3.1.1 As emendas devem ter uma sobreposição mínima de 100 mm nos sentidos longitudinal e transversal.

A questão afirma que a sobreposição "deve ser de 10 cm", porém, como visto, a norma permite que seja no mínimo 10 cm, portanto, uma sobreposição de 15 cm, por exemplo, também está correta.

Em vista do exposto, propõe-se a alteração do referido gabarito."

rita.um
Thu, 16/07/09, 12:57 PM
Pessoal, tenho uma dúvida...
No comando da questão quando ele coloca que se refere à instalações hidráulicas estão inclusas as instalações de água, esgoto e pluviais????

rita.um
Thu, 16/07/09, 01:20 PM
Como acho que instalações hidráulicas estão inclusos água, esgoto e pluviais tava pensando em fazer um recurso rebatendo que para água náo há esse limite, e sim aquele de 10 e 50 (estática e dinâmica).
Quanto a Esgoto funciona como canal livre, não ná que se falar em pressão mínima. Exceto quando bombeado, mas aí considera-se os mesmos valores para água... (vou fundamentar isso com o Creder).
e Pluviais também.

rita.um
Thu, 16/07/09, 01:31 PM
Agora que entendi essa questão do PVC... não se trata de pressões de projeto. Tá falando do material PVC, que deve resistir a uma pressão mínima de 5MPa. O material deve resistir no mínimo 5MPa, daí quanto maior a pressão que ele resiste, mais resistente o tubo. Então pode ser infinito sim. Agora, resta verificar esse valor...

BRUTUS MS
Thu, 16/07/09, 02:22 PM
RECURSOS PARA P2

QUESTÃO 126
As composições de serviços contidas no Sistema Nacional de Custos de Infraestrutura de Transportes (SINCTRAN) não incluem o coeficiente unitário referente ao tempo improdutivo dos equipamentos, sendo o seu valor substituído por um percentual que, adicionado ao valor da hora produtiva, representa o custo das horas improdutivas.

O gabarito preliminar foi considerado como correto. Porém, ao analisar o site do Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transporte – DNIT, no link http://www.dnit.gov.br/noticias/cgcit trás a seguinte informação:

Liberada consulta pública sobre a metodologia de interferência de chuvas em obras
O estudo faz parte do novo Sistema de Custos que vigorará a partir de 2009 e fica disponível no site do DNIT durante 90 dias.
Aprovada pela Diretoria Colegiada do DNIT, a nova “Metodologia de interferência de chuvas em obras de infra-estrutura” já está disponível para consulta pública no site do DNIT. A versão poderá ser consultada até o dia 23/07/08. Clique aqui para consultar agora.
Nesse período de 90 dias, os técnicos que quiserem contribuir com análises específicas e sugestões sobre a metodologia devem fazê-lo enviando comentários para o e-mail: silvio.mourao@dnit.gov.br, aos cuidados de Silvio Figueiredo Mourão – Coordenador Geral de Custos de Infra-Estrutura do DNIT.
Normalmente as obras são planejadas para serem realizadas sob as mais diversas situações, visando minimizar custos, sem perda da qualidade. No entanto, as condições climáticas nem sempre ocorrem de acordo com as previsões e nos casos excepcionais podem causar transtornos consideráveis.
A nova metodologia contempla um acréscimo, a ser incluído nos valores previstos nas composições do sistema de custos, fazendo com que a eventualidade da ocorrência de chuvas imprevistas seja contemplado no custo de obras. Ela faz parte do novo Sistema de Custos do DNIT - SINCTRAN (SICRO 3) , que o Órgão seguirá a partir do próximo ano.
Para consultar a Metodologia de interferência de chuvas em obras de infra-estrutura, basta acessar na página do DNIT na internet (http://www.dnit.gov.br) o link para os arquivos encontra-se no lado esquerdo na parte inferior do site.
24/04/08
ASSESSORIA DE IMPRENSA/DNIT
O que se pode perceber é que a questão cobrou o conhecimento de um tema que não está em vigor ainda, como visto no segundo parágrafo, o SINCTRAN é um item constante no SICRO 3, o qual está em fase de audiência pública. Ao acessar o próprio site do DNIT, verificamos que o SICRO 3 está em fase de consulta pública, ou seja, não está em vigor.
Analisando o item 17.28 do edital do concurso ele elenca:
17.28 Legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste edital, exceto a listada nos objetos de avaliação constantes deste edital, bem como alterações em dispositivos legais e normativos a ele posteriores não serão objeto de avaliação nas provas do concurso.
O edital deixa de maneira expressa que só poderá ser cobrada a legislação que esteja EM VIGOR na data da publicação do mesmo, e as legislações que entrarem em vigor após a publicação do edital não estarão valendo. Por essa análise, e pelo fato do SICRO 3 estar em fase de audiência pública, pelo fato de o SINCTRAN constar no SICRO 3 e que o SICRO 3 não foi aprovado, solicito à banca examinadora que anule a questão por não ter amparo no edital a sua cobrança.


QUESTÃO 131

Em estruturas aparentes, devem ser obrigatoriamente utilizados aços pintados resistentes à corrosão atmosférica, aços zincados ou aços com revestimento de alumínio-zinco.

O gabarito preliminar foi considerado como correto. Porém, ao analisar o conceito e estruturas APARENTES em relação a edificações projetadas em aço a questão comete um equívoco. O conceito a ser analisado não é de estruturas aparentes, mas sim o ambiente onde tal estrutura está localizada: interno, externo, fechado ou aberto.
De sorte que uma estrutura de aço aparente pode estar em um ambiente: fechado, livre de ações corrosivas; pode estar em um ambiente fechado sob ação de agentes corrosivos, pode estar em locais onde existam caldeiras; pode estar em um ambiente aberto, com pouca ação corrosiva, entre várias das outras combinações.
Nesse sentido a obra de LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS – ESTRUTURAS DE AÇO – CONCEITOS TÉCNICAS E LINGUAGEM – Editora Zigurate, 5ª ed., 2006, págs. 121-122, esclarece:
“(...) Em termos práticos, o combate à corrosão traduz-se na redução do tempo de umidificação ou no impedimento do contato da água com a superfície metálica. Na maioria dos casos, a PARTE INTERNA das edificações da estrutura metálica não sofre os efeitos da corrosão. Nas áreas internas secas e aquecidas (escritórios, hospitais e escolas) praticamente não há corrosão. Mesmo nas áreas sem aquecimento interno, o tempo de umidificação por condensação é tão pequeno que o aço sem permanece inalterado durante a vida da estrutura. (...) Nas partes em que a estrutura metálica é visível, A PINTURA SÓ SE FAZ NECESSÁRIA, só por razões meramente estéticas e decorativas e não para prevenir a agressão corrosiva. Somente uma pequena parte de ambientes fechados requer tratamento de proteção contra corrosão: aqueles em que a umidade seja significativa ou nos quais haja o desenvolvimento de processos químicos, tais como cozinhas, áreas de piscinas, laboratórios, áreas de estocagem de corantes, etc. Nesses casos e sem dúvida nos de estruturas EXTERNAS sujeitas à umidade pela exposição ao tempo, ALGUMA forma de proteção por pintura será necessária para evitar o contato da água e do oxigênio com a superfície metálica, como ALTERNATIVA à utilização de aços resistentes à corrosão atmosférica(...)”. (Sem destaques no original).

Pelos motivos expostos, concluí-se que a obrigatoriedade da pintura de estrutura aparentes de aço não se faz em todos os casos, devendo ser analisado o ambiente onde a peça está localizada e a possibilidade de agressividade do meio existente.
Pelos motivos elencados acima, e para garantir a coerência com a aplicação das estruturas e conceitos técnicos utilizados na engenharia, solicito a banca examinadora que reveja seu posicionamento e que altere o gabarito da questão de CERTO para ERRADO.


QUESTÃO 132
As lajes integradas às estruturas de aço são executadas de forma convencional, independentemente do tipo de laje que se utilize.

O gabarito preliminar foi considerado como correto. Porém, ao analisar a NBR 8800 – Projeto e execução de estruturas de aço em edifícios – na página 214, Q.1.3.4, trás o seguinte requisito:

Anexo Q (normativo)
Q.1.3 – Armadura da laje
Q.1.3.4 A possibilidade de fissuração da laje (causada por cisalhamento), na região adjacente à viga de aço, paralelamente a esta, deve ser controlada pela colocação de armadura adicional, transversal à viga, ou por outros meios eficazes, a não ser que se demonstre que essa fissuração não ocorre. A referida armadura adicional deve ser colocada próxima à face inferior da laje e espaçada uniformemente ao longo do comprimento L'. A área da seção dessa armadura, As, não pode ser inferior a 0,2% da área da seção de cisalhamento do concreto por plano de cisalhamento (plano a-a na figura Q.2) no caso de lajes maciças ou de lajes mistas com nervuras longitudinais ao perfil de aço e 0,1% no caso de lajes mistas com nervuras transversais, devendo ainda atender à seguinte condição:

O dispositivo trás a diferenciação com relação ao processo executivo de lajes em estruturas de aço. Analisando mais profundamente, verifica-se que, quando estamos analisando a área de armadura da laje, as lajes maciças ou mistas com nervuras longitudinais ao perfil de aço deverão ter a área da seção dessa armadura não inferior a 0,2% da seção de cisalhamento do concreto por plano de cisalhamento. E se for utilizado lajes mistas com nervuras transversais devem possuir uma área de seção de armadura não inferior a 0,1%. Fica claro que dependendo do tipo de posicionamento da armadura da laje, seu processo executivo será diferenciado.

Outro item que causa erro na questão está elencado na mesma norma – NBR 8800 – página 230, item Q.2.5.4

Q.2.5.4 O coeficiente ks deve ser tomado como:
Ks = (K1 x K2) /(K1 + K2)
Onde
k1 é uma rigidez a flexão da laje, por unidade de comprimento da viga, tomada como:
- para lajes contínuas sobre o perfil de aço com um tramo de cada lado do perfil:
K1 = 4 x E I²/a
para lajes sem continuidade sobre o perfil de aço ou com balanço de um dos lados do perfil:
K1 = 2 x E X I² /a

A norma trás várias hipóteses de diferenciação sobre dimensionamento de lajes sobre peças de aço. Ou seja, cada laje deverá ser executada de maneira específica, não existindo uma forma padrão para execução. Para lajes contínuas o dimensionamento é feito de uma forma, e para lajes sem continuidade a fórmula utilizada é outra.
Outra norma que invalida a questão é a NBR 6118 - Projeto de estruturas de concreto 2003 – na página 67, item 13.2.4 trás o seguinte dispositivo:

13.2.4 Lajes

13.2.4.1 Lajes maciças
Nas lajes maciças devem ser respeitados os seguintes limites mínimos para a espessura:
a) 5 cm para lajes de cobertura não em balanço;
b) 7 cm para lajes de piso ou de cobertura em balanço;
c) 10 cm para lajes que suportem veículos de peso total menor ou igual a 30 kN;
d) 12 cm para lajes que suportem veículos de peso total maior que 30 kN;
e) 15 cm para lajes com protensão apoiadas em vigas, l/42 para lajes de piso biapoiadas e l/50 para lajes de piso contínuas;
f) 16 cm para lajes lisas e 14 cm para lajes-cogumelo.

As duas normas são muito enfáticas na diferenciação dos processos executivos das lajes, não podendo se afirmar que as lajes integradas às estruturas de aço são executadas de forma convencional, independentemente do tipo de laje que se utilize, como afirma a questão.
Não há de se falar em forma de execução convencional de laje, cada modelo possuí um processo executivo diferenciado. Por tais motivos, solicito que o examinador altere o gabarito da questão de ERRADO para CERTO.


QUESTÃO 133
As ações consideradas no projeto estrutural devem ser definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as forças devidas ao vento.


O gabarito preliminar foi dado como errado. Porém, ao analisarmos a NBR 8800 – Projeto de Estruturas de aço e de Estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, ela trás em seu item 4.7, na página 19 a seguinte definição:
4.7 Ações e combinações de ações

4.7.1 Valores e classificação

As ações a serem adotadas no projeto das estruturas e seus componentes são as estabelecidas pelas normas brasileiras NBR 6120, NBR 6123 e NBR 7188, ou por outras normas aplicáveis, e também pelo anexo B desta Norma. Conforme a NBR 8681, estas ações são classificadas segundo sua variabilidade no tempo, nas três categorias a seguir:

- FG: ações permanentes - ações decorrentes do peso próprio da estrutura e de todos os elementos componentes da construção (pisos, telhas, paredes permanentes, revestimentos e acabamentos, instalações e equipamentos fixos, etc.), as quais são chamadas de ações permanentes diretas, e as ações decorrentes de efeitos de recalques de apoio, de retração dos materiais e de protensão, as quais são chamadas de ações permanentes indiretas;

- FQ: ações variáveis - ações decorrentes do uso e ocupação da edificação (ações devidas a sobrecargas em pisos e coberturas, equipamentos e divisórias móveis, etc.), pressão hidrostática, empuxo de terra, vento, variação de temperatura, etc.;

- FQ,exc: ações excepcionais - ações decorrentes de incêndios, explosões, choques de veículos, efeitos sísmicos, etc.

Como percebido, as ações decorrentes dos ventos são consideradas com ações variáveis.
Olhando em outro trecho da norma, na página 21, a tabela 1 – coeficientes das ponderações das ações variáveis – considera três hipóteses:

Ação do vento normal = 1,40;
Ação do vento especial ou de construção = 1,20;
Ação do vento excepcional = 1,00;

Conforme estamos visualizando, a norma considera três hipóteses, em ambas não desconsidera de maneira alguma as ações dos ventos.
Mais adiante, na página 123, no anexo B (normativo) da NBR 8800, trás novamente como definições:

B.1 Escopo

As recomendações constantes deste anexo são aplicáveis ao dimensionamento de estruturas de aço e estruturas mistas de edifícios, as quais estão sujeitas às exigências mínimas das normas NBR 6120, NBR 6123, NBR 7188 e NBR 8681.

B.3 Ações variáveis

B.3.1 Definição

Ações variáveis são aquelas que resultam do uso e ocupação da edificação ou estrutura, tais como: sobrecargas distribuídas em pisos devidas ao peso de pessoas, objetos e materiais estocados, ações de equipamentos, como elevadores, centrais de ar condicionado, máquinas industriais, pontes rolantes e talhas, peso de paredes removíveis, sobrecargas em coberturas, etc.
São também ações variáveis os empuxos de terra, as pressões hidrostáticas, a pressão do vento, a variação de temperatura, etc.


Conforme exposto pela norma, não há como se desconsiderar as ações causadas pelo vento, o que torna o item correto, pois é uma ação variável que deve ser considerada NECESSARIAMENTE.
Pelos motivos elencados, solicito ao examinador que altere o gabarito da questão de ERRADO para CERTO.



QUESTÃO 146

Para que tubos de chumbo sejam utilizados, estes devem ser perfeitamente maleáveis, permitir dobramentos em ângulos de 180º, sem fissuras, e, entre outras características, não apresentar bolhas.

O gabarito preliminar da questão foi dado como ERRADO. Porém, ao analisar a NBR 5626 – Instalação predial de água fria – em seu item4.3.3, página 6 trás a seguinte definição:

4.3.3 Chumbo
4.3.3.1 O chumbo não deve ser utilizado nas instalações prediais de água fria, ressalvado o disposto em 4.3.5.3.
Reparos realizados em instalações existentes devem prever a substituição desse material.
4.3.5.3 Recomenda-se o uso de solda sem chumbo ou uma orientação ao usuário no início da utilização da instalação predial de água fria.

Pelo que vemos a norma, ela NÃO PERMITE A UTILIZAÇÃO de tubulações de chumbo em instalações de água fria. O examinador poderia até cogitar a existência da tubulação de chumbo nas instalações de esgotos sanitários, pela questão falar em “instalações hidráulicas de um prédio”, MAS, de acordo com a norma NBR 8160 – Esgoto Predial instações – trás as seguintes definições:

Página 15:
4.4 Materiais
4.4.1 Os materiais a serem empregados nos sistemas prediais de esgoto sanitário devem ser especificados em função do tipo de esgoto a ser conduzido, da sua temperatura, dos efeitos químicos e físicos, e dos esforços ou solicitações mecânicas a que possam ser submetidas as instalações.
4.4.2 Não podem ser utilizados nos sistemas prediais de esgoto sanitário, materiais ou componentes não constantes na normalização brasileira.

Página 53.
Tabela B.6 Vazão máxima no ramal de descarga, escoamento à meia seção, para n = 0,010, tubulação plástica¹

¹ A vazão de projeto referente a outros materiais pode ser obtida multiplicando-se estes valores pelos seguintes coeficientes, devendo ser observada a restrição de ? ds ( diâmetro da seção de saída do sifão) a fim de evitar o estrangulamento na saída do desconector:
- ferro fundido novo: 0,833 (n = 0,012);
- ferro fundido usado: 0,769 (n = 0,013).

Pelo dimensionamento para tubulações de esgoto adotado na norma NBR8160, foi visto que ela NÃO CONSIDERA tubulações de chumbo, mas de ferro fundido.
Na página 15 do próprio normativo fica EXPRESSO que não podem ser utilizados sistemas prediais de esgoto sanitários não normatizados. A partir do momento que é utilizado tubulação de chumbo ocorre a contaminação dos líquidos que percorrem as respectivas tubulações, ocasionando a contaminação da mesma. Analisando neste aspecto, o processo de tratamento de esgotos, encareceria ainda mais se fosse utilizado tal material.

Pelos normativos expostos acima, solicito que o examinador altere o gabarito de CERTO para ERRADO.


QUESTÃO 153
As paredes-guias construídas em alvenaria facilitam a definição do alinhamento da obra.

O gabarito preliminar foi dado como correto. Porém, ao analisar o processo construtivo das paredes diafragmas, mais precisamente disponibilizado no site http://www.franki.com.br , podemos ter a seguinte definição:

Execução da mureta guia

A execução da parede diafragma é precedida pela execução de muretas guias, que tem por objetivo:
- definir o caminhamento da parede, servindo de guia para a ferramenta de escavação “clamshell”;

Ora, a questão trouxe EXATAMENTE O CONCEITO DE MURETA GUIA. O fato da questão ter trazido o nome como parede-guia não é causa de se considerar o item errado, pois o conceito de parede guia e mureta guia é um termo regionalizado no cenário da construção civil, não podendo se considerar um erro pelo simples fato de troca da palavra “mureta” por “parede”.
Como vimos, a definição da mureta/parede guia é ter a função de DEFINIR O CAMINHAMENTO DA PAREDE, servindo de GUIA PARA A FERRAMENTA DE ESCAVAÇÃO CLAMSHELL.
Pelas considerações feitas, solicito a alteração do gabarito de ERRADO para CERTO.


QUESTÃO 183
O valor do potencial hidrelétrico brasileiro é dado pelas usinas em diferentes níveis de estudos (inventário,
viabilidade e projeto básico) e pelos aproveitamentos em construção e operação.


O gabarito preliminar foi dado como errado. A assertiva afirma que o valor do potencial hidrelétrico brasileiro é dado por três parcelas: (i) pelas usinas em diferentes níveis de estudos (inventário, viabilidade e projeto básico); (ii) pelos aproveitamentos em construção; e (iii) pelos aproveitamentos em operação, parcelas essas que realmente fazem parte dos níveis de estudos.
Apesar da questão não ter trazido todos os seus elementos de estudo, ela não possuí termo que restringe apenas aos itens citados na mesma. Mesmo que não conste a estimativa do potencial hidrelétrico isso não torna a questão errada, pois em momento algum a questão trouxe alguma palavra que restrinja apenas aos itens elencados na questão.
Os termos que estão entre parênteses (inventário, viabilidade, e projeto básico) não caracterizam o esgotamento dos diferentes níveis de estudos, mas sim, exemplificam os estudos existentes. Caso a intenção do examinador fosse esgotar as alternativas, teria que estar restringindo, usando palavras como “usinas exclusivamente em inventário, viabilidade e projeto básico”. Com tal restrição, a questão realmente estaria incorreta.
Devido a análise exposta, sugiro ao examinador que altere o gabarito da questão de ERRADO para CERTO para evitar eventual impropriedade no gabarito.

fmareco
Thu, 16/07/09, 02:25 PM
Pessoal pra quem errou essa questão, com relação a questão 147, que fala sobre a obrigação do empregador em cobrir as despesas de transporte, notem na questão que refere-se a 6% do SALÁRIO do trabalhador, é possível que seja alterado o gabarito de CERTO PARA ERRADO, senão vejamos:

O decreto que trata do assunto DECRETO Nº 95.247, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1987, estipula:

Art. 4° Está exonerado da obrigatoriedade do Vale-Transporte o empregador que proporcionar, por meios próprios ou contratados, em veículos adequados ao transporte coletivo, o deslocamento, residência-trabalho e vice-versa, de seus trabalhadores
Art. 9° O Vale-Transporte será custeado: I - pelo beneficiário, na parcela equivalente a 6% (seis por cento) de seu salário básico ou vencimento, excluídos quaisquer adicionais ou vantagens; II - pelo empregador, no que exceder à parcela referida no item anterior.

Vejam que a questão 147 fala em SALÁRIO enquanto a lei fala em SALÁRIO BÁSICO, o que há uma grande diferença, pois o salário é composto de salário básico+horas extras+ gorjetas+gratificações + etc. Portanto, a questão diverge com o disposto na lei.

Vejam também que a questão afirma que o empregador é OBRIGADO a cobrir as despesas. Só que a própria Lei afirma que: Art. 4° Está exonerado da obrigatoriedade do Vale-Transporte o empregador que proporcionar, por meios próprios ou contratados, em veículos adequados ao transporte coletivo, o deslocamento, residência-trabalho e vice-versa, de seus trabalhadores. Ou seja, não se pode afirmar que o empregador é obrigado a cobrir o montante que excede 6% do salário básico se a própria lei afirma que o mesmo é isento dessa obrigatoriedade se o empregador proporcionar o deslocamento por meios próprios da residência-trabalho e vice-versa.

Portanto, é possível que eles alterem o gabarito dessa questão.

DeboraMPC
Thu, 16/07/09, 03:20 PM
Pronto, o que vcs acham do recurso da questão 161 - da sobreposição da manta:

"Proponho que a questão tenha seu gabarito alterado para ERRADO.

Ocorre que a norma NBR 9952/1998 - Manta asfáltica com armadura para impermeabilização - Requisitos e métodos de ensaio, no seu item 5.3.1.1, página 3, recomenda o seguinte:

5.3 Emendas:

5.3.1.1 As emendas devem ter uma sobreposição mínima de 100 mm nos sentidos longitudinal e transversal.

A questão afirma que a sobreposição "deve ser de 10 cm", porém, como visto, a norma permite que seja no mínimo 10 cm, portanto, uma sobreposição de 15 cm, por exemplo, também está correta.

Em vista do exposto, propõe-se a alteração do referido gabarito."

Concordo com vc, so que tem que dar um jeito de achar a norma nova pq essa é desatualizada. A atualizada é de 2007.....

Lune
Thu, 16/07/09, 03:21 PM
150 O rateio dos custos da administração central faz parte do
BDI e corresponde a uma parcela da soma de todos os gastos
com a estrutura central da empresa.

Pessoas,

Ninguém achou estranho essa afirmação de que TODOS os gastos deverão ser rateados pelas obras?
Eu marquei errado porque imaginei que os gastos não relacionados diretamente com a execução das obras (propaganda, processos judiciais...) não deveria fazer parte do rateio.

O que vocês acham?

LordBlack
Thu, 16/07/09, 03:22 PM
QUESTÃO 106 - No método de ensaio definido pelo DNIT ...
http://www.dnit.gov.br/menu/servicos/ip ... 131-94.pdf (http://www.dnit.gov.br/menu/servicos/ipr/produtos/arquivos/DNER-ME131-94.pdf)
A questão em referência cobrou dos candidatos matéria não contemplada no conteúdo programático previsto no edital de regência, vejamos: “18.3.2 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA O CARGO 1. I AUDITORIA DE OBRAS RODOVIÁRIAS. 4 Ensaios técnicos. Tipos e finalidades”.
Como visto, o texto do edital é restritivo, quanto a ensaios técnicos, deveríamos ser cobrados somente quanto aos tipos existentes e quanto a suas finalidades. Se houvéssemos de ser cobrados quanto aos procedimentos de ensaio, esta hipótese deveria ter sido expressa no edital, de outra forma estaria criada uma situação de instabilidade jurídica, pois alguns, data máxima vênia, que tivessem acesso a uma simples informação acerca da exigência de conhecimento sobre os procedimentos, sairia na frente dos demais candidatos.
Contudo isto não foi o que ocorreu, a questão em tela exigiu conhecimento acerca do procedimento a ser realizado para um tipo determinado de ensaio, o que viola o disposto no edital.
Desta forma, a questão deverá ser anulada, uma vez que sua manutenção afronta o princípio da vinculação ao instrumento convocatório, ao arrepio da lei e contrariamente ao princípio da segurança jurídica.
Por outro lado, admitindo-se somente por hipótese que a questão não seja anulada, passamos a considerar o que segue:
O Método de ensaio para a determinação do módulo de resiliência é definido pela DNER-ME 1361/94, que está disponível no endereço eletrônico supracitado.
Eis a definição do método: O módulo de resiliência (MR) de solos é a relação entre a tensão-desvio, aplicada repedidamente em uma amostra de solo e a correspondente deformação específica vertical recuperável ou resiliente.
A questão exige do candidato CONHECIMENTO ACERCA DESTE PROCEDIMENTO, o mote da questão consiste na afirmativa de que o procedimento de ensaio independe de o solo ser arenoso ou argiloso.
De fato, da leitura do manual, verificamos que há a necessidade de uma adaptação nos procedimentos para cada tipo de solo, CONTUDO, não se pode dizer que o procedimento do ensaio depende do tipo de solo, afinal o procedimento é o mesmo, senão vejamos:
O procedimento consiste, para QUALQUER tipo de solo, em: a) montagem do conjunto triaxial; b) condicionamento do corpo-de-prova; c) registro das deformações no oscilógrafo; d) aplicar os resultados na fórmula de determinação do módulo de resiliência.
Por todo o exposto, solicitamos a anulação da questão ou, não sendo acatado este pedido, que o gabarito seja alterado de ERRADO para CERTO, uma vez que, segundo o DNIT, o procedimento em referência é o mesmo para qualquer tipo de solo.

LordBlack
Thu, 16/07/09, 03:23 PM
QUESTÃO 103 - O recipiente utilizado para acomodar ...
A questão em referência cobrou dos candidatos matéria não contemplada no conteúdo programático previsto no edital de regência, vejamos: “18.3.2 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA O CARGO 1. I AUDITORIA DE OBRAS RODOVIÁRIAS. 4 Ensaios técnicos. Tipos e finalidades”.
Como visto, o texto do edital é restritivo, quanto a ensaios técnicos, deveríamos ser cobrados somente quanto aos tipos existentes e quanto a suas finalidades. Se houvéssemos de ser cobrados quanto aos procedimentos de ensaio, esta hipótese deveria ter sido expressa no edital, de outra forma estaria criada uma situação de instabilidade jurídica, pois alguns, data máxima vênia, que tivessem acesso a uma simples informação acerca da exigência de conhecimento sobre os procedimentos, sairia na frente dos demais candidatos.
Contudo isto não foi o que ocorreu, a questão em tela exigiu conhecimento acerca do procedimento a ser realizado para um tipo determinado de ensaio, o que viola o disposto no edital.
Desta forma, a questão deverá ser anulada, uma vez que sua manutenção afronta o princípio da vinculação ao instrumento convocatório, ao arrepio da lei e contrariamente ao princípio da segurança jurídica.
Por outro lado, admitindo-se somente por hipótese que a argumentação supra não seja acolhida, mesmo assim a questão deverá ter seu gabarito ALTERADO ou, no mínimo ser ANULADA, à luz do que estabelece a norma DNER-ME 003/99, a qual prescreve que “o recipiente, no qual a amostra vai ser ensaiada, deve ser de forma cilíndrica e fundo plano, de metal, com as dimensões internas apresentadas na tabela...”
Como se vê, o recipiente utilizado, de fato, INDEPENDE do tipo das características do material a ser ensaiado, ou seja, o mesmo será de forma cilíndrica, de fundo plano e de metal. O que variará com as características do material é somente a dimensão do mesmo, de acordo com a tabela que a norma apresenta.
O conhecimento que se pretendeu testar, poderia ser questionado com eficácia e sem ambigüidades da seguinte maneira: “As dimensões do recipiente utilizado para acomodar a amostra no ensaio de penetração independem das características do material a ser ensaiado.”, neste caso sim o gabarito corresponderia à realidade.
Tal como lançada a questão, o gabarito que mais corresponde à realidade é “CERTO”, já que, como demonstrado, o tipo de recipiente a ser utilizado não depende das características do material de ensaio, ele será SEMPRE de forma cilíndrica, de fundo plano e de metal, o que varia são as suas dimensões.
Por todo o exposto, solicitamos a revisão desta questão, para que o seu gabarito seja alterado de ERRADO para CERTO ou que seja anulada, nos termos expostos.

LordBlack
Thu, 16/07/09, 03:25 PM
QUESTÃO 107 - Na determinação do teor de umidade ...
A questão em referência cobrou dos candidatos matéria não contemplada no conteúdo programático previsto no edital de regência, vejamos: “18.3.2 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA O CARGO 1. I AUDITORIA DE OBRAS RODOVIÁRIAS. 4 Ensaios técnicos. Tipos e finalidades”.
Como visto, o texto do edital é restritivo, quanto a ensaios técnicos, deveríamos ser cobrados somente quanto aos tipos existentes e quanto a suas finalidades. Se houvéssemos de ser cobrados quanto aos procedimentos de ensaio, esta hipótese deveria ter sido expressa no edital, de outra forma estaria criada uma situação de instabilidade jurídica, pois alguns, data máxima vênia, que tivessem acesso a uma simples informação acerca da exigência de conhecimento sobre os procedimentos, sairia na frente dos demais candidatos.
Contudo isto não foi o que ocorreu, a questão em tela exigiu conhecimento acerca do procedimento a ser realizado para um tipo determinado de ensaio, o que viola o disposto no edital.
Desta forma, a questão deverá ser anulada, uma vez que sua manutenção afronta o princípio da vinculação ao instrumento convocatório, ao arrepio da lei e contrariamente ao princípio da segurança jurídica.
Por outro lado, admitindo-se somente por hipótese que a argumentação supra não medre, a questão ainda sim deverá ser ANULADA, porque seu texto não foi preciso, dando margem a mais de uma interpretação.
É que a questão, ao que tudo indica, foi extraída da norma DNER-ME 213/94, em seu item 5.1, pg. 02, a norma indica que a quantidade de amostra será dada em função do tamanho máximo das partículas, CONTUDO, esta não é a regra, veja que a parte inicial deste mesmo dispositivo aponta no sentido de que esta regra deve ser aplicada subsidiariamente: “coletar uma amostra representativa do material do qual se deseja determinar o teor de umidade, na quantidade PRESCRITA PELO MÉTODO DE ENSAIO QUE SE ESTIVER EXECUTANDO. Caso não haja indicação dessa quantidade, adotar as massas mínimas constante da Tabela a seguir.” (esta tabela é que denota relação entre massa e tamanho máximo das partículas).
Pois bem, como visto, a tabela em questão é utilizada apenas para o caso de o método executado não indicar a forma de obtenção da amostra. Assim, por exemplo, o método “speedy”, disciplinado pela DNER-ME 052/94, determina que o peso da amostra será função da umidade estimada para o solo em questão, vejamos: “... o peso da amostra a ser utilizada é ESTIMADO PELA UMIDADE que se admite a amostra possuir, de acordo com a seguinte tabela.” (a tabela a que se refere relaciona umidade estimada em percentual e o peso da amostra em gramas).
Desta forma, a questão deveria ter indicado com precisão o método de execução a que seu comando se referia, somente desta forma poderíamos ponderar se a massa da amostra dependeria ou não do tamanho máximo das partículas, pois, tratando-se de método expedito, o peso da amostra não depende do tamanho máximo dos grãos da amostra. A relação estabelecida com o tamanho máximo das partículas de solo está associada ao método laboratorial da estufa.
Por todo o exposto, solicito seja ANULADA a questão em referência, seja porque viola o princípio da vinculação ao instrumento convocatório ou porque seu texto é impreciso e deixa margem para duas interpretações.

LordBlack
Thu, 16/07/09, 03:26 PM
QUESTÃO 118 - O valor do índice de suporte ...
Repare que a redação da questão fez surgir uma dúvida sobre seu comando, o uso da vírgula após o termo “flexíveis” dá idéia de explicação à afirmativa subseqüente: “conhecido como método do DNER (atual DNIT). Ou seja, teríamos somente um tipo de método de dimensionamento de pavimentos flexíveis, o qual seria conhecido como método do DNER, quando, na verdade, o espírito da questão referia-se, entre um universo de métodos de dimensionamento de pavimentos flexíveis, a um método específico, qual seja: o método do DNER. A questão teria de ter uma redação próxima do que segue: “O valor do índice de suporte Califórnia do subleito e dos materiais constituintes do pavimento é utilizado no método de dimensionamento de pavimentos flexíveis conhecido como método do DNER (atual DNIT), neste caso, não restariam dúvidas, o gabarito seria CORRETO.
É evidente que o índice de suporte Califórnia não é utilizado em TODOS os métodos de dimensionamento de pavimentos flexíveis disponíveis na literatura internacional, da mesma maneira não se pode afirmar que existe apenas um único método de dimensionamento de pavimentos flexíveis, o método do DNER, como se extrai do texto escrito de forma equivocada da questão em epígrafe, de forma que a questão deverá ser ANULADA, em razão de seu texto impreciso.

concur-study
Thu, 16/07/09, 03:27 PM
QUESTÃO 150
Nem a previsão de recolhimento do imposto de renda da pessoa jurídica, nem a taxa do programa de integração social fazem parte do cálculo do BDI.

Segundo artigo publicado na Revista do TCU (R.TCU, Brasília, v.32, n.88, abr/jun 2001), “o BDI deve conter apenas gastos que contabilmente são classificados como despesas indiretas, quais sejam: administração central, ISS, PIS, COFINS, CPMF, mobilização e desmobilização, despesas financeiras e seguros/ imprevistos. Qualquer outro gasto deve ser incluído analiticamente na planilha orçamentária como custo direto.

Porque o gabarito desta questão é correto?

LordBlack
Thu, 16/07/09, 03:28 PM
QUESTÃO 133 - Em estruturas aparentes ...
A questão abordou o tema de forma equivocada, observa-se que, segundo o que consta do gabarito preliminar, a banca entende que para todas as estruturas aparentes em aço deve-se utilizar aços pintados resistentes à corrosão atmosférica, ações zincados ou aços com revestimento de alumínio-zinco, porém, a pergunta quis se referir a estruturas em ambientes externos, o que é muito diferente de aparente, ora, podemos ter estruturas aparentes em ambientes internos não agressivos, o que dispensaria o uso de revestimentos na estrutura.
Segundo a obra de LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS – ESTRUTURAS DE AÇO – CONCEITOS TÉCNICAS E LINGUAGEM, da editora Zigurate, 5ª Ed., esclarece o termo adequado para o que se pretendeu questionar, qual seja: ambiente interno, externo, fechado ou aberto. De forma que a estrutura aparente poderia estar em ambiente: a) fechado, livre de ações corrosivas; b) fechado, sob ação de agentes corrosivos; c) aberto, com pouca ação corrosiva, entre outras combinações.
Ou seja, se a estrutura for aparente em ambiente interno não corrosivo, qualquer dos tratamentos indicados na questão serão dispensados. O que torna a questão ERRADA.
Por outro lado, mesmo que admitamos tratar-se de ambiente externo aparente, a questão continuaria ERRADA, já que, tal como posta, a boa técnica deveria admitir somente três hipóteses de tratamento contra a corrosão: a) aços PINTADOS resistentes à corrosão atmosférica (aqui temos duas condições concorrentes, que o aço seja resistente à corrosão e que seja pintado); b) aços zincados; e c) aços com revestimento de alumínio-zinco. Logo, caso possamos encontrar alguma indicação técnica que fuja ao escopo de possibilidades restringido pela banca com o uso da expressão OBRIGATORIAMENTE, o gabarito deverá ser alterado.
Pois bem, o engenheiro Carlos Freire da empresa metálica, em artigo técnico disponível no site da empresa (http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/ ... id_pag=159 (http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php?id_pag=159)), afirma existirem outros tipos de tratamentos para o aço utilizado em estruturas externas, vejamos: “(...) Aços Patináveis ou Aclimáveis (CORTEN). São obtidos pela adição de cobre e cromo. Algumas siderúrgicas adicionam níquel, vanádio e nióbio. São encontrados na forma de chapas, bobinas e perfis laminados. Apresentam resistência à corrosão atmosférica até oito vezes maior que os aços-carbono comuns; resistência mecânica na faixa de 500Mpa e boa soldabilidade. A sua utilização NÃO EXIGE REVESTIMENTO CONTRA CORROSÃO, devido a formação da “pátina”(camada de óxido compacta e aderente) em contato com a atmosfera. O tempo necessário para a sua completa formação varia em média de 2 a 3 anos conforme a exposição do aço, ou pré-tratamento em usina para acelerar o processo. (...)” (destaquei). E também: “(...) AÇOS – LIGA. Com a adição de cobre, cromo, silício, fósforo e níquel são obtidos aços de baixa liga que se caracterizam pela formação de uma película aderente que impede a corrosão, PODENDO SER EMPREGADO SEM PINTURA, com restrições em atmosfera marítimas. Para diminuir o processo de corrosão do aço sob a água ou atmosfera marítima, utiliza-se uma percentagem de 0.1 a 0.2% de cobre. Para estruturas aparentes deve-se tomar cuidado, uma vez que na primeira fase de corrosão os produtos resultantes do processo podem manchar outros elementos estruturais.” (destaquei).
Do exposto, tendo demonstrado que o termo adequado para a questão seria estrutura externa ou sujeita a ambientes agressivos, bem como que existem outras opções de tratamento para aços expostos não contemplados pelo texto altamente restritivo da questão, solicitamos a alteração do gabarito de CERTO para ERRADO.

LordBlack
Thu, 16/07/09, 03:29 PM
QUESTÃO 159 - A cabeça do tirante transfere ...
Doutos examinadores, peço que verifiquem com cuidado o texto da questão, nem precisaríamos ir fundo quanto as definições da norma ou literatura para concluirmos que a questão, como posta, está ERRADA, a mesma afirma que a cabeça do tirante transmite a carga que ele (tirante ou cabeça do tirante) suporta para a estrutura a ser ancorada, ora, isto seria o mesmo que dizer que uma sapata isolada, por exemplo, transfere a carga que ela suporta (dos pilares) para a estrutura a ser suportada (o próprio pilar), claro que tanto a sapata, como a cabeça do tirante transmitem a carga que suportam para um elemento de suporte, ou seja, para o solo.
De toda forma, vejamos o que prescreve a norma aplicável ao caso: NBR 5629 – Execução de tirantes ancorados no terreno. ““3.11. Cabeça do tirante. Dispositivo que transfere a carga do tirante à estrutura a ser ancorada, constituído de placas de apoio, cunhas, cones, porcas, etc.” Até aqui a questão está conforme a norma regente, contudo, ela FALHA ao afirmar que a carga transferida é a carga que ele (tirante suporta). Vejamos o que diz a norma acerca da carga na cabeça do tirante: “3.6 Carga aplicada ao tirante. Aquela que, aplicada na cabeça do tirante, é transmitida AO SOLO pelo bulbo de ancoragem.” (destaquei).
Pelo exposto, claro está que o gabarito da questão deve ser modificado, fazendo constar ERRADO, já que ficou demonstrado que a cabeça do tirante transfere a carga da estrutura ancorada para o solo de apoio, não o contrário. Se assim não fosse, a peça não estaria apoiada em coisa alguma, o elemento a ser ancorado estaria flutuando. Ou, em termos mais simples, podemos imaginar um amigo nosso prestes a cair num penhasco, quando agarramos sua mão, ao invés de puxarmos, preferimos devolver seu peso para ele mesmo, ou seja, pulamos no desfiladeiro de mãos dadas. Solicito a esta douta banca, pois, que se digne em alterar o gabarito para ERRADO.

LordBlack
Thu, 16/07/09, 03:30 PM
QUESTÃO 168 - O ensaio de abatimento é utilizado ...
A questão afirma que o ensaio de abatimento é utilizado para se determinar a trabalhabilidade do concreto fresco, contudo, esta afirmativa não medra. Como veremos, não há um ensaio específico que possa determinar esta característica do concreto. Com toda vênia, trago a seguir trechos de artigo técnico de autoria do renomado Prof. Dr. André Luiz Bottolacci Geyer, Escola de Engenharia Civil da Universidade Federal de Goiás –UFG e do Eng. Rodrigo Resende de Sá, Mestre em Engenharia Civil, cujo inteiro teor pode ser consultado por meio do link: http://www.realmixconcreto.com.br/downl ... ternet.pdf (http://www.realmixconcreto.com.br/downloads/Ano2_informativo_internet.pdf), vejamos: “O controle do concreto no estado fresco também não pode depender exclusivamente do Ensaio de Abatimento do Tronco de Cone (Slump Test), pois esta metodologia AVALIA APENAS UM PARÂMETRO DA MISTURA que é a sua consistência. Outras características igualmente responsáveis pela qualidade final do concreto devem ser verificadas no material antes de seu processo de endurecimento, dentre as quais pode-se citar A TRABALHABILIDADE, a coesão, a segregação, a exsudação e o ar incorporado como sendo as mais importantes. “(...) A obtenção de um concreto com trabalhabilidade adequada, AO CONTRÁRIO DO QUE SE IMAGINA, não depende unicamente da quantidade de água utilizada. Nem sempre o acréscimo de água na mistura leva a uma maior trabalhabilidade, podendo, muitas vezes, levar à exsudação, à segregação, OU SIMPLESMENTE, A UM AUMENTO DO ABATIMENTO.”. Até aqui, ficou claro que consistência e trabalhabilidade não se confundem, em que pese sejam características relacionadas, se assim não fosse, o acréscimo de água não poderia, como afirma o professor, levar a uma alteração na consistência do concreto, sem que isto implicasse em alteração quanto a sua trabalhabilidade. Na sequência, o professor esclarece o objeto do “slump test”: “(...) O Ensaio de Abatimento do Tronco de Cone MEDE A CONSISTÊNCIA E A FLUIDEZ do material, permitindo que se controle a uniformidade do concreto. A principal função deste ensaio é fornecer uma metodologia simples e convincente para se controlar a uniformidade da produção do concreto em diferentes betonadas. DESDE QUE, NA DOSAGEM, SE TENHA OBTIDO UM CONCRETO TRABALHÁVEL, a constância do abatimento indicará a uniformidade da trabalhabilidade.”. Portanto, o ensaio de abatimento mede a consistência, a fluidez e fornece uma estimativa quanto à uniformidade da trabalhabilidade, tendo como pressuposto que o concreto tenha sido dosado de forma a se obter um concreto trabalhável, ou seja, o ensaio em referência não mede a trabalhabilidade do concreto, já que ele só é eficaz para concretos trabalháveis.
Aliás, a própria norma de regência nomeia o ensaio como: NBRNM67 (1998) – DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA pelo Abatimento do Tronco de Cone.
Por todo o exposto, claro está que o ensaio do abatimento do tronco de cone não se presta a determinar a trabalhabilidade do concreto fresco, mas somente a sua consistência e fluidez, claro que estes índices estão associados à trabalhabilidade do concreto, mas isto não torna a questão verdadeira. Dessa forma, solicito a esta douta banca que se digne alterar o gabarito para ERRADO.

Beinha
Thu, 16/07/09, 03:47 PM
Pessoal acredito que a melhor opção é a anulação porque tem site de empresa que uso equipamento elétrico como já vimos inclusive com 1,25 vezes a carga mas a norma é silente:

159 – A Utilização de equipamento...
Solicito ANULAÇÃO da questão vez que a NBR 5629 - Execução de tirantes ancorados no terreno, não menciona nada sobre a possibilidade ou não de utilização de equipamento elétrico de protensão apenas diz que deve-se utilizar macaco-bomba hidráulico, mas o motor de acionamento não está claro de elétrico ou a combustão, por exemplo:
“5.7.1.5 Aplicação das cargas
5.7.1.5.1 As cargas devem ser aplicadas através do conjunto manômetro-macaco-bomba hidráulico, com atestado de aferição cuja data seja igual ou inferior a um ano. As forças de tração devem ser coincidentes com a direção
do eixo do tirante.”
Desta forma, não há como fazer um julgamento objetivo da assertiva com base nos normativos técnicos correspondentes e solicito a ANULAÇÃO.

Oi Inside!

Acho que nos conhecemos. Hehe..
Bom, queria saber se você conseguiu essa NBR para baixar, pois não estou encontrando aqui. Também vou recorrer dessa questão, e queria fundamentá-la melhor.

Abcs..
Grata!

Beinha
Thu, 16/07/09, 03:49 PM
QUESTÃO 150
Nem a previsão de recolhimento do imposto de renda da pessoa jurídica, nem a taxa do programa de integração social fazem parte do cálculo do BDI.

Segundo artigo publicado na Revista do TCU (R.TCU, Brasília, v.32, n.88, abr/jun 2001), “o BDI deve conter apenas gastos que contabilmente são classificados como despesas indiretas, quais sejam: administração central, ISS, PIS, COFINS, CPMF, mobilização e desmobilização, despesas financeiras e seguros/ imprevistos. Qualquer outro gasto deve ser incluído analiticamente na planilha orçamentária como custo direto.

Porque o gabarito desta questão é correto?

Oi Concur-study! Tudo bem?

A questão está errada justamente pq o BDI inclui o PIS, programa de integração social.
De acordo com o disposto na questão, isso não estaria incluído no BDI..


Abcs!

concur-study
Thu, 16/07/09, 03:51 PM
Questão de BD INDEVIDAS

O rateio dos custos da administração central faz parte do BDI e corresponde a uma parcela da soma de todos os gastos com a estrutura central da empresa

Dêm uma olhada neste site "http://revista.construcaomercado.com.br/negocios-incorporacao-construcao/95/especial-obras-publicas-como-calcular-o-bdi-139241-1.asp", principalmente nas tabelas, isto ratifca ou confronta o GABARITO PRELIMINAR?

MS
Thu, 16/07/09, 04:04 PM
VAMOS LUTAR........ ESTOU ACHANDO POUCO OS RECURSOS... NÃO DESISTAM ... muitos engenheiros foram mal nesta prova por pensarem como engenheiros e parece queM fez esta prova não era engenheiro ... um tal de copia e cola e muda palavrinhas .... ACREDITEM ... historicamente ocorre UMA REVIRAVOLTA APÓS OS RECURSOS.... TUDO PODE ACONTECER .... VAMOS LUTAR .... E VAMOS PEDIR ALTERAÇÃO DE GABARITO

asterix
Thu, 16/07/09, 06:29 PM
Este link que vc colocou está quebrado. Tem como colocar o link entre aspas ou informar os passos no menu?

Valeu. t+

Segue mais um recurso de AOE:

Questão 131 – Em estruturas aparentes, devem ser obrigatoriamente utilizados aços pintados resistentes à corrosão atmosférica, aços zincados ou aços com revestimento de alumínio-zinco.

O gabarito da questão deveria ser ERRADO, pois não há essa obrigatoriedade, senão vejamos:

ARGUMENTAÇÃO:
A USIMINAS vêm desenvolvendo tecnologias de fabricação de aços estruturais para a construção civil, cujos materiais permitem a utilização desses perfis metálicos sem qualquer revestimento. Aços Patináveis são os aços com as seguintes nomenclaturas:
USI-SAC 300 e USI-SAC 350 COS.AR.COR 400G e COS.AR.COR 500
Normas Técnicas Brasileiras que regulamentam:
NBR-5921-CFR-400 / CFR-500 NBR-5008-CGR-400 / CFR-500

O uso do aço patinável sem revestimento é recomendado em locais em que o material fique submetido a ciclos alternados de umidificação, chuva, orvalho, etc. e secagem, que permitirá a formação da camada de óxidos com característica protetora, denominada pátina.
É recomendável que, frente a atmosfera marinha, o aço patinável seja utilizado revestido por pintura.

Cuidados especiais nas aplicações sem revestimento
Na aplicação do aço patinável, sem revestimento, de forma a permitir a formação de uma pátina uniforme, compacta e aderente, com característica protetora, tornam-se necessários alguns cuidados, quais sejam:
• A carepa de laminação, presente na chapa laminada a quente, deve ser eliminada normalmente até obter-se o padrão 'metal comercial', conforme especificação SIS-SA2 da norma sueca SIS055900-67 equivalente a Norma ISO 8501-1:1988;
• A região em torno das juntas soldadas deve ser limpada adequadamente, com a eliminação, inclusive, dos respingos de solda. Da mesma forma, devem ser totalmente removidos os resíduos de óleo, graxa, argamassa e concreto, marcações com tinta e/ou lápis de cera, entre outros;
• Regiões de possível retenção de água e/ou resíduos sólidos, que não puderem ser eliminadas no projeto, devem ser adequadamente protegidas por pintura;
• As partes não expostas a ação do intemperismo, tais como juntas de expansão, articulações, regiões sobrepostas e frestas, onde há a possibilidade do acúmulo de resíduos sólidos e retenção de umidade, devem ser devidamente protegidas;
• As obras construídas com aço patinável, não revestido, precisam ter um acompanhamento periódico, para se verificar o bom desenvolvimento da camada de óxidos protetora. Caso não ocorra a formação adequada de pátina, a aplicação de uma pintura se tornará necessária.
Fonte: Site da USIMINAS
http://www.usiminas.com/irj/portal/anon ... I3_0_0_0_5 (http://www.usiminas.com/irj/portal/anonymous?NavigationTarget=navext(ROLES://portal_content/usiminas/internet/usiminas/estrutura/roles/br.com.us.e.role.us_e_navegacaopt/br.com.us.e.workset.us_e_navegacao/usiminas|wpcnavigation:///wpccontent/Sites/E_Usiminas/Site%20Navigation/navigation.wpc/~/3/I3_0/II3_0_0/III3_0_0_0/IIII3_0_0_0_5))

Portanto, solicito à banca a mudança do gabarito, de CERTO para ERRADO.

PSL
Thu, 16/07/09, 06:37 PM
Uma idéia:

O Item comete ERRO ao afirmar que o empregador deve PAGAR MENSALMENTE aoS seus empregados a despesa relativa às despesas de transporte, pois a , LEI No 7.418, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1985 , que Institui o Vale-Transporte e dá outras providências não permite tal inferência. Em seu art. 1º especifica que trata-se de uma ANTECIPAÇÃO, não PAGAMENTO. Já o Art. 2º especifíca que “O Vale-Transporte, concedido nas condições e limites definidos, nesta Lei, no que se refere à contribuição do empregador: (Artigo renumerado pela Lei 7.619, de 30.9.1987) a) NÃO tem natureza SALARIAL, nem se incorpora à remuneração para quaisquer efeitos; b) não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço;c) não se configura como rendimento tributável do trabalhador.”, em suma não é PAGAMENTO sob nenhum aspecto. Outro ERRO do item é quando este afrima que “(...) considerando-se o montante excedente a 6% do salário dotrabalhador(...), essa afirmação contratia o contido no Art. 4º que prescreve que “(...) Parágrafo único - O empregador participará dos gastos de deslocamento do trabalhador com a ajuda de custo equivalente à parcela que exceder a 6% (seis por cento) de seu SALÁRIO BÁSICO.” (Sem destaque na lei). O Item, ao não especificar o salário, equipara-o à remuneração, que é o conjunto de tudo que o empregado recebe de seu empregador a título de pagamentos pelos serviços prestados. Por fim, o Art. 8º determina que “Asseguram-se os benefícios desta Lei ao empregador que PROPORCIONAR, POR MEIOS PRÓPRIOS OU CONTRATADOS, em veículos adequados ao transporte coletivo, o deslocamento integral de seus trabalhadores”. Aqui reside mais ERRO do Item quando confrontado com a lei em comento, pois, mesmo considerando como correto os conceitos de pagamento empregados pelo Item, eles estariam em desacordo com o contido no art. 8º, pois se aquele empregador cumprisse as premissas do art. 8º, não estariam obrigados a tais pagamentos mensais. Em face dos argumentos expostos e sistematizados, requeiro à digníssima BANCA que altere o gabarito do Item para ERRADO.


Pessoal pra quem errou essa questão, com relação a questão 147, que fala sobre a obrigação do empregador em cobrir as despesas de transporte, notem na questão que refere-se a 6% do SALÁRIO do trabalhador, é possível que seja alterado o gabarito de CERTO PARA ERRADO, senão vejamos:

O decreto que trata do assunto DECRETO Nº 95.247, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1987, estipula:

Art. 4° Está exonerado da obrigatoriedade do Vale-Transporte o empregador que proporcionar, por meios próprios ou contratados, em veículos adequados ao transporte coletivo, o deslocamento, residência-trabalho e vice-versa, de seus trabalhadores
Art. 9° O Vale-Transporte será custeado: I - pelo beneficiário, na parcela equivalente a 6% (seis por cento) de seu salário básico ou vencimento, excluídos quaisquer adicionais ou vantagens; II - pelo empregador, no que exceder à parcela referida no item anterior.

Vejam que a questão 147 fala em SALÁRIO enquanto a lei fala em SALÁRIO BÁSICO, o que há uma grande diferença, pois o salário é composto de salário básico+horas extras+ gorjetas+gratificações + etc. Portanto, a questão diverge com o disposto na lei.

Vejam também que a questão afirma que o empregador é OBRIGADO a cobrir as despesas. Só que a própria Lei afirma que: Art. 4° Está exonerado da obrigatoriedade do Vale-Transporte o empregador que proporcionar, por meios próprios ou contratados, em veículos adequados ao transporte coletivo, o deslocamento, residência-trabalho e vice-versa, de seus trabalhadores. Ou seja, não se pode afirmar que o empregador é obrigado a cobrir o montante que excede 6% do salário básico se a própria lei afirma que o mesmo é isento dessa obrigatoriedade se o empregador proporcionar o deslocamento por meios próprios da residência-trabalho e vice-versa.

Portanto, é possível que eles alterem o gabarito dessa questão.

climber
Thu, 16/07/09, 06:43 PM
Se vcs já têm base p/ fundamentar esta, desculpem-me.
Mas a questão da velocidade de 0,5 m/s deve ser anulada pq segundo a NBR00195
-pág 06 quadro com velocidades nominais de 0,5 a 0,75 m/s para capacidade de transporte de pessoas (parâmetro de projeto)
-item 10.1.1O ângulo de inclinação a de escadas rolantes não deve exceder 30°, mas para desníveis que não excedam 6 m e velocidade nominal que não exceda 0,50 m/s, permite-se aumentar o ângulo de inclinação para até 35° (ver a na figura 1). ( notem que a inclinação de 35° será adotada desde que a veloc. não exceda 0,50 m/s donde se conclui q ela poderá ser maior, só não poderá utilizar o ângulo de 35°)
-10.1.3 Nos patamares, os degraus da escada rolante devem ser guiados de tal modo que as
arestas frontais dos degraus saindo do pente e as arestas traseiras dos degraus entrando no pente movimentem-se horizontalmente por um comprimento de pelo menos 0,80 m medido a partir do ponto L1 (ver figura 1 e detalhe X). Permite-se, no máximo, uma diferença vertical no
nível entre dois degraus consecutivos de 4 mm. Para velocidades nominais acima de 0,50 m/s ou desníveis acima de 6 m, este comprimento deve ser pelo menos 1,20 m, medido a partir do ponto L1 (ver figura 1 e detalhe X). (nota-se que se permite velocidades acima de 0,50 m/s e que ela influencia nos parâmetros de projeto)
-10.1.4 Para escadas rolantes, os raios de curvatura na transição superior da parte inclinada com a horizontal deve ser:
- pelo menos 1,00 m para velocidades nominais v <= 0,5 m/s;
- pelo menos 1,50 m para velocidades nominais v > 0,5 m/s.
Para escadas rolantes, os raios de curvatura na transição inferior da parte inclinada com a
horizontal, independentemente da velocidade nominal, deve ser pelo menos 1,00 m. (a velocidade tb é parâmetro para o raio de curvatura - parâmetro de projeto)

Vlw pessoal espero ter ajudado

climber
Thu, 16/07/09, 06:47 PM
A questão dos tubos de chumbo em instalações hidráulicas:
NBR 5626/98
4.3.3 Chumbo
4.3.3.1
O chumbo não deve ser utilizado nas instalações prediais de água fria, ressalvado o disposto em 4.3.5.3.
Reparos realizados em instalações existentes devem prevera substituição desse material.

Trecho 4.3.5.3 a que se refere a norma (fala sobre a solda de chumbo em tubulações de cobre)
4.3.5.3
Recomenda-se o uso de solda sem chumbo ou uma orientação ao usuário no início da utilização da instalação predial de água fria.
NOTA - O chumbo, constituinte do material da solda, pode entrar em contato com a água e ser liberado, resultando em concentração acima da permitida pelo padrão de potabilidade. O processo ocorre entre a água parada nos tubos e o material de solda, principalmente na primeira utilização de instalações novas após períodos de contato superiores a 8 h. O fenômeno diminui com o tempo de utilização da instalação. O teor de chumbo varia de acordo com a composição da solda, seu grau de exposição ou contato com a água, sendo mais elevado em águas com pH baixo.
Como não pode se utilizar tubulações de chumbo para água fria, logo não bastam os requisitos da questão para que se possa utilizar em instalações hifraulicas.

Espero q ajude

auditortcu
Thu, 16/07/09, 06:51 PM
PSL, saberia indicar se há alguma norma que trate desse assunto? (estruturas aparentes).
Se sim, poderia dizer o nº da norma?
grato.

RECURSO: "Em estruturas aparentes..."

O item comete ERRO ao aplicar o conceito e estruturas APARENTES em relação a edificações projetadas em aço. O conceito adequado é o de ambiente: interno, externo, fechado ou aberto. De sorte que uma estrutura de aço aparente pode estar em um ambiente: fechado, livre de ações corrosivas; pode estar em um ambiente fechado sob ação de agentes corrosivos, pdoe estar em locoais onde tem-se caldeiras; pode estar em um ambiente aberto, com pouca ação corroziva, entre váriadas outras combinações. Nesse sentido a obra de LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS – ESTRUTURAS DE AÇO – CONCEITOS TÉCNICAS E LINGUAGEM – Editora Zigurate, 5ª ed., 2006, págs. 121-122, esclarece: “(...) Em termos práticos, o combate à corrosão traduz-se na redução do tempo de umidificação ou no impedimento do contato da água com a superfície metálica. Na maioria dos casos, a PARTE INTERNA das edificações da estrutura metálica não sofre os efeitos da corrosão. Nas áreas internas secas e aquecidas (escritórios, hospitais e escolas) praticamente não há corrosão. Mesmo nas áreas sem aquecimento interno, o tempo de umidificação por condensação é tão pequeno que o aço sem permanece inalterado durante a vida da estrutura. (...) Nas partes em que a estrutura metálica é visível, A PINTURA SÓ SE FAZ NECESSÁRIA, só por razões meramente estéticas e decorativas e não para previnir a agressão corrosiva. Somente uma pequena parte de ambientes fechados requer tratamento de proteção contra corrosão: aqueles em que a umidade seja significativa ou nos quais haja o desenvolvimento de processos químicos, tais como cozinhas, áreas de psicinas, laboratórios, áreas de estocagem de corantes, etc. Nesses casos e sem dúvida nos de estruturas EXTERNAS sujeitas à umidade pela exposição ao tempo, ALGUMA forma de proteção por pintura será necessária para evitar o contato da água e do oxigênio com a superfície metálica, como ALTERNATIVA à utilização de aços resistentes à corrosão atmosférica(...)”. (Sem destaques no original). Pela análise sistemáticas dos argumentos apresentados concluí-se pela não OBRIGATORIEDADE da pintura de estrutura aparentes de aço, implicando necessário ERRO do item. Outro ERRO do item é CONDICIONAR a pintura àqueles aços “resistentes à corrosão atmosférica,aços zincados ou aços com revestimento de alumínio-zinco”, que, conforme preconizado por LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS, a pintura seria uma alternativa ao emprego daqueles aços resistentes. Em face do exposto, requeiro à digníssima BANCA que altere o gabarito do Item para ERRADO.

A questão 131 'Em estruturas aparentes,... ' a palavra obrigatoriamente não está bem empregada. Os aços patináveis não necessitam de nenhum revestimento protetor, quando em ambientes não muito agressivos.

Pesquisem aí sobre os aços patináveis

O gabarito então é 'ERRADO' e não CERTO como está no gabarito.

mennas
Thu, 16/07/09, 06:52 PM
A questão 133, 'As ações consideradas no projeto estrutural devem ser definidas pelo projetista e contemplar, necessariamente, as forças devidas ao vento', a meu ver também está equivocada. O vento deve ser sim levado em consideração sempre, pelo menos em uma etapa inicial, podendo, depois ser desconsiderá-lo, se chegar a conclusão de que sua importância não é significativa (no caso estudado). A nova norma de concreto exige a verificação do vento.

Estou elaborando um recurso

De acordo com o item 4.7 da NBR 8800:2008 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, na análise estrutural deve ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a estrutura, levando-se em conta os estados-limites últimos e de serviço. Além disso, conforme Bellei (2000), a ação do vento nas estruturas metálicas é uma das mais importantes a considerar, não podendo ser negligenciada, sob o risco de colocar a estrutura em colapso. Sendo assim, este a afirmativa é verdadeira. Caso seja provado que o efeito do vento não é significativo, isto já demonstra que ele foi contemplado, mas desprezado para efeito de cálculo.

Bellei, I.H., Edifícios Industriais em Aço – Projeto e cálculo, São Paulo, 3ª Edição, Pini, 2000 (p.86).
ABNT NBR 8800 - Projeto de Estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, 2008.

Muito bom!!! Um dos maiores limitantes para elaborar os recursos é ter bibliografias conceituadas... Muito obrigado pela colaboração!

Eu concordo com o gabarito do cespe pq nao NECESSARIAMENTE se deve considerar a açao do vento. Se a açao do vento for desprezivel, vc nao considera no calculo e ponto. O fato de verificar antes se a açao é desprezivel ou nao, nao quer dizer que seja uma consideracao de calculo..... se o projetista contempla as acoes devidas ao vento, ele vai dimensionar para que a estrutura resista àquela parcela de vento, logicamente, se ela for relevante. Se ela nao é relevante, nao tem pq considera-la....

Galera, sem querer ser estraga prazer, mas na questão do vento existe um pequeno detalhe de interpretação. Quando vocês falam que mesmo que o projetista não considere a ação do vento, ele esteja levando em consideração a existência deste, a assertiva fala em NECESSARIAMENTE EM CONTEMPLAR, que é outra coisa. Existe uma diferença em considerar e contemplar....Acredito que contemplar, esteja no sentido de fazer parte do projeto, e no caso, não são todos os projetos que necessitam este tipo de estudo.
Mas, eu errei tb...

mennas
Thu, 16/07/09, 06:54 PM
Galera, sem querer ser estraga prazer, mas na questão do vento existe um pequeno detalhe de interpretação. Quando vocês falam que mesmo que o projetista não considere a ação do vento, ele esteja levando em consideração a existência deste, a assertiva fala em NECESSARIAMENTE EM CONTEMPLAR, que é outra coisa. Existe uma diferença em considerar e contemplar....Acredito que contemplar, esteja no sentido de fazer parte do projeto, e no caso, não são todos os projetos que necessitam este tipo de estudo.
Mas, eu errei tb...

LostHighway
Thu, 16/07/09, 07:00 PM
É possível fazer recurso para defender o gabarito?

PSL
Thu, 16/07/09, 07:00 PM
Ficarei devendo essa!!

Contudo localizei esse link http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/ ... id_pag=161 (http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php?id_pag=161) que trata especificamente sobre "estruturas metálicas", creio que possa ajudar a dar um outro foco à questão

abrçs

PSL, saberia indicar se há alguma norma que trate desse assunto? (estruturas aparentes).
Se sim, poderia dizer o nº da norma?
grato.

RECURSO: "Em estruturas aparentes..."

O item comete ERRO ao aplicar o conceito e estruturas APARENTES em relação a edificações projetadas em aço. O conceito adequado é o de ambiente: interno, externo, fechado ou aberto. De sorte que uma estrutura de aço aparente pode estar em um ambiente: fechado, livre de ações corrosivas; pode estar em um ambiente fechado sob ação de agentes corrosivos, pdoe estar em locoais onde tem-se caldeiras; pode estar em um ambiente aberto, com pouca ação corroziva, entre váriadas outras combinações. Nesse sentido a obra de LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS – ESTRUTURAS DE AÇO – CONCEITOS TÉCNICAS E LINGUAGEM – Editora Zigurate, 5ª ed., 2006, págs. 121-122, esclarece: “(...) Em termos práticos, o combate à corrosão traduz-se na redução do tempo de umidificação ou no impedimento do contato da água com a superfície metálica. Na maioria dos casos, a PARTE INTERNA das edificações da estrutura metálica não sofre os efeitos da corrosão. Nas áreas internas secas e aquecidas (escritórios, hospitais e escolas) praticamente não há corrosão. Mesmo nas áreas sem aquecimento interno, o tempo de umidificação por condensação é tão pequeno que o aço sem permanece inalterado durante a vida da estrutura. (...) Nas partes em que a estrutura metálica é visível, A PINTURA SÓ SE FAZ NECESSÁRIA, só por razões meramente estéticas e decorativas e não para previnir a agressão corrosiva. Somente uma pequena parte de ambientes fechados requer tratamento de proteção contra corrosão: aqueles em que a umidade seja significativa ou nos quais haja o desenvolvimento de processos químicos, tais como cozinhas, áreas de psicinas, laboratórios, áreas de estocagem de corantes, etc. Nesses casos e sem dúvida nos de estruturas EXTERNAS sujeitas à umidade pela exposição ao tempo, ALGUMA forma de proteção por pintura será necessária para evitar o contato da água e do oxigênio com a superfície metálica, como ALTERNATIVA à utilização de aços resistentes à corrosão atmosférica(...)”. (Sem destaques no original). Pela análise sistemáticas dos argumentos apresentados concluí-se pela não OBRIGATORIEDADE da pintura de estrutura aparentes de aço, implicando necessário ERRO do item. Outro ERRO do item é CONDICIONAR a pintura àqueles aços “resistentes à corrosão atmosférica,aços zincados ou aços com revestimento de alumínio-zinco”, que, conforme preconizado por LUÍS ANDRADE MATTOS DIAS, a pintura seria uma alternativa ao emprego daqueles aços resistentes. Em face do exposto, requeiro à digníssima BANCA que altere o gabarito do Item para ERRADO.

A questão 131 'Em estruturas aparentes,... ' a palavra obrigatoriamente não está bem empregada. Os aços patináveis não necessitam de nenhum revestimento protetor, quando em ambientes não muito agressivos.

Pesquisem aí sobre os aços patináveis

O gabarito então é 'ERRADO' e não CERTO como está no gabarito.

LordBlack
Thu, 16/07/09, 07:05 PM
Pessoal,

Alguém tem acesso a esta norma: NBR 13714 - Hidrantes e Mangotinhos, pelo que verifiquei ela relaciona um fator C da fórmula de Hazen Willians para cada tipo de tubo, entre eles, inclui FERRO FUNDIDO OU DÚCTIL SEM REVESTIMENTO INTERNO, acho que é uma saída para alterar o gabarito da questão relativa a esta matéria.

Vamos lá, pessoal, não desanimemos...

Abraço

LordBlack
Thu, 16/07/09, 07:09 PM
Alguém sabe me dizer como consigo ter acesso às normas da ABNT, sem ter que pagar por elas?

Grato

mennas
Thu, 16/07/09, 07:21 PM
eu tenho esta norma de hidrantes....vou dar uma olhada!!!

DeboraMPC
Thu, 16/07/09, 07:26 PM
Alguém sabe me dizer como consigo ter acesso às normas da ABNT, sem ter que pagar por elas?

Grato

tem algumas no 4shared.com.....mas cuidado que mts estao desatualizadas. Para ver se estao em vigor, vá em: http://www.abntnet.com.br/ecommerce/default.aspx

esse negocio de pagar por norma é tenso...

DeboraMPC
Thu, 16/07/09, 07:28 PM
Pessoal,
qual o erro naquela questao "todas as empresas estao obrigadas a depositar, em conta bancaria....."????

Encontrei essa Lei 8036/1990 que diz o seguinte:
Art. 15. Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965.

Será que está no 13 salario?

mennas
Thu, 16/07/09, 07:30 PM
Aí LB...segue o trecho da nota. Acho que com isso, conseguimos alguma coisa.

"...b) Hazen Williams
J = 605 x Q1,85 x C-1,85 x d-4,87 x 105
onde:
J é a perda de carga por atrito, em quilopascals por metro;
Q é a vazão, em litros por minuto;
C é o fator de Hazen Williams (ver tabela 3);
d é o diâmetro interno do tubo, em milímetros.

Tabela 3 - Fator “C” de Hazen Willians
Tipo de tubo Fator “C”
Ferro fundido ou dúctil sem revestimento interno 100
Aço preto (sistema de tubo seco) 100
Aço preto (sistema de tubo molhado) 120
Galvanizado 120
Plástico 150
Ferro fundido ou dúctil com revestimento
interno de cimento 140
Cobre 150
NOTA - Os valores do fator “C” de Hazen Willians são válidos para tubos novos."

Diego Prandino
Thu, 16/07/09, 08:00 PM
B U R R O PRA C A R A L.... Cara... nem me liguei que PIS e programa de integração social eram a mesma coisa.... Questão perdida de graça!

T F B S
Thu, 16/07/09, 08:30 PM
E nada do bendito tubo de 5 MPa ?

TCU Concurseiro
Thu, 16/07/09, 08:52 PM
Caros amigos,

O colega "NBR ISO 9001:2000" enviou o seguinte recurso por meio do e-mail tcuobras2009@yahoo.com.br

"A questão 139 está CORRETA. Quatro princípios básicos são aplicados na utilização de unidades fan-coil em sistemas de aquecimento de ar ou sistemas convencionais de ar condicionado: 1. Controle de temperatura; 2. Controle de umidade relativa; 3. Movimentação do ar; 4. Filtragem e renovação do ar ambiente. A dinâmica do funcionamento das unidades fan-coil é a mesma, seja em sistemas de aquecimento ou resfriamento de ar: movimentação de ar por convecção forçada no ambiente, filtrando o fluxo de ar e introduzindo ar externo para renovação. Tipos e modos de instalação: do piso ao teto, vários tipos de gabinetes e configurações estão disponíveis no mercado. Unidades horizontais de teto PODEM SER MONTADAS COM DUTOS NA SAÍDA DE AR, atendendo um ou mais ambientes (uma unidade simples pode atender algumas salas em um apartamento onde o controle por ambiente não é essencial. Seleção: Alguns fabricantes dimensionam o fan-coil pela carga total à média velocidade de insulamento de ar. Este método permite funcionamento silencioso e aumento da velocidade do ar. Manutenção: Unidades fan-coil são equipadas com filtros laváveis e removíveis que devem ser limpos ou trocados quando apresentarem acúmulo de sujeira. Uma boa manutenção nos filtros garante higiene no ambiente e fluxo de ar satisfatório, possibilitando ao fan-coil desenvolver total capacidade de resfriamento. Distribuição de água: Água resfriada ou aquecida é bombeada aos fan-coils. O arranjo da tubulação determina a quantidade e desempenho, facilidade de operação e o custo inicial do projeto. No sítio da Internet http://www.trocalor.com.br/pdf/fancoil-modulado-tfc.pdf ensina que o instalador deve estar familiarizado com o equipamento e uma verificação preliminar deve ser feita antes do início da instalação, incluindo : a) Espaço requerido e folgas necessárias, b) Resistência estrutural, c) Conexões da serpentina, d) Conexão do dreno de água condensada, e) Suprimento de energia e instalação elétrica, f) CONEXÕES COM OS DUTOS DE AR, g) Nivelamento. Na página 14 deste documento enumera: 2. DUTOS, A escolha da localização das bocas de insuflamento e retorno deve ser cuidadosa, para haver uma distribuição homogênea do ar em todo o ambiente condicionado, evitando zonas de estagnação. OS DUTOS PODEM SER FEITOS DE CHAPA DE AÇO GALVANIZADA (nas bitolas recomendadas pela ABNT, para evitar vibrações e propagação de ruídos), tipo pré-fabricados em chapas metálicas ou painéis de fibra de vidro préfabricados com revestimento externo em alumínio. Certifique-se de que não haja vazamento de ar pelos DUTOS. A ligação dos DUTOS COM O FAN-COIL DEVE SER FEITA COM CONEXÃO FLEXÍVEL DE LONA OU CURVIM (nota-se que neste caso não está se referindo à tubulação de água gelada). O isolamento térmico, quando necessário, deverá ser feito com placas de material adequado e em espessura de acordo com os seus coeficientes térmicos, aplicadas com frio asfalto ou cola apropriada. Os cantos devem ser protegidos com cantoneiras de chapa galvanizada, fixadas com parafusos auto-atarrachantes ou cintas plásticas. As junções das placas deverão ser calafetadas com o mesmo material utilizado para a sua fixação. Todos os ramais deverão ter “spliters” ou “dampers”, para regulagem da vazão de ar. E as curvas deverão ter veias deflectoras. Os dispositivos de fixação e sustentação não deverão permitir vibrações nem flexões da rede de DUTOS, sendo executados em ferro chato ou ferro cantoneira, com pintura anti-corrosiva. O Fan-coil convém ser provido de tomada de ar externo, devendo ser regulada para proporcionar a renovação de ar adequada a cada tipo de instalação. Para reduzir a propagação do ruído, é recomendado isolar internamente os primeiros 2 metros de DUTO. Portanto está perfeita a questão quando afirma “Os sistema de ventilação par condicionamento de ar tipo fan-coil PODE atender uma grande quantidade de ambientes, sendo o ar insuflado e(ou) exaurido através de um conjunto complexo de dutos interligados ou ramificados”. É exatamente da forma descrita que as instalações são executadas quando se deseja atender a “uma grade quantidades de ambientes, como descrito na questão. Conforme exposto o sistema de condicionamento de ar descrito PODE atender uma grande quantidade de ambientes e neste caso, se usado apenas um fan-coil, necessariamente deverá ser dutado tanto a insuflação, quanto a exaustão, que em conformidade com a questão nº 139 pode ser considerado um conjunto complexo de dutos interligados ou ramificados. Ainda no sítio Internet http://www.isolite.com.br/folder_isolite.pdf , pode ser visto ligação típica de fan-coil. Instalação de bombas e tubos para sucção e descarga de tanques. Na página 5, mostra diversos tipos de dutos que poderão ser utilizados tanto para insuflação,quanto para exaustão. Também no sítio http://www.ardutos.com.br/site/internas/servicos.swf no que tange a instalação com fan-coil, tipos e modos de instalação, afirma: do piso ao teto, vários tipos de gabinetes e configurações estão disponíveis no mercado. Unidades horizontais de teto também podem ser montados com DUTOS NA SAÍDA DE AR, atendendo um ou mais ambientes (uma unidade pode atender algumas salas em um apartamento onde o controle por ambiente não é essencial). Requeiro a alteração do gabarito da questão nº 139 por estar CORRETA."

Beinha
Thu, 16/07/09, 11:13 PM
Pessoal,

Alguém tem acesso a esta norma: NBR 13714 - Hidrantes e Mangotinhos, pelo que verifiquei ela relaciona um fator C da fórmula de Hazen Willians para cada tipo de tubo, entre eles, inclui FERRO FUNDIDO OU DÚCTIL SEM REVESTIMENTO INTERNO, acho que é uma saída para alterar o gabarito da questão relativa a esta matéria.

Vamos lá, pessoal, não desanimemos...

Abraço


Um professor me sugeriu procurar na NBR 6943.

Alguém tem um link para acesso?

Grata!

Beinha
Thu, 16/07/09, 11:17 PM
Pessoal,
qual o erro naquela questao "todas as empresas estao obrigadas a depositar, em conta bancaria....."????

Encontrei essa Lei 8036/1990 que diz o seguinte:
Art. 15. Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965.

Será que está no 13 salario?

O problema é que a questão fala "da remuneração básica", e a lei fala m "remuneração paga ou devida". Tem diferença, no Direito do Trabalho, entre remuneração básica e remuneração.
Até vou ver se amanhã monto recurso alegando que o conhecimento para determinar que a questão estava incorreta baseou-se em conceitos eminentemente de Direito do Trabalho e alegarei fuga ao Edital.. vamos ver se cola né?

O que acham?? Mais alguém errou essa e tem algum fundamento?

Abcs!

Baiano40
Thu, 16/07/09, 11:17 PM
Gostaria de abordar um ponto não abordado na questão 131 - As ações consideradas no projeto estrutural....
Podemos considerar as pontes como um projeto estrutural. Nesse projeto, as forças devidas ao vento devem sempre serem contempladas, não exatamente pela sua intensidade e sim por sua frequência, pois por menor que seja o vento, se a sua frequência for a mesma ou um múltiplo da frequência de ressonância da estrutura da ponte, a mesma entrará em colapso e será destruída. Foi o que aconteceu com a ponte de Tacoma em 1940 nos EUA. Não sei se temos alguma norma que cite esse problema da ressonancia em pontes causada pelos ventos.

Beinha
Thu, 16/07/09, 11:20 PM
eu tenho esta norma de hidrantes....vou dar uma olhada!!!

Oi Mennas! Te mandei uma mp... queria saber se vc conseguiu essa norma.. Se tiver como mandar para mim, adoraria!
Grata!!

TCU Concurseiro
Fri, 17/07/09, 12:37 AM
Mais outra pessoa solicitou por meio do tcuobras2009@yahoo.com.br que enviasse seus recursos para o fórum.

"Oi pessoal, infelizmente minha conta ainda não foi ativada e eu gostaria de compartilhar algumas informações para possíveis recursos nas questões abaixo, agradeceria se pudessem postá-los pra mim.

Questão 140 – Os sistemas de ventilação... fan coil

“Unidades horizontais de teto também podem ser montados com dutos nas saídas de ar, atendendo um ou mais ambientes.”

http://www.ardutos.com.br/site/internas/servicos.swf

Descrição de um caso de sucesso realizado pela Max Ar Condicionado no Shopping Santana Park. Foram utilizados dois Fan Coils conectados a uma rede de dutos. Como se trata de um shopping a rede de dutos atende uma grande quantidade de ambientes, sendo o ar insuflado através de um conjunto complexo de dutos interligados ou ramificados.

http://www.maxarcondicionado.com.br/cas ... ncoil.html (http://www.maxarcondicionado.com.br/caso-ar-condicionado-fancoil.html)

“O Fancoil da linha Acqua utiliza tecnologia de climatização flexível, podendo atender vários ambientes simultâneos, separados ou conectados, com vazão de ar de 5.000 a 36.000 m³/h.”

http://www.nei.com.br/lancamentos/lanca ... px?i=14905 (http://www.nei.com.br/lancamentos/lancamento.aspx?i=14905)

Percebe-se que sistemas do tipo fan-coil podem atender grandes quantidades de ambientes, sendo o ar insuflado por um conjunto complexo de dutos interligados. O gabarito deve ser alterado de ERRADO para CERTO.


Questão 142 – Em instalações industriais...

Norma ABNT NBR 5410/2004

6.2.3.8.1 Em instalações de estabelecimentos industriais podem ser utilizados condutores de alumínio, desde

que, simultaneamente:

a) a seção nominal dos condutores seja igual ou superior a 16 mm2,

b) a instalação seja alimentada diretamente por subestação de transformação ou transformador, a partir de uma rede de alta tensão, ou possua fonte própria, e

c) a instalação e a manutenção sejam realizadas por pessoas qualificadas (BA5, tabela 18).

Na questão está presente apenas o primeiro requisito para utilização de condutores de alumínio, logo o gabarito deve ser modificado de CERTO para ERRADO.


Questão 150 – As despesas de comercialização...

Margem – a rigor, a margem complementa a formação do Preço de Venda, sem que possa ser considerada como item de custo, ela é, na verdade, uma parcela destinada a remunerar os fatores da produção do Executor que intervêm na obra, tais como: custo de oportunidade do capital aplicado nos equipamentos mobilizados na obra; capacidade administrativa e gerencial para a administração do contrato e a condução da obra, representada pelas estruturas organizacionais da empresa e pelo conjunto de normas e procedimentos de que se utiliza; conhecimento tecnológico adquirido através de experiências pregressas e pelo investimento em formação, treinamento de pessoal e compra de “know how” e, finalmente, o risco do negócio. A margem é, assim, um excedente sobre o custo orçado, através do qual o Executor buscará realizar seu Lucro, bem como prover recursos para pagamento de impostos sobre o resultado. No presente manual partiu-se de uma taxa de lucro definida no valor de 5,00% de PV, e acrescentandose os valores referentes ao IRPJ e CSLL chegou-se ao valor da Margem.


Benefício ou Bonificação

O chamado Benefício ou Bonificação não é Lucro Líquido como vem sendo interpretado por muitos. Poderia, a grosso modo, equivaler ao Lucro Bruto, e nele estão contidos todos os demais custos que não integraram os Custos Diretos e Indiretos. Se há algum custo é preciso estar alocado em algum lugar do orçamento, caso contrário vai para o "B". Essa é a omissão que freqüentemente se costuma cometer.

Esses "demais" custos são, principalmente, as despesas de comercialização, que não foram alocadas em nenhum outro lugar, tais como compra de edital, preparação das propostas técnicas, documentos de cartórios, cópias autenticadas, procurações, despesas de viagem e visitas técnicas, ART do Crea, seguros de participação em licitações e garantia de obras, assessorias técnica e jurídica especializadas, eventuais recursos e mandados de segurança, não só para a obra específica objeto de licitação como também de todas as demais licitações da empresa no período. Inclui ainda reservas de contingências para eventuais prejuízos por furtos em obra, assaltos, danos materiais não segurados, chuvas atípicas prolongadas ou calamidades.

http://www.piniweb.com.br/construcao/no ... 9529-1.asp (http://www.piniweb.com.br/construcao/noticias/reformar-o-bdi-79529-1.asp)

Verifica-se pelas explicações acima que as despesas de comercialização não são consideradas despesas indiretas, e não incidem no cálculo do BDI. Elas estão dentro da bonificação e são retiradas do lucro presumido (bonificação). O gabarito deve ser modificado de ERRADO para CERTO.

Muito obrigado, Gluck."

alexsaboya
Fri, 17/07/09, 12:44 AM
Pessoal, segue mais um recurso que preparei:

Questão 165 – Entre as características de resistência mecânica dos produtos empregados em áreas de caldeiras destaca-se a de resistência ao choque térmico.

O gabarito da questão deveria ser CERTO, senão vejamos:
ARGUMENTAÇÃO:
Conforme o manual de características técnicas dos revestimentos cerâmicos da CERÂMICA ELIZABETH, disponível em:
http://www.ceramicaelizabeth.com.br/pdf ... cnicas.pdf (http://www.ceramicaelizabeth.com.br/pdf/caracteristicas_tecnicas.pdf) , temos:

“CERTIFICAÇÃO DE PLACAS CERÂMICAS
A norma utilizada para a especificação de placas cerâmicas é a Norma NBR ISO 13.818/1997. Esta norma teve como origem o grupo de normas européias e determinam os requisitos para Certificação de Placas Cerâmicas. O CCB CENTRO CERÂMICO DO BRASIL é o órgão certificador das unidades da Cerâmica Elizabeth. A Marca de Conformidade estampada nas embalagens do produto asseguram a sua qualidade.
(...)
RESISTÊNCIA AO CHOQUE TÉRMICO
O termo choque térmico refere-se à tensão que o corpo sofre quando submetido a bruscas variações de temperaturas, tais como quando o piso ou azulejo, intencionalmente ou não, entra em contato com material quente ou frio (exemplos: líquidos ferventes, vapores quentes usados para limpeza, mudanças de temperaturas inesperadas,...). Os locais onde podem ocorrer com maior freqüência são as fachadas de edifícios e de residências, em banheiros e saunas.

DILATAÇÃO TÉRMICA
Pode ser definida como a variação dimensional apresentada por todos os materiais, como resultado de uma variação de temperatura. É reversível e deve-se ter em conta esta característica, quando o assentamento for em lareiras, ao redor de churrasqueira, fogões, fachadas, etc. É importante controlar o coeficiente de expansão térmica da peça cerâmica, a fim de se manter uma relação com os outros materiais da construção civil.”

Complementando, o sítio http://pt.wikipedia.org/wiki/Tens%C3%A3o_mec%C3%A2nica ,
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre, traz a seguinte definição:
Tensão mecânica:
Em física e engenharia, se denomina tensão mecânica ao valor da distribuição de forças por unidade de área em torno de um ponto material dentro de um corpo material ou meio contínuo.

Como pode ser observado, resistência ao choque térmico é a “resistência às tensões que o corpo sofre quando submetido a bruscas variações de temperaturas”.

É um esforço mecânico, pois TENSÕES SÃO ESFORÇOS MECÂNICOS produzidos pela variação brusca da temperatura em um determinado corpo, diferentemente de “DILATAÇÃO TÉRMICA” que é uma característica térmica da cerâmica (de variação dimensional ocasionada pela variação de temperatura).

Portanto, solicito à banca a mudança do gabarito, de ERRADO para CERTO.


Com esse recurso já são 9 bem fundamentados (à exceção do 5MPa - *&^%&^#@^^*((^#$%!@).

INSIDE-TCU
Fri, 17/07/09, 01:11 AM
E nada do bendito tubo de 5 MPa ?

164 – Os tubos de PVC devem resistir a pressão ...
A questão está em desacordo com as normas brasileiras NBR 5648 e NBR 5626. A pressão estática máxima seria 500 kPa ou 0,5 MPa.

Conforme especificações da NBR 5648 - Sistemas prediais de água fria - Tubos e conexões de PVC 6,3, PN 750 kPa, com junta soldável – Requisitos.
Esta norma “fixa condições exigíveis para tubos e conexões de PVC 6,3, com juntas soldáveis, a serem empregados na execução de sistemas prediais de água fria, com pressão de serviço de 750 kPa à temperatura de 20 graus Celsius, sendo 500 kPa de pressão estática disponível máxima e 250 kPa de sobrepressão máxima.”

Além disso a NBR 5626 - Instalação predial de água fria. Determina que:
“5.3.5.3 Em condições estáticas (sem escoamento), a pressão da água em qualquer ponto de utilização da rede predial de distribuição não deve ser superior a 400 kPa.”
Desta forma, solicito alteração do gabarito de certa para ERRADA por estar incompatível com as normas NBR 5626 e 5648.

TCU Concurseiro
Fri, 17/07/09, 01:16 AM
"Estou sem acesso ao forum. Vc poderia disponibilizar os recursos que elaborei abaixo? Muito obrigado e boa sorte no resultado final.

QUESTÃO 148 – Marquei C – Gabarito Preliminar E

Solicito a INVERSÃO do gabarito preliminar para “Correto” com fundamento no artigo 15 da Lei 8036/1990: “Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965.” O fato da questão utilizar o termo “remuneração básica” não invalida a questão, pois não se está afirmando que a importância de oito por cento não incide sobre o restante da remuneração, paga ou devida.



QUESTÃO 151 – Marquei C – Gabarito Preliminar E

Solicito a INVERSÃO do gabarito preliminar para “Correto” devido à utilização indevida do vocábulo “taxa” para denominar o PIS. O Programa de Integração Social é uma CONTRIBUIÇÃO SOCIAL de natureza tributária, devida pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego e do abono para os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos. Por sua vez, na legislação tributária brasileira, TAXA é um tributo em que "a contraprestação de serviços públicos ou de benefícios feitos, postos à disposição ou custeados pelo Estado, em favor de quem paga ou por este provocado" (definição de Aliomar Baleeiro, amplamente utilizada nos circuitos jurídicos). Ou seja, é uma quantia obrigatória em dinheiro paga em troca de algum serviço público fundamental (ou para o exercício do poder de polícia), oferecido diretamente pelo estado. Caso esta banca examinadora entenda que a questão apresenta ambigüidade, solicito, ao menos, que a mesma seja anulada. Entretanto, mantenho o entendimento de que o mais justo seria a inversão do gabarito para “Correto”."

Fonte: tcuobras2009@yahoo.com.br

O Vencedor
Fri, 17/07/09, 01:27 AM
Pessoal, em relação à Q. 165 Entre as caracteristicas de resistencia mecanica...

Parece que as NBR's 13818 e 6220 são relacionadas. Não estou conseguindo encontrá-las no 4Shared, alguém tem essas normas?

O Vencedor
Fri, 17/07/09, 01:30 AM
Blza! Agora seria interessante tentar acrescentar alguma norma embasando isso.

Pessoal, segue mais um recurso que preparei:

Questão 165 – Entre as características de resistência mecânica dos produtos empregados em áreas de caldeiras destaca-se a de resistência ao choque térmico.

O gabarito da questão deveria ser CERTO, senão vejamos:
ARGUMENTAÇÃO:
Conforme o manual de características técnicas dos revestimentos cerâmicos da CERÂMICA ELIZABETH, disponível em:
http://www.ceramicaelizabeth.com.br/pdf ... cnicas.pdf (http://www.ceramicaelizabeth.com.br/pdf/caracteristicas_tecnicas.pdf) , temos:

“CERTIFICAÇÃO DE PLACAS CERÂMICAS
A norma utilizada para a especificação de placas cerâmicas é a Norma NBR ISO 13.818/1997. Esta norma teve como origem o grupo de normas européias e determinam os requisitos para Certificação de Placas Cerâmicas. O CCB CENTRO CERÂMICO DO BRASIL é o órgão certificador das unidades da Cerâmica Elizabeth. A Marca de Conformidade estampada nas embalagens do produto asseguram a sua qualidade.
(...)
RESISTÊNCIA AO CHOQUE TÉRMICO
O termo choque térmico refere-se à tensão que o corpo sofre quando submetido a bruscas variações de temperaturas, tais como quando o piso ou azulejo, intencionalmente ou não, entra em contato com material quente ou frio (exemplos: líquidos ferventes, vapores quentes usados para limpeza, mudanças de temperaturas inesperadas,...). Os locais onde podem ocorrer com maior freqüência são as fachadas de edifícios e de residências, em banheiros e saunas.

DILATAÇÃO TÉRMICA
Pode ser definida como a variação dimensional apresentada por todos os materiais, como resultado de uma variação de temperatura. É reversível e deve-se ter em conta esta característica, quando o assentamento for em lareiras, ao redor de churrasqueira, fogões, fachadas, etc. É importante controlar o coeficiente de expansão térmica da peça cerâmica, a fim de se manter uma relação com os outros materiais da construção civil.”

Complementando, o sítio http://pt.wikipedia.org/wiki/Tens%C3%A3o_mec%C3%A2nica ,
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre, traz a seguinte definição:
Tensão mecânica:
Em física e engenharia, se denomina tensão mecânica ao valor da distribuição de forças por unidade de área em torno de um ponto material dentro de um corpo material ou meio contínuo.

Como pode ser observado, resistência ao choque térmico é a “resistência às tensões que o corpo sofre quando submetido a bruscas variações de temperaturas”.

É um esforço mecânico, pois TENSÕES SÃO ESFORÇOS MECÂNICOS produzidos pela variação brusca da temperatura em um determinado corpo, diferentemente de “DILATAÇÃO TÉRMICA” que é uma característica térmica da cerâmica (de variação dimensional ocasionada pela variação de temperatura).

Portanto, solicito à banca a mudança do gabarito, de ERRADO para CERTO.


Com esse recurso já são 9 bem fundamentados (à exceção do 5MPa - *&^%&^#@^^*((^#$%!@).

LordBlack
Fri, 17/07/09, 10:35 AM
QUESTÃO 164 - Os tubos e conexões de ferro fundido ...
Prezados examinadores, o gabarito da questão em tela merece reparo, veja que seu texto, interpretado sob a luz do gabarito preliminar, indica que todos os tubos e conexões de ferro fundido utilizados em instalações hidráulicas prediais (incluindo água de abastecimento, água de chuva e de incêndio) obrigatoriamente devem receber revestimento interno. Porém esta não é a interpretação que se extrai da NBR 13714, pois a mesma, ao estabelecer o fator “C” usado no cálculo de perda de cargo por atrito sobre a equação de Hazen Williams, inclui um fator específico para ferro fundido SEM REVESTIMENTO. A seguir um trecho da norma: "(...) b) Hazen Williams. J = 605 x Q1,85 x C-1,85 x d-4,87 x 105 onde: J é a perda de carga por atrito, em quilopascals por metro; Q é a vazão, em litros por minuto; C é o fator de Hazen Williams (ver tabela 3); d é o diâmetro interno do tubo, em milímetros. Tabela 3 - Fator “C” de Hazen Willians. Tipo de tubo Fator “C”: FERRO FUNDIDO OU DÚCTIL SEM REVESTIMENTO INTERNO 100; Aço preto (sistema de tubo seco) 100; Aço preto (sistema de tubo molhado) 120; Galvanizado 120 Plástico 150; FERRO FUNDIDO OU DÚCTIL COM REVESTIMENTO INTERNO DE CIMENTO 140; Cobre 150. NOTA - Os valores do fator “C” de Hazen Willians SÃO VÁLIDOS PARA TUBOS NOVOS."(destaquei).
Como demonstrado, a NBR 13714 admite a utilização em instalações hidráulicas prediais tubos e conexões de ferro fundido também SEM REVESTIMENTO, de forma que a proposição em debate é incorreta.
Pelo exposto, solicito a esta douta banca que se digne alterar o gabarito da questão para ERRADO.

LordBlack
Fri, 17/07/09, 10:58 AM
QUESTÃO 149 - Todas as empresas estão obrigadas ...
Vejamos, inicialmente, o que dispõe o artigo 15 da Lei n.º 8.036/1990: “Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965.”
Ao que tudo indica, essa douta banca considerou errada a assertiva proposta na questão em tela porque a questão fala em REMUNERAÇÃO BÁSICA e o texto da lei em REMUNERAÇÃO PAGA OU DEVIDA. Acontece, prezados revisores, que a remuneração básica está incluída dentro do conceito de remuneração paga ou devida, ou seja, de fato, como estabeleceu a questão, “todas as empresas estão obrigadas a depositar (...) o equivalente a 8% da remuneração básica de cada um deles (...)”.
Ou, por estarem obrigadas a depositar quantia correspondente a 8% da maior remuneração, ficariam dispensadas de depositar o equivalente à remuneração menor? Claro que se devem depositar o todo, a parte também deverá ser depositada.
Pois bem, o texto como trazido não pode ser considerado incorreto, pelo contrário, ele se adéqua, logicamente, ao texto da lei, por esta razão, solicito a essa douta banca que se digne alterar o gabarito da questão para CERTO.

LordBlack
Fri, 17/07/09, 11:06 AM
QUESTÃO 151 - Nem a previsão de recolhimento do imposto de renda ...
Prezados revisores, com todo respeito que merece essa banca, o gabarito da questão precisa ser alterado, veja que o texto proposto fala em taxa do programa de integração social, como taxa não se confunde com contribuição, segundo a legislação tributária, a proposição é incorreta.
O Programa de Integração Social é uma CONTRIBUIÇÃO SOCIAL de natureza tributária, devida pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego e do abono para os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos.
Por outro lado, a legislação tributária pátria define TAXA como um tributo vinculado a uma contraprestação de serviços públicos ou benefícios colocados à disposição em favor de quem a paga.
Frente ao exposto, solicito a essa douta banca que se digne alterar o gabarito da questão para ERRADO, tendo em vista que a definição de TAXA não se confunde com a de CONTRIBUIÇÃO SOCIAL.

LordBlack
Fri, 17/07/09, 11:10 AM
Pessoal a questão 140 - os sistemas de ventilação para condicionamento de ar do tipo fan-coil ...
O erro não está no fato de o texto da questão afirmar que o mesmo sistema faz a exaustão do ar?
Abraço

Beinha
Fri, 17/07/09, 11:31 AM
Pessoal a questão 140 - os sistemas de ventilação para condicionamento de ar do tipo fan-coil ...
O erro não está no fato de o texto da questão afirmar que o mesmo sistema faz a exaustão do ar?
Abraço

Pessoal,

Eu sei que é o que todo mundo está tentando fazer mesmo, mas reiterando, vamos tentar, o quanto possível, fundamentar nossos recursos com normas técnicas e sites oficiais, pois fica até mais fácil impetrarmos Mandado de Segurança caso a digníssima banca não aceite nossos recursos..

[]s!!

concur-study
Fri, 17/07/09, 12:38 PM
Comentários novos no site do Ponto

http://www.pontodosconcursos.com.br/pro ... 42&idpag=1 (http://www.pontodosconcursos.com.br/professor.asp?menu=professores&busca=&prof=169&art=4242&idpag=1)

Vejamos o que podemos aproveitar.

BRUTUS MS
Fri, 17/07/09, 04:16 PM
158 - A cabeça do tirante transfere, para a estrutura a ser ancorada, composta de placas de apoio planas e cunhas de inclinação, a carga que ele suporta.

Gabarito: CERTA
Tema do Programa de AOE: 1 – Fundamentos de Projetos de Obras Civis: Fundações + Concreto Protendido.
Comentários:

O grande problema é que a questão está mal redigida, o que levou o gabarito preliminar a ficar inadequado.

O item 3.11 e a Figura 1-c (Anexo A) da Norma NBR 5629 (“cabeça do tirante”) não deixam dúvidas de que é o tirante que possui placas, cunhas etc., e não a estrutura a ser ancorada, conforme sugere a assertiva: “A cabeça do tirante transfere, para A estrutura a ser ancoradA, compostA de placas de apoio planas e cunhas de inclinação, a carga que ele suporta.”

Vejamos a referida Norma:

“3.11 Cabeça do tirante
Dispositivo que transfere a carga dO tirante à estrutura a ser ancorada, constituídO de placas de apoio, cunhas, cones, porcas, etc. (ver Figura 1-c) do Anexo A).”

Portanto a questão deveria ter gabarito que indicasse a assertiva como ERRADA e não como CERTA.

(recurso redigido pelo professor Rafael Di Bello)

BRUTUS MS
Fri, 17/07/09, 04:25 PM
159 - A utilização de equipamento elétrico de protensão com capacidade de trabalho superior a 1,3 vez a carga máxima de ensaio é adequada nessa situação.

Gabarito: CERTA
Tema do Programa de AOE: 1 – Fundamentos de Projetos de Obras Civis: Fundações + Concreto Protendido.
Comentários:

O item 5.7.2.2.1 e a Tabela 2 da Norma NBR 5629 (ensaios de qualificação e de recebimento) falam de várias cargas até 1,5 Ft (= carga de trabalho) para tirantes provisórios (no caso de tirante provisório tipo “D” é até 1,2 Ft) e 1,75 Ft para tirantes permanentes, sendo que: (1) a questão não fala se o tirante é provisório ou permanente; e (2) a questão fala em 1,3 F máx., sendo que Fmáx. = Ft *FS (= fator de segurança...digamos, 1,5).
O problema é o seguinte... A capacidade de trabalho do equipamento “superior a 1,3* Fmáx.” Seria então 1,3 * 1,5 *Ft = 1,95 Ft. Logo, um equipamento com capacidade de 1,3 Fmáx. Não seria exatamente “adequado”, pois teria capacidade além da necessária. Para um tirante provisório do tipo “D”, por exemplo, um equipamento de 0,8 Fmáx. já serie suficiente e mesmo no tirante permanente, uma capacidade de 1,17 Fmáx. também já atenderia... (só não sei se no mercado há equipamento “padrão” com essas capacidades que calculei...).
Diante do exposto, há sim alguma chance da Banca rever este gabarito preliminar.

(recurso redigido pelo professor Rafael Di Bello)

Burigas
Fri, 17/07/09, 05:58 PM
Como ficou o item 161 A sobreposição entre duas mantas deve ser de 10 cm... Isso não é o mínimo? Qual é a norma, alguém sabe?

asterix
Fri, 17/07/09, 06:48 PM
Pessoal.

Mais uma dica do Rafael Di Bello na 143:


Como coloquei nos comentários, segundo a ABNT NBR-5410, com relação à utilização de condutores de alumínio é estabelecido:

(...)

6.2.3.8 O uso de condutores de alumínio só é admitido nas condições estabelecidas em 6.2.3.8.1 e 6.2.3.8.2.

NOTA As restrições impostas ao uso de condutores de alumínio refletem o estado atual da técnica de conexões no Brasil. Soluções técnicas de conexões que atendam às ABNT NBR 9313, ABNT NBR 9326 e ABNT NBR 9513, e que alterem aquelas restrições, devem ser consideradas em norma complementar e futuramente incorporadas a esta Norma.

6.2.3.8.1 Em instalações de estabelecimentos industriais podem ser utilizados condutores de alumínio, desde que, simultaneamente:

a) a seção nominal dos condutores seja igual ou superior a 16 mm2,

b) a instalação seja alimentada diretamente por subestação de transformação ou transformador, a partir de uma rede de alta tensão, ou possua fonte própria, e

c) a instalação e a manutenção sejam realizadas por pessoas qualificadas (BA5, tabela 18).

(...)

Portanto a assertiva de que a seção nominal do condutor seja maior ou igual 16mm² é verdadeira, porém a Norma não estabelece restrição quanto a potência instalada.

Um colega aqui verificou que o limite para o fornecimento de energia em baixa tensão depende da Concessionária local. Ele citou a página 88 do livro de Instalações elétricas Projetos de Instalações Elétricas Prediais - Estude e Use - Autor Domingos Leite Lima Filho.

O colega viu no livro que existem valores diferentes 50 KW, 75 KW.

Não sei se há alguma Concessionária que estabelece potências instaladas inferiores a 50 kW, se tiver o recurso pela ANULAÇÃO da questão é certo.

Portanto, penso que o ARGUMENTO FORTE seja o seguinte: como o candidato poderia ser obrigado a estudar os regulamentos de cada uma das 64 distribuidoras de energia elétrica no Brasil ??? (como eu fui da ANEEL e fiscalizei distribuidoras, tenho esse número de cor...)

A norma da CEB para fornecimento em alta tensão estabelece, por exemplo, que:





4.4 - SERÃO ATENDIDOS EM TENSÃO PRIMÁRIA (Alta tensão)

a) Todas as unidades consumidoras com carga instalada superior a 75 kW (Portaria Nº 123 do

DNAEE) localizadas nos setores previstos para distribuição aérea, com exceção daquelas situadas em edifícios que abriguem diversas unidades consumidoras, e em casos específicos para fornecimento provisório.

b) Sedes de missões diplomáticas localizadas nos setores de embaixadas sul e norte;

c) O limite máximo de fornecimento corresponderá a uma carga demandada na unidade consumidora igual a 2.500 kW.

Nota: A CEB poderá ainda efetuar o fornecimento fora dos limites estabelecidos acima, quando houver conveniência técnica e econômica, e desde que não resulte em prejuízo ao consumidor ou havendo conveniência para o consumidor, houver viabilidade técnica e que o mesmo arque com os custos adicionais de instalação.









Já eu (asterix), a partir da dica inicial dele, formulei da seguinte maneira (me interessa anulação):


O presente recurso versa sobre a questão de número 143, cujo gabarito preliminar foi CERTO:

“A especificação correta das características dos materiais utilizados na construção civil constitui aspecto essencial para garantir a qualidade, a funcionalidade e a durabilidade da obra. A respeito da especificação do material dos condutores de energia utilizados em instalações elétricas, julgue os itens subsequentes.
143 Em instalações industriais, podem ser utilizados condutores de alumínio, desde que a seção nominal destes seja maior ou igual a 16 mm2, e a potência instalada, de, pelo menos,
50 kW.”

A questão versa sobre as condições a serem observadas para que condutores de alumínio possam ser utilizados em instalações industriais. Segundo o item proposto, deveriam ser atendidas (desde que) duas condições:
PRIMEIRA CONDIÇÃO SEGUNDO A PROVA: a seção nominal dos condutores seja maior ou igual a 16 mm2.
SEGUNDA CONDIÇÃO SEGUNDO A PROVA: a potência instalada deve ser de pelo menos 50 kW.

Para análise do assunto, transcrevemos parte da “NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão” relativa ao uso de condutores de alumínio:
“6.2.3.8.1 Em instalações de estabelecimentos INDUSTRIAIS podem ser utilizados condutores de alumínio, DESDE QUE, SIMULTANEAMENTE:
a) a seção nominal dos condutores seja igual ou superior a 16 mm2.
b) a instalação seja alimentada diretamente por subestação de transformação ou transformador, a partir de uma rede de alta tensão, ou possua fonte própria, e
c) a instalação e a manutenção sejam realizadas por pessoas qualificadas (BA5, tabela 18).
6.2.3.8.3 Em locais BD4 (ver tabela 21) NÃO É PERMITIDO, EM NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA, O EMPREGO DE CONDUTORES DE ALUMÍNIO.” (destacamos)

Pelo que se observa da NBR 5410, especialmente o item 6.2.3.8.1-a, a condição relativa à seção nominal dos condutores apresentada no item está correta. Contudo, a condição relativa à potência instalada mínima não existe na norma, o que torna a afirmativa incorreta, vez que ela restringiu, usando a expressão “desde que”.

Por outro lado, o item 6.2.3.8.3 é enfático ao proibir o uso de condutores de alumínio em locais “BD4”, que são, segundo a NBR 5410 (tabela 21):
“Apresentam como características (i) alta densidade de ocupação e (ii) percurso de fuga longo; sendo exemplos os locais de afluência de público de maior porte (shopping centers, grandes hotéis e hospitais, estabelecimento de ensino ocupando diversos pavimentos de uma edificação, etc.); EDIFICAÇÕES NÃO-RESIDENCIAIS COM ALTA DENSIDADE DE OCUPAÇÃO e altura superior a 28 m” (destacamos).

É evidente que existem (e muitos) estabelecimentos industriais que são classificados como BD4 em termos de “condições de fuga das pessoas em emergências”. Desta forma, nestes estabelecimentos é vedado, por força do item 6.2.3.8.3 da NBR 5410, o uso de condutores de alumínio.

Tendo em vista que a questão não informa se o referido estabelecimento industrial é classificado ou não como do tipo BD4 (segundo a tabela 21 da NBR 5140, acima explicado), a questão tanto pode ser considerada CERTA (caso não seja BD4) como também ERRADA (caso seja BD4). Assim, ao omitir o porte do estabelecimento industrial, a questão impediu que fosse feito um julgamento objetivo, ficando o candidato sem condição de afirmar se o item estaria realmente CERTO ou ERRADO.

Pela omissão do porte do estabelecimento industrial, relevante no contexto, solicitamos que o presente item seja ANULADO, visto que não permitiu aos candidatos fazerem um julgamento objetivo.

LostHighway
Fri, 17/07/09, 06:55 PM
Pessoal.

Mais uma dica do Rafael Di Bello na 143:


Como coloquei nos comentários, segundo a ABNT NBR-5410, com relação à utilização de condutores de alumínio é estabelecido:

(...)

6.2.3.8 O uso de condutores de alumínio só é admitido nas condições estabelecidas em 6.2.3.8.1 e 6.2.3.8.2.

NOTA As restrições impostas ao uso de condutores de alumínio refletem o estado atual da técnica de conexões no Brasil. Soluções técnicas de conexões que atendam às ABNT NBR 9313, ABNT NBR 9326 e ABNT NBR 9513, e que alterem aquelas restrições, devem ser consideradas em norma complementar e futuramente incorporadas a esta Norma.

6.2.3.8.1 Em instalações de estabelecimentos industriais podem ser utilizados condutores de alumínio, desde que, simultaneamente:

a) a seção nominal dos condutores seja igual ou superior a 16 mm2,

b) a instalação seja alimentada diretamente por subestação de transformação ou transformador, a partir de uma rede de alta tensão, ou possua fonte própria, e

c) a instalação e a manutenção sejam realizadas por pessoas qualificadas (BA5, tabela 18).

(...)

Portanto a assertiva de que a seção nominal do condutor seja maior ou igual 16mm² é verdadeira, porém a Norma não estabelece restrição quanto a potência instalada.

Um colega aqui verificou que o limite para o fornecimento de energia em baixa tensão depende da Concessionária local. Ele citou a página 88 do livro de Instalações elétricas Projetos de Instalações Elétricas Prediais - Estude e Use - Autor Domingos Leite Lima Filho.

O colega viu no livro que existem valores diferentes 50 KW, 75 KW.

Não sei se há alguma Concessionária que estabelece potências instaladas inferiores a 50 kW, se tiver o recurso pela ANULAÇÃO da questão é certo.

Portanto, penso que o ARGUMENTO FORTE seja o seguinte: como o candidato poderia ser obrigado a estudar os regulamentos de cada uma das 64 distribuidoras de energia elétrica no Brasil ??? (como eu fui da ANEEL e fiscalizei distribuidoras, tenho esse número de cor...)

A norma da CEB para fornecimento em alta tensão estabelece, por exemplo, que:





4.4 - SERÃO ATENDIDOS EM TENSÃO PRIMÁRIA (Alta tensão)

a) Todas as unidades consumidoras com carga instalada superior a 75 kW (Portaria Nº 123 do

DNAEE) localizadas nos setores previstos para distribuição aérea, com exceção daquelas situadas em edifícios que abriguem diversas unidades consumidoras, e em casos específicos para fornecimento provisório.

b) Sedes de missões diplomáticas localizadas nos setores de embaixadas sul e norte;

c) O limite máximo de fornecimento corresponderá a uma carga demandada na unidade consumidora igual a 2.500 kW.

Nota: A CEB poderá ainda efetuar o fornecimento fora dos limites estabelecidos acima, quando houver conveniência técnica e econômica, e desde que não resulte em prejuízo ao consumidor ou havendo conveniência para o consumidor, houver viabilidade técnica e que o mesmo arque com os custos adicionais de instalação.









Já eu (asterix), a partir da dica inicial dele, formulei da seguinte maneira (me interessa anulação):


O presente recurso versa sobre a questão de número 143, cujo gabarito preliminar foi CERTO:

“A especificação correta das características dos materiais utilizados na construção civil constitui aspecto essencial para garantir a qualidade, a funcionalidade e a durabilidade da obra. A respeito da especificação do material dos condutores de energia utilizados em instalações elétricas, julgue os itens subsequentes.
143 Em instalações industriais, podem ser utilizados condutores de alumínio, desde que a seção nominal destes seja maior ou igual a 16 mm2, e a potência instalada, de, pelo menos,
50 kW.”

A questão versa sobre as condições a serem observadas para que condutores de alumínio possam ser utilizados em instalações industriais. Segundo o item proposto, deveriam ser atendidas (desde que) duas condições:
PRIMEIRA CONDIÇÃO SEGUNDO A PROVA: a seção nominal dos condutores seja maior ou igual a 16 mm2.
SEGUNDA CONDIÇÃO SEGUNDO A PROVA: a potência instalada deve ser de pelo menos 50 kW.

Para análise do assunto, transcrevemos parte da “NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão” relativa ao uso de condutores de alumínio:
“6.2.3.8.1 Em instalações de estabelecimentos INDUSTRIAIS podem ser utilizados condutores de alumínio, DESDE QUE, SIMULTANEAMENTE:
a) a seção nominal dos condutores seja igual ou superior a 16 mm2.
b) a instalação seja alimentada diretamente por subestação de transformação ou transformador, a partir de uma rede de alta tensão, ou possua fonte própria, e
c) a instalação e a manutenção sejam realizadas por pessoas qualificadas (BA5, tabela 18).
6.2.3.8.3 Em locais BD4 (ver tabela 21) NÃO É PERMITIDO, EM NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA, O EMPREGO DE CONDUTORES DE ALUMÍNIO.” (destacamos)

Pelo que se observa da NBR 5410, especialmente o item 6.2.3.8.1-a, a condição relativa à seção nominal dos condutores apresentada no item está correta. Contudo, a condição relativa à potência instalada mínima não existe na norma, o que torna a afirmativa incorreta, vez que ela restringiu, usando a expressão “desde que”.

Por outro lado, o item 6.2.3.8.3 é enfático ao proibir o uso de condutores de alumínio em locais “BD4”, que são, segundo a NBR 5410 (tabela 21):
“Apresentam como características (i) alta densidade de ocupação e (ii) percurso de fuga longo; sendo exemplos os locais de afluência de público de maior porte (shopping centers, grandes hotéis e hospitais, estabelecimento de ensino ocupando diversos pavimentos de uma edificação, etc.); EDIFICAÇÕES NÃO-RESIDENCIAIS COM ALTA DENSIDADE DE OCUPAÇÃO e altura superior a 28 m” (destacamos).

É evidente que existem (e muitos) estabelecimentos industriais que são classificados como BD4 em termos de “condições de fuga das pessoas em emergências”. Desta forma, nestes estabelecimentos é vedado, por força do item 6.2.3.8.3 da NBR 5410, o uso de condutores de alumínio.

Tendo em vista que a questão não informa se o referido estabelecimento industrial é classificado ou não como do tipo BD4 (segundo a tabela 21 da NBR 5140, acima explicado), a questão tanto pode ser considerada CERTA (caso não seja BD4) como também ERRADA (caso seja BD4). Assim, ao omitir o porte do estabelecimento industrial, a questão impediu que fosse feito um julgamento objetivo, ficando o candidato sem condição de afirmar se o item estaria realmente CERTO ou ERRADO.

Pela omissão do porte do estabelecimento industrial, relevante no contexto, solicitamos que o presente item seja ANULADO, visto que não permitiu aos candidatos fazerem um julgamento objetivo.


Muito boa argumentação Asterix. Tomara que tenhas sucesso, pois me interessa a anulação dessa também.

asterix
Fri, 17/07/09, 06:58 PM
Valeu Lost (posso abreviar, né?)

Espero que a gente ainda possa rir muito disso tudo.

[]'s e boa sorte. t+