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Vizualizar Versão Completa : textos sobre as mudancas na lei 6404



SIMPATICO
Sun, 13/01/08, 11:49 PM
Pessoal
gostaria de propor que nos centralizassemos todos textos sobre as mudancas da lei 6404 que os profs disponibilizaram.
vamos por aqui todos os textos, pode ser?
abraços

Este artigo é do prof Luiz Eduardo. O artigo esta no sitio do ponto.


03/01/2008 - Alterações na Lei nº 6.404/76


Vida de concurseiro realmente não é fácil. No apagar das luzes de 2007 foi publicada a Lei nº 11.638 que introduziu significativas alterações na Lei nº 6.404/76. Assim, começamos o ano de 2008 com grandes novidades na Contabilidade.

Vamos analisar superficialmente essas alterações, tendo em vista que a CVM deverá baixar algumas normas para torná-las exeqüíveis.

Antes, porém, um alento àqueles que pretendem fazer concursos cujos editais já tenham sido publicados, pois para eles essas alterações não serão cobradas.

No art. 176 foi extinta a obrigatoriedade da DOAR. Isto parece bom, pois muitos concurseiros tinham severas dificuldades de entendê-la. Porém, em seu lugar passou a ser obrigatória a elaboração e publicação da Demonstração dos Fluxos de Caixa - DFC e, para as companhias abertas (as que negociam suas ações no mercado secundário – bolsa de valores ou mercado de balcão) a Demonstração do Valor Adicionado – DVA.

A obrigatoriedade da elaboração e publicação da DFC é excluída para as companhias fechadas cujo PL seja inferior a R$ 2.000.000,00. Assim, qualquer companhia aberta e companhias fechadas com pl superior a dois milhões devem elaborar a DFC. Também estão obrigas a elaboração e publicação da DFC e DVA as grandes companhias, independentemente de sua forma societária, conforme veremos adiante.

O § 2º do art. 177 determinava que as disposições da lei tributária ou legislação especial fossem escrituradas em registros auxiliares. Com as alterações introduzidas pela norma inovadora, esses registros pedem ser realizados em livros auxiliares ou nos próprios livros contábeis, desde que nesse último caso sejam efetuados os respectivos registros contábeis (ajustes) para fins de elaboração das demonstrações contábeis.

As companhias abertas deverão observar as normas expedidas pela CVM e estas deverão observar os padrões internacionais. As companhias fechados podem ou não observar as normas expedidas pela CVM para as companhias abertas.

A alínea c do § 1º do art. 178 subdividiu o ativo permanente em investimentos, imobilizado, intangível e diferido, segregando, desta forma, do imobilizado os bens e direitos intangíveis dos tangíveis.

A alínea d do § 2º alterou a estrutura do PL. Foi eliminado a reserva de reavaliação e a possibilidade de lucros acumulados. Aliás, a possibilidade de lucros acumulados já estava afastada pelo contido no § 6º do art. 202, que mandava distribuir todo lucro que não tivesse sido destinado sob a forma de reservas de lucros. Além disso, faz parte do PL as ações em tesouraria e no lugar da reserva de reavaliação apareceram os ajustes de avaliação patrimonial que veremos no art. 182 e 183.



No ativo imobilizado serão classificados os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens.

No ativo diferido classificam-se as despesas pré-operacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão, efetivamente, para o aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão-somente uma redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional.

Devem ser classificados no ativo intangível os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido.



Pela nova redação do art. 182 foram abolidas das reservas de capital:

- o prêmio recebido na emissão de debêntures;

- as doações e subvenções para investimento;

Classificam-se como ajustes de avaliação patrimonial, enquanto não computadas no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas de aumentos ou diminuições de valor atribuído a elementos do ativo e do passivo, em decorrência da sua avaliação a preço de mercado.



Os critérios de avaliação do ativo e do passivo sofreram grandes alterações.

O inciso I do art. 183 passou a ter a seguinte redação:

I - as aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, e em direitos e títulos de créditos, classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo:

a) pelo seu valor de mercado ou valor equivalente, quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda; e

b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito;

Além da alteração no inciso I, foram acrescidos mais dois incisos:

VII – os direitos classificados no intangível, pelo custo incorrido na aquisição deduzido do saldo da respectiva conta de amortização;

VIII – os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante.

No parágrafo 1º foi acrescentada a alínea d, que trata da avaliação dos instrumentos financeiros, com o seguinte teor:

d) dos instrumentos financeiros, o valor que pode se obter em um mercado ativo, decorrente de transação não compulsória realizada entre partes independentes; e, na ausência de um mercado ativo para um determinado instrumento financeiro:

1) o valor que se pode obter em um mercado ativo com a negociação de outro instrumento financeiro de natureza, prazo e risco similares;

2) o valor presente líquido dos fluxos de caixa futuros para instrumentos financeiros de natureza, prazo e risco similares; ou

3) o valor obtido por meio de modelos matemático-estatísticos de precificação de instrumentos financeiros.

O § 2º agrupou a diminuição do valor dos elementos do imobilizado, intangível e diferido que será registrada em contas de depreciação, amortização e exaustão.

Não existe mais prazo para a amortização do diferido!

No § 3º foi inserida uma nova regra, ou seja, os bens e direitos do imobilizado, intangível e diferido devem ser periodicamente avaliados para verificar a sua recuperação e, sendo o caso, registrar as perdas ou revisar os critérios de depreciação, amortização e exaustão.

Na avaliação do passivo, as obrigações, encargos e riscos classificados no exigível a longo prazo serão ajustados ao seu valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante.

A DRE também teve uma pequena alteração, pois as participações devem ser consideradas mesmo se forem na forma de instrumentos financeiros.



No art. 188 desapareceu a DOAR e em seu lugar entrou a DFC e a DVA. Estas demonstração já constam no nosso livro de Contabilidade Avançada. Nesse artigo, em nossa opinião, houve um equívoco do legislador, pois foram mantidos os incisos III e IV que estão fora do contexto da nova redação, pois dizem respeito a DOAR e não a DFC ou DVA.



No que diz respeito as reservas de lucros, foi acrescentado o art. 195-A, criando a Reserva de Incentivos Fiscais. Essa reserva, que outrora fazia parte da Reserva de Capital, passou para Reserva de Lucros. Logo, os incentivos fiscais como as doações e subvenções governamentais para investimento passarão a compor o resultado do exercício e por proposta dos órgãos da administração, a Assembléia Geral poderá destinar a parcela do lucro decorrente desses incentivos a formação da referida reserva. Importante frisar que essa reserva, a exemplo da Reserva legal e da Reserva para contingências, pode prejudicar a distribuição do dividendo, ou seja, pode ser constituída antes do cálculo do dividendo.

Importante notar que essa reserva pode ser excluída do cálculo do dividendo ao passo que as Reservas Legal e para Contingências serão excluídas do cálculo do dividendo, conforme determina o art. 202.



Quanto a Reserva de Lucros a Realizar, houve uma alteração conceitual do que seja lucros a realizar, tornando mais clara a definição no inciso II, além de fazer inserir os resultados decorrentes da contabilização de ativos e passivos pelo valor de mercado, cujo prazo de realização seja a longo prazo.



No art. 199, que trata do limite do Saldo das Reservas de Lucro, foi acrescentado na exceção a Reserva de Incentivos Fiscais. Desta forma, o saldo das Reservas para contingências, de incentivos fiscais e de lucros a realizar podem ultrapassar o montante do capital social. O somatório do saldo das reservas Legal, Estatutária e de Retenção de Lucros, tal como antes, não podem ultrapassar o limite do capital social.



Antes do art. 226 foi alterado o título “Formação do Capital” para “Transformação, Incorporação, Fusão e Cisão”, sem maiores conseqüências.

No art. 226 foi acrescentado o § 3º que obriga a avaliação dos ativos e passivos de sociedades que serão incorporadas, fundidas ou cindidas a valores de mercado.



Por fim, no art. 248, a Lei definiu com maior clareza os investimentos em coligadas que devam ser avaliados pelo Método da Equivalência Patrimonial, visto que os investimentos em controladas sempre serão avaliados por este método, pois nas controladas a controladora sempre exerce influência significativa na administração.

Com a nova redação, os investimentos em coligadas devem ser avaliados pelo Método da Equivalência Patrimonial quando a investidora exerça influência significativa na administração da coligada ou quando a investidora participe com 20% ou mais do capital votante da coligada.

Percebe-se que foi corrigido o erro que havia na redação anterior, pois lá mencionava apenas “20% do capital social”, sem fazer referência se era sobre o capital votante ou não.



Além disso, a Lei nº 11.638, no art. 3º, estabelece que as demonstrações contábeis das sociedades de grande porte devem observar as disposições da Lei nº 6.404:

Art. 3º Aplicam-se às sociedades de grande porte, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, as disposições da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, sobre escrituração e elaboração de demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria independente por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários.

Parágrafo único. Considera-se de grande porte, para os fins exclusivos desta Lei, a sociedade ou conjunto de sociedades sob controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais).

Percebam que não há motivos para stress, pois não são tantas as alterações. Porém, com certeza essas alterações estarão nas próximas provas.

Na medida em que a CVM baixar normas e instruções complementares ao assunto, estaremos aqui para comentá-las.

Por ora é só. Desejo que todos tenham um ótimo 2008 e que nesse ano a todos tenham APROVAÇÃO!

SIMPATICO
Sun, 13/01/08, 11:56 PM
Desculpa. O texto anterior nao eh do Luiz eduardo, mas sim, do Francisco Velter.

SIMPATICO
Mon, 14/01/08, 12:04 AM
Mudanças na Lei 6.404 – Novas regras de Contabilidade Geral
Luciano Oliveira - sitio da editora ferreira

Como o texto eh muito grande, vou deixar o link para vcs baixarem!!

http://www.editoraferreira.com.br/publi ... _toq32.pdf (http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/luciano_toq32.pdf)

SIMPATICO
Mon, 14/01/08, 12:09 AM
Texto do sitio do Dyno. Autor: Dyno!!!

http://www.adinoel.com/resumos/contabil ... de-025.doc (http://www.adinoel.com/resumos/contabilidade/contabilidade-025.doc)

SIMPATICO
Mon, 14/01/08, 12:15 AM
Mensagem que o Alex Meirelles postou ....


Quanto a aula gratuita do Sérgio Adriano (o Demolidor aqui no fórum) sobre as alterações em Contabilidade:

1) muitas coisas ainda vão ser regulamentadas, então alguns tópicos não seriam muito indicados para se dar uma aula hoje;
2) do que entrou, o que é mais complicado mesmo é a DVA. De acordo com 2 professores amigos meus, ela é mais complicada que a DOAR (ainda bem que não tive que estudar este troço, pq se a DOAR me roubou muitas horas de HBC...);
3) como a DVA não teve alterações (a menos que eu esteja enganado) e é o mais complicado de tudo, pq quase todo o resto das alterações vai ser bem mais tranqüilo de entender, o Sérgio gravará uma aula completa sobre DVA, parece que com umas 3 a 4h de duração (ele ainda vai ver quanto tempo precisará ao certo), e essa aula ficará gratuita e com acesso livre no site do Curso para Concursos (http://www.cursoparaconcursos.com.br);
4) ele já deu aula sobre isso no Uniequipe recentemente e sabe explicá-la bem. Essas coisas mais complicadas são sua especialidade, o cara é masoquista mesmo, ele gosta dessas maluquices da contabilidade. Reuniu todas as questões que conseguiu encontrar de DVA que caíram em concursos de outras bancas que não a ESAF (pq, salvo engano meu, a ESAF não tinha cobrado ainda);
5) assim, quem já tiver uma base legal em contabilidade, poderá assistir à aula de graça, e assim ficar bem melhor o aproveitamento do estudo individual depois;
6) a aula vai ser bem completa, com exercícios resolvidos etc. Não será um resumo, será completa mesmo. E está esperando tb para ver se caiu alguma questão de DVA neste fds no ICMS-Rio, e aí já incluir a questão na aula;
7) está quase certo de já a gravarem esta semana, mas ainda precisam acertar o horário com o estudio. Como conversei com o coordenador do curso e o Sérgio neste fds, eles têm que esperar amanhã, 2a, para acertarem tudo. Talvez gravem a mesma na 6a, pq nos outros dias ele vai dar outras aulas. Feita a gravação, são poucos dias para ir ao ar. Então, não garanto, mas dou quase certeza que semana que vem estará no ar;
8) nem eu sabia, mas no site já tinham disponíveis duas aulas gratuitas, uma sobre a votação da CPMF, explicando pq menos votos contra a prorrogação ganharam da maioria dos votos a favor e outra aula maior sobre o Simples Nacional. Não as assisti, mas a quem perguntei gostaram do que viram. Como são gratuitas, não custa (literalmente) assistir a elas. Ainda estão disponíveis neste link:
http://www.cursoparaconcursos.com.br/in ... _cod=23583

Bem, acho que o principal, que é pegarem agora o que já era conhecido e que é o mais complicado de tudo, que é a DVA, após a aula um bom passo já terá sido dado.

Para assistir aos videos é recomendável uma conexão rápida, óbvio. O que eu sempre faço é tirar o som, deixar a aula lá aparecendo sem eu a assistir, e quando ela acabar eu dou o play, pq aí está tudo no micro e o video aparece perfeito. Faço assim no Youtube tb.

Mais para a frente outros professores vão começar a disponibilizar mais materiais sobre as alterações, alguns estão esperando tb as regulamentações futuras. Mas com um bom material impresso acho que dará para aprender sozinho, a DVA é que é mais pedreira mesmo. Com o video a coisa vai começar a ficar menos feia.

Eteimoso
Mon, 14/01/08, 01:52 PM
Valeu pelo post. Muito boas informações... Agora só falta estudar e decorar essas alterações, pois sao questoes certas em proximas provas ...

Sammya
Tue, 12/02/08, 06:57 AM
Impacto tributário da nova lei das S.A. resultará em ações

A nova legislação das Sociedades Anônimas (S.A.), a Lei 11.638/07, que entrou em vigor este ano, traz dispositivos que poderão ser questionados em juízo por causa do impacto tributário nas empresas. Um exemplo é o aumento de carga de Imposto de Renda (IR) por causa da proibição do registro de prêmios recebidos na emissão de debêntures como "reserva de capital". Esses prêmios são um sobrepreço no valor da debênture que a companhia pode cobrar ao emiti-la. A advogada do TozziniFreire, Ana Utumi, explica que o valor desse tipo de prêmio era isento de IR porque o regulamento do IR prevê que não se paga o imposto sobre prêmio, desde que este esteja registrado como reserva de capital. "Há um descompasso entre a lei tributária e a lei das S.A.. Na prática, a nova norma das S.A. revogou o que está descrito no regulamento do IR", comenta. Para Ana, somente decisão judicial poderá eliminar este descompasso. "Contribuintes poderão alegar que o fato do registro não poder mais ser feito em reserva de capital não pode ser motivo para a empresa perder o benefício fiscal da isenção sobre o prêmio da debênture", argumenta. A advogada afirma que o mesmo raciocínio vale para a isenção de IR, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e das contribuições para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre doação ou subvenção, que são contribuições financeiras que o poder público faz para estimular investimentos em determinada região. "Esse aspecto preocupa a todos que têm benefício fiscal federal, estadual ou municipal como as empresas que fazem investimentos imobiliários no interior do nordeste", diz Ana. A tributarista afirma que a argumentação na Justiça seria feita com base no regulamento do IR também. Já o advogado Fernando Zilveti, do Zilveti e Sanden Advogados, prevê discussões em juízo sobre o dispositivo da lei das S.A. que fala da necessidade de as limitadas (capital fechado) de grande porte fazerem a "escrituração e elaboração de demonstrações financeiras". Não ficou claro se há necessidade de publicação dessas demonstrações. "De fato, o projeto de lei 3.741/00, que deu origem à Lei 11.638/07, previa expressamente a necessidade de publicação pelas limitadas de grande porte", explica o advogado. "Com a dubiedade do texto, acionistas minoritários das grandes empresas que têm holding de capital fechado deverão entrar com ações na Justiça para que essas empresas sejam obrigadas a publicar suas demonstrações financeiras. Isso daria maior transparência ao mercado", afirma Zilveti. O advogado lembra que estatística divulgada pelo Departamento nacional de registro do Comércio em 2005 diziam que as sociedades anônimas representavam 4,3 milhões de empresas no País. Já o advogado Gustavo Haddad, do Lefosse Advogados, afirma que a nova lei trará impacto tributário porque, ao alterar dispositivos da lei das S.A., vai impor mudanças na apuração do lucro líquido. Haddad lembra que logo após a criação da antiga lei das S.A. - a Lei 6404/76-, entrou em vigor o Decreto-lei 1598/77, que regulamentou a parte tributária da lei. "O ideal seria que agora ocorresse o mesmo e um decreto ou ato declaratório interpretativo da Receita Federal regula-mentasse os reflexos tributários da lei das S.A.", afirma. Enquanto isso não ocorre, as ações judiciais são uma opção, segundo Haddad. Para o advogado, é possível alegar que prêmio na emissão da debênture, por exemplo, não é renda, mas somente uma transferência patrimonial.

Fonte: Gazeta Mercantil

Data: 08/01/08

Dias__
Tue, 12/02/08, 10:03 AM
Valeu! Isso é bem importante!

Tue, 12/02/08, 10:40 AM
Bela iniciativa, Simpático !

http://www.cursoaprovacao.com.br/cms/ar ... d=34254209 (http://www.cursoaprovacao.com.br/cms/artigo.php?cod=34254209)


Anderson Souza

01/02/08 - Lei 11.638/07 - alteração da Lei 6.404/76
Olá.
No último dia 28 de dezembro, foi publicada a Lei 11.638/07, que altera a Lei 6.404/76 (Lei das S/A’s). As mudanças contidas na nova lei afetam bruscamente a aplicação prática da contabilidade geral, principalmente aspectos que estudamos em sala nas aulas de contabilidade. Algumas alterações já eram previstas, tal como a elaboração da DOAR, que deixa de ser obrigatória a partir de 2008. Vejamos algumas das principais mudanças:

No Art. 176, as Demonstrações Contábeis exigidas para as S/A’s, além do Balanço Patrimonial, Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados e Demonstração do Resultado do Exercício, são a DFC – Demonstração dos Fluxos de Caixa e a DVA – Demonstração do Valor Adicionado somente para as S/A’s de capital aberto (deixa de ser obrigatória a elaboração da DOAR). As S/A’s de capital fechado com Patrimônio Líquido inferior a R$ 2.000.000 na data do balanço, estarão desobrigadas da elaboração da DFC. Vemos, portanto, que as Cia’s de capital aberto, são obrigadas a elaborar as duas demonstrações (DFC e DVA). As cia’s de capital fechado não são obrigadas a elaborar a DVA e, salvo a condição anterior, a DFC.

No art. 188, a estrutura destas demonstrações será a seguinte:
As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo:
I – demonstração dos fluxos de caixa – as alterações ocorridas, durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando-se essas alterações em, no mínimo, 3 (três) fluxos:
a) das operações;
b) dos financiamentos; e
c) dos investimentos;
II – demonstração do valor adicionado – o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída.

Já era de se esperar estas alterações, exceto pela inclusão da DVA para as Cia’s de capital aberto. Por um lado, a informação produzida por estas demonstrações são mais claras e objetivas que as informações da DOAR. Por outro, as Cia’s de capital aberto terão um custo maior de publicação, apesar de já publicarem a DVA há algum tempo.

No art. 177, está definido ainda, que as demonstrações poderão ser elaboradas segundo os padrões internacionais, sendo a CVM – Comissão de Valores Mobiliários o órgão que normatizará estes padrões. As Cia’s de capital fechado poderão observar tais normas expedidas pela CVM na elaboração das suas demonstrações. O estranho é a lei não exigir que isto seja feito, (ela menciona poderão). Bom, talvez seja o fato de ser apenas as capital fechado.

No art. 178, que define a ordem e estrutura do Balanço Patrimonial, a nova lei inclui no Ativo Permanente o sub-grupo chamado de INTANGÍVEL, que anteriormente era registrado no imobilizado. Os critérios de avaliação continuam os mesmos sofrendo o Intangível o processo de amortização.
No mesmo artigo, a lei altera a estrutura do Patrimônio Líquido, retirando da sua composição a conta Lucros Acumulados (que já era prevista na lei 10.303/01, que, conforme a alteração do o art. 202 § 6, o saldo remanescente dos lucros acumulados não destinados para as reservas de lucros – art’s 193 a 197 deveriam ser destinados como dividendos. Porém, não eliminava a conta lucros acumulados, pois os lucros anteriores a esta lei poderiam ser mantidos) e incluiu o novo sub-grupo chamado AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL no lugar da Reserva de Reavaliação, que servirá para registrar as variações do Ativo e do Passivo em função dos novos critérios de avaliação definidos nesta Lei.

Por hora, vou ficando por aqui. Posteriormente estarei fazendo mais alguns comentários sobre as demais alterações da Lei 6.404/76 que envolvem a estrutura do ativo e do patrimônio líquido, critérios de avaliação do ativo e do passivo, entre outros.

Abraços e bons estudos.

Prof. Anderson Souza

SIMPATICO
Tue, 12/02/08, 11:38 PM
http://www.editoraferreira.com.br/publi ... oque93.pdf (http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/ricardoferreira_toque93.pdf)

http://www.editoraferreira.com.br/publi ... a/ATUALIZA (http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/ATUALIZA)ÇÃO%20LEI%2011638.pdf

Nestes 2 arquivos tem mais artigos do Ricardo Ferreira!!

abraços e bons estudos

Bob Batera
Sun, 24/02/08, 11:26 PM
UP!!!

Devido à relevância:

MIRIAM AMORIM -- Normas Contábeis - novas regras

1. Novo conjunto de demonstrações contábeis
Como já é de conhecimento de todos, as demonstrações contábeis são representações estruturadas da posição patrimonial e financeira das companhias referentes a uma determinada data e das transações relativas ao período findo, denominado exercício social.

O objetivo de sua elaboração e divulgação é fornecer informações sobre:
a) a posição patrimonial e financeira;
b) o resultado do período; e
c) o fluxo financeiro das entidades.

Em termos gerenciais, as demonstrações contábeis devem contemplar:
a) ativos;
b) passivos;
c) patrimônio líquido;
d) receitas, despesas, ganhos e perdas; e
e) fluxo financeiro (fluxos de caixa e/ou das origens e aplicações de recursos).

A essas informações, devem ser acrescidas notas explicativas às demonstrações contábeis que incluam a descrição das práticas contábeis, fatos, eventos e detalhes de rubricas apresentadas nas demonstrações a que se refiram e, ainda, informações sobre eventos que não são sejam passíveis de inclusão naquelas demonstrações, mas que sejam relevantes. Devem ser divulgadas informações que possam auxiliar os usuários na tarefa de estimar os resultados futuros e os fluxos financeiros futuros da entidade.

O conjunto das demonstrações contábeis inclui:
a) balanço patrimonial;
b) demonstração do resultado;
c) demonstração das mutações do patrimônio líquido;
d) demonstração dos fluxos de caixa;
e) demonstração das origens e aplicações de recursos
f) demonstração do valor adicionado.

Esse é o conjunto existente, porém nem todas elas são demonstrações contábeis obrigatórias por lei.

Dentre as informações que podem ser divulgadas pelas companhias há, também, o Balanço Social que subdividido em Balanço Ambiental, Balanço de Recursos Humanos, e Contribuições à Sociedade em Geral, visa demonstrar a interação da empresa com a sociedade.

Entretanto, por interpretação do novo texto trazido pela Lei nº. 11.638 de 28 de dezembro de 2007 que altera a Lei nº. 6.404/1976, art. 176, as companhias fechadas passam a se obrigar à elaboração das seguintes demonstrações:
a) balanço patrimonial;
b) demonstração do resultado do exercício;
c) demonstração de lucros ou prejuízos acumulados; e
d) demonstração dos fluxos de caixa, se possuir, à data do balanço, patrimônio líquido igual ou superior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais).

Atenção! A Lei nº.11.638/07 criou o conceito de sociedade de grande porte que vêm a ser aquelas sociedades ou conjunto de sociedades sob controle comum que, mesmo não constituídas sob a forma de sociedades por ações, possuam, no exercício a que se refira o balanço, ativo superior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou, alternativamente, receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais).

A Lei nº. 11.638/07 determina que essas sociedades passem a observar os dispositivos da Lei nº. 6.404/76 e alterações na escrituração de seus fatos contábeis, na elaboração de suas demonstrações financeiras e na exigência de que se submetam à auditoria independente a ser realizada por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários.

Quanto às companhias abertas, as demonstrações de elaboração obrigatória passam a ser:
a) balanço patrimonial;
b) demonstração do resultado do exercício;
c) demonstração das mutações do patrimônio líquido; e
d) demonstração dos fluxos de caixa (independente do montante de seu patrimônio líquido) e
e) demonstração do valor adicionado.

A Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos deixou de ser obrigatória, mas poderá ser elaborada, a critério das empresas, para fins gerenciais.

No caso das companhias abertas, a CVM, por meio da Deliberação nº. 488 e do OC nº. 001/2006 SNC/CVM (Superintendência de Normas Contábeis da CVM), já trazia a determinação de que esse deveria ser o conjunto de demonstrações obrigatórias.

As demonstrações financeiras devem ser elaboradas e apresentadas de forma completa, comparativa (com a indicação dos valores correspondentes aos do exercício anterior), e incluir notas explicativas às demonstrações financeiras.

No caso das demonstrações dos fluxos de caixa e valor adicionado, que passaram a ser obrigatórias a partir de 2008, a Lei que as instituiu trouxe autorização legal para que, no primeiro ano da elaboração, as empresas possam se eximir da indicação dos saldos anteriores das contas, se não as vinham publicando.

Mon, 25/02/08, 08:33 AM
Muito bom centralizar os textos referentes às mudanças!

SIMPATICO
Sat, 22/03/08, 01:09 AM
turma
se alguem tiver mais textos ou aulas ou comentarios ou qq coisa sobre as mudancas na lei 6404, por favor, ponha aqui!!!!!!
por favor!!!!!

Bob Batera
Mon, 24/03/08, 01:32 AM
Na prova da CGU deste domingo
caíram duas questões envolvendo
as alterações da 11.638 (intangível e critérios de avaliação).

É isso aí...

SIMPATICO
Mon, 24/03/08, 01:43 AM
Na prova da CGU deste domingo
caíram duas questões envolvendo
as alterações da 11.638 (intangível e critérios de avaliação).

É isso aí...

Ta na cara que a ESAF vai pedir. E na prova da Receita nao sera diferente.

Se alguem tiver mais textos, por favor.
abraços

cankum
Mon, 24/03/08, 07:22 AM
topico importantissimo....
valeu ai galera...


essa prova do cgu vai está disponivel hoje ?

Mon, 24/03/08, 09:07 AM
Outra aula muito boa é a do Luciano Oliveira no endereço abaixo:


http://www.editoraferreira.com.br/publi ... _toq32.pdf (http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/luciano_toq32.pdf)

Mon, 24/03/08, 11:46 AM
Dêem uma olhada no site da CVM (http://www.cvm.gov.br/), em especial no Edital de Audiência Pública SNC n° 01/2008 e 02/2008, que dão uma idéia do que está por vir.

Só não coloco os links aqui porque os documentos abrem na própria página.

Sat, 29/03/08, 01:01 PM
Segue texto da CVM sobre a modificaçao da Equivalencia Patrimonial..


http://www.editoraferreira.com.br/publi ... 771&sid=12


Abraxxx!

engenheirosjc
Sat, 29/03/08, 01:58 PM
faltou o link do novo plano de contas:


viewtopic.php?f=5&t=28819&start=0&st=0&sk=t&sd=a (http://www.forumconcurseiros.com/phpBB3/viewtopic.php?f=5&t=28819&start=0&st=0&sk=t&sd=a)
http://groups.msn.com/ReceitaFederal/co ... &ID_Topic= (http://groups.msn.com/ReceitaFederal/contabilidade.msnw?action=get_message&mview=1&ID_Message=12025&LastModified=0&ID_Topic=)

alefrei
Sat, 29/03/08, 04:57 PM
ola Galera....

Gostaria de um esclarecimento do pessoal mais entendido ai, pois acho que estou atrasado na matéria... hehehe... e também com um certa preocupação com Contabilidade, pois vejo que tem muita gente ja bastante adiantada!!!

Como estou no começo dos estudos.... Mais precisamente 50% do livro do RF (Contabilidade Básica Cap 17- operações com mercadorias), ainda não entrei em contato com esses pontos da matéria que sofreram alteração. Dei uma rápida olhada no indice do livro do RF que citei e não encontrei sobre os assuntos tratados nessa mudança..

Dessa forma, gostaria de uma orintação de voces. Esses asuntos modificados correspondem à parte avançade de Contab.? Onde eu posso estudá-los?. Qual material é indicado? Tenho tb o materia de 'Cont. Decifrada - Ponto dos C. (Liuz Eduardo Santos)", sera que esse material é bom mesmo??


Aiaiaiai... Sera que ainda da tempo de ver tudo isso???? Alem das outras disciplinas..... Hummm .... vida dura...

Gostaria de uma ajuda nesse sentido ... Veleu !!

Bons estudos!

alefrei
Sat, 29/03/08, 06:03 PM
Bom galera... encontrei algo que ja foi postado aq no forum sobre as atualizações do livro do RF 3 e 4 ediçao com relação às mudanças.... Como tenho gravado no micro... simplesmente colei aq.... ok ? As palavras nao sao minhas... mas do STRUNFF



[i]Abaixo coloco, em negrito, as páginas referentes a [b]terceira edição, só não me achei nos exercícios, se alguém quiser complementar.....

Atualização do Livro Contabilidade Básica – 4ª edição
ATUALIZAÇÃO DO LIVRO CONTABILIDADE BÁSICA – 4ª EDIÇÃO

No dia 28 de dezembro de 2007, foi publicada a Lei nº 11.638/07, que, entre outras coisas, alterou os artigos 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e revogou as alí-neas c e d do § 1o do art. 182 e o § 2o do art. 187 da mesma lei.
Estes nossos comentários, a seguir apresentados, têm por objetivo atualizar, em virtude das alterações da Lei nº 11.638/07, o livro Contabilidade Básica – 4ª edição, de nossa autoria, publicado pela Editora Ferreira.
Nossos comentários também dizem respeito ao livro Contabilidade Avançada e Intermediária – 2ª edição (Edito-ra Ferreira), cujas alterações foram praticamente as mesmas, em que pese estarem em capítulos e páginas diferentes do Contabilidade Básica. Todavia, como contabilidade avançada é matéria mais ligada à área de atuação da CVM e demais entidades reguladoras, deve-se aguardar ainda a edição de normas que regulamen-tarão as alterações da Lei nº 11.638/07 em relação à parte avançada da disciplina.
Em linhas gerais as alterações provocadas pela nova lei são de natureza mais teórica e não devem causar grandes transtornos a quem já conhecia a disciplina em tela.
Nos primeiros anos após essas alterações, acreditamos ser importante que os estudantes de contabilidade que se preparam para concursos (em especial os mais experientes) não abandonem o conhecimento da legislação ora revogada. Em circunstâncias semelhantes (quando da edição da Lei nº 10.303/01, por exemplo), tivemos a oportunidade de presenciar questões envolvendo as duas legislações, a atual e a revogada, cabendo ao con-cursando identificar qual aplicar de acordo com as datas citadas no enunciado da questão.

CAPÍTULO 4
Origens e Aplicações de Recursos
4.4 Terminologia Contábil
Página 37
Capital Imobilizado – é a soma do ativo permanente imobilizado com o ativo permanente intangível, quer dizer, são os bens de uso com valor relevante e vida útil superior a 1 ano.
Capital Fixo – é o ativo permanente. Para alguns autores, o capital fixo é formado apenas pela soma do imobili-zado com o intangível (capital imobilizado).

Página 37
Ativo Fixo ou Bens Fixos – é a soma do imobilizado com o intangível (capital imobilizado). Todavia, alguns auto-res entendem que é o ativo permanente total.

CAPÍTULO 5
Plano de Contas
5.2 Função das Contas Patrimoniais
Página 53
Lucros ou Prejuízos Acumulados – para esta conta são transferidos os lucros ou prejuízos (resultados) apura-dos em cada exercício, mediante o confronto das receitas com as despesas. Se o resultado for positivo, deve ser integralmente destinado (em geral, para reservas de lucros e dividendos). Na nova legislação não se admite a apresentação de lucros acumulados no balanço. Assim, permanecem na conta Lucros ou Prejuízos Acumula-dos apenas os eventuais prejuízos ainda não compensados. Todavia, acreditamos que isso não será seguido ao pé da letra pelas bancas examinadoras. Pelo menos nos próximos anos, não será raro encontrar questões em que haja lucros acumulados no balanço.

CAPÍTULO 6
Técnicas Contábeis
6.3 Demonstração
Página 67
Com a Lei nº 11.638/07, a demonstração das origens e aplicações de recursos passou a ser facultativa, o que não impede sua cobrança em prova.
1 Ricardo J. Ferreira
http://www.editoraferreira.com.br/

Página 73 (essa eu não achei)
As demonstrações analisadas, se considerarmos apenas as que são obrigatórias, podem ser o balanço patri-monial, a demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados (ou demonstração das mutações do patrimônio líquido), a demonstração do resultado do exercício, a demonstração dos fluxos de caixa e a demonstração do valor adicionado.

CAPÍTULO 9
Escrituração Contábil
9.8 Normas Legais sobre Escrituração NÃO CONSTA NA TERCEIRA EDIÇÃO
Página 105
Quanto às sociedades anônimas, a escrituração deve observar a Lei das S.A., cujo art. 177 estabelece:
Escrituração
Art. 177. A escrituração da companhia será mantida em registros permanentes, com o-bediência aos preceitos da legislação comercial e desta Lei e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos, devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e re-gistrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência.
§ 1º As demonstrações financeiras do exercício em que houver modificação de métodos ou critérios contábeis, de efeitos relevantes, deverão indicá-la em nota e ressaltar esses efeitos.
§ 2º As disposições da lei tributária ou de legislação especial sobre atividade que constitui o objeto da companhia que conduzam à utilização de métodos ou critérios contábeis diferentes ou à elaboração de outras demonstrações não elidem a obrigação de elaborar, para todos os fins desta Lei, demonstrações financeiras em consonância com o disposto no caput deste artigo e deverão ser alternativamente observadas mediante registro:
I – em livros auxiliares, sem modificação da escrituração mercantil; ou
II – no caso da elaboração das demonstrações para fins tributários, na escrituração mer-cantil, desde que sejam efetuados em seguida lançamentos contábeis adicionais que assegu-rem a preparação e a divulgação de demonstrações financeiras com observância do disposto no caput deste artigo, devendo ser essas demonstrações auditadas por auditor independente registrado na Comissão de Valores Mobiliários.
§ 3º As demonstrações financeiras das companhias abertas observarão, ainda, as nor-mas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, e serão obrigatoriamente auditadas por auditores independentes registrados na mesma comissão.
§ 4º As demonstrações financeiras serão assinadas pelos administradores e por contabi-listas legalmente habilitados.
§ 5º As normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários a que se refere o § 3º deste artigo deverão ser elaboradas em consonância com os padrões internacionais de contabi-lidade adotados nos principais mercados de valores mobiliários.
§ 6º As companhias fechadas poderão optar por observar as normas sobre demonstra-ções financeiras expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários para as companhias abertas.
§ 7º Os lançamentos de ajuste efetuados exclusivamente para harmonização de normas contábeis, nos termos do § 2º deste artigo, e as demonstrações e apurações com eles elabora-das não poderão ser base de incidência de impostos e contribuições nem ter quaisquer outros efeitos tributários.

CAPÍTULO 19
Princípios Fundamentais de Contabilidade
19.7 Princípio da Competência
Página 297
O recebimento de doações e subvenções caracteriza-se como receita. Entretanto, por determinação expressa da Lei nº 11.638/07, as doações e subvenções para investimentos recebidas do Poder Público (pessoas jurídicas de direito público) podem, após a apuração do resultado, ser destinadas à formação de reserva de incentivos fiscais (reserva de lucros). Conforme a nova legislação, a assembléia geral pode, por proposta dos órgãos de administração, desti-nar para a reserva de incentivos fiscais a parcela do lucro líquido decorrente de doações ou subvenções governa-mentais para investimentos, que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório.
2 Contabilidade Básica – 4ª edição
Atualização do Livro Contabilidade Básica – 4ª edição

CAPÍTULO 20
Demonstrações Contábeis
20.4 Demonstrações Contábeis Obrigatórias
Página 312
Em relação às sociedades por ações, a Lei n° 6.404/76, art. 176, estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria deve fazer elaborar, com base na escrituração comercial (empresarial), as seguintes demonstrações contá-beis, que devem exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício:
1 - balanço patrimonial;
2 - demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados;
3 - demonstração do resultado do exercício;
4 - demonstração dos fluxos de caixa, exceto no caso de companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ 2 milhões; e
5 - se companhia aberta, demonstração do valor adicionado.
Consideradas, porém, as exceções previstas na Lei das S.A. e as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), são demonstrações obrigatórias para as companhias abertas:
1 - balanço patrimonial;
2 - demonstração das mutações do patrimônio líquido, por determinação da CVM;
3 - demonstração do resultado do exercício;
4 - demonstração dos fluxos de caixa; e
5 - demonstração do valor adicionado.
Companhias abertas são as sociedades anônimas registradas na CVM, o que lhes permite negociar seus títulos (ações, debêntures) no mercado, com o público em geral.
Para as companhias fechadas são demonstrações obrigatórias:
1 - balanço patrimonial;
2 - demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados;
3 - demonstração do resultado do exercício;
4 - demonstração dos fluxos de caixa, se o patrimônio líquido, na data do balanço, for igual ou superior a R$ 2 milhões.
Com a edição da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, a demonstração das origens e aplicações de re-cursos passou a ser facultativa.

20.10 Notas Explicativas
Página 314
A Lei nº 11.638/07 substituiu a reavaliação (aumento de valor de elementos do ativo resultante de novas avalia-ções) pelos “ajustes de avaliação patrimonial”, que devem ser indicados em notas explicativas.
Exercícios
Página 343
Questão 07
Com base na nova legislação, a alternativa correta é a letra E.
Questão 08
Com base na nova legislação, a Doar é facultativa para todas as companhias.
Questões Comentadas
Questão 05
Página 349
A demonstração dos fluxos de caixa tornou-se obrigatória com a Lei nº 11.638/07, exceto para companhias fechadas com patrimônio líquido, na data do balanço, não superior a R$ 2 milhões.
3 Ricardo J. Ferreira
http://www.editoraferreira.com.br/
Questão 06
Página 350
Quanto às demonstrações obrigatórias, veja comentário anterior relativo à página 337.
Questão 07
Página 350
A demonstração dos fluxos de caixa tornou-se obrigatória com a Lei nº 11.638/07, exceto para companhias fechadas com patrimônio líquido, na data do balanço, não superior a R$ 2 milhões.
Questão 08
Página 351
Segundo a Lei nº 11.638/07, o saldo final da conta Lucros ou Prejuízos Acumulados no balanço deve ser igual a zero ou devedor (prejuízos acumulados).

CAPÍTULO 21
Balanço Patrimonial – Ativo Circulante e Realizável a Longo Prazo
21.2 Critério de Disposição das Contas no Ativo
Página 322
O ativo permanente atualmente é dividido em quatro subgrupos: investimentos, imobilizado, intangível e diferido.

21.18 Avaliação do Ativo Circulante e do Realizável a Longo Prazo
Página 334
Estabelece o art. 183, I, da Lei n° 6.404/76:
Art. 183 – no balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios:
I - as aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, e em direitos e títulos de créditos, classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo:
a) pelo seu valor de mercado ou valor equivalente, quando se tratar de aplicações destinadas à nego-ciação ou disponíveis para venda; e
b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito;
..................................................
Como instrumentos financeiros podem ser considerados os valores mobiliários (ações, debêntures), bem como os derivativos – instrumentos financeiros cujo valor deriva ou depende do preço ou desempenho de mercado de determinado bem básico, taxa de referência ou índice. Integram o mercado de derivativos os mercados futuros, a termo, de opções e de swaps, pois têm seus preços derivados do mercado à vista. Já os direitos e títulos de cré-dito a que se refere o inciso I são as contas a receber representadas por duplicatas, notas promissórias ou títu-los similares.
Esses ativos são avaliados pelo seu valor de mercado ou equivalente, desde que representem aplicações des-tinadas à negociação ou disponíveis para venda, vale dizer, vinculados à especulação financeira. Isso não é comum no caso de duplicatas e notas promissórias relacionadas às atividades da companhia, de forma que a elas se aplica o valor de emissão, ajustado ao valor provável de realização (provisão para devedores duvido-sos), quando este for inferior (inciso I, “b”).
Para esses efeitos, considera-se valor de mercado dos instrumentos financeiros o valor que se pode obter em um mercado ativo (bolsa de valores, de mercadorias e futuros), decorrente de transação não compulsória realizada entre partes independentes; e, na ausência de um mercado ativo para um determinado instrumento financeiro:
1 - o valor que se pode obter em um mercado ativo com a negociação de outro instrumento financeiro de natu-reza, prazo e risco similares;
2 - o valor presente líquido dos fluxos de caixa futuros para instrumentos financeiros de natureza, prazo e risco similares; ou
3 - o valor obtido por meio de modelos matemático-estatísticos de precificação de instrumentos financeiros.
Conforme o art. 183, em seu inciso II e § 1º, da Lei nº 6.404/76:
Art. 183 - No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios:
.................................................. .....
4 Contabilidade Básica – 4ª edição
Atualização do Livro Contabilidade Básica – 4ª edição
II - os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia, assim como matérias-primas, produtos em fabricação e bens em almoxarifado, pelo custo de aquisição ou produção, de-duzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado, quando este for inferior;
.................................................. .....
§ 1º - Para efeitos do disposto neste artigo, considera-se valor de mercado:
a) das matérias-primas e dos bens em almoxarifado, o preço pelo qual possam ser repostos, mediante compra no mercado;
b) dos bens ou direitos destinados à venda, o preço líquido de realização mediante venda no mercado, de-duzidos os impostos e demais despesas necessárias para a venda e a margem de lucro;
.................................................. ......
Os elementos do ativo circulante e do ativo realizável a longo prazo são avaliados de acordo com as regras previstas no art. 183, incisos I e II. O inciso I é aplicável aos elementos do ativo circulante e do ativo realizável a longo prazo em geral, com exceção dos estoques previstos no inciso II, utilizado apenas para os estoques de mercadorias e pro-dutos acabados, matérias-primas, produtos em fabricação e bens em almoxarifado. Quanto a esses estoques, a Lei nº 11.638/07 não mudou os critérios de avaliação.

21.20 Imóveis Destinados à Venda
Página 335
A legislação atual não prevê ajuste ao valor de mercado de imóveis destinados à venda, mas apenas ajuste ao valor provável de realização, quanto este for menor (art. 183, I, “b”).

21.22 Investimentos Temporários em Ações
Página 336
Aos investimentos temporários em ações aplicam-se as regras da nova redação do art. 183, I (veja comentários anteriores relativos à página 365):
Art. 183 – no balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios:
I - as aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, e em direitos e títulos de créditos, classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo:
a) pelo seu valor de mercado ou valor equivalente, quando se tratar de aplicações destinadas à nego-ciação ou disponíveis para venda; e
b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito;
..................................................
Ajuste de Ativo de Longo Prazo a Valor Presente (este assunto não consta do livro)
Em razão da Lei nº 11.638/07, os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo devem ser ajusta-dos a valor presente, sendo os demais (curto prazo) ajustados quando houver efeito relevante. Esse procedimento destina-se a excluir juros embutidos nos preços das operações a prazo, pois as empresas tendem a dar a estas tratamento igual ao das operações à vista, deixando de reconhecer despesas e receitas financeiras incluídas nas operações e apurando resultados distorcidos. Assim, todos os elementos integrantes do ativo, quando decorrentes de operações de longo prazo, devem ser ajustados ao seu valor presente, mediante descontos que considerem os juros embutidos. Se houver efeitos relevantes, serão também ajustados os ativos e decorrentes de operações de curto prazo. Esses tratamentos permitem a homogeneização das operações e possibilitam a comparação de de-monstrações, independentemente de as empresas operarem à vista ou a prazo.
Exemplo: a companhia possui, em seu ativo realizável a longo prazo, contas a receber de clientes no valor de R$ 12 mil, com vencimento previsto para 3 anos e juros embutidos de 20%. Assim, o valor presente do direito seria de:
Valor Presente = Valor Nominal/(1 + Taxa Unitária de Juros)
Valor Presente = R$ 12.000,00/1,2 = R$ 10.000,00
D - Despesas com Ajuste a Valor Presente
C - Provisão para Ajuste a Valor Presente
5 Ricardo J. Ferreira
http://www.editoraferreira.com.br/
Ativo – Longo Prazo
Contas a Receber 12.000,00
( – ) Provisão para Ajuste a Valor Presente (2.000,00)
Valor Presente 10.000,00
Questões Comentadas
Questão 36
Página 406
Os valores mobiliários estão sujeitos à nova redação do art. 183, I, reproduzida anteriormente.

alefrei
Sat, 29/03/08, 06:05 PM
............. continuaçao...............






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STRUNFF Assunto do Tópico: Re: JÁ SAIU A ATUALIZAÇÃO DO LIVRO CTB BÁSICA - RICARDO FERREIRAEnviado: Terça-Feira, 12/02/08, 16:54


Novato


Data de registro: Quarta-Feira, 06/12/06, 21:32
Mensagens: 4 continuando.....


CAPÍTULO 22
Ativo Permanente

22.1 Composição do Ativo
Página 375
O ativo permanente é dividido em quatro subgrupos: investimentos, imobilizado, intangível e diferido.

22.1.2 Imobilizado
Página 377
De acordo com a Lei n° 11.638/07, no ativo imobilizado devem constar os direitos que tenham por objeto bens corpóreos (materiais) destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e con-trole desses bens (esta parte final é aplicável, por exemplo, quando o bem está na posse da companhia, mas não é de sua propriedade). Vale dizer, o ativo imobilizado, que na legislação anterior era composto por bens corpóreos e incorpóreos, passa a ser formado apenas pelos primeiros. Os bens incorpóreos que antes integra-vam o imobilizado agora se classificam no subgrupo intangível.

Página 377
Os bens do imobilizado agora estão sujeitos apenas a depreciação.

22.1.2.3 Benfeitorias em Propriedades de Terceiros
Página 378
As benfeitorias em propriedades de terceiros, juridicamente, são bens intangíveis. Logo, salvo melhor juízo, de-vem ser classificadas no permanente intangível (acreditamos que esse assunto deve gerar polêmica).

22.1.2.8 Critérios de Avaliação do Ativo Permanente Imobilizado
Páginas 383/384
O imobilizado agora está sujeito somente a depreciação.
Página 422
A reavaliação foi substituída pelos ajustes de avaliação patrimonial.

22.1.2.8.7 Amortização do Imobilizado
Página 387/388
Leia-se “amortização do intangível”.

22.1.3 Diferido
Página 388/389
Eis a nova redação da Lei nº 6.404/07, art. 179, V, para o diferido:
Art. 179. As contas serão classificadas do seguinte modo:
..................................................
V – no diferido: as despesas pré-operacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão, efetiva-mente, para o aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão-somente uma redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional;
..................................................
Portanto, com a nova legislação, no ativo permanente diferido passam a ser registrados apenas:
1 - despesas pré-operacionais; e
6 Contabilidade Básica – 4ª edição
Atualização do Livro Contabilidade Básica – 4ª edição
2 - gastos de reestruturação que contribuirão, efetivamente, para o aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem apenas uma redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional.
Gastos com reestruturação são os relacionados à criação ou extinção de departamentos, gerências, cargos etc. Duas são as condições para que os gastos dessa natureza integrem o diferido: 1) devem contribuir para o au-mento do resultado de dois ou mais exercícios e 2) não podem configurar apenas uma redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional. Ou seja, a reestruturação deve estar principalmente focada no aumento da receita, e não na demissão de pessoal. Na nova lei, ficaram de fora do diferido os custos, as despesas e outros encargos de reorganização (fusão, cisão, incorporação) ou modernização da companhia.
A nova legislação não mais estabelece prazo máximo para a amortização do diferido, que era de 10 anos, mas estabelece, em seu art. 183, § 3º:
§ 3o A companhia deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registra-dos no imobilizado, no intangível e no diferido, a fim de que sejam:
I – registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreen-dimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados su-ficientes para recuperação desse valor; ou
II – revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo da depreciação, exaustão e amortização.
A CVM deve editar normas com vistas a regulamentar a nova composição do ativo permanente diferido, princi-palmente para identificar os gastos que o integrarão e diferenciá-lo do intangível.

CAPÍTULO 23
Participações Permanentes
23.2 Critérios de Avaliação das Participações Permanentes
Página 412/413
Atualmente são avaliados pelo método da equivalência patrimonial os investimentos:
1 - em coligadas sobre cuja administração a investidora tenha influência significativa, ou de que participe com 20% (vinte por cento) ou mais do capital votante;
2 - em controladas;
3 - em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam sob controle comum;
A nova legislação não mais exige a relevância do investimento para fins de equivalência patrimonial, bem como, na hipótese de coligadas, fixa em 20% do capital votante o percentual mínimo para fins de aplicação desse método.

23.3 Cálculo da Relevância
Página 413/414
A nova legislação não mais exige que o investimento seja relevante para fins de equivalência patrimonial.

23.5.2 Variação do Valor do Investimento por Reavaliação
Página 418
A reavaliação foi substituída pelos ajustes de avaliação patrimonial.

23.6.3 Reavaliação na Investida Avaliada pelo Custo de Aquisição
Página 423
A reavaliação foi substituída pelos ajustes de avaliação patrimonial.

Questões Comentadas
Questão 09
Página 472
A nova legislação não mais exige que o investimento seja relevante para fins de equivalência patrimonial.
Questão 12
Página 476
A nova legislação não mais exige que o investimento seja relevante para fins de equivalência patrimonial.
7 Ricardo J. Ferreira
http://www.editoraferreira.com.br/

CAPÍTULO 24
Passivo Circulante e Exigível a Longo Prazo
Ajuste de Passivo Exigível a Longo Prazo a Valor Presente (este assunto não consta do livro)
Conforme a Lei nº 11.638/07, as obrigações, encargos e riscos classificados no passivo exigível a longo prazo devem ser ajustados ao seu valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante.
Exemplo: a companhia possui, em seu passivo exigível a longo prazo, contas a pagar no valor de R$ 12 mil, com juros embutidos de 20%. Nesse caso, o valor presente da obrigação seria de:
Valor Presente = Valor Nominal/(1 + Taxa Unitária de Juros)
Valor Presente = R$ 12.000,00/1,2 = R$ 10.000,00
D - Provisão para Ajuste a Valor Presente
C - Receita de Ajuste a Valor Presente
Passivo – Longo Prazo
Contas a Pagar 12.000,00
( – ) Provisão para Ajuste a Valor Presente (2.000,00)
Valor Presente 10.000,00
Como se vê, trata-se de disposição similar à aplicável ao ativo realizável a longo prazo.

CAPÍTULO 26
Patrimônio Líquido
26.1 Composição
Página 458
Na nova legislação, o patrimônio líquido é dividido em:
1 - capital social;
2 - reservas de capital;
3 - ajustes de avaliação patrimonial;
4 - reservas de lucros;
5 - ações em tesouraria;
6 - prejuízos acumulados.

26.1.2 Reservas de Capital
Página 458/459
As reservas de capital estabelecidas na Lei das Sociedades por Ações são as seguintes:
1 - ágio na emissão de ações – a contribuição do subscritor de ações que ultrapassar o valor nominal e a parte do preço de emissão das ações sem valor nominal que ultrapassar a importância destinada à formação do capital social, inclusive nos casos de conversão em ações de debêntures ou partes beneficiárias;
2 - produto da alienação de partes beneficiárias e bônus de subscrição.

26.1.2.4 Prêmio na Emissão de Debêntures
Página 461
Com a edição da Lei nº 11.638/07, o prêmio recebido na emissão de debêntures deixa de ser reserva de capital. Entende-se por prêmio o valor apurado além do valor nominal das debêntures. O tratamento contábil adequado passa a ser, segundo a CVM, classificá-lo como um resultado não realizado (prêmio a apropriar) para ser apropriado como receita, segundo o princípio da competência, na mesma base em que são apropriados os juros (despesas) das debêntures.
Exemplo: se uma série de debêntures foi emitida com o valor nominal de 10.000, sendo, porém, os títulos negoci-ados no mercado por 11.000 (com prêmio de 1.000), temos:
D - Bancos Conta Movimento (AC) 11.000
C - Debêntures a Resgatar (PC/PELP) 10.000
C - Prêmio a Apropriar (REF) 1.000
8 Contabilidade Básica – 4ª edição
Atualização do Livro Contabilidade Básica – 4ª edição

26.1.2.6 Doações, 26.1.2.7 Subvenções para Investimentos e 26.1.2.8 Subvenções para Investimentos mediante Incentivos Fiscais
Páginas 462,463,464
Na nova legislação, as doações e subvenções integram o resultado, como receitas. No entanto, a Lei nº 11.638/07 estabelece que a assembléia geral poderá, por proposta dos órgãos de administração, destinar para a reserva de incentivos fiscais (reserva de lucro) a parcela do lucro líquido decorrente de doações ou subvenções governamentais para investimentos, que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório (pensamos que também da base de cálculo dos juros sobre o capital próprio). Vale dizer, a companhia pode usar a faculdade de constituir reser-va de lucros no caso de doações e subvenções para investimentos concedidas pelo Poder Público.
Registro de doações ou subvenções governamentais para investimentos recebidas em dinheiro:
D - Caixa
C - Receita de Doações e Subvenções Governamentais p/ Investimentos
Após a apuração do resultado, o valor correspondente a esta receita pode ser destinado à formação de Reser-va de Incentivos Fiscais.

26.1.2.9 Utilização das Reservas de Capital
Página 464,465
As reservas de capital somente podem ser utilizadas para:
1 - absorção de prejuízos que ultrapassem as reservas de lucros;
2 - resgate, reembolso ou compra de ações;
3 - resgate de partes beneficiárias;
4 - incorporação ao capital social;
5 - pagamento de dividendo a ações preferenciais, quando essa vantagem lhes for assegurada.
O prejuízo do exercício é obrigatoriamente absorvido pelas reservas de lucros, entre as quais a última a ser utilizada é a reserva legal. Na hipótese de o prejuízo consumir todas as reservas de lucros (inclusive a legal), podem ser utili-zadas reservas de capital. A compensação, mediante o uso de reservas de capital, dos prejuízos que ultrapassem as reservas de lucros é facultativa.

26.1.3 Reserva de Reavaliação
Páginas 465,466,467
A Lei nº 11.638/07 extinguiu a reserva de reavaliação, que estava prevista no art. 182, § 3º, da Lei das S.A., e em seu lugar criou os ajustes de avaliação patrimonial. Os saldos atualmente existentes nas reservas de reava-liação deverão ser mantidos até a sua efetiva realização ou estornados até o final de 2008.
Por contrariar o princípio do registro pelo valor original, a reserva de reavaliação sempre foi contestada no Bra-sil, além de não ser um procedimento aceitável nos principais mercados mundiais.

Ajustes de Avaliação Patrimonial (este assunto não consta do livro)
A Lei nº 11.638/07 substituiu a faculdade de reavaliar bens pela obrigação de ajustar o valor dos ativos e passi-vos a preços de mercado. Um dos casos em que essa regra se aplica é quando houver operação de incorpora-ção, fusão ou cisão vinculadas a uma efetiva alienação de controle que tenha sido realizada entre partes inde-pendentes (isso exclui sociedades que façam parte de um mesmo grupo econômico). Em tal hipótese os ativos e passivos da sociedade a ser incorporada ou decorrente da fusão ou cisão devem ser ajustados aos valores de mercado. A contrapartida desses ajustes será registrada numa conta de patrimônio líquido denominada Ajustes de Avaliação Patrimonial, que pode ter saldo devedor (negativo) ou credor (positivo).
Nos termos da nova lei, serão classificadas como ajustes de avaliação patrimonial (uma espécie de reavaliação positiva ou negativa, que se aplica tanto a elementos do ativo quanto do passivo), enquanto não computadas no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas de aumentos ou diminui-ções de valor atribuído a elementos do ativo (§ 5º do art. 177, inciso I do caput do art. 183 e § 3º do art. 226 da Lei das Sociedades por Ações) e do passivo, em decorrência da sua avaliação a preço de mercado.
Na avaliação positiva de uma edificação:
D - Edificações
C - Ajustes de Avaliação Patrimonial
9 Ricardo J. Ferreira
http://www.editoraferreira.com.br/
Se a avaliação for negativa:
D - Ajustes de Avaliação Patrimonial
C - Edificações
Os ajustes de avaliação patrimonial devem ser apropriados ao resultado à medida que os ativos e passivos a eles vinculados sejam realizados, de acordo com o princípio da competência.

26.1.4 Reservas de Lucros
Página 467
São reservas de lucros:
1 - reserva legal;
2 - reservas estatutárias;
3 - reservas para contingências;
4 - reserva de incentivos fiscais
5 - reserva de retenção de lucros;
6 - reserva de lucros a realizar;
7 - reserva especial para dividendos obrigatórios não distribuídos.

26.1.4.5 Reserva de Lucros a Realizar
Página 473/474
Para os efeitos da constituição da reserva, são considerados lucros a realizar apenas os seguintes itens:
1 - resultado líquido positivo da equivalência patrimonial; e
2 - o lucro, rendimento ou ganho líquidos em operações ou contabilização de ativo e passivo pelo valor de mercado, cujo prazo de realização financeira ocorra após o término do exercício social seguinte.
Vale dizer, a nova legislação considera o lucro, rendimento ou ganho líquidos, admitindo a compensação com prejuízo, despesa ou perda da mesma espécie.

Reserva de Incentivos Fiscais (este assunto não consta do livro)
A assembléia geral pode, por proposta dos órgãos de administração, destinar para a reserva de incentivos fis-cais a parcela do lucro líquido decorrente de doações ou subvenções governamentais para investimentos, que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório.
No recebimento, em moeda, de doações e subvenções governamentais para investimentos:
D - Caixa
C - Receita de Doações e Subvenções Governamentais p/ Investimentos
Após a apuração do resultado e sua transferência para Lucros ou Prejuízos Acumulados, a companhia pode destinar para a reserva de incentivos fiscais a parcela do lucro líquido decorrente de doações ou subvenções governamentais para investimentos:
D - Lucros ou Prejuízos Acumulados
C - Reserva de Incentivos Fiscais

26.1.4.7 Limite das Reservas de Lucros em Relação ao Capital Social
Página 476
O saldo das reservas de lucros, exceto as para contingências, de incentivos fiscais e de lucros a realizar, não po-derá ultrapassar o capital social. Uma vez atingido esse limite, a assembléia deliberará sobre a aplicação do exces-so na integralização ou no aumento do capital social ou na distribuição de dividendos.
Essa regra já existia na legislação anterior. A novidade é a exclusão da recém-criada reserva de incentivos fiscais para efeitos do cálculo do limite das reservas de lucro em relação ao capital social.
O cálculo desse limite pode ser resumido da seguinte forma:
(R. Legal + R. Estatutárias + R. de Retenção de Lucros) ? capital social
Ficam de fora da apuração do excesso as reservas para contingências, de incentivos fiscais e de lucros a realizar.
10 Contabilidade Básica – 4ª edição
Atualização do Livro Contabilidade Básica – 4ª edição

Lucros ou Prejuízos Acumulados (este assunto não consta do livro)
Como forma de coibir a retenção injustificada de lucros, que devem ser destinados à formação de reservas e à distri-buição de dividendos, a nova legislação eliminou do balanço a conta Lucros Acumulados. Todavia, isso não significa que ela deixa de existir. Uma conta com essa mesma denominação (lucros acumulados) ou designação semelhante, de uso temporário e cujo saldo seja encerrado antes do balanço, pode ser utilizada para servir de contrapartida às destinações dos lucros e às reversões das reservas de lucros.
Questões Comentadas
Questão 05
Página 523
Esse incentivo fiscal passa a integrar o resultado, mas pode ser destinado à reserva de incentivos fiscais. Ver comentários anteriores relativos às páginas 507 a 509.
Questão 06
Página 524
Veja nos comentários anteriores as novas listas de reservas de capital e de lucros.
Questão 10
Página 527
Alternativa C: a Lei nº 11.638/07 substituiu a faculdade de reavaliar bens pela obrigação de ajustar o valor dos ativos e passivos a preços de mercado (ajustes de avaliação patrimonial).
Alternativa D: veja nos comentários anteriores a nova lista de reservas de capital.
Questão 12
Página 529
Veja comentários anteriores relativos à página 521.
Questões 22 e 23
Página 539
Veja nos comentários anteriores a nova lista de reservas de capital.
Veja comentários relativos à página 506.
Questão 24
Página 540
Veja comentários relativos à página 506.
Questão 29
Página 544
Alternativa D: veja comentários relativos às páginas 506 a 509.
Alternativa E: veja comentários relativos à página 521.
Questão 33
Página 547
Veja comentários relativos à pagina 519.

CAPÍTULO 27
Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados
Veja comentários anteriores sobre a conta Lucros ou Prejuízos Acumulados.

27.2.1 Saldo do início do período 503
Na nova legislação não se admite a apresentação de lucros acumulados no balanço, no qual, portanto, seu saldo só pode ser devedor. Assim, permanecem na conta Lucros ou Prejuízos Acumulados apenas os eventuais prejuízos ainda não compensados.

CAPÍTULO 28
Demonstração do Resultado do Exercício
28.2 Estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício
Página 512 (ver também item 28.10, página 584)
Com a Lei nº 11.638/07, o inciso VI do art. 187 da Lei nº 6.404/76 passa a ter a seguinte redação:
11 Ricardo J. Ferreira
http://www.editoraferreira.com.br/
VI – as participações de debêntures, de empregados e administradores, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empre-gados, que não se caracterizem como despesa;
Com isso a nova lei reforça a necessidade de essas participações serem informadas no resultado mesmo na hipótese de se revestirem da forma de instrumentos financeiros. No entanto, a nova redação não menciona a participação dos titulares de partes beneficiárias, apesar de ela continuar prevista na Lei nº 6.404/76 em relação às companhias fechadas. Das duas uma: ou o legislador cometeu uma omissão involuntária, ao não mencionar na nova redação do inciso VI do art. 187 a participação dos titulares de partes beneficiárias, ou quis que ela passasse a ser classificada como despesa operacional. Cabe à CVM editar norma para esclarecer essa dúvida.
Na parte final do inciso VI, mencionam-se participações de fundos de previdência privada: “instituições ou fun-dos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa”. Ora, se não forem despesa, não deverão figurar na demonstração do resultado. É provável que o legislador tenha tentado dizer que tais participações devem ser calculadas em razão do lucro, em vez de representarem um valor fixo anual que independa do resultado. Neste último caso é mais adequada a classificação como despesa operacional.
Questões Comentadas
Questão 06
Página 596
Veja comentários referentes à página 561.
Questão 10
Página 601
Veja comentários referentes à página 561.
Questão 13
Página 604
Veja nos comentários anteriores a nova lista de reservas de capital.

CAPÍTULO 29
Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos
Página 566
Com a Lei nº 11.638/07, a demonstração das origens e aplicações de recursos passou a ser facultativa, mas sua estrutura mantém-se praticamente a mesma.

29.3 Estrutura da Doar
Páginas 568,569
Onde consta imobilizado passa a ser mais adequado entender-se “imobilizado e intangível”.

alefrei
Sat, 29/03/08, 06:06 PM
..... continuação....

CAPÍTULO 30
Dividendos
30.4 Cálculo do Dividendo na Hipótese de Omissão do Estatuto
Página 595
Veja comentários anteriores sobre lucros a realizar (página 519).

CAPÍTULO 31
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido
31.1 Aspectos Legais
Página 605
A Lei nº 11.638/07 substituiu a faculdade de reavaliar bens pela obrigação de ajustar o valor dos ativos e passi-vos a preços de mercado (ajustes de avaliação patrimonial). Conforme a nova legislação, permanecem na conta Lucros ou Prejuízos Acumulados apenas os eventuais prejuízos ainda não compensados.
12 Contabilidade Básica – 4ª edição
[/i][/b]



.................FIM................

Vitor Cruz (Vampiro)
Sat, 29/03/08, 06:16 PM
faltou o link do novo plano de contas:


viewtopic.php?f=5&t=28819&start=0&st=0&sk=t&sd=a (http://www.forumconcurseiros.com/phpBB3/viewtopic.php?f=5&t=28819&start=0&st=0&sk=t&sd=a)
http://groups.msn.com/ReceitaFederal/co ... &ID_Topic= (http://groups.msn.com/ReceitaFederal/contabilidade.msnw?action=get_message&mview=1&ID_Message=12025&LastModified=0&ID_Topic=)

Consegui pegar não... vc ou outra pessoa aí.... tem outro link sobre o novo plano de contas???

abraço!

DOSSANTOS
Sun, 30/03/08, 10:15 PM
UP!!

jonslincher
Mon, 31/03/08, 09:13 AM
DVA :


Olha esse link aí, você vai encontrar a estrutura do DVA.
http://www.ccsa.ufpb.br/~nca/dva.html


Cliquem neste link, o professor luciano está falando de dva. Ele postou hj esse arquivo

http://www.editoraferreira.com.br/publi ... 644&sid=20

Givéio
Mon, 31/03/08, 10:19 AM
Pessoal estou deixando um link com um Plano de Contas que contém as alterações da 6404.
Já explico, antecipadamente, que este Plano foi feito por mim, mero estudante como vocês!!!

Gostaria que participassem para aperfeiçoar o modelo, com sugestões, correções, etc...
Um abraço
Givéio


http://rapidshare.com/files/103785680/P ... 7.doc.html (http://rapidshare.com/files/103785680/Plano_de_Contas_altera__es_6404_76_de_2007.doc.htm l)

carlaguta
Mon, 31/03/08, 03:05 PM
SIMPATICO, obrigada pela iniciativa de ajudar aos amigos concurseiros. E também agradeço aos outros usuários do Fórum pelas informações. Boa sorte para todos nós

SIMPATICO
Tue, 01/04/08, 12:31 AM
SIMPATICO, obrigada pela iniciativa de ajudar aos amigos concurseiros. E também agradeço aos outros usuários do Fórum pelas informações. Boa sorte para todos nós

Carlaguta
Se cada um fizer um pouco, se cada um trouxer ou indicar o site com os artigos sobre as mudancas na lei, nao precisaremos ficar procurando... Se cada um trouxer um, em pouco tempo teremos varios artigos....
Assim todos ganham!!!!
abraços e bons estudos

LCMP
Tue, 01/04/08, 10:01 PM
up :!:
pela relevância!

paulohenriquers10
Wed, 02/04/08, 08:59 AM
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) também publicou seus comentários. O link segue abaixo:

http://www.cvm.gov.br/port/infos/Esclarecimento.pdf

Abraços!

Rogerio/ADUANA
Wed, 02/04/08, 06:52 PM
Salve galera. A Editora Ferreira lançou no mercado um resumo de contabilidade com 288 págs.
Este livro já está atualizado com as alterações da leis 6.404. O preço é de R$ 29,00. Tem colega aqui do fórum que comprou e disse que gostou. Acho que vou nessa, o que vocês acham? Simpatico?

Abraços

Bob Batera
Wed, 02/04/08, 10:16 PM
Atualização do livro Contabilidade Esaf - 6ª edição

"Este texto por finalidade atualizar o livro Contabilidade ESAF – Provas Comentadas – 6ª edição (Ri-cardo J. Ferreira, Editora Ferreira), em razão da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007..."

http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/
ATUALIZAÇÃO%20CONTABILIDADE%20ESAF%20LEI%2011.638% 202007.pdf

jonslincher
Thu, 03/04/08, 09:52 AM
Atualização do livro Contabilidade Esaf - 6ª edição

"Este texto por finalidade atualizar o livro Contabilidade ESAF – Provas Comentadas – 6ª edição (Ri-cardo J. Ferreira, Editora Ferreira), em razão da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007..."

http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/
ATUALIZAÇÃO%20CONTABILIDADE%20ESAF%20LEI%2011.638% 202007.pdf

Valeu Batera !!

So o link q ta com prob pq tem q copiar a 1a parte e colar e depois copiar
a 2a parte e colar.....mas tudo bem....

abs

Demolidor
Thu, 03/04/08, 11:04 AM
Pessoal, estou fazendo o comentário da Lei 6.404/76 no curso Uniequipe (SP) de todos os artigos que são cobrados em prova, mas só que com uma novidade: o modo que estou fazendo esses comentários é inédito, ou seja, explico artigo por artigo, e depois vou ao quadro e faço esquemas das operações que estão insertas nos artigos. Por exemplo, ações em tesouraria: explico tuda a sistemática de como funciona essa operação, com desenhos no quadro para facilitar o aprendizado. O pessoal está gostando muito dessa novidade. E com isso comentarei também as mudanças feitas pela lei 11.638/07. A turma está lotada. Caso tenha alguém aqui de SP capital ou região próxima é só entrar em contato com o Uniequipe para ver se haverá outra turma, porque eu comentei em sala que seria apenas esse curso da lei 6.404 comentada que eu faria, pois fazer o comentário como está sendo feito é muito desgastante (está exigindo uma dedicação enorme da minha parte) mas é muito importante para que o aluno tenha uma forte base em Contabilidade. Dependendo da procura, eu faço outro curso do nível deste para o pessoal que perdeu a oportunidade.
Digo que este curso está sendo muito desgastante para mim, pois aqui na SEFAZ-SP, a demanda de trabalho aumentou excessivamente com o PPI (Programa de Parcelamento Incentivado) e eu tenho saído do trabalho todos os dias por volta das 18h00min. Abraços a todos.

PARANÁ
Thu, 03/04/08, 12:00 PM
Pessoal, estou fazendo o comentário da Lei 6.404/76 no curso Uniequipe (SP) de todos os artigos que são cobrados em prova, mas só que com uma novidade: o modo que estou fazendo esses comentários é inédito, ou seja, explico artigo por artigo, e depois vou ao quadro e faço esquemas das operações que estão insertas nos artigos. Por exemplo, ações em tesouraria: explico tuda a sistemática de como funciona essa operação, com desenhos no quadro para facilitar o aprendizado. O pessoal está gostando muito dessa novidade. E com isso comentarei também as mudanças feitas pela lei 11.638/07. A turma está lotada. Caso tenha alguém aqui de SP capital ou região próxima é só entrar em contato com o Uniequipe para ver se haverá outra turma, porque eu comentei em sala que seria apenas esse curso da lei 6.404 comentada que eu faria, pois fazer o comentário como está sendo feito é muito desgastante (está exigindo uma dedicação enorme da minha parte) mas é muito importante para que o aluno tenha uma forte base em Contabilidade. Dependendo da procura, eu faço outro curso do nível deste para o pessoal que perdeu a oportunidade.
Digo que este curso está sendo muito desgastante para mim, pois aqui na SEFAZ-SP, a demanda de trabalho aumentou excessivamente com o PPI (Programa de Parcelamento Incentivado) e eu tenho saído do trabalho todos os dias por volta das 18h00min. Abraços a todos.

Professor;

E quanto ao curso no EUVOUPASSAR; quais as novidades? Sai ou não....

sunshine
Thu, 03/04/08, 08:21 PM
Oi Pessoal,

Estou retornando aos estudos pra Receita Federal, e ao voltar ao fórum, deparei-me com essas alterações em contabilidade :(((
Eu tenho o livro do Ed Luiz Ferrari - 5ª Edição, e sinceramente não to querendo comprar outro.
Comprarei sim o de análise de balanços, para estudar a parte avançada. Mas e ai, o q fazer amigos? Dá pra estudar a parte nova só por esses artigos colocados nesse tópico? Será que algum professor lançará algum curso (como no eu vou passar) para explicar essa parte? Ajudem-me !!

Abraços!

SIMPATICO
Fri, 04/04/08, 12:45 AM
Salve galera. A Editora Ferreira lançou no mercado um resumo de contabilidade com 288 págs.
Este livro já está atualizado com as alterações da leis 6.404. O preço é de R$ 29,00. Tem colega aqui do fórum que comprou e disse que gostou. Acho que vou nessa, o que vocês acham? Simpatico?

Abraços
ROGERIO
Ate uns dias atras, eu nem cogitava comprar este resumo.
Eu achava que o site (editora ferreira) iria atualizar os livros ou lançar novos livros de contabilidade atualizados.
Nunca estudei por resumos e acho, guardadas as devidas proporcoes, uma sacada de MKT das editoras para vender mais livros...
Mas..... sei la. Agora to meio perdido. To lendo todas atualizacoes que eu baixei. Acredito que conseguirei me atualizar tambem. Senao vou comprar este resumo de contabilidade do RF.
Quem nao tem saco de ficar juntando material deve pensar em comprar este resumo.

A distribuidora Isto, na rua Humaita., em SP, vende seus livros com 30% de desconto. Acredito que esteja uns (29,00 - 30% = R$22,00).

abraços
e vamos estudar!!!

crisknapp
Fri, 11/04/08, 06:48 PM
Pessoal, estou fazendo o comentário da Lei 6.404/76 no curso Uniequipe (SP) de todos os artigos que são cobrados em prova, mas só que com uma novidade: o modo que estou fazendo esses comentários é inédito, ou seja, explico artigo por artigo, e depois vou ao quadro e faço esquemas das operações que estão insertas nos artigos. Por exemplo, ações em tesouraria: explico tuda a sistemática de como funciona essa operação, com desenhos no quadro para facilitar o aprendizado. O pessoal está gostando muito dessa novidade. E com isso comentarei também as mudanças feitas pela lei 11.638/07. A turma está lotada. Caso tenha alguém aqui de SP capital ou região próxima é só entrar em contato com o Uniequipe para ver se haverá outra turma, porque eu comentei em sala que seria apenas esse curso da lei 6.404 comentada que eu faria, pois fazer o comentário como está sendo feito é muito desgastante (está exigindo uma dedicação enorme da minha parte) mas é muito importante para que o aluno tenha uma forte base em Contabilidade. Dependendo da procura, eu faço outro curso do nível deste para o pessoal que perdeu a oportunidade.
Digo que este curso está sendo muito desgastante para mim, pois aqui na SEFAZ-SP, a demanda de trabalho aumentou excessivamente com o PPI (Programa de Parcelamento Incentivado) e eu tenho saído do trabalho todos os dias por volta das 18h00min. Abraços a todos.

Professor;

E quanto ao curso no EUVOUPASSAR; quais as novidades? Sai ou não....

Quando vai acontecer o curso no site euvoupassar? Para quem não está nos grandes centros urbanos as aulas em vídeo é que nos ajuda. Tem alguma novidade?

A aprendiz
Thu, 17/04/08, 12:39 AM
Pessoal, na apostila que tô usando no curso de Contab tem escrito o seguinte:

11.5- AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL
Com a edição da Lei 11.638/07, ficou extinta a sistemática de reavaliação de ativos. Os saldos existentes nas contas de Reserva de Reavaliação, em 31/12/2007, deverão ser mantidos até sua efetiva realização, ou serem estornados até o final de 2008.
O § 3º do Art. 182 passou a ter a seguinte redação:
“Serão classificados como ajustes de avaliação patrimonial, enquanto não computadas no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas de aumentos ou diminuições de valor atribuído a elementos do ativo e do passivo, em decorrência da sua avaliação a preço de mercado.”

Também ficou estabelecido que:
• A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deverá baixar normas regulamentando a matéria, em consonância com os padrões internacionais de contabilidade;
• Estão sujeitas ao procedimento as aplicações financeiras e direitos de crédito classificados no Ativo Circulante e no Realizável a Longo Prazo;
• Os itens patrimoniais de empresas envolvidas em processo de reorganização societária realizadas entre partes independentes, devem ser avaliados a valor de mercado;
• A contrapartida do ajuste em contas do Ativo ou do Passivo se dará em conta do Patrimônio Líquido.

A CVM já baixou estas normas???

SIMPATICO
Sat, 19/04/08, 12:42 AM
http://www.editoraatlas.com.br/Atlas/po ... 8522450706 (http://www.editoraatlas.com.br/Atlas/portal/ProductDetail.ctrl.aspx?product_id=8522450706)


MANUAL DE CONTABILIDADE DAS SOCIEDADES POR AÇÕES (Aplicável às Demais Sociedades) - Suplemento
FIPECAFI

1ª Edição (2008) | 1ª Tiragem
Páginas: 64 páginas
Formato: 21X28
EAN13: 9788522450701
Código: 0305 50 578

R$ 15,00

jonslincher
Sat, 19/04/08, 10:11 AM
Excelente tabela resumo das alteracoes na 6404 citada pelo engenheirosjc em outro topico:


TABELA COM RESUMO DAS MUDANÇAS.


http://rapidshare.com/files/108638167/l ... e.pdf.html (http://rapidshare.com/files/108638167/lei_11638-Principais_Mudan_as_Cont_beis_na_Lei_das_Sociedade s_por_A__es-zenaide.pdf.html)

McLovin
Sun, 20/04/08, 01:46 PM
Texto da PREVI sobre o assunto, com uma tabela contendo as principais alterações no final:

TABELA PREVI (http://www.previ.com.br/pls/portal/docs/PAGE/PG_PREVI/INVESTIMENTOS/2004GOVERNANCACORPORATIVA/MATERIAS_GOVERNANCA/20080319_LEI%2011638%20PRINCIPAIS%20ALTERA%C3%87%C 3%95ES.DOC)

Sds,

McLovin 8-)

SIMPATICO
Sun, 20/04/08, 10:21 PM
quem esta perdido nas atualizacoes, vale a pena ir ao sitio do ponto. na area dos profs. o moraes junior pos uma explicacao bem interessante em 4 micro aulas.
abs e bons estudos!!! :D

pessoal, quem tiver qq tipo de informacao sobre as atualizacoes, por favor, disponibilize!!!

A aprendiz
Sun, 20/04/08, 11:22 PM
Simpático,
não vi esse prof q vc falou (moraes junior) no site do ponto.
Vc poderia colocar o link, por favor?


quem esta perdido nas atualizacoes, vale a pena ir ao sitio do ponto. na area dos profs. o moraes junior pos uma explicacao bem interessante em 4 micro aulas.
abs e bons estudos!!! :D

pessoal, quem tiver qq tipo de informacao sobre as atualizacoes, por favor, disponibilize!!!

McLovin
Sun, 20/04/08, 11:38 PM
Simpático,
não vi esse prof q vc falou (moraes junior) no site do ponto.
Vc poderia colocar o link, por favor?


quem esta perdido nas atualizacoes, vale a pena ir ao sitio do ponto. na area dos profs. o moraes junior pos uma explicacao bem interessante em 4 micro aulas.
abs e bons estudos!!! :D

pessoal, quem tiver qq tipo de informacao sobre as atualizacoes, por favor, disponibilize!!!

Simpático, meu véio, tb não consegui encontrar o prof Moraes Junior no site do Ponto. Vc pode passar o link pra gente, ou talvez disponibilizar os arquivos do RapidShare?

Falow

SIMPATICO
Mon, 21/04/08, 01:38 AM
estranho ne? o prof nao esta mais na lista dos profs do ponto...
sera que ele saiu do ponto???? :roll: :roll:

mas o material esta no link.
segue o link...

http://www.pontodosconcursos.com.br/pro ... rofessores (http://www.pontodosconcursos.com.br/professor.asp?prof=132&menu=professores)

abs

McLovin
Mon, 21/04/08, 11:30 AM
Pois é, também acho que ele não está mais no ponto.

Mas valeu pelo link cara!

McLovin


estranho ne? o prof nao esta mais na lista dos profs do ponto...
sera que ele saiu do ponto???? :roll: :roll:

mas o material esta no link.
segue o link...

http://www.pontodosconcursos.com.br/pro ... rofessores (http://www.pontodosconcursos.com.br/professor.asp?prof=132&menu=professores)

abs

SIMPATICO
Wed, 30/04/08, 01:39 AM
Mais artigos, pessoal?
Ponham aqui!!

afrf-vander
Thu, 01/05/08, 01:51 AM
Bom pessoal vou postar o material que já existe com a atualização da lei das S.A(Eu sei que o tópico trata de textos, mas achei melhor colocar aqui do que abrir um tópico novo). Se alguém tiver mais algum item, favor postar:
a) Mudanças Contábeis na Lei Societária Lei nº 11.638, de 28-12-2007-Autores: Hugo Rocha Braga, Marcelo Cavalcanti Almeida- Editora: Atlas http://www.livrariaultimainstancia.com. ... ivro=12827 (http://www.livrariaultimainstancia.com.br/detalhes.php?intIdLivro=12827)

b) CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA E SOCIETÁRIA PARA ADVOGADOS: Noções Básicas de Contabilidade. Análise das Demonstrações Contábeis. Cálculo de Impostos e Contribuições. Reestruturação Societária-Láudio Camargo Fabretti-Ed Atlas
http://www.editoraatlas.com.br/Atlas/po ... 8522449708 (http://www.editoraatlas.com.br/Atlas/portal/ProductDetail.ctrl.aspx?product_id=8522449708)
c) MANUAL DE CONTABILIDADE DAS SOCIEDADES POR AÇÕES (Aplicável às Demais Sociedades) – Suplemento- http://www.editoraatlas.com.br/Atlas/po ... 8522450706 (http://www.editoraatlas.com.br/Atlas/portal/ProductDetail.ctrl.aspx?product_id=8522450706)

d) Resumo de Contabilidade Geral- Ricardo J. Ferreira-
http://www.livrariaultimainstancia.com. ... ivro=12641 (http://www.livrariaultimainstancia.com.br/detalhes.php?intIdLivro=12641)

e) Lei das Sociedades Anônimas - Inclusas as Modificações da Lei 11.638/07 - Comentada, com Ênfase em Temas Destacados, e Anotada nos Demais Temas- Wilson Alberto Zappa Hoog, 502 pgs. - Juruá Editora
http://www.livrariaultimainstancia.com. ... ivro=12623 (http://www.livrariaultimainstancia.com.br/detalhes.php?intIdLivro=12623) ou
http://www.jurua.com.br/bvf/conteudo.as ... g=p&op=ini (http://www.jurua.com.br/bvf/conteudo.asp?arq=gesocian&pag=p&op=ini)
Obs.: No site da Editora dá para dar uma folheada nesse livro. O melhor livro de análise da Lei das S.A na parte teórica, na minha opinião, é do MODESTO CARVALHOSA chamado COMENTÁRIOS À LEI DE SOCIEDADES ANÔNIMAS - VOL. 3 - ARTS. 138 A 205 da Editora Saraiva, mas infelizmente esse livro não está atualizado.

DOSSANTOS
Sat, 03/05/08, 02:52 PM
continuando a ](*,)

Bob Batera
Sat, 03/05/08, 03:32 PM
CVM publica instrução que regulamenta aplicação de nova lei contábil
Valor Online
02/05/2008 20:31

SÃO PAULO - As companhias abertas que divulgarem seus balanços trimestrais a partir de segunda-feira já devem seguir algumas das novas regras previstas na lei 11.638/07, que reforma a Lei das Sociedades por Ações. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou nesta sexta-feira a Instrução nº 469, que regulamenta a aplicação de uma série de dispositivos previstos na lei.

A minuta desta instrução havia sido divulgada em meados de março e ficou em audiência pública até o dia 4 de abril. "Não houve alteração substancial em relação ao que estava previsto na minuta", afirmou José Carlos Bezerra, superintendente de Normas Contábeis em exercício da CVM.

No texto da nova norma, a autarquia determina que as companhias abertas apresentem, em notas explicativas, os efeitos da mudança da lei no resultado e no patrimônio líquido da empresa já na divulgação das Informações Trimestrais (ITR). Se isso não for possível, a CVM diz que a empresa deverá prestar "esclarecimentos" sobre as "razões que impedem a apresentação dessa estimativa". A companhia que quiser publicar as demonstrações financeiras já seguindo todas as determinações da lei 11.638 também está autorizada.

A nova Instrução trata ainda da contabilização de operações de incorporação, fusão e cisão a valor de mercado, de remuneração de executivos com base em ações, do destino que será dado às reservas de reavaliação, entre outros temas.

(Fernando Torres | Valor Online)

Wed, 07/05/08, 08:58 PM
CVM publica instrução que regulamenta aplicação de nova lei contábil
Valor Online
02/05/2008 20:31

SÃO PAULO - As companhias abertas que divulgarem seus balanços trimestrais a partir de segunda-feira já devem seguir algumas das novas regras previstas na lei 11.638/07, que reforma a Lei das Sociedades por Ações. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou nesta sexta-feira a Instrução nº 469, que regulamenta a aplicação de uma série de dispositivos previstos na lei.

A minuta desta instrução havia sido divulgada em meados de março e ficou em audiência pública até o dia 4 de abril. "Não houve alteração substancial em relação ao que estava previsto na minuta", afirmou José Carlos Bezerra, superintendente de Normas Contábeis em exercício da CVM.

No texto da nova norma, a autarquia determina que as companhias abertas apresentem, em notas explicativas, os efeitos da mudança da lei no resultado e no patrimônio líquido da empresa já na divulgação das Informações Trimestrais (ITR). Se isso não for possível, a CVM diz que a empresa deverá prestar "esclarecimentos" sobre as "razões que impedem a apresentação dessa estimativa". A companhia que quiser publicar as demonstrações financeiras já seguindo todas as determinações da lei 11.638 também está autorizada.

A nova Instrução trata ainda da contabilização de operações de incorporação, fusão e cisão a valor de mercado, de remuneração de executivos com base em ações, do destino que será dado às reservas de reavaliação, entre outros temas.

(Fernando Torres | Valor Online)

A instrução CVM 469/08, bem como a respectiva nota explicativa está disponível em http://www.cvm.gov.br/.

engenheirosjc
Wed, 07/05/08, 09:58 PM
http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/atos/A ... nst469.doc (http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/atos/Atos/inst/inst469.doc)
http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/atos/A ... po=N&File= (http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/atos/Atos_Redir.asp?Tipo=N&File=)\nota\nota469.doc

SIMPATICO
Sun, 11/05/08, 02:31 AM
Amigos
Artigos, sites, etc etc....
se vcs virem artigos no FC ou fora do FC, por favor, coloquem aqui!!

abs

SIMPATICO
Mon, 12/05/08, 12:03 AM
Fonte: fiscosoft

09/05/2008 - CVM publica Instrução 470/08, que altera a Instrução CVM nº 209/94 sobre a constituição, o funcionamento e a administração de Fundos de Investimento de Empresas Emergentes (Notícias CVM)
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou quarta-feira (07/05), a Instrução CVM nº 470/08, que altera a Instrução CVM n° 209/94. O objetivo da nova instrução é atualizar, de acordo com a variação do IPCA, os limites para definir quais empresas serão classificadas como emergentes. A última atualização desses valores havia ocorrido em 2002.
A atualização entra em vigor a partir da publicação da Instrução CVM nº 470/08 no Diário Oficial da União.

09/05/2008 - CVM editou Instrução nº 469/08 que trata da implementação da Lei nº 11.638/08 (Notícias CVM)
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou na última sexta-feira (02/05), a Instrução CVM n° 469/08, que apresenta diretrizes para o tratamento dos principais aspectos das informações contábeis que foram alterados pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Essa instrução dispõe sobre os seguintes aspectos:
a) faculta a aplicação das disposições da Lei nº 11.638/07 às Informações Trimestrais (ITRs) durante o ano de 2008. Entretanto, no caso da não aplicação do disposto na Lei nº 11.638, as companhias abertas deverão divulgar em nota explicativa às ITRs de 2008 uma descrição das alterações que possam ter impacto sobre as demonstrações financeiras de final de exercício. De qualquer maneira, todas as companhias devem aplicar as determinações da Instrução CVM nº 469/08, independentemente de apresentarem os efeitos da Lei 11.638/07 a partir do 1° ITR de 2008 ou ao final do período.
b) traz orientação transitória sobre a elaboração da demonstração do valor adicionado, que demonstra o quanto de riqueza uma empresa produziu e de que forma essa riqueza foi distribuída: a CVM emitirá uma norma específica sobre o assunto, conforme cronograma estabelecido com o CPC;
c) trata de contabilizações específicas alteradas pela Lei nº 11.638, como:
I - os saldos das Reservas de Capital extintas oriundas de prêmio recebido na emissão de debêntures e de doações e subvenções para investimento, que poderão ser mantidos nas respectivas contas;
II - a manutenção do saldo da Reserva de Reavaliação até a sua efetiva realização ou estorno, devendo, no caso de estorno, retroagir ao início do exercício social;
III - a destinação do saldo da conta de lucros acumulados para reservas de lucro e/ou distribuição de dividendos;
IV - o ajuste a valor presente, aplicado às operações de longo prazo, em qualquer situação, e às operações de curto prazo, quando houver efeitos relevantes, com base em taxas de desconto específicas aos riscos dos ativos e passivos;
V - a divulgação em nota explicativa das remunerações baseadas em ações nas informações trimestrais e nas demonstrações financeiras, enquanto não for emitida norma específica sobre sua contabilização;
VI - a mudança nos critérios para cálculo da equivalência patrimonial de coligadas, que passa a considerar o percentual de 20% ou mais do capital votante em lugar de 20% do capital total, como na regra anterior.
A Instrução CVM n° 469/08 determina também a adoção dos valores de mercado nas operações de incorporação, fusão e cisão que, entretanto, poderão ser, temporariamente, contabilizadas pelo valor contábil até o encerramento do exercício social em curso. Além disso, as companhias estrangeiras que captam recursos no mercado de capitais brasileiro através de BDRs, e que adotem as normas contábeis internacionais, foram dispensadas da apresentação da reconciliação de patrimônio líquido e de resultado prevista anteriormente nas normas da CVM.
Esta Instrução esteve em audiência pública, entre 19/03/08 e 04/04/08, e incorporou as sugestões enviadas que foram consideradas pertinentes ao aperfeiçoamento do texto, não tendo sido substancialmente modificados os elementos apresentados na minuta inicial.

Arnaldo
Sat, 17/05/08, 11:32 PM
upp

Arnaldo
Sat, 17/05/08, 11:35 PM
Cara,

Parabéns e muito obrigado. Estou começando a estudar as alterações agora. Depois comentarei.

Abs,


Pessoal estou deixando um link com um Plano de Contas que contém as alterações da 6404.
Já explico, antecipadamente, que este Plano foi feito por mim, mero estudante como vocês!!!

Gostaria que participassem para aperfeiçoar o modelo, com sugestões, correções, etc...
Um abraço
Givéio


http://rapidshare.com/files/103785680/P ... 7.doc.html (http://rapidshare.com/files/103785680/Plano_de_Contas_altera__es_6404_76_de_2007.doc.htm l)

Arnaldo
Wed, 04/06/08, 09:25 PM
Givéio!!!

Muito Massa teu trabalho. Neste momento estou dando uma "polida" pra ficar do meu jeito e percebi que a tua base, assim como a minha, foi do material disponibilizado pelo AlexMeirelles e Deme no site deles um tempo atrás.

Tu colocastes as DESPESAS DO EXERCÍCIO SEGUINTE como se fosse um grupo à parte do circulante e na lei das SA podemos ver que "ele" faz parte do ativo circulante.
Tens alguma razão pra ter feito isto ou foi sem esta intenção ?

Obrigado pelo material e seguirei nos ajustes e qualquer coisa postarei aqui.

Abs,




Cara,

Parabéns e muito obrigado. Estou começando a estudar as alterações agora. Depois comentarei.

Abs,


Pessoal estou deixando um link com um Plano de Contas que contém as alterações da 6404.
Já explico, antecipadamente, que este Plano foi feito por mim, mero estudante como vocês!!!

Gostaria que participassem para aperfeiçoar o modelo, com sugestões, correções, etc...
Um abraço
Givéio


http://rapidshare.com/files/103785680/P ... 7.doc.html (http://rapidshare.com/files/103785680/Plano_de_Contas_altera__es_6404_76_de_2007.doc.htm l)

sunshine
Tue, 10/06/08, 10:15 PM
Eu tava revisando o livro do Ed Luiz Ferrari (5 edição), mas aconteceu uma tragédia c ele e agora o pobre está todo molhado. E agora eu queria comprar outro Ed, mas já c essas atualizações né!! Alguém sabe qd vai sair outra edição ?

Sandrinha-RJ
Fri, 27/06/08, 07:57 PM
Pessoal que desespero!!!!!!!!!!!! [-o< [-o< [-o<
Obrigada pelas dicas!!!!!!! Estou na cola das aulas dos professores Ricardo Ferreira e Antonio Cezar. Depois HBS.

SIMPATICO
Sun, 29/06/08, 02:13 PM
pessoal
mais artigos, textos, anotacoes???
podem disponibilizar...
abs

lipe2904
Sun, 29/06/08, 05:32 PM
Sandrinha

vc sabe dizer quando e onde este professores irão ministrar aulas sobre as alterações da lei 6404??

Valeu pela ajuda

Mon, 30/06/08, 10:22 AM
Uso o livro "Lei das Sociedades por Ações Anotada", de Alfredo Sérgio Lazzareschi Neto. Editora Saraiva, 2008.

Luciano Rosa
Thu, 07/08/08, 05:25 PM
up

topico muito bom para ficar escondido...

Esperançosa
Thu, 04/09/08, 08:39 PM
Putz, estou ficando cada vez mais louca com tantas atualizações...que venha esse concurso logo senão o "trem" vai pegar!!! :evil:

SIMPATICO
Sun, 05/10/08, 05:40 PM
pessoal
vamos nos ajudar!!!
alguem tem mais sites, textos, etc etc sobre as atualizacoes na lei 6404?
abs

Thiago Reis
Sun, 05/10/08, 05:44 PM
pessoal
vamos nos ajudar!!!
alguem tem mais sites, textos, etc etc sobre as atualizacoes na lei 6404?
abs

Alguém já citou os comentários do Moraes Junior no EVP? Então lá vai:
http://www.euvoupassar.com.br/visao/art ... php?id=631 (http://www.euvoupassar.com.br/visao/artigos/completa.php?id=631)

SIMPATICO
Sun, 12/10/08, 11:42 AM
Informações sobre a Lei das SA




http://www.cfc.fipecafi.org/faq/faq.htm

Givéio
Sun, 12/10/08, 02:38 PM
LINK para o Plano de Contas


http://www.4shared.com/file/66666024/bd ... _2007.html (http://www.4shared.com/file/66666024/bd6c5132/Plano_de_Contas_alteraes_6404_76_de_2007.html)


Um abraço a todos e Bons Estudos
Givéio